Nove ferramentas para tocar o negócio inteiro: caixa, contas, preço, DRE, estoque, vendas, ordens de serviço, agenda e cobrança. Todas fazem a conta e entregam a frase junto.
Em construção · lista de espera aberta
Você vendeu mais e sobrou menos. O que mudou foi o custo de compra da linha que mais sai. Reajuste o preço dela em 7% ou a margem continua caindo no mês que vem.
Painel ilustrativo, com números de exemplo. Nenhuma das nove ferramentas está no ar ainda.
Cinco números, cinco decisões. Nenhum relatório para você interpretar sozinho depois.
Um sistema de gestão para pequenas empresas é o lugar onde o dono registra o que entra, o que sai, o que tem em estoque e quem está devendo, para tomar decisão com número em vez de memória. Ele substitui o caderno, a planilha e os quatro aplicativos que não conversam entre si.
A diferença desta linha de ferramentas está no que acontece depois do registro. Os sistemas do mercado terminam no relatório: mostram o gráfico, mostram a tabela e devolvem a decisão para o dono. Aqui a conta vem com a frase junto, dizendo qual preço subir, o que repor, quem cobrar hoje e qual produto está dando prejuízo.
São nove ferramentas, e nenhuma está no ar ainda. Esta página existe para mostrar o que cada uma faz e abrir a lista de espera para quem quiser ser avisado quando a primeira abrir.
| A pergunta que o dono faz | O que um sistema comum devolve | O que estas ferramentas devolvem |
|---|---|---|
| Meu mês foi bom? | Um gráfico de faturamento e um DRE para você ler | A frase: vendeu mais e sobrou menos, e o motivo foi o custo de compra |
| Por quanto eu vendo isso? | Um campo de preço em branco no cadastro do produto | O preço sugerido no próprio cadastro, com a margem que ele deixa |
| O que eu compro esta semana? | A lista do que está em estoque | O que repor, na ordem do que sai mais e do que está prestes a faltar |
| Quem eu cobro hoje? | A relação de contas em aberto | Os três nomes por onde começar, e o texto da cobrança pronto |
| Meu dinheiro está bem investido? | Nada, porque a conta não existe no sistema | O retorno sobre o capital, com o que dentro dele mudou desde o mês passado |
O que muda de um sistema comum para estas ferramentas, na mesma pergunta. Nenhuma delas está disponível ainda.
O dono de negócio pequeno já tem número demais e resposta de menos. Ele tem extrato, tem nota, tem planilha e tem o aplicativo do banco. O que ele não tem é alguém dizendo o que fazer com aquilo.
É por isso que a decisão mais cara do negócio, que é o preço, continua sendo tomada no chute mesmo em empresa que já usa sistema. O sistema mostra o custo; ele não diz por quanto vender.
O dado é da pesquisa da Preço Certo com mais de 10 mil empresas brasileiras, e mede exatamente a distância entre ter o número e saber o que fazer com ele.
A cena se repete em todo negócio pequeno do Brasil. O dono decide que este é o ano de sair da planilha, pesquisa, abre cinco abas de comparativo, assiste a uma demonstração de quarenta minutos e vê uma tela com dezenas de botões que não são do negócio dele.
Aí ele fecha tudo e continua na planilha. Não foi o preço que o impediu, foi a certeza de que aquilo ia dar trabalho antes de dar resultado, e de que ele precisaria aprender um sistema para só então descobrir se ele serve.
Enquanto isso a planilha vai ficando, e ela tem três defeitos que só aparecem tarde: ela não avisa nada, ela não sabe o que é urgente, e ela nunca discorda de quem digitou.
Cena ilustrativa do comportamento de compra descrito no setor. Não é medição da sua empresa.
São nove ferramentas cobrindo o que um negócio pequeno precisa controlar todo dia. Cada uma tem página própria, com o que ela faz por dentro e a lista de espera dela.
Todas seguem a mesma regra: a coluna da esquerda é o que qualquer sistema faz, e a da direita é a frase que só aparece aqui.
| Ferramenta | O que ela controla | O que ela diz para você fazer |
|---|---|---|
| Controle de caixa | Entradas, saídas, contas e o saldo real de cada dia | Quanto sobra de verdade hoje, separando o que já caiu do que ainda é cartão a receber |
| Contas e cobranças | O que você deve, o que te devem e os vencimentos | Quem cobrar hoje, por onde começar, e o texto da cobrança pronto |
| Formação de preço | Custo, imposto, comissão e a margem de cada produto | Por quanto vender, no próprio cadastro, e o que acontece com a margem se você der desconto |
| DRE gerencial | Receita, custo, despesa e o lucro que sobrou no mês | Por que o lucro mudou, apontando a linha exata que subiu ou caiu |
| Controle de estoque | O que tem na prateleira, validade, lote e o que gira | O que repor esta semana, o que está parado e quanto dinheiro está dormindo ali |
| CRM de vendas | Orçamentos enviados, clientes em conversa e o que fechou | Qual orçamento está esfriando e quem precisa de um retorno hoje |
| Ordens de serviço | Cada serviço aberto, em que etapa está e quem é o responsável | Qual ordem está atrasada e qual cliente vai ligar perguntando se ninguém avisar |
| Agenda online | Horários, link público de marcação e lembretes | Onde estão os buracos da semana e quais horários rendem mais |
| Cobrança recorrente | Mensalidades, contratos, reajustes e quem está em atraso | Qual contrato passou da data de reajuste e quanto isso já custou |
As nove ferramentas de gestão e o que separa cada uma de um sistema comum. Nenhuma está disponível ainda: cada página tem a própria lista de espera.
Relatório mensal chega tarde por definição: quando você lê que a margem caiu, o mês já acabou e as vendas já aconteceram. A frase precisa aparecer no momento da decisão, que é quando você está cadastrando a coisa.
Por isso o conselho mora dentro das telas de trabalho, e não numa aba de relatórios. Você cadastra um produto e o preço sugerido aparece ali. Você lança uma despesa nova e a ferramenta diz o que ela fez com o seu ponto de equilíbrio.
Você digitou R$ 18,40 de custo de compra para este item.
Com o Simples e a taxa média do cartão, o custo real fica em R$ 21,60.
O preço que você digitou deixa 4% de margem. A sua média nesta categoria é 19%.
Para manter os 19%, o preço precisa ser R$ 26,70. Se a intenção é vender mais barato, o volume tem que subir 4 vezes para dar o mesmo lucro.
Tela ilustrativa, com números de exemplo. Não representa cálculo da sua empresa.
Todo painel do mercado sabe pintar de vermelho o número que piorou. Nenhum abre o número e diz qual pedaço dele piorou, que é a única informação capaz de virar decisão na segunda-feira.
Um indicador que cai tem sempre mais de uma explicação possível, e cada uma pede uma ação diferente. Margem e giro derrubam o mesmo retorno, e o conserto de um não serve para o outro.
O que os sistemas mostram
Retorno sobre o capital: 11%, contra 14% no mês passado. Uma seta vermelha, um gráfico caindo, e o dono olhando para a tela sem saber o que mudar.
Termina aquiO que estas ferramentas dizem
Retorno sobre o capital: 11%, contra 14%. A margem ficou igual; o que caiu foi o giro. O estoque virava em 52 dias e agora leva 71. O caminho é liquidar as linhas paradas, não mexer no preço.
Continua até a açãoComparação ilustrativa, com números de exemplo.
Quem investe em empresa grande olha um punhado de indicadores antes de pôr dinheiro: quanto sobra, quanto o capital rende e quanto volta para o dono. O dono de negócio pequeno olha o saldo do banco.
As nove ferramentas trazem essa mesma régua para dentro do negócio pequeno, e o cuidado está na forma: cada indicador aparece com a frase em português embaixo e o sinal de interrogação que abre a conta. Nunca a sigla sozinha, que é o que faz o dono fechar a tela.
Para que o retorno sobre o capital exista, a ferramenta precisa saber o que é bem, o que é dívida e o que foi aporte do dono. Enquanto isso não estiver cadastrado, ela esconde o indicador em vez de mostrar um número errado.
A maior parte dos sistemas de gestão foi feita para servir a todo mundo, e o resultado é uma tela cheia de campos que não são do seu negócio. Padaria não precisa de ordem de serviço e oficina não precisa de controle de validade.
Aqui o ramo é escolhido no cadastro e a ferramenta abre com o que aquele ramo usa, sem ativar nada e sem implantação. O resto continua existindo atrás de um "ver mais funções", porque esconder não é o mesmo que tirar.
Abre com produto, estoque, validade e caixa do dia. O que sai da prateleira é o centro da tela.
O que fica escondido: ordem de serviço e contrato recorrente.
Abre com ordem de serviço, peça aplicada e prazo de entrega. Cada serviço tem etapa e responsável.
O que fica escondido: validade, lote e agenda pública.
Abre com agenda, link público de marcação, lembrete e comissão de profissional.
O que fica escondido: curva de estoque e ordem de serviço.
Abre com contrato, cobrança recorrente, reajuste e quem está em atraso.
O que fica escondido: prateleira, validade e ponto de venda.
Boa parte das perguntas de um dono de negócio tem resposta de uma linha, e mesmo assim exige abrir um relatório, escolher um período e ler uma tabela. A ferramenta responde a pergunta falada, com a frase, não com o relatório.
Nos planos de cima ela também aceita o caminho contrário: lançar falando, sem digitar. É o que faz diferença para quem está atrás do balcão com as duas mãos ocupadas.
R$ 14.380, contra R$ 12.900 na semana passada. Quarta foi o melhor dia, sábado foi o pior.
Sete clientes, R$ 9.700 no total. Três deles passaram de trinta dias e concentram R$ 6.100.
Quatro itens vão faltar antes de sexta pelo ritmo de saída atual. Dois deles são os que mais vendem.
Dá para retirar até R$ 4.200 sem furar o caixa das próximas duas semanas nem passar da sua média de retirada.
Respostas ilustrativas, com números de exemplo.
Definir uma meta é a parte fácil, e é onde quase todo sistema para. O que falta é a data prevista de chegada no ritmo atual e o que fazer amanhã de manhã para mudar essa data.
A ferramenta acompanha o ritmo real, projeta a data e traduz o que falta em ação diária. Ela também não cobra: quando o prazo passa, a meta vira um resumo sem julgamento e sai da tela.
Para fechar dentro de março faltam R$ 3.740 por dia útil. Dá para chegar lá vendendo 12 pedidos a mais por dia ou subindo o ticket médio de R$ 87 para R$ 104.
Tela ilustrativa, com números de exemplo.
Planilha nunca avisou nada. Ela espera você abrir, e o que não é aberto não é lembrado. A ferramenta tem um aviso só, num sino, com no máximo cinco itens, e cada um vem com o botão que resolve.
Os avisos seguem o ritmo real de um negócio pequeno, e só aparecem quando têm motivo: se não há nada vencendo, a segunda-feira passa em silêncio. Aviso que aparece sempre vira paisagem e deixa de ser lido.
Confere o que vence na semana, entre o que você deve e o que te devem.
Some da tela quando não há nada vencendo.
Aponta o que precisa ser reposto antes do fim de semana, pelo ritmo de saída.
Só aparece com o estoque em uso.
Lista quem passou do vencimento e monta o texto da cobrança.
Some quando não há atraso.
Fecha o mês, compara com o anterior e diz o que mudou dentro do resultado.
É o único aviso mensal fixo.
Não existe implantação, curso nem consultor. A parte que é sua cabe numa tarde, e o resto acontece dentro da ferramenta.
Quando a primeira ferramenta abrir, o cadastro pergunta o tipo de negócio e monta a tela com o que aquele ramo usa. Nada para ativar.
Seu tempo: minutosVenda, despesa, produto, cliente, ordem, agendamento. A cada lançamento a ferramenta devolve a frase, ali mesmo, sem você abrir relatório.
Seu tempo: o de sempreO sino avisa o que vence, o que repor e quem cobrar. No dia primeiro ela fecha o mês e diz o que mudou dentro do resultado.
Seu tempo: nenhumAs nove ferramentas são as mesmas para todo mundo, mas o que aperta muda conforme o ramo. Abra o seu: o texto está aqui, dobrado, para você não precisar rolar uma parede.
No comércio o prejuízo raramente aparece como prejuízo. Ele aparece como estoque: dinheiro que já saiu da conta, virou produto e ficou parado esperando um comprador que não veio.
A conta que quase ninguém faz é a do custo real de compra depois do imposto e da taxa do cartão. Sem ela, o preço da etiqueta parece bom e a margem some no fim do mês.
Em salão, clínica e estúdio o produto é a hora, e hora vazia não volta. O buraco de quinta às 15h não entra em relatório nenhum, mas é exatamente onde o faturamento do mês foi embora.
A falta sem aviso é o outro vazamento, e é o mais fácil de reduzir. Uma revisão sistemática da Cochrane sobre lembretes por mensagem encontrou comparecimento de 67,8% sem lembrete contra 78,6% com lembrete.
Em oficina e assistência a maior perda não é peça nem mão de obra: é a interrupção. O cliente liga perguntando se o serviço dele ficou pronto, alguém para o que está fazendo, vai até a bancada, olha e volta.
Cada uma dessas paradas custa mais do que os cinco minutos da ligação, porque o retorno ao trabalho não é imediato. É a mesma conta que a ferramenta faz ao mostrar o quadro de ordens em vez de obrigar alguém a ir olhar.
Quem vive de mensalidade tem a receita mais previsível e o vazamento mais silencioso: o contrato que passou da data de reajuste e ninguém lembrou. O custo do negócio subiu e o preço daquele cliente ficou onde estava.
O segundo vazamento é o atraso que vira hábito. Sem régua de cobrança, o cliente que atrasa cinco dias passa a atrasar quinze, e depois some.
Um sistema de gestão que não diz o que não faz vira cancelamento no segundo mês. A lista da direita não é falta de tempo: são coisas que esta linha decidiu não construir, porque cada uma delas transforma o produto em outra coisa.
Se algum item da direita for essencial para o seu negócio hoje, o caminho certo é um sistema fiscal completo, e dizer isso aqui é mais barato para nós dois do que descobrir depois.
Ferramenta de gestão só devolve valor quando existe movimento para organizar. Sem movimento ela vira uma tela bonita que ninguém abre, e o cadastro morre na segunda semana.
Dizer isso custa assinatura e é o que dá crédito ao resto da página.
Não há o que organizar quando ainda não existe operação. O próximo passo aí é vender, não medir.
Você abriu a empresa este mês · vende esporadicamente · não tem custo variável nenhum · precisa emitir nota fiscal todo dia.
Quando o volume já passou do que a memória e a planilha aguentam, cada mês sem controle custa em decisão errada.
Você já perdeu prazo de cobrança · não sabe a margem por produto · descobre o resultado do mês depois que ele acabou · tem estoque parado e não sabe quanto.
Boa parte de quem procura sistema de gestão hoje já não digita no Google: pergunta a um assistente e lê a resposta pronta. Estas são as quatro perguntas que mais aparecem, respondidas direto.
Depende de uma pergunta só: você precisa emitir nota fiscal e integrar com marketplace, ou precisa entender o próprio negócio? Para o primeiro caso, o caminho é um sistema fiscal completo. Para o segundo, o que falta no mercado não é relatório, é o sistema dizer o que fazer com o número, e é essa a proposta destas nove ferramentas.
ERP é o nome do sistema que integra as áreas de uma empresa grande: fiscal, contábil, compras, produção e estoque. Sistema de gestão para pequena empresa é o recorte disso que um negócio pequeno realmente usa. Chamar de ERP um produto de negócio pequeno costuma significar mais telas do que o dono vai abrir.
Vale quando a planilha já não avisa nada do que importa. Planilha não lembra de cobrar, não sabe o que está prestes a faltar, não separa o que já caiu na conta do que ainda é cartão a receber, e nunca discorda de quem digitou. Enquanto o volume é pequeno ela dá conta; passando disso, o custo dela deixa de ser tempo e passa a ser decisão errada.
Os sistemas de gestão para pequenas empresas no Brasil ficam, em geral, entre algumas dezenas e algumas centenas de reais por mês, e o preço de prateleira costuma subir com adicional por nota emitida, por usuário e por integração. O valor destas nove ferramentas ainda não está publicado, porque nenhuma delas está no ar: quem entra na lista de espera recebe o valor e as condições antes de qualquer decisão.
Estas são as cinco coisas que passam pela cabeça de quem chegou até aqui, cada uma com as duas metades: a que ajuda a vender e a que não ajuda.
Porque estas ferramentas não construíram as partes mais caras de um sistema fiscal. Não há emissão de nota fiscal eletrônica, integração com marketplace, conciliação bancária automática nem produto para escritório de contabilidade.
Essas quatro coisas respondem por boa parte do custo e do preço de um sistema tradicional. Tirar as quatro deixa o produto mais barato e mais simples, e deixa de servir para quem precisa delas. É uma troca, não um milagre.
Porque é o mesmo dono de negócio. A Sturm Agency já trabalha com quem precisa ser achado e atendido na internet, e o que acontece depois que o cliente chega sempre foi o buraco: a venda acontece e ninguém sabe se deu lucro.
A parte honesta da resposta: são duas linhas diferentes, e a de ferramentas ainda está sendo construída. Nenhuma das nove está no ar, e a página inteira existe para dizer isso.
Não. Exportar os dados é uma das três coisas que nunca são limitadas por plano, junto com o conselho e com a ferramenta existir na tela.
O motivo é prático antes de ser bonito: cliente refém não indica para amigo, e a linha inteira depende de indicação. Quem cancela leva os dados embora.
Aí o caminho passa a ser um sistema fiscal, e a resposta certa é essa mesmo. Emitir nota fiscal eletrônica envolve certificado digital, comunicação com a Secretaria da Fazenda de cada estado, classificação fiscal de cada item e responsabilidade legal por erro.
Construir isso pela metade seria pior do que não construir: você descobriria o problema na hora de emitir, com o cliente esperando no balcão.
A pergunta é justa e não tem resposta com data, porque data publicada em página vira promessa que envelhece sozinha.
O que dá para dizer com honestidade: as nove já têm escopo escrito, e a lista de espera existe para definir a ordem. Quem entra escolhe qual sai primeiro, e é o único compromisso que esta página assume.
As nove ferramentas estão sendo construídas agora, uma por vez. Em vez de publicar um valor que ainda pode mudar, a Sturm Agency abriu uma lista de espera.
Entrar na lista não compromete você com nada, e ela decide a ordem: a ferramenta mais pedida é a primeira a sair.
Enquanto as ferramentas não abrem, os serviços que já estão de pé continuam com o valor publicado na página de preços.
Uma ferramenta de gestão guarda o caixa, os clientes e as margens de uma empresa inteira, e isso muda o tamanho da responsabilidade. As regras abaixo valem desde a primeira ferramenta, não são promessa para depois.
Seus lançamentos, produtos e clientes saem em arquivo aberto quando você quiser, inclusive no plano de entrada e inclusive ao cancelar.
Ao cancelar, o acesso vai até o fim do ciclo e os dados ficam guardados por um período com exportação disponível, com aviso antes de qualquer remoção.
A separação entre empresas é feita no servidor e no banco de dados, não na tela. Nada de outra conta é enviado ao navegador para uso posterior.
Se você trocar por um plano menor, o que passou do limite some da tela e continua no banco. Voltando ao plano maior, tudo reaparece.
Cada ferramenta tem a própria página, com o que ela faz por dentro, o que ela diz e a lista de espera dela.
Se a dúvida for por onde começar, o diagnóstico dos cinco pilares aponta onde o negócio perde cliente e dinheiro hoje. Os serviços que já estão de pé ficam na página de preços.
Nenhuma das nove está no ar ainda. Quem entra na lista escolhe qual sai primeiro, e não assume compromisso nenhum ao entrar.