Se você já assinou uma ferramenta, passou dois fins de semana montando fluxo e desistiu, o preço não é o que você precisa comparar. O que muda a conta é quem faz o trabalho: aqui o valor cobre a escrita, a montagem, os testes e o ajuste, e o atendimento entra no ar pronto.
A partir de R$ 600/mês · entrada de R$ 800
O prejuízo de um chatbot que deu errado quase nunca aparece na fatura da ferramenta. Ele aparece nas conversas que continuaram sem resposta enquanto o painel ficava vazio. No estudo de chat-commerce da OmniChat, que analisou mais de 18 milhões de conversas de cerca de 400 marcas, quem respondeu em até 1 minuto converteu 23%, e quem demorou mais de um dia converteu 1%.
A tentativa anterior deu errado por um destes três motivos, e nenhum deles foi falta de esforço seu. O mercado de chatbot vende três coisas diferentes com o mesmo nome, e só uma delas entrega atendimento funcionando. Reconhecer qual você comprou é o que evita repetir a compra errada.
A comparação aqui é com práticas do mercado, não com uma empresa. Nenhuma delas é golpe: as três resolvem um problema, só que não o seu.
A culpa não foi sua porque a parte difícil de um chatbot nunca foi a tecnologia. Ligar a ferramenta leva uma tarde. O que consome tempo é decidir o que a conversa vai perguntar, em que ordem, o que ela responde sobre preço, o que ela faz quando a pessoa foge do roteiro e como ela fala do jeito que a sua empresa fala.
Esse trabalho é redação e desenho de atendimento, e ele não estava incluído no que você comprou. Foi vendido como se fosse configuração de software, e por isso caiu no seu colo, num fim de semana, sem ninguém pra revisar. O sistema não ficou parado por preguiça; ele ficou parado porque a tarefa que sobrou pra você era grande demais para sobrar.
Licença e serviço são produtos diferentes com o mesmo rótulo. A licença te dá acesso a um programa e transfere o trabalho para você. O serviço entrega o atendimento montado, escrito e mantido, e o trabalho fica com quem vendeu. A diferença de preço entre os dois não é margem: é a quantidade de horas que muda de lado.
Um chatbot gerenciado é um atendimento automático em que o fornecedor assume o conteúdo e a manutenção, e não apenas a ferramenta. Na prática significa que alguém escreve o que a conversa diz, testa antes de entrar no ar, corrige quando ela erra e atualiza quando o negócio muda. O chatbot não gerenciado é o contrário: você recebe o acesso e todas essas tarefas junto. Os dois aparecem anunciados como chatbot, e a diferença entre eles explica quase toda a diferença de preço do mercado.
O preço de um chatbot para WhatsApp é feito de três parcelas, e a maioria das propostas só mostra uma. A montagem é paga uma vez e cobre a escrita e os testes. A gestão é mensal e cobre manter a conversa certa. A terceira parcela é a do canal de mensagens, e é ela que costuma aparecer só na segunda fatura. Cada quadro abaixo traz a pergunta exata para fazer a qualquer fornecedor, inclusive a nós.
Quem constrói o atendimento dentro do canal oficial de mensagens fica sujeito ao preço de quem opera o canal, e esse preço já mudou duas vezes em pouco tempo. Segundo a documentação de preços da plataforma WhatsApp Business, da Meta, a cobrança deixou de ser por janela de conversa e passou a ser por mensagem enviada em 1º de julho de 2025, e uma mudança anunciada para 1º de outubro de 2026 passa a cobrar também as respostas dentro da janela de atendimento, incluindo as respostas geradas por sistemas de inteligência artificial.
Os valores e as datas são publicados pela própria Meta e mudam por país e por categoria de mensagem, então esta página não imprime número: se você estiver avaliando uma solução com canal oficial, peça a simulação da conta cheia e confira a tabela em vigor.
A conversa da Sturm Agency acontece na sua página, e o contato já qualificado é entregue no seu WhatsApp. O seu número não é conectado ao canal oficial de mensagens, então a terceira parcela simplesmente não existe: você paga a montagem uma vez e a mensalidade do degrau, e a fatura é a mesma no mês fraco e no mês de pico.
O limite dessa escolha também precisa ser dito, e ele é o mesmo desde a página principal deste serviço: o atendimento não responde por você as conversas que já estão na sua caixa do WhatsApp, e não faz disparo em massa para lista. Se é isso que você procura, este não é o produto, e é melhor descobrir agora do que na segunda fatura.
Os três modelos de contratação cobram coisas diferentes, e comparar só a mensalidade coloca lado a lado o que não é comparável. A tabela abaixo separa o que entra no valor em cada caminho, sem citar valor de terceiro: preço de concorrente muda por mês e por região, e esta página não inventa número dos outros.
| O que entra na conta | Licença de plataforma | Freelancer ou projeto avulso | Serviço gerenciado da Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| Escrita das respostas | Por sua conta | Feita uma vez, no começo | Feita por nós e aprovada por você |
| Montagem e testes | Por sua conta | Incluída no projeto | Incluída na entrada |
| Alteração depois de no ar | Por sua conta | Cobrada por hora ou por demanda | Incluída na mensalidade |
| Quem lê as conversas | Ninguém, a menos que você leia | Ninguém depois da entrega | A gente lê e corrige o que saiu errado |
| Conta do canal de mensagens | Cobrada à parte, varia com o volume | Depende da plataforma escolhida | Não existe: a conversa roda na sua página |
| Quando o preço sobe | Quando a plataforma reajusta ou muda a regra | A cada pedido de mudança | Quando você sobe de degrau, e a gente avisa antes |
Antes de comparar mensalidades, vale fazer a conta inversa: quanto sai do caixa quando alguém responde antes de você. Um estudo publicado na Harvard Business Review mostrou que empresas que respondem um interessado em até uma hora têm cerca de sete vezes mais chance de qualificar aquele contato do que as que esperam mais duas horas. A conta abaixo é um exemplo declarado: os dois primeiros campos são seus, e o resultado só vale com os seus números.
A conversa lê a frase inteira, entende a intenção e responde no contexto do seu negócio, sem menu e sem opção inválida. Quando falta um dado para seguir, ela pergunta o que falta em vez de descartar a pessoa. É a mesma pergunta da cena anterior, feita para um atendimento que entende.
O caso estranho é onde a maioria dos chatbots falha em silêncio. O menu simplesmente não deixa a pessoa passar, e o formulário aceita qualquer coisa e joga tudo na mesma caixa. Aqui o contato que foge do previsto entra numa fila marcada e alguém olha. Nada é descartado por não caber no roteiro, e é isso que impede a conversa de inventar resposta para o que ela não sabe.
Marcar em vez de barrar é decisão de projeto: barrar perde o dado e a pessoa nunca fica sabendo por que não conseguiu falar com você.
Os três casos abaixo começam igual: um robô antigo que travava e um dono que desistiu de automatizar. O que muda de um ramo para o outro não é a tecnologia, é a pergunta que precisa ser feita antes de valer a pena passar o contato adiante. Segundo o Panorama Mobile Time em parceria com a Opinion Box, o WhatsApp está presente em praticamente todos os celulares brasileiros, o que faz dele o destino do contato nos três.
A parte trabalhosa é nossa, e é isso que muda em relação à vez anterior. O que precisamos de você cabe em uma conversa e numa leitura do texto antes de ele ir ao ar.
Você não instala programa, não aprende painel e não desenha fluxo. O mesmo atendimento recebe quem chega do seu site, do seu anúncio e do seu perfil.
Quem escreve somos nós, a partir do que você responder na primeira conversa. Você não preenche formulário de trinta campos nem redige manual: a gente pergunta, você responde falando, e o texto volta pronto para aprovação.
Essa é a etapa exata que travou a sua tentativa anterior. A ferramenta foi ligada numa tarde e ficou meses parada esperando alguém escrever o conteúdo. Aqui a escrita é serviço, não lição de casa, e a conversa só entra no ar depois que você lê e aprova o que ela vai dizer.
Os três degraus mudam por volume de conversa e por quantos serviços o atendimento precisa dominar. A entrada é paga uma vez e cobre a montagem: a escrita das respostas, a configuração e os testes antes de entrar no ar. A mensalidade mantém a conversa no ar e ajustada, e não existe conta separada de canal de mensagens.
Sem fidelidade e sem taxa para sair. O texto escrito para o seu negócio é seu e vai com você. Se o volume passar do degrau, a gente avisa antes e você decide se sobe.
A segunda coluna é a que dá crédito à primeira. Quem já se decepcionou uma vez não precisa de mais promessa, precisa da lista do que não vem junto. As duas listas estão aqui, na mesma cena, antes de você decidir.
A reversão de risco que existe de verdade é esta: sem fidelidade, sem taxa de saída, e o conteúdo escrito para o seu negócio continua seu.
Você para. Não existe multa, carência nem taxa de encerramento. A conversa sai da sua página e o material escrito para o seu negócio fica com você, em texto, para usar onde quiser.
O que para de funcionar também precisa ser dito: a partir daí ninguém atende fora do horário, ninguém qualifica, e as respostas param de ser ajustadas quando o seu serviço mudar. Quem conta só a primeira metade dessa resposta está escondendo a segunda.
As seis perguntas abaixo separam quem vende ferramenta de quem entrega atendimento, e elas valem contra qualquer fornecedor, inclusive contra a Sturm Agency. Se a resposta a qualquer uma delas for vaga, você está prestes a repetir a compra que já deu errado. Faça as seis por escrito, antes de pagar a entrada.
Se algum concorrente responder as seis melhor do que a gente, contrate ele. A régua serve para você não pagar duas vezes pelo mesmo aprendizado.
Estas são as objeções do jeito que elas chegam, com as palavras de quem já pagou por um chatbot que não funcionou. Nenhuma delas é boba, e três têm razão em parte.
Cada vez mais gente pesquisa fornecedor perguntando a um assistente de inteligência artificial em vez de digitar no buscador. A resposta que aparece não é escolhida por quem paga mais: ela é montada com trechos de páginas que responderam a pergunta por completo. Por isso esta página escreve preço, limite e recusa em texto corrido, e não em imagem.
Ninguém controla o que uma inteligência artificial responde, e quem promete citação garantida está vendendo o que não tem. O que dá para fazer é escrever de um jeito que possa ser citado.
Cada guia abaixo responde uma delas por completo.
Peça o orçamento e conte o que deu errado na outra tentativa. A gente escreve a conversa, mostra o texto pra você aprovar e coloca no ar. Sem fidelidade e sem taxa pra sair.