O relatório se monta sozinho a partir dos seus lançamentos, compara com o mês passado e com o mesmo mês do ano anterior, e explica cada linha em português.
Em construção · Lista de espera aberta, sem custo e sem compromisso
Quase um em cada três no comércio. A pesquisa de sobrevivência das empresas do Sebrae mostrou que 30,2% das empresas de comércio fecham em até cinco anos, e 26,6% das de serviços.
Nem todo fechamento vem de falta de cliente. Muitos vêm de um negócio que vendia bem e não sabia quanto sobrava de cada venda, então não corrigiu nada enquanto dava tempo.
DRE gerencial é o relatório que mostra, do faturamento até o lucro, para onde foi cada real. Ele responde a pergunta que o extrato bancário não responde: o negócio ganha dinheiro, ou só tem dinheiro passando pela conta?
Porque o custo do que você vende subiu mais rápido que o preço que você cobra. O mês fecha com faturamento 14% acima do anterior, movimento melhor e equipe cansada de tanto trabalhar, e mesmo assim o lucro cai 6%.
O detalhe cruel é que essa queda é invisível pra quem olha o total vendido no fim do dia. Vender mais parece sempre bom, e é aí que mora o engano: se cada venda sobra menos, vender o dobro só acelera o problema.
O fornecedor reajustou, a taxa do cartão mudou, a mercadoria mais barata acabou e você comprou a mais cara pra não perder a venda. Nenhuma dessas coisas aparece no extrato. Todas aparecem no DRE, na linha exata em que aconteceram, com o mês passado do lado pra comparar.
A maioria dos donos chuta 20% ou 30%. Em negócio pequeno o número real costuma ficar entre R$ 4 e R$ 8 depois de custo, imposto, taxa, despesa fixa e pró-labore.
Descobrir esse número não é motivo pra desanimar, é motivo pra parar de decidir no escuro. Quem sabe que sobram R$ 5 a cada R$ 100 entende na hora por que dar 10% de desconto pra fechar uma venda pode custar mais do que a venda inteira vale.
Entende também por que um custo fixo novo de R$ 800 por mês exige muito mais faturamento do que parece. É o número que muda a conversa com o cliente, com o fornecedor e com você mesmo na hora de fazer uma retirada.
O DRE do contador existe para o Fisco, e cumpre bem esse papel. Ele chega uma vez por ano, escrito na língua da contabilidade, quando o ano já acabou e não há mais nada a corrigir naquele período.
Nada disso é defeito do contador. São dois documentos diferentes com finalidades diferentes: um presta contas ao governo sobre o passado, o outro serve pra você decidir o mês que vem.
O que falta ao dono é a segunda versão, pronta no dia 10, com as linhas escritas do jeito que ele fala, e com a possibilidade de clicar em qualquer linha e ver de onde ela saiu. Sem isso, o dono passa o ano inteiro decidindo pelo saldo do banco, que mistura dinheiro que já tem dono com dinheiro que sobrou de verdade.
Porque chegar até o número dá mais trabalho que a decisão que ele deveria apoiar. No sistema comum, pra saber quanto você faturou em abril, você abre um relatório, escolhe o período, aplica filtro, espera carregar e ainda precisa entender a tela.
Depois de duas ou três tentativas, o dono desiste e volta a perguntar pro extrato. E existe um problema pior que o trabalho: o relatório entrega um total fechado, sem dizer de onde ele veio.
Quando o número surpreende, não dá pra conferir, e um número que não dá pra conferir não é usado pra decidir nada. O DRE gerencial da Sturm Agency nasce dos lançamentos que você já fez, sem montagem, e qualquer linha abre pra mostrar exatamente quais lançamentos a formaram.
O DRE se monta sozinho com o que você já lançou. Cada linha mostra o valor, quanto representa do faturamento e a variação em relação ao mês anterior.
Toque em qualquer linha e ela abre com os lançamentos que a formaram, com data e origem. Número que não dá pra conferir não serve pra decidir.
Comparando com dois meses, não com a sensação. O DRE aqui vem sempre com duas colunas ao lado: o mês anterior e o mesmo mês do ano passado.
O mês anterior mostra o movimento recente: o que subiu, o que caiu e em qual linha. O mesmo mês do ano passado resolve o problema da sazonalidade, que engana quase todo negócio pequeno.
Dezembro sempre parece excelente e janeiro sempre parece desastre, e nenhum dos dois diz nada sozinho. Comparar dezembro com dezembro é o que revela se o negócio realmente cresceu ou se apenas repetiu o calendário. Quando a comparação acusa uma linha fora do lugar, a ferramenta destaca essa linha em vez de deixar você procurar.
Perguntando em voz alta. Você diz "quanto ganhei em abril?" e a resposta vem em uma frase: o faturamento, o quanto sobrou e a coisa que você não perguntou mas precisa saber.
A terceira linha é a que importa. Um relatório responde exatamente o que você perguntou e para por aí; quem não sabe qual pergunta fazer sai da tela sem descobrir nada. Aqui a resposta vem sempre com o que está fora do lugar naquele período, mesmo que não tenha sido pedido, porque o dono não tem obrigação de saber onde procurar.
Ele diz a causa, não só o resultado. Um DRE comum mostra que o lucro caiu. A leitura útil é qual linha derrubou o lucro e o que fazer com ela.
Despesa fixa alta demais é o problema que ninguém percebe crescendo, porque ela sobe em pedaços pequenos: uma assinatura aqui, um serviço ali, um aumento de aluguel. Quando a ferramenta mostra o percentual em vez do valor, o excesso fica óbvio na hora. E o percentual que sobra a cada R$ 100 é o número que dá firmeza pra recusar um desconto: com 4,5% de sobra, dar 10% de desconto não reduz o lucro, elimina o lucro.
Não substitui, e nem tenta. O contador continua cuidando da obrigação fiscal, da apuração de imposto e do balanço oficial, que são coisas que nenhuma ferramenta de gestão faz no lugar dele.
O que muda é a qualidade da conversa entre vocês dois. Em vez de mandar uma pasta de comprovantes e receber um relatório meses depois, você exporta o DRE do mês em PDF e senta com ele em cima de números que os dois entendem.
Contador bom adora cliente organizado, porque a conversa deixa de ser sobre achar documento e passa a ser sobre decisão: mudar de regime, antecipar compra, ajustar pró-labore. A ferramenta prepara o material; a decisão técnica continua com quem tem CRC.
Você não monta relatório nenhum. O DRE nasce do que já está lançado.
Todo negócio que já tem custo fixo, o que na prática começa no primeiro aluguel ou no primeiro funcionário. A pergunta muda de cara conforme o ramo.
Em cinco momentos, e todos eles chegam com uma decisão em cima da mesa. Vale reconhecer o seu.
Os cinco momentos exigem o mesmo número, e é sempre o número que ninguém tem à mão: quanto sobra por mês depois de tudo. Sem ele, a decisão vira aposta baseada no saldo do banco naquele dia, que é o pior conselheiro possível porque muda conforme a data em que o cliente pagou. O DRE gerencial existe pra que essas cinco decisões parem de depender da data do extrato.
A diferença está na pergunta que cada um responde e em quando a resposta chega. A tabela abaixo compara as três fontes de número que um dono de negócio pequeno tem hoje.
| O que muda | Extrato do banco | DRE contábil do contador | DRE gerencial da Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| Pergunta que responde | Quanto tem na conta agora | Quanto o Fisco tem a receber | Quanto o negócio ganhou no mês |
| Quando chega | Na hora, o tempo todo | Depois do fechamento, às vezes anual | Todo mês, por volta do dia 10 |
| Em que língua | Em lançamentos soltos do banco | Na linguagem contábil e fiscal | Em português, na linha que você reconhece |
| Dá pra conferir de onde veio | Só o lançamento, sem contexto | Com ajuda do contador | Toca na linha e vê os lançamentos que a formaram |
| Serve pra decidir preço e contratação | Não, e engana | Tarde demais pra aquele período | Sim, com comparação de mês e de ano |
Cada uma delas é justa, e nenhuma tem resposta de vendedor aqui. Toque pra abrir.
Três perguntas se repetem, e elas merecem resposta direta.
Ninguém diz "preciso analisar minha margem de contribuição". As frases reais são outras, e são todas o mesmo problema com nomes diferentes.
"Vendi muito e não sobrou nada" é a diferença entre faturamento e lucro dita em quatro palavras. "Esse mês foi puxado" é o nome informal de uma linha que saiu do lugar e ninguém identificou.
"Não sei quanto posso tirar" é a pergunta que só o DRE responde, porque o saldo do banco muda conforme o dia em que o cliente pagou. A ferramenta responde nessa mesma língua, com o número do lado.
Quatro coisas ficam de fora de propósito, e é melhor você saber agora do que no segundo mês.
A última é a mais importante e por isso o registro aqui foi feito pra ser rápido, com lançamento por voz e conta que se repete entrando sozinha. Um DRE bonito alimentado pela metade é pior que nenhum, porque dá confiança num número errado. O que fica é a versão que o dono usa: pronta no dia 10, comparada, conferível linha por linha e escrita em português.
Quem entrar na lista de espera recebe acesso antes de todo mundo e ajuda a decidir o que entra primeiro. A ordem em que as ferramentas ficam prontas está sendo definida por quem se inscreve.
Sem custo e sem compromisso. A gente avisa quando abrir.
O DRE gerencial da Sturm Agency está sendo construído agora. Entre na lista e ajude a decidir o que entra primeiro.