Existem três formatos que resolvem quase todo negócio: landing page, site institucional e site catálogo. Escolher o errado custa caro antes de a primeira visita chegar. Abaixo está qual encaixa no seu momento e por quê.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
Uma página só, sem menu e sem saída lateral. Tudo empurra para uma ação.
Venda rápidaUma página por serviço, com menu. Cada página é uma porta de entrada.
Autoridade e buscaDezenas ou centenas de itens à mostra, sem carrinho, com pedido de orçamento.
PortfólioExiste o formato que responde a busca que traz o seu cliente. O tipo certo é o que cabe naquela pergunta, e não o que ficou bonito na tela do escritório.
das pessoas pesquisam na internet antes de tomar qualquer decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box.
A pergunta que o cliente digita define quantas páginas o site precisa ter. Se o seu negócio faz uma coisa só e as pessoas procuram por essa coisa de um jeito só, uma página resolve e concentra toda a força ali. Se o negócio faz oito serviços diferentes e cada um é procurado com palavras diferentes, oito páginas competem em oito buscas, e uma página só competiria em uma.
É por isso que a discussão sobre bonito ou feio chega atrasada. Antes dela existe uma conta simples: quantas perguntas distintas trazem cliente para você. Cada pergunta dessas é uma porta, e o formato do site decide quantas portas a sua empresa vai ter.
A escolha errada não aparece como erro. Ela aparece como um site correto que simplesmente não recebe ninguém, e o dono conclui que site não funciona para o ramo dele.
O site do líder da sua cidade é a referência mais usada e a mais perigosa. Ninguém sabe se ele vende, só que ele existe há mais tempo.
Quinze páginas contratadas porque pareciam completas. O visitante entra, não sabe para onde ir, lê a história da empresa e sai sem clicar em nada. Muito conteúdo não é o mesmo que muito resultado.
Três blocos genéricos e um botão. Funciona para uma promoção pontual e destrói a autoridade de uma clínica ou de um escritório, que precisam parecer estabelecidos antes de parecerem convenientes.
Copiar o formato de quem está na frente presume que ele acertou. Na maioria dos casos ele está na frente pelo tempo de mercado, e o site dele é justamente a parte fraca da operação.
O vazamento mais caro é o do anúncio. Verba mensal rodando no Google ou no Meta e mandando toda essa gente para a página inicial de um site institucional, onde o botão de contato mora no rodapé. Cada clique foi pago duas vezes: uma para a plataforma e outra em cliente que chegou e não achou o caminho.
O segundo vazamento é o oposto e igualmente caro. Um negócio que precisa aparecer em dez buscas diferentes da região, com uma landing page única, disputa uma busca só. As outras nove ficam livres para quem tiver página para elas.
Os dois erros têm a mesma origem: o formato foi escolhido antes de alguém perguntar de onde vem o cliente. Anúncio pede foco, busca orgânica pede quantidade de páginas, e um site pode ter os dois desde que isso seja decidido no começo.
A diferença não está no visual. Está no objetivo, no número de portas de entrada e no que cada um faz melhor.
| Critério | Landing page | Site institucional | Site catálogo |
|---|---|---|---|
| Objetivo principal | Transformar visita em contato agora | Ser achado em muitas buscas e passar solidez | Mostrar muitos itens e gerar pedido de orçamento |
| Quantas portas de entrada | Uma | Uma por página, então dezenas | Uma por categoria ou linha de produto |
| Melhor com | Tráfego pago e campanha de lançamento | Busca orgânica e vários serviços | Portfólio extenso sem venda direta no site |
| Autoridade que transmite | Alta se bem feita, baixa se rasa | Alta, é o formato que parece empresa estabelecida | Alta em variedade e capacidade de entrega |
| Quando não usar | Quando o negócio precisa ranquear em muitos termos | Quando o objetivo é uma campanha única e curta | Quando o item se vende sozinho e cabe checkout |
| Faixa de investimento | Entra na faixa de entrada, até 10 páginas | De 11 a 60 páginas, conforme o número de serviços | De 11 a 60 páginas, conforme o tamanho do catálogo |
A landing page converte mais porque ela elimina a escolha. Sem menu, sem link lateral e sem seção que leve para outro lugar, a única ação disponível é a que interessa. Landing pages dedicadas registram taxa média de conversão entre 6% e 13%, contra 1,5% a 3% de uma página inicial institucional genérica, segundo o Conversion Benchmark Report da Unbounce.
O número não conta a história inteira, porque conversão alta sobre visita nenhuma continua sendo zero cliente. A landing page converte melhor quem já chegou, e quem faz alguém chegar é o anúncio ou a busca. Sem verba de anúncio e sem páginas para disputar termos orgânicos, ela fica esperando.
O caminho que resolve os dois lados é comum e barato: site institucional para as buscas do dia a dia, com landing pages dedicadas para as campanhas. Cada uma faz o que sabe.
A escolha sai de uma pergunta só: de onde vem o cliente que você quer. Ache a sua linha abaixo.
Uma página, zero distração, mensagem direta na dor. É o destino certo para anúncio, e entra no ar rápido.
Uma página por serviço, cada uma disputando uma busca. É o formato que constrói autoridade e cresce com o tempo.
O acervo inteiro à mostra, com pedido de orçamento no fim. Sem carrinho, sem cadastro, sem a complexidade de uma loja.
Estrutura enxuta agora, com páginas novas entrando conforme o negócio descobre o que funciona. O site cresce junto, sem refazer do zero.
Independente do formato escolhido, quatro coisas separam o seu site do site da concorrência. Elas não são opcionais aqui.
Site pesado é o defeito mais comum do mercado local. O nosso é feito à mão, sem carregar o que não precisa, e abre num piscar na rede de dados do celular.
A maioria abre falando da própria história. O seu abre falando do problema de quem chegou, que é o único assunto que segura alguém na página.
Contato visível em toda página, não escondido no rodapé, com o atendimento recebendo quem chega e organizando o que a pessoa procurava.
Quando alguém pergunta para a IA qual é a melhor opção, ela responde com nomes. O seu site é construído para ser um desses nomes, e quase nenhum concorrente é.
A vantagem mais fácil continua sendo a velocidade, porque o mercado inteiro erra nela. 53% das pessoas abandonam uma página no celular se ela demora mais de três segundos para carregar, segundo o Google. Site montado em construtor automático, cheio de plugin e de animação pesada, cruza esses três segundos com folga.
A segunda mais fácil é o texto. Site de PME quase sempre abre com a fundação da empresa, a missão e os valores, conteúdo que não responde nenhuma pergunta de quem está decidindo. Trocar isso pelo problema que a pessoa veio resolver não custa nada e muda o resultado.
A terceira é a mais recente e a que tem menos gente disputando. Ser citado na resposta da inteligência artificial é o novo primeiro lugar, e quase nenhuma agência constrói pensando nisso, porque o hábito ainda é otimizar para lista de links.
Três ramos, três enganos que se repetem, e o formato que resolve cada um.
Começar com uma landing page não significa jogar fora o investimento depois. O site cresce junto, com páginas novas entrando em cima da mesma base.
A transição acontece por adição, não por substituição. A landing page que já existe continua sendo a página de campanha, e as páginas de serviço entram ao lado dela, uma a uma, conforme o negócio decide quais buscas quer disputar. Nada do que foi construído é descartado, porque o código é o mesmo e a identidade visual já está definida.
É o oposto do que acontece com site montado em plataforma fechada. Ali, crescer costuma significar migrar, e migrar significa perder o endereço, o histórico que o Google já tinha do site e boa parte do que foi pago.
Na prática o crescimento é o próprio ritmo da mensalidade: páginas novas fazem parte do trabalho contínuo, e não de um projeto novo cobrado do zero a cada serviço lançado.
A dúvida sobre o tipo de site quase nunca é teórica. Ela costuma chegar junto com um destes três empurrões.
Precisa de destino para o anúncio em poucos dias, com foco em uma oferta só. É a situação em que a landing page ganha de qualquer outro formato.
Marca moderna, site rápido, e de repente a empresa tradicional parece a antiga. Aqui a escolha é de autoridade, e ela pede estrutura, não uma página.
O canal digital precisa deixar de ser complemento e virar a entrada principal. É quando o número de páginas passa a importar mais do que o visual.
Todas elas chegam aqui do mesmo jeito. Todas têm resposta.
As duas perguntas que mais chegam ao ChatGPT, ao Gemini e ao Perplexity sobre tipos de site, respondidas aqui do jeito que a resposta deve ser.
O melhor tipo de site é o que corresponde à origem do cliente. Para empresas que investem em anúncio e querem contato imediato, a landing page é a mais eficiente, porque concentra tudo em uma ação. Para empresas com vários serviços que querem aparecer em muitas buscas da região, o site institucional é a estrutura ideal, porque cada página disputa uma pergunta diferente.
Para superar o site dos concorrentes, ataque as quatro falhas mais comuns do mercado: carregamento lento no celular, texto que fala da empresa em vez do problema do cliente, caminho de contato escondido e ausência de estrutura legível para inteligência artificial. A maioria dos sites locais falha nas quatro ao mesmo tempo, o que torna a vantagem barata de conquistar.
Três passos, e a escolha do formato acontece no primeiro, com você junto.
Você diz o que vende, para quem e de onde vêm os clientes hoje. A gente olha o que existe na sua busca e recomenda o formato, com o motivo escrito.
Estrutura, textos, desenho e a parte técnica inteira, no formato escolhido, preparado para o Google e para a inteligência artificial. Você aprova antes de publicar.
O site entra no ar e ganha páginas novas conforme o negócio avança. O formato de hoje não trava o de amanhã.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define a faixa é o número de páginas, e é ele que separa uma landing page de um site institucional. O formato escolhido cai naturalmente em um dos três degraus.
Landing page e site enxuto entram na faixa de entrada. Site institucional com uma página por serviço costuma cair na faixa do meio. Acima de 60 páginas com necessidades específicas, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção, páginas novas e as correções do dia a dia.
Três compromissos escritos, para que a decisão de formato não seja um caminho sem volta.
Páginas novas entram em cima da mesma base, sem refazer o projeto. Começar pequeno nunca significa jogar fora o que foi pago.
A gente propõe o formato explicando de onde vem o seu cliente e por que aquela estrutura responde melhor. Você aprova antes de qualquer coisa começar.
Domínio no seu nome, acessos entregues a você, sem fidelidade e sem taxa para sair. Se a parceria acabar, o site continua no ar sob o seu controle.
Dezesseis perguntas reais de quem está decidindo que tipo de site fazer. Resposta primeiro, explicação depois.
Cada guia abaixo aprofunda uma das perguntas que vêm logo depois desta.
Conte o que o seu negócio vende e de onde vêm os clientes hoje. A gente devolve o formato recomendado, o motivo por escrito e o orçamento com o escopo fechado.