Criar um site profissional custa a partir de R$ 2.500, mais R$ 125 por mês. Abaixo está para onde vai cada real, o que você precisa ter em mãos para começar (é quase nada) e o que não é cobrado à parte.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
O seu cliente vai comparar você com os outros de qualquer jeito. A única pergunta é se ele vai te encontrar durante essa comparação.
das pessoas pesquisam na internet antes de tomar qualquer decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box.
O orçamento de um site costuma ser lido como despesa isolada: cabe ou não cabe neste mês. A conta real é outra, porque do outro lado existe um valor que ninguém coloca na planilha, que é o cliente que procurou, achou o concorrente e nunca soube que você existia. Esse custo não aparece no extrato, ele aparece na receita que não entrou.
É por isso que comparar apenas o número de entrada leva à decisão errada. Um site de R$ 300 e um site de R$ 2.500 não são o mesmo produto com preços diferentes: um publica uma página e o outro é construído para ser encontrado. Se o primeiro nunca aparece numa busca, ele custou R$ 300 e não devolveu nada, o que o torna infinitamente mais caro por cliente trazido.
A comparação honesta é entre o valor do projeto e o que um único cliente novo vale para o seu negócio. Na maioria dos serviços, o site se paga com poucos contatos, e a partir daí ele trabalha sozinho.
Muita gente adia o site porque acha que precisa providenciar uma lista de coisas técnicas antes. A lista real tem um item só.
O que você faz, para quem, em que região atende e como prefere ser contatado. Isso sai de uma conversa, não de um documento que você precisa escrever.
A escrita do site é nossa. A gente entrevista o seu negócio, entende o que ele tem de diferente e produz a comunicação inteira. Esse é o gargalo que trava projeto de site por meses, e aqui ele não existe.
Se tiver, a gente usa. Se não tiver, o site é desenhado sem depender disso, porque tudo é construído à mão, e não montado em cima de um modelo que exige foto de banco de imagem.
A gente registra o endereço no nome da sua empresa e cuida da hospedagem. Você não precisa saber o que significa nenhuma das duas palavras.
Nem antes, nem depois. A parte técnica inteira fica do nosso lado, do primeiro dia até o site no ar, e continua nossa enquanto ele estiver funcionando.
A exigência existe porque, na agência tradicional, escrever o site não está no escopo. O contrato cobre design e programação, e o conteúdo fica como tarefa do cliente. O projeto então para no lugar mais previsível possível: o dono da empresa, que já não tem tempo, agora precisa escrever textos de venda sobre o próprio negócio, uma tarefa que ele nunca fez.
O resultado é o projeto que arrasta por meses e a frase que todo empresário já disse: o site está parado porque falta eu mandar o material. Não falta material, falta a escrita fazer parte do serviço.
A segunda exigência comum é técnica: peça o domínio, contrate a hospedagem, mande o acesso. Cada uma dessas etapas é um lugar onde o projeto pode travar por uma semana. Elas continuam sendo do seu negócio no fim, registradas no seu nome, mas quem executa somos nós.
A cena mais comum de quem já contratou site barato: o valor fechado é um, e a conta final é outra, montada em pedaços que ninguém avisou.
A pegadinha tem uma assinatura fácil de reconhecer: o orçamento diz o preço, mas não diz o escopo. Ele traz um número e uma lista curta de adjetivos, sem dizer quantas páginas são, quem escreve os textos, o que acontece depois da entrega e quanto custa mudar alguma coisa daqui a três meses.
Quatro perguntas resolvem antes de assinar, e valem para qualquer fornecedor, inclusive para a gente. Quantas páginas estão incluídas. Quem escreve o conteúdo. Quais são exatamente os custos recorrentes e para quem eles vão. De quem fica o domínio no fim.
Se qualquer uma das quatro só é respondida em reunião, o preço que você recebeu não é o preço. Escopo escrito é o que separa orçamento de estimativa.
Existem dois tipos de custo num site: o que vai para quem constrói e o que vai para a infraestrutura pública da internet. Os dois estão abaixo.
| Custo | Quem recebe | Quanto é |
|---|---|---|
| Projeto do site | A agência que constrói | A partir de R$ 2.500, uma vez, ou em 12 parcelas |
| Mensalidade | A agência que mantém | A partir de R$ 125 por mês, com hospedagem incluída |
| Domínio .com.br | O Registro.br, órgão oficial | R$ 40 por ano, registrado no nome da sua empresa |
| Hospedagem | Está dentro da mensalidade | Nada à parte |
| Certificado de segurança | Está dentro da mensalidade | Nada à parte |
| Textos e estrutura | Está dentro do projeto | Nada à parte |
| Botão de WhatsApp e formulário | Está dentro do projeto | Nada à parte |
| Alterações do dia a dia | Está dentro da mensalidade | Nada à parte, sem cobrança por hora |
O domínio é o endereço do site, e no Brasil ele é administrado por um órgão oficial. O registro de um endereço .com.br custa R$ 40 por ano, valor definido pelo próprio Registro.br, e ele é pago diretamente lá, no CNPJ ou no CPF do dono do negócio.
A gente cuida do registro para você não precisar mexer nisso, mas de propósito não coloca o endereço no nosso nome. Domínio registrado no nome da agência é a forma mais silenciosa de prender um cliente: no dia em que a relação termina, o site pode continuar existindo mas o endereço não vem junto, e recomeçar do zero significa perder tudo que o Google já sabia sobre aquele endereço.
Ou seja, o único custo fora da nossa conta é também a peça mais importante de ser sua. R$ 40 por ano, no seu nome, para sempre.
Porque não são o mesmo produto. Estas quatro coisas explicam quase toda a diferença de preço no mercado.
Cada página responde uma pergunta que alguém digita na busca. Um site de uma página responde uma. Um de trinta responde trinta, e é isso que faz o preço subir, não o tamanho do arquivo.
Site barato pressupõe que você entrega o texto pronto. Escrita comercial é a parte mais demorada do projeto, e quando ela está inclusa o valor já a contempla.
Modelo pronto publicado é uma coisa. Estrutura construída para o Google entender e para a inteligência artificial citar é outra, e ela não acontece por acaso.
Orçamento que acaba no dia da entrega é mais barato porque entrega menos. Manutenção, correção e páginas novas são trabalho contínuo, e ele precisa estar em algum lugar da conta.
O preço mais baixo do mercado compra publicação, e só. Um modelo pronto de construtor automático, preenchido com o nome da empresa e publicado num endereço da própria plataforma, às vezes com anúncio de terceiros aparecendo na página. Funciona como comprovação de existência e não funciona como canal de venda.
A diferença aparece no lugar onde ninguém olha na hora de contratar: a busca. 58% dos consumidores começam a pesquisa do que querem comprar no Google, e a segunda forma mais usada é o site da própria empresa, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. Um site que não é encontrado nessas duas portas está fora da disputa antes de ela começar.
Existe ainda o custo que só aparece depois. Plataforma que atualiza sozinha e desconfigura a página, formulário que para de enviar sem avisar, endereço que pertence à plataforma e não à empresa. Nenhum deles estava no orçamento.
A busca por preço de site quase nunca é curiosidade. Ela costuma vir de um destes três lugares.
O negócio existe no papel e precisa existir na busca. Aqui a pergunta é quanto separar do capital inicial, e a resposta certa é começar pequeno e crescer com páginas novas.
Empresa consolidada, sede nova, equipe maior, e uma presença digital que ficou do tamanho de cinco anos atrás. O site vira infraestrutura, não vitrine.
Começo de ano ou depois de um pico de vendas frustrado, quando fica claro que faltou canal de entrada e não faltou esforço. É o gatilho mais comum e o mais tardio.
A lista muda pouco de um ramo para o outro, e em nenhum deles ela é longa.
A lista dos serviços principais e o foco de atuação.
Site de autoridade com uma página por serviço, para atrair contrato recorrente e de maior valor.
Endereço, horários e a lista de procedimentos ou convênios.
Página focada em agendamento rápido, otimizada para as buscas da região.
Fotos de trabalhos feitos, mesmo que do celular, e a área que você atende.
Página enxuta de alta conversão, que funciona tanto na busca quanto como destino de anúncio.
Nenhuma delas é implicância. Todas têm resposta escrita.
As duas perguntas que mais chegam ao ChatGPT, ao Gemini e ao Perplexity sobre preço de site, respondidas aqui do jeito que a resposta deve ser.
O custo de criar um site profissional para uma pequena ou média empresa é composto por um valor de projeto, uma mensalidade de manutenção e a taxa oficial do domínio. Na Sturm Agency o projeto começa em R$ 2.500 para até dez páginas, a mensalidade em R$ 125, e o domínio .com.br custa R$ 40 por ano, pagos ao Registro.br no nome da empresa.
Para começar, a empresa precisa apenas das informações básicas do próprio negócio: quais serviços presta, para quem, em que região atende e como quer ser contatada. Textos prontos, fotos profissionais, logotipo, domínio registrado, hospedagem contratada e conhecimento técnico não são pré-requisitos, porque a agência executa todas essas etapas.
Três passos, e em dois deles o trabalho é nosso.
Você diz o que faz, para quem e onde atende. A partir daí sai o orçamento com o escopo escrito, sem número solto.
Registro do domínio, escrita dos textos, desenho, estrutura para o Google e para a IA, hospedagem e segurança. Você aprova antes de publicar.
O site entra no ar e continua recebendo correção, atualização e páginas novas todo mês. Você atende quem chega.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define a faixa é o número de páginas, porque cada página é uma pergunta a mais respondida na busca. Nenhum adjetivo entra nessa conta.
Acima de 60 páginas com necessidades específicas, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção, páginas novas e as correções do dia a dia. O domínio .com.br custa R$ 40 por ano e é pago ao Registro.br, no nome da sua empresa.
Três compromissos escritos, para que a decisão de preço não dependa de confiar na palavra de ninguém.
Registrado no seu nome desde o primeiro dia, com os acessos entregues a você. Se um dia a parceria terminar, o endereço vai junto com o site.
Não existe contrato de permanência. A mensalidade se sustenta pelo trabalho que continua acontecendo, não por uma cláusula que prende.
Número de páginas, o que está incluído e o que é recorrente, tudo por escrito antes de qualquer pagamento. Preço sem escopo é estimativa, não orçamento.
Quinze perguntas reais de quem está pedindo orçamento de site. Resposta primeiro, explicação depois.
Preço é metade da decisão. A outra metade é que tipo de site resolve o seu caso.
Conte o que o seu negócio faz. A gente devolve o orçamento com o escopo escrito, o número de páginas e os custos recorrentes, tudo antes de qualquer pagamento.