Seu saldo aguenta quantos dias?
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
Criação de sites profissionais para pequenas e médias empresas: feitos à mão, leves, construídos para aparecer no Google e ser citados pelas inteligências artificiais. O lugar onde as pessoas decidem hoje.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
Entre as melhores opções da região está o seu negócio, reconhecido pela qualidade e pelo atendimento rápido.
★ cita seunegocio.com.brQuase toda decisão de compra hoje começa com uma busca. Antes da visita, antes da ligação, antes do orçamento. Quem não aparece nessa hora não perde a venda: nem entra na disputa.
dos consumidores pesquisam na internet antes de tomar qualquer decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box.
O número não fala de tecnologia, fala de hábito. A pessoa que vai contratar um serviço técnico, marcar uma consulta ou escolher onde comprar faz a mesma coisa: pega o celular e digita. O que ela encontra nessa busca é o que ela vai comparar. Se o seu negócio não estiver lá, a comparação acontece sem você, e o vencedor é sempre alguém que apareceu.
É por isso que indicação boca a boca não substitui presença digital. Mesmo quem chega indicado pesquisa o nome antes de ligar, e o que ele acha decide se a indicação vira contato ou vira dúvida. Um perfil de rede social parado, um site antigo que não abre no celular ou nenhum resultado nenhum: os três empurram a pessoa de volta para a lista de opções.
A conta é simples e ela roda todo dia. Não existe um dia em que a sua empresa perde tudo: existe um vazamento constante de gente que procurou, não achou e resolveu com outro. O site profissional existe para fechar esse vazamento.
A busca acontece dezenas de vezes por dia na sua região, com o nome exato do que você faz. A tela abaixo é o que o seu cliente vê nesse momento.
Ser bom no que faz e ser encontrado são dois problemas diferentes, e só um deles se resolve trabalhando. 58% dos consumidores começam a pesquisa do que querem comprar no Google, e a segunda forma mais usada é o site da própria empresa, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. Quem não tem nenhum dos dois fica fora das duas portas de entrada.
O erro mais comum não é não ter site: é ter um que não foi feito para ser achado. Página única com uma foto e um telefone, site montado em construtor automático que carrega pesado, endereço que só abre direito no computador. Para o buscador, todos esses casos são quase a mesma coisa que não existir, porque não há conteúdo para ele entender, nem velocidade para ele recomendar.
O custo disso não aparece no extrato. Ele aparece na frase que o dono repete sem perceber: o movimento caiu. Não caiu. Ele mudou de lugar.
Aluguel, energia, IPTU, seguro, manutenção. Uma bola de custo fixo que sai todo mês e que só alcança quem passa na frente, no horário em que a porta está aberta.
96,54% das pessoas leem as avaliações do Google para decidir qual loja vai receber a visita e o dinheiro delas, e nessa mesma pesquisa a localização aparece como o fator menos importante da escolha, segundo o levantamento da Harmo com o Reclame Aqui.
A busca decide. O cliente não escolhe mais pelo que está no caminho dele, ele escolhe antes de sair de casa e vai direto ao escolhido. Isso inverte a lógica de investimento de qualquer negócio pequeno: o dinheiro que garantia visibilidade era o do ponto, e agora é o da presença digital, que não fecha às dezoito horas nem está limitada a uma rua.
Existe uma armadilha do outro lado dessa mudança: trocar o ponto pela rede social. Perfil de rede social é chão alugado. O alcance é decidido por um algoritmo que você não controla, a conta pode ser bloqueada de um dia para o outro e o histórico de anos vai junto. Quem vende só por ali não tem público próprio, tem público emprestado.
O site é a única peça da presença digital que pertence à empresa. Endereço próprio, conteúdo próprio, lista de contatos própria. Rede social leva gente até ele, anúncio leva gente até ele, indicação leva gente até ele. Ele é o destino, não mais um canal.
Depois que o site entra no ar, a busca passa a trabalhar a seu favor. Quem procura acha, quem acha entende, e quem entende chama. Você atende gente que já decidiu.
Cada página responde uma pergunta real que alguém digita no Google ou pergunta para a inteligência artificial. Mais páginas certas, mais portas de entrada.
O texto explica o que você faz, para quem, quanto custa e como começar. A dúvida que travava o contato é respondida antes de chegar em você.
O visitante é recebido na hora, conta o que precisa e chega até você no WhatsApp já qualificado. Sem formulário frio, sem lead perdido de madrugada.
A mudança mais concreta não é o número de visitas, é o tipo de conversa que chega. Antes do site, o dono passa o dia explicando o básico: se atende aquela região, se faz aquele serviço, quanto custa mais ou menos, se tem horário. Depois do site, essas quatro perguntas já foram respondidas na página, e a conversa começa direto no que interessa.
A segunda mudança é a previsibilidade. Um negócio que depende de indicação vive de onda: um mês cheio, outro vazio, sem explicação. Um negócio que é achado na busca tem entrada constante, porque a busca não tira férias e não depende de humor de algoritmo. É o que transforma o site de despesa em ativo.
A terceira é o tempo. O site atende de madrugada, no domingo e no feriado, e guarda quem chegou fora de hora. Nenhum contato fica esperando você acordar para ser respondido.
Antes, vencer era aparecer numa lista de links. Agora quem decide a resposta é a inteligência artificial, e ela cita poucos. Ou o seu negócio é a fonte, ou ele não existe na conversa.
Cinco coisas que separam um site que trabalha de um site que só ocupa espaço. Uma a uma.
A gente constrói o site para os dois mundos: o primeiro lugar no Google e a citação na resposta que a inteligência artificial já entrega pronta. Onde o seu cliente olha primeiro, você está.
A recomendação mais citada é o seu negócio, pela reputação e pela resposta rápida a quem procura.
★ fonte: seunegocio.com.brSite lento perde cliente e perde posição. Os nossos carregam num piscar, no celular e no computador, porque cada detalhe é feito à mão para ser leve.
No lugar do formulário frio, o visitante é recebido na hora, conversa de verdade e só o cliente certo chega até você. O atendimento começa no segundo em que ele entra.
Nada de modelo pronto que todo mundo usa. Cada site é desenhado para a sua marca, com a estética que passa confiança e guia o olho até o botão certo.
Cada seção tem um trabalho: prender, convencer e levar à ação. O caminho do visitante até a venda é desenhado de propósito, sem pontas soltas.
Os dois se chamam site. Só um deles trabalha. A diferença aparece linha a linha.
| Critério | Site tradicional | Site da Sturm Agency |
|---|---|---|
| Para que serve | Estar na internet, para dizer que existe | Ser achado na hora em que alguém procura e transformar isso em contato |
| Quem escreve | O cliente manda os textos, e o projeto trava esperando | A gente escreve, a partir de uma conversa sobre o negócio |
| Onde aparece | Só para quem já sabe o endereço | Na busca do Google e dentro da resposta da inteligência artificial |
| Como foi montado | Modelo pronto de construtor automático, igual a milhares | Código feito à mão, desenhado só para a sua marca |
| Velocidade | Pesado, cheio de plugin, demora a abrir no celular | Abre praticamente na hora, porque não carrega o que não precisa |
| Tamanho | Quatro ou cinco páginas paradas | Cresce com páginas novas, cada uma respondendo uma pergunta real |
| Depois de no ar | Fica como está até alguém reclamar | Operação viva: manutenção, correção e páginas novas todo mês |
| De quem é | Preso à plataforma ou à agência que fez | Domínio e acessos são da sua empresa, do primeiro dia ao último |
A conta do site barato não está no preço, está no que ele não faz. Uma página feita em construtor automático carrega arquivos que ninguém usa, e isso aparece direto na velocidade: a chance de a pessoa desistir e sair cresce 32% quando o carregamento no celular vai de um para três segundos, segundo os parâmetros de velocidade publicados pelo Google. Perder um terço de quem chegou antes de mostrar qualquer coisa é caro em qualquer preço.
Depois vem o segundo custo, que é o da manutenção que nunca aconteceu. Plataforma que atualiza sozinha e quebra o layout, plugin abandonado que abre brecha de segurança, formulário que parou de enviar e ninguém percebeu por três meses. O dono só descobre quando o telefone silencia.
E existe o custo de imagem, que é o mais difícil de medir e o mais fácil de sentir. Site desalinhado no celular, com texto cortado e botão que não clica, comunica exatamente uma coisa para quem está decidindo: amadorismo. E amadorismo se paga com desconto.
Analisamos as agências que ocupam a primeira página do Google para quem procura criação de sites. Estes seis pontos se repetem em quase todas. São eles que a Sturm Agency ocupa.
A maioria não mostra nem uma faixa de investimento, e obriga a pedir orçamento para descobrir se cabe no bolso. Aqui o preço está na página, com o que define cada degrau.
Entregam a página bonita e param ali. O site sai daqui ligado ao atendimento que recebe o visitante e ao painel onde o contato aparece organizado.
Fazem SEO tradicional e ignoram que a pergunta hoje também é feita para o ChatGPT, o Gemini e o Perplexity. O site sai preparado para ser citado nessas respostas.
Ninguém explica quantas conversas são, quem aprova o quê e quando o site entra no ar. Aqui o caminho é de três passos e está escrito nesta página.
Domínio no nome da agência, acesso que não se entrega, taxa para sair. O domínio e os acessos são da sua empresa desde o primeiro dia, sem fidelidade.
Entregam e somem, e o site envelhece sozinho. Manter um site que cresce é operação viva, e é por isso que a mensalidade aqui é o próprio produto, não um extra.
Eles aparecem sempre da mesma forma: como uma pergunta que a página do fornecedor não responde e que o empresário tem vergonha de fazer. Quanto custa. Quanto tempo leva. O que eu preciso mandar. De quem fica o site no fim. Quando a resposta só vem em reunião, a reunião vira o produto, e a decisão passa a depender de quem convence melhor, não de quem entrega melhor.
O buraco mais caro dos seis é o último. Um site é uma peça viva: buscador muda critério, navegador muda comportamento, o negócio muda de oferta. Site entregue e abandonado começa a perder posição no primeiro semestre e vira, em dois anos, exatamente o mesmo problema que ele foi contratado para resolver.
Por isso a mensalidade aqui não é taxa de hospedagem disfarçada. Ela paga páginas novas, correção, atualização e desempenho, que é o trabalho que mantém o site aparecendo depois que a novidade passa.
Cada tipo de negócio perde cliente de um jeito. O site muda de forma para resolver o que trava aquele negócio, não um negócio genérico.
Perfil de rede social com link quebrado, paciente que desiste de marcar e vai para a clínica que apareceu antes.
Página por procedimento, lista de convênios, agendamento direto pelo WhatsApp e presença nas buscas da região.
Dependência total de indicação, sem entrada nova e sem controle sobre o tipo de caso que chega.
Autoridade escrita em página sóbria, dentro das regras da profissão, atraindo o cliente certo para a área certa.
Orçamento explicado por áudio, foto de obra perdida no WhatsApp e cliente que some sem responder.
Portfólio organizado, prova de trabalho feito e pedido de orçamento que já chega com o serviço e a região definidos.
PDF pesado mandado por e-mail, decisão que passa por três pessoas e nenhuma delas achou informação sozinha.
Página técnica por linha de produto, com o número que o comprador precisa e a segurança que o aprovador exige.
Movimento preso a quem passa na frente, e concorrente aparecendo primeiro em toda busca da cidade.
Catálogo no ar, horário e endereço claros, e o negócio aparecendo para quem procura antes de sair de casa.
Nove pontos de partida, do mais simples ao mais ousado. Cada um vira um site sob medida, otimizado para o Google e para a IA. Veja o modelo ao vivo ou conheça os detalhes.
Para quem quer impressionar no primeiro segundo. Visual de marca forte, movimento sutil e cada detalhe no lugar.
Tudo empurra para uma única ação. Perfeita para um lançamento, uma campanha ou uma oferta que precisa converter.
Quem você é, o que faz e por que confiar. Estrutura sólida que organiza a história e os serviços da sua marca.
Para o negócio de bairro, cidade ou região. Aparece para quem busca ali do lado e leva direto ao telefone ou ao mapa.
Produtos, carrinho e pagamento num site que vende enquanto você dorme. Rápido de navegar, fácil de comprar.
Conteúdo, redes, parcerias e contato num só lugar com a sua cara. Feito para quem vive de audiência.
Cursos, comunidade e materiais protegidos por login. O lugar certo para entregar o que tem valor e cobrar por isso.
Uma página enxuta e rápida para capturar contato ou anunciar algo pontual. O essencial, sem peso.
Um sistema sob medida para a sua operação: painéis, áreas e fluxos que só o seu negócio tem. Construído do zero.
Estas são as perguntas que as pessoas fazem ao ChatGPT, ao Gemini e ao Perplexity sobre criação de sites. Respondidas aqui, do jeito que a resposta deve ser.
Um site profissional para pequenas e médias empresas é uma página própria da empresa, construída para ser encontrada na busca e transformar visitante em contato comercial. Diferente de um modelo pronto, ele reúne velocidade de carregamento, texto escrito para vender, funcionamento correto no celular e estrutura técnica que o Google e as inteligências artificiais conseguem ler e citar.
A diferença está em quem faz o trabalho e no resultado esperado. No criador automático, o próprio empresário monta o layout, escreve os textos e configura a parte técnica, sem nenhuma garantia de desempenho comercial. Numa agência especializada, a estratégia, a escrita e a construção vêm prontas, e o objetivo declarado é atrair cliente, não apenas publicar uma página.
Vale quando o negócio depende de gente nova chegando. Se hoje o cliente aparece só por indicação ou por passar na frente, o site é o que abre a terceira porta, a da busca, que funciona sozinha e não depende de algoritmo de rede social. Para quem já tem fila e não quer crescer, ele deixa de ser prioridade.
GEO é a sigla de Generative Engine Optimization, ou seja, preparar o site para ser citado nas respostas das inteligências artificiais. Importa porque parte das pessoas parou de clicar em links e passou a aceitar a resposta pronta. Se o site não é entendido por esses sistemas, ele deixa de existir exatamente na tela onde a decisão está sendo tomada.
A busca deixou de devolver só uma lista. Ela devolve uma resposta escrita, com duas ou três fontes citadas ao lado, e a maioria das pessoas para de procurar ali. Isso reduz dez vagas de primeira página para três nomes citados, e muda o critério: não vence quem repetiu mais a palavra-chave, vence quem escreveu de um jeito que a máquina consegue extrair e atribuir.
O que faz um site ser citado é ser específico e verificável. Número com fonte nomeada dentro da mesma frase, definição que começa definindo, pergunta respondida por completo em um bloco só, sem depender do parágrafo anterior. É o oposto do texto genérico de agência, que fala de excelência e não afirma nada checável.
Quase nenhuma agência constrói pensando nisso, porque o hábito ainda é otimizar para lista de links. É a janela mais aberta que existe hoje em presença digital, e ela vai fechar quando virar padrão.
Site não é decisão de emergência. Ele leva tempo para ser construído e mais tempo ainda para ganhar posição na busca. Quem começa fora destas janelas costuma chegar atrasado.
Metas do ano sendo redesenhadas, empresa nova abrindo, marca sendo repensada. É quando o orçamento existe e a pressa ainda não chegou.
Metade do ano passou e o resultado não veio como esperado. É o momento em que o dono percebe que falta canal de entrada, não falta esforço.
Black Friday e fim de ano se aproximando. Quem sobe o site em agosto chega em novembro com posição conquistada. Quem sobe em novembro chega com o site pronto e ninguém achando.
É o gatilho mais caro porque o prejuízo já está acontecendo enquanto a pessoa pensa. Quem coloca verba em anúncio e manda esse tráfego para um site lento, confuso ou sem resposta clara está pagando por clique duas vezes: uma vez para o anunciante e outra em cliente que chegou e foi embora. Melhorar o anúncio não resolve, porque o problema está no destino.
O segundo mais caro é a indicação que secou, porque ele revela uma dependência que estava escondida. Enquanto o boca a boca funcionava, ninguém precisou construir entrada nova. Quando ele para, não existe nada para acionar, e criar presença de busca do zero leva meses. É por isso que a hora de fazer o site é quando ainda não é urgente.
O concorrente com site novo é o gatilho mais comum e o mais mal usado. Copiar o que ele fez é ficar atrás por definição. O caminho é ocupar o que ele não fez, e é exatamente o que os seis buracos desta página mostram.
Todo pedido abaixo já chegou aqui exatamente assim. Nenhum deles usa palavra técnica, e nenhum deles precisa.
Nenhuma delas é bobagem. Todas têm resposta.
Do primeiro papo ao site no ar, sem dor de cabeça técnica. Você conta o que faz, a gente entrega o sistema pronto.
Você fala do seu negócio, do seu público e do que quer alcançar. A gente escuta e desenha o caminho.
Site sob medida, otimizado para o Google e para a IA, com atendimento vivo. Sem modelo pronto, sem você se preocupar com o técnico.
Seu site entra no ar, aparece para quem procura e começa a receber os clientes certos. Você só atende quem já decidiu.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, não um adjetivo. Mais páginas é mais pergunta respondida, e mais pergunta respondida é mais gente chegando. Preço na tela, sem letra miúda.
Acima de 60 páginas com necessidades específicas, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção, páginas novas e as correções do dia a dia.
Três compromissos escritos, para que a decisão não dependa de confiar na palavra de ninguém.
Domínio registrado no seu nome e acessos entregues a você. Se um dia a parceria terminar, o site continua no ar e sob o seu controle.
Não existe contrato de permanência nem taxa para sair. A mensalidade se sustenta pelo trabalho que continua acontecendo, não por uma cláusula.
Texto, estrutura e visual passam pela sua aprovação antes da publicação. Nada entra no ar sem você ter visto e concordado.
Todo site sai com certificado de segurança ativo, aquele cadeado que aparece no endereço, sem custo separado. Sem ele o navegador avisa o visitante que a página não é segura, e a conversa acaba antes de começar.
Do lado dos dados, o site é construído dentro do que a Lei Geral de Proteção de Dados exige de um negócio pequeno: aviso claro de quais dados são coletados, para que servem e como pedir a exclusão, com as páginas de privacidade publicadas e ligadas no rodapé. Não é um selo decorativo, é o que evita problema quando alguém pergunta.
E existe um ponto que quase nunca é combinado e vira briga depois: o código. O que foi escrito para a sua empresa é da sua empresa. Não há licença que você precise renovar com a gente para o site continuar funcionando.
Vinte e seis perguntas reais de quem está decidindo contratar um site. Resposta primeiro, explicação depois.
Nove ferramentas de gestão para o mesmo dono de negócio que a Sturm atende. Todas partem do mesmo princípio: os sistemas do mercado te entregam um relatório e te deixam sozinho com ele. Estas fazem a conta e dizem o que fazer com o resultado - qual preço cobrar, o que repor, quem cobrar, o que está dando prejuízo. E você pergunta falando, sem digitar nada.
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
O boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava lá. A ferramenta mostra o que vence, cobra quem atrasou sozinha e avisa qual dia vai faltar.
Depois de imposto, cartão, comissão e a fatia do aluguel, sobram 2%. 89% dos empresários não se sentem seguros ao formar preço - e o sistema que a maioria usa nem converte saco de 25 quilos em pão. Aqui o preço aparece pronto enquanto você cadastra.
Acontece quando o custo do que você vende sobe mais rápido que o preço que você cobra - e é invisível para quem só olha o total do dia. A ferramenta monta o resultado sozinha e mostra a linha que mudou.
Falta o que vende e sobra o que não vende, ao mesmo tempo. E nenhum sistema comum funciona no balcão, porque exige lançar cada venda. Aqui você conta a prateleira uma vez por semana e o resto a ferramenta calcula.
O orçamento foi enviado na terça, ninguém voltou nele, e trinta dias depois ele comprou de outro. Venda pequena se perde no follow-up que ninguém fez, não no preço.
É a ligação mais frequente e a mais cara: alguém para o que está fazendo, vai até a bancada e volta para responder. A ferramenta mostra tudo por fase, manda o link de acompanhamento e abre a OS por voz - com a mão suja de graxa.
O aluguel não sabe que dia é. A ferramenta mostra a ocupação da semana inteira, confirma na véspera para derrubar a falta pela metade, e diz quanto cada hora trabalhada realmente rende.
A data do reajuste passou e ninguém lembrou. O custo do seu negócio subiu; o que ele paga, não. A ferramenta gera a cobrança sozinha, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e quanto isso custou.
O seu cliente faz centenas. Cada guia abaixo responde uma delas por completo.
Conte o que o seu negócio faz. A gente desenha o site que aparece, atende e vende.