A ferramenta cadastra os seus custos uma vez só e passa a sugerir o preço enquanto você cadastra o produto, com o piso em vermelho quando o valor não paga a conta.
Em construção · Lista de espera aberta, sem custo e sem compromisso
Quase nenhum. Uma pesquisa da Preço Certo com mais de 10 mil empresas brasileiras mostrou que 89% dos empreendedores não se sentem confiantes na hora de formar preço.
Não é falta de coragem pra cobrar. É que ninguém nunca mostrou a conta: quanto do preço vai pro imposto, quanto vai pra taxa do cartão, quanto vai pagar a fatia do aluguel que aquele item precisa pagar.
Sem a conta na frente, o preço vira palpite disfarçado de estratégia, e o palpite erra sempre pro mesmo lado, o de baixo. A ferramenta de formação de preço da Sturm Agency existe pra pôr essa conta na tela no instante em que você cadastra o produto, e não três meses depois.
Porque a conta de cabeça só desconta o custo da mercadoria. Comprou por 10 e vende por 15 parece 50% de lucro. Tira o imposto, a taxa do cartão, a comissão de quem vendeu e a fatia do aluguel e do salário que aquele item precisa pagar: sobram 2%, às vezes menos.
O resultado é um negócio que vende bem, com o dono trabalhando muito, e que no fim do ano não guardou nada. Ninguém descobre isso sozinho, porque o prejuízo não aparece numa venda: ele aparece diluído em mil vendas, uma moeda de cada vez.
O produto que mais sai costuma ser o que menos sobra, e é justamente ele que ocupa o dia inteiro da equipe. Formação de preço é a conta que devolve essa informação item por item, antes da venda acontecer e não depois.
Copiar o preço do concorrente é usar a estrutura de custo de outra empresa pra decidir a sua. O vizinho pode pagar menos de aluguel, comprar em volume maior, ter menos gente na folha, estar em outro regime de imposto ou simplesmente estar errado também. Colocar R$ 50 a menos que ele não é estratégia, é aposta.
Os outros dois atalhos de sempre têm o mesmo defeito. Multiplicar o custo por dois ignora que imposto, taxa e custo fixo variam por item e por forma de pagamento.
Cobrar pelo que você acha que o cliente pode pagar transforma o preço num teste emocional: você cobra menos de quem parece ter menos, e o desconto sai do seu bolso. Nos três casos o preço nasce de fora pra dentro. A conta correta nasce de dentro: primeiro o piso que paga tudo, depois a margem que você decide ter.
O negócio fecha sem nunca ter entendido por quê. Pesquisas do Sebrae sobre sobrevivência das empresas apontam a formação incorreta do preço de venda e o desconhecimento dos custos reais entre as causas centrais do encerramento de pequenos negócios no Brasil.
Errar o preço é diferente de vender pouco. Quem vende pouco percebe rápido, porque a loja fica vazia e o telefone não toca.
Quem erra o preço vende bem, tem movimento, contrata gente, e por isso demora anos pra desconfiar. O erro só aparece no dia em que o caixa não fecha e ninguém acha o vilão, porque não existe um: existem mil vendas com dois por cento de margem sustentando um custo fixo que precisava de vinte. Corrigir o preço é a mudança mais barata que um negócio pequeno pode fazer, porque não exige vender mais nem gastar menos.
Você precisa saber quanto rende o saco, e é exatamente aí que os sistemas de gestão falham. Compra farinha em saco de 25 quilos e vende pão por unidade.
Compra tecido em rolo e vende por peça. Compra tinta em galão e vende serviço por metro. Nenhum dos sistemas grandes converte isso sozinho: a documentação do maior deles diz, com todas as letras, que não realiza conversão de medida.
O estrago é silencioso e caro. O custo por pão fica errado, o preço sai errado, e o sistema mostra tudo com a maior confiança do mundo, com gráfico bonito e tudo.
O dono confia, cobra o que a tela mandou, e perde alguns centavos em cada unidade, o dia inteiro, todos os dias. Na ferramenta da Sturm Agency você informa quanto rende uma embalagem, e a conta se ajusta sozinha em todos os itens que saem dela, inclusive na perda de produção quando existir.
Porque nos sistemas comuns o reajuste é feito item a item. Um cliente resumiu assim a maior limitação do sistema que usava: tinha mais de dois mil produtos cadastrados e muitas alterações só eram possíveis um por um. Com dois mil itens, reajustar vira um projeto de duas semanas que ninguém começa.
O custo, esse, não espera. O fornecedor sobe, o combustível sobe, o salário sobe, e o preço fica parado porque mexer nele dá trabalho demais.
Meses depois a margem já foi embora e ninguém consegue apontar o dia em que isso aconteceu. Aqui o reajuste é de categoria inteira de uma vez, e o cadastro não pede os dois mil produtos pra começar: pede o custo dos vinte que fazem oitenta por cento do seu faturamento. O resto entra depois, quando a nota chegar.
Você digita o custo do item e o preço sugerido já aparece do lado, com o piso destacado. Não existe momento separado de "fazer a precificação": a conta acontece na hora em que o produto entra.
O preço mínimo em vermelho é a linha que separa a venda que paga a conta da venda que custa dinheiro. Na hora de dar desconto, você vê exatamente onde pode parar.
Uma tarde, e só uma vez. Os custos fixos do negócio (aluguel, energia, salários, contador, softwares, pró-labore) são cadastrados uma única vez, e a ferramenta distribui essa conta entre os itens que você vende. A partir daí ela trabalha sozinha.
O custo do produto, que é a parte que muda toda semana, não é digitado: ele vem da nota de compra que você guarda no sistema. Quando o fornecedor sobe o preço, o custo novo entra junto com a mercadoria e a ferramenta avisa quais itens ficaram abaixo do piso.
É a diferença entre uma planilha, que só sabe o que você lembrou de digitar, e um cadastro que se atualiza com a operação. Quem prefere continuar digitando também pode: o campo está lá, e a conta é a mesma.
Escolhendo o modelo de preço na hora de cadastrar. Nem todo negócio vende unidade em prateleira, e forçar tudo na mesma fórmula é o motivo pelo qual prestador de serviço nunca se enxerga em ferramenta de precificação.
O quinto modelo é o sob orçamento, pra quem monta um projeto por vez: você soma as partes, a ferramenta aplica os custos e devolve o piso daquele orçamento específico. É o caso de quem faz obra, evento, projeto ou site sob medida, e é onde o prejuízo mais se esconde, porque cada trabalho tem uma composição diferente e ninguém refaz a conta toda vez.
Ela diz quais itens estão te fazendo perder dinheiro, com nome e valor. Uma calculadora devolve um número quando você preenche os campos. A ferramenta olha o seu cadastro inteiro e escreve a conclusão.
Saber que um item está no vermelho é diferente de saber quanto ele custa por mês, e é o segundo número que faz alguém agir. A ferramenta também mostra qual produto de margem baixa está sendo sustentado pelos outros, que é a informação que muda o mix: às vezes a decisão certa não é subir o preço, é parar de vender aquilo, ou vender junto com o item que paga a conta.
Começar leva uma tarde, e a conta pesada não é sua.
Todo negócio que vende alguma coisa, mas o erro muda de cara conforme o ramo. Reconheça o seu.
Sempre depois de um destes cinco momentos, e nunca antes deles. Vale reconhecer o seu enquanto dá tempo.
Todos esses momentos empurram pra mesma decisão apressada: dar desconto pra não perder a venda, ou subir o preço no susto e perder o cliente. Com o piso calculado na tela, a decisão deixa de ser corajosa e passa a ser informada. Você sabe até onde pode ir no desconto, e sabe exatamente quanto precisa subir pra voltar ao lugar onde a conta fecha.
A diferença está em onde os dados moram e em quem faz a conta depois da primeira vez. A tabela abaixo compara os três caminhos disponíveis hoje pra quem precisa formar preço.
| O que muda | Calculadora grátis na internet | Sistema de gestão comum | Formação de preço da Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| Onde ficam os seus custos | Em lugar nenhum: você redigita tudo a cada uso | Cadastrados, mas atualizados à mão | Cadastrados uma vez, com o custo vindo da nota de compra |
| Quando o preço aparece | Só quando você lembra de abrir a calculadora | Numa tela separada de precificação | Na hora do cadastro do item, com o piso destacado |
| Compra em saco e vende por unidade | Não converte | Em geral não converte | Você informa o rendimento e a conta se ajusta |
| Reajuste quando o custo sobe | Refazer item por item | Item por item na maioria dos casos | Categoria inteira de uma vez |
| O que você recebe no fim | Um número | Um relatório de margem | A lista dos itens no vermelho e quanto custam por mês |
Cada uma delas é justa, e nenhuma tem resposta de vendedor aqui. Toque pra abrir.
Três perguntas se repetem, e elas merecem resposta direta.
Ninguém diz "preciso revisar minha margem de contribuição". As frases reais são outras, e são todas o mesmo problema com nomes diferentes.
"Dei o preço no olho" é o chute que virou tabela e ninguém revisou. "Tô pagando pra trabalhar" é o item vendido abaixo do piso, o dia inteiro, sem ninguém somar.
"Tenho medo de passar o orçamento" é o que acontece quando o preço não tem uma conta atrás: sem número pra sustentar, o desconto sai antes mesmo do cliente pedir. A ferramenta fala nessa língua, e devolve o número que dá firmeza pra não recuar.
Quatro coisas ficam de fora de propósito, e é melhor você saber agora do que no segundo mês.
Quem precisa de emissão fiscal e frente de caixa integrados hoje deve procurar um ERP completo, e isso está dito aqui em vez de ser descoberto depois da compra. O que fica é a parte que quase todo sistema entrega mal: a conta do preço com o custo real do seu negócio dentro, atualizada sozinha e escrita em português.
Quem entrar na lista de espera recebe acesso antes de todo mundo e ajuda a decidir o que entra primeiro. A ordem em que as ferramentas ficam prontas está sendo definida por quem se inscreve.
Sem custo e sem compromisso. A gente avisa quando abrir.
A ferramenta de formação de preço da Sturm Agency está sendo construída agora. Entre na lista e ajude a decidir o que entra primeiro.