Você fala o que entrou e o que saiu, ele organiza por data, mostra o saldo do dia e projeta os próximos. E, no lugar do relatório, diz o que fazer com o número.
Em construção · Lista de espera aberta, sem custo e sem compromisso
Quase nenhum. Um estudo divulgado pelo Sebrae, com dados do Gartner Group, mostrou que 76% das pequenas e médias empresas brasileiras não usam nenhum sistema de gestão, que 15% dos donos anotam no papel e que 61% dos que se dizem informatizados na verdade usam planilha.
O número que importa é o último: nove em cada dez donos que hoje vivem de planilha e caderno já querem trocar. Não é falta de vontade, é falta de uma ferramenta que caiba na rotina de quem passa o dia atendendo. É esse o buraco que o controle de caixa da Sturm Agency ocupa: entrada e saída registradas em segundos, no meio do expediente, sem virar mais uma tarefa no fim do dia.
O saldo do banco engana porque ele mostra o dinheiro que está lá, não o dinheiro que já tem dono. Dezoito mil na conta dão a sensação de mês bom.
Só que R$ 6.400 são do fornecedor que vence quinta, R$ 2.100 são do imposto do dia 20 e R$ 5.800 são da folha do dia 5. Sobra R$ 3.700, e é em cima de R$ 18 mil que a decisão está sendo tomada.
Negócio pequeno raramente quebra por falta de cliente. Quebra no dia em que três contas venceram juntas e o dinheiro que parecia estar lá já tinha sido gasto em outra coisa: uma compra a mais de mercadoria, uma retirada, um equipamento novo.
O erro nunca é o gasto isolado, é decidir olhando um número que não descontou o que já está comprometido. Um controle de fluxo de caixa existe pra separar essas duas coisas todo dia, sem você precisar fazer a conta de cabeça.
Se não entrasse mais nenhum real a partir de hoje, quantos dias o seu negócio continuaria funcionando? Quase nenhum dono sabe responder de cabeça, e essa é a conta mais importante do caixa. Abaixo de 30 dias de fôlego já é zona de risco: qualquer atraso de cliente, qualquer conserto inesperado, e falta dinheiro pra folha.
A maioria dos donos só descobre que estava nessa faixa depois de já ter passado por ela, quando o aperto já aconteceu e a saída foi juro de cheque especial ou antecipação de recebível. Enxergar esse número antes muda a decisão do mês: dá pra segurar uma compra, adiar uma contratação, cobrar antes quem está atrasado. O controle de caixa da Sturm Agency calcula esse número sozinho, com base no que você gasta por dia e no que está previsto pra entrar.
A planilha para de funcionar no dia em que o negócio fica movimentado. Enquanto são dez lançamentos por semana ela dá conta. Quando viram sessenta, o que acontece é sempre a mesma sequência: um dia sem lançar, depois uma semana, depois a planilha vira um arquivo desatualizado que ninguém abre e o controle volta pra cabeça do dono.
Some a isso o resto do sistema paralelo que todo negócio pequeno tem: boleto no e-mail, comprovante no WhatsApp, anotação no caderno do balcão, extrato do banco em outra aba. A informação existe, mas está espalhada em quatro lugares e nenhum deles conversa.
Fechar o mês vira uma tarde de garimpo, e o resultado chega tarde demais pra mudar qualquer coisa. Nenhuma fórmula quebrada avisa que quebrou: você continua vendo um total que já não bate com a realidade há três semanas.
Quase todo mundo abandona um sistema de gestão porque alimentar dá trabalho, não porque o sistema é caro ou incompleto. Quinze minutos digitando lançamento no fim de um dia de doze horas ninguém faz duas semanas seguidas. O sistema continua lá, pago, com a última entrada de um mês atrás.
Some o resto das queixas que qualquer um lê antes de contratar: sistema que demora entre uma ação e outra, tela que trava no meio do movimento, suporte que responde dias depois, sugestão que entra numa fila de implantação sem prazo. Nada disso aparece na demonstração, tudo aparece no segundo mês. Por isso o controle de caixa da Sturm Agency foi desenhado ao contrário: a pergunta de partida não foi "quantas funções cabem", foi "o que faz o dono lançar hoje, no meio do expediente, com as duas mãos ocupadas".
A conta atrasa, e ela quase nunca vem sozinha. O Brasil chegou a 8,9 milhões de empresas negativadas em março de 2026, com dívida média de R$ 23.992,97 e cerca de sete contas em atraso por CNPJ, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian.
Sete contas em atraso não é um negócio que faliu, é um negócio que perdeu o controle da ordem em que as coisas vencem. Existe juro que se paga por falta de dinheiro e existe juro que se paga por falta de organização: o boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava parado na conta. O segundo tipo é o mais comum em negócio pequeno e é o único que uma ferramenta resolve sozinha, mostrando o que vence antes de vencer.
Você abre o celular de manhã e vê três coisas: quanto tem hoje, quanto disso já tem dono e quantos dias o negócio aguenta no ritmo atual. Não é um relatório pra interpretar, são três frases em português.
Falando. Você diz "vendi quatrocentos e vinte hoje, paguei oitenta de gás", ele mostra na tela o que entendeu, você confere e confirma. Trinta segundos, com o cliente esperando, sem sentar na frente de um formulário de doze campos.
A conferência antes de salvar é a parte que não pode faltar. Sistema que escuta e grava sozinho erra em silêncio, e dado errado é pior que dado nenhum.
Aqui o que ele entendeu aparece na tela em duas linhas: você toca pra corrigir o valor, a categoria ou a data. Quem prefere digitar, digita.
Quem tem o lançamento que se repete todo mês, cadastra uma vez e ele entra sozinho. E o extrato do banco pode ser importado pra bater com o que foi lançado na mão.
Porque todo número tem um "por quê" ao lado que abre a conta com os seus próprios valores. A queixa mais grave que se lê sobre sistema de gestão não é lentidão, é dado errado: receita inflada, valor de nota contado duas vezes, saldo que não bate com o banco.
Um saldo em que você não confia é pior que nenhum saldo, porque você decide em cima dele achando que ele é verdade. Por isso nenhuma tela aqui termina em um total fechado: ao lado de "sobra R$ 3.700" tem o botão que mostra as quatro linhas que formaram esse número, com data e origem de cada uma.
Se estiver errado, o erro tem endereço e você corrige a linha. É a diferença entre um número que você aceita e um número que você confere em dez segundos.
Ela diz o que fazer com o número, não só qual é o número. Todo sistema de gestão mostra um gráfico de entradas e saídas e deixa o dono sozinho com ele. Aqui a tela termina em uma frase com verbo.
Receita concentrada em poucos dias é um problema invisível: o mês fecha bem e mesmo assim faltou dinheiro no dia 12. Saída que subiu numa categoria só é um problema tratável: dá pra renegociar um fornecedor, não dá pra "gastar menos" no geral.
São conclusões que existem dentro dos seus lançamentos e que ninguém tem tempo de garimpar. O trabalho da ferramenta é fazer essa leitura todo dia e escrever a frase.
Começar leva menos que uma tarde, e a maior parte do trabalho não é sua.
Qualquer negócio em que o dinheiro entra e sai em dias diferentes, o que inclui praticamente todos. A dor muda de nome conforme o ramo, mas a conta é a mesma.
Quase sempre depois de um susto, e quase sempre nos mesmos cinco momentos. Vale reconhecer o seu antes que o susto chegue.
Todos esses momentos têm uma coisa em comum: são o instante em que o dono descobre que o número de que ele precisava existia, só não estava em lugar nenhum. Organizar o caixa depois do susto funciona, mas custa mais caro. Fazer antes é o que separa um mês apertado de um mês em que faltou dinheiro pra folha.
A diferença está em três pontos: como o dado entra, se você confia nele e se alguém te diz o que fazer com ele. A tabela abaixo compara os três caminhos que um dono de negócio pequeno tem hoje.
| O que muda | Caderno e planilha | Sistema de gestão comum | Controle de caixa da Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| Como o lançamento entra | Digitado à mão, depois do expediente | Formulário com muitos campos, na frente do computador | Falado em segundos, com conferência antes de salvar |
| O que você vê | Um total que já pode estar desatualizado | Relatório e gráfico pra interpretar | Saldo do dia, o que já tem dono e os dias de fôlego |
| Confiança no número | Depende da fórmula não ter quebrado | Você aceita o total que aparece | Cada número abre a conta que o formou |
| Quando o problema aparece | No fim do mês, quando não dá mais pra agir | No relatório do mês seguinte | No dia, com a frase dizendo o que fazer |
| Se você parar de alimentar | Vira arquivo morto em duas semanas | Fica pago e vazio | Lançamento que se repete continua entrando sozinho |
Cada uma delas é justa, e nenhuma tem resposta de vendedor aqui. Toque pra abrir.
Três perguntas se repetem, e elas merecem resposta direta.
Nenhum dono de negócio diz "preciso de previsibilidade de tesouraria". As frases reais são outras, e são todas o mesmo problema com nomes diferentes.
"Entrou dinheiro e sumiu" é o saldo que não descontou o que já tinha dono. "Um mês é festa, no outro falta" é receita concentrada em poucos dias, sem reserva pra atravessar o vale.
"Não sei quanto posso tirar pra mim" é a falta de um pró-labore fixo, que é a primeira coisa que se organiza quando a conta da pessoa e a conta da empresa param de se misturar. A ferramenta fala nessa língua, e não na do contador.
Quatro coisas ficam de fora de propósito, e é melhor você saber disso agora do que no segundo mês.
Quem precisa dessas quatro coisas hoje deve procurar um ERP completo, e isso está dito aqui em vez de ser descoberto depois. O que fica é o que a maioria dos negócios pequenos realmente usa todo dia: entrada, saída, o que vence, o saldo real e a frase que diz o que fazer com ele.
Quem entrar na lista de espera recebe acesso antes de todo mundo e ajuda a decidir o que entra primeiro. A ordem em que as ferramentas ficam prontas está sendo definida por quem se inscreve.
Sem custo e sem compromisso. A gente avisa quando abrir.
O controle de caixa da Sturm Agency está sendo construído agora. Entre na lista e ajude a decidir o que entra primeiro.