Tudo começou com o levain da vó Helena
Em 1998, dona Helena assava pão num forninho de fundo de quintal e vendia pros vizinhos. O fermento natural que ela cultivava — aquele potinho que nunca podia faltar — é o mesmo que usamos até hoje, alimentado todos os dias há mais de 25 anos.
Hoje a terceira geração toca a padaria, mas a regra não mudou: massa que descansa, mão que sova, e nada de pressa. É por isso que o pão da Pão Dourado tem gosto de coisa de casa.
A gente conhece o cliente pelo nome, sabe o pão que cada um gosta, e guarda o último sonho de creme pra quem chega no fim da tarde. Isso, pra nós, é ser do bairro.