Seu saldo aguenta quantos dias?
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
Cinco pilares da sua presença digital auditados um a um, com o que corrigir primeiro escrito em ordem de prioridade. Sem palpite de vendedor, sem relatório automático.
Em construção · entre na lista de espera
O site recebe visita e não gera contato. Enquanto isso não muda, todo o resto rende menos.
Modelo do relatório, com números de exemplo. Não é medição da sua empresa.
Cinco pilares abertos, quatro pontos de perda achados, e uma ordem de correção no fim.
Um diagnóstico de marketing digital é a auditoria da presença digital inteira de uma empresa, feita por pessoas, para descobrir onde ela perde cliente e dinheiro hoje. Ele examina cinco pilares: o site, a busca no Google, os anúncios pagos, as redes sociais e o atendimento comercial.
A diferença entre um diagnóstico e um relatório está no que vem no fim. O relatório entrega uma lista de erros e deixa o dono decidir sozinho por onde começar. O diagnóstico entrega uma ordem: o que corrigir primeiro para parar a perda, o que corrigir em seguida para vender mais, e o que pode esperar sem prejuízo.
Ele também responde à pergunta comercial que ninguém responde de graça: qual serviço resolve o que foi encontrado. Às vezes é um só. Às vezes é o sistema inteiro rodando junto. Às vezes é nada agora, e a página diz isso mais abaixo, com todas as letras.
| A pergunta do dono | Onde a resposta é procurada |
|---|---|
| Quem chega até mim, e por quê? | Origem das visitas, termos digitados na busca, páginas de entrada e de saída. |
| Por que quem chega não vira contato? | Velocidade no celular, clareza da página, formulário, botão de ação e caminho até o WhatsApp. |
| Meu dinheiro de anúncio vai para quem compra? | Campanhas ativas, públicos, termos pagos, horários e a página que recebe o clique. |
| Eu apareço quando procuram meu serviço na minha cidade? | Resultados de busca do próprio serviço, perfil da empresa no Google e presença no mapa. |
| O contato que chega é atendido a tempo? | Caminho do contato, tempo até a primeira resposta e o que acontece com quem não respondeu. |
As cinco perguntas que o diagnóstico responde, e onde cada resposta é procurada.
A maior parte do dinheiro perdido no digital não some no anúncio. Some no segundo seguinte, quando a pessoa clica e a página demora a abrir. O clique já foi pago; a visita ainda não virou nada.
É por isso que o diagnóstico não começa pela campanha. Ele começa pelo destino do clique, porque corrigir o destino faz todo o resto do investimento render mais, e corrigir a campanha sem corrigir o destino só compra mais visita para o mesmo buraco.
O dado é do Think with Google, o braço de pesquisa do próprio Google sobre comportamento de navegação em celular.
Todo mês o painel mostra alcance, curtidas e cliques em alta. Todo mês o caixa mostra a mesma coisa de antes. Os números que sobem e o número que paga a conta não são os mesmos números.
O dono percebe isso pelo sintoma, não pela planilha: o WhatsApp não apita, o orçamento que sai não fecha, e a maior parte do que entra continua vindo de indicação. A presença digital existe, aparece bonita, e não participa da venda.
Vale lembrar a régua real de conversão: páginas feitas para uma única ação convertem entre 6% e 13%, contra 1,5% a 3% de páginas comuns, segundo o levantamento de conversão da Unbounce. A distância entre esses dois números é exatamente o tipo de vazamento que o diagnóstico mede.
Painel ilustrativo, com números de exemplo. Não é medição da sua empresa.
Existem dois produtos diferentes usando a mesma palavra. Um é o relatório automático, gerado em segundos por um programa que lê a página e cospe uma nota. O outro é a auditoria escrita por gente que entrou nas suas contas, olhou o que está rodando e comparou com o que a sua concorrência faz.
O primeiro custa zero porque não tem trabalho humano dentro. Ele acerta o que é medível por robô, como velocidade e erro técnico, e não tem como responder por que a sua campanha traz curioso, ou por que o orçamento que você manda não volta assinado.
A reunião de diagnóstico grátis que a maioria oferece é a segunda variação: quarenta minutos de perguntas, um desenho na tela e uma proposta no fim. É legítimo como venda, e é venda, não auditoria. Quem paga por uma auditoria leva o documento embora mesmo que não contrate nada depois.
| O que você quer saber | Relatório automático | Diagnóstico dos cinco pilares |
|---|---|---|
| Erro técnico e velocidade do site | Sim | Sim |
| Por que a visita não vira contato | Não, é leitura de página, não de intenção | Sim, com o caminho da visita refeito à mão |
| Onde a verba de anúncio está sendo queimada | Não tem acesso às contas | Sim, campanha por campanha |
| Se você aparece na busca do seu serviço na sua cidade | Nota genérica de SEO | Sim, com a busca refeita e a concorrência comparada |
| Se a marca aparece na resposta das IAs | Não é medido | Sim, com as perguntas testadas uma a uma |
| O que corrigir primeiro | Lista longa, sem ordem | Ordem de prioridade, do que sangra ao que espera |
| Fica com você mesmo sem contratar nada | Sim | Sim |
O que cada tipo de análise entrega, lado a lado.
A presença digital de uma pequena empresa se sustenta em cinco pontos, e o dinheiro escapa sempre pelo mais fraco deles. Auditar um só é o erro mais comum do mercado: agência de anúncio olha anúncio, agência de site olha site, e o vazamento continua de pé no pilar que ninguém abriu.
O diagnóstico abre os cinco na mesma rodada, porque eles se pagam uns aos outros. Site rápido faz o anúncio render. Busca bem posicionada reduz o quanto você depende de anúncio. Atendimento rápido transforma em venda o contato que os outros quatro trouxeram.
Cada pilar tem um punhado de perguntas fixas, que são as mesmas para todo negócio, e um punhado de perguntas que mudam conforme o ramo. Abra o que interessa: o texto inteiro está aqui, dobrado, para você não precisar rolar uma parede.
O site é auditado como destino, não como peça de decoração. A pergunta não é se ele é bonito, é se a pessoa que chegou nele entende em poucos segundos o que você vende, para quem, e como falar com você.
O primeiro julgamento é rápido demais para depender de texto: bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Gitte Lindgaard na Carleton University. O que vem depois é consequência dessa primeira impressão.
A auditoria de busca refaz, na mão, as pesquisas que um cliente da sua cidade faria para achar o seu serviço. Não é uma nota de SEO: é a lista do que apareceu, em que ordem, e quem estava na sua frente.
A posição vale dinheiro de forma desproporcional. O primeiro resultado da busca leva em média 27,6% dos cliques, segundo o levantamento da Backlinko, e a curva despenca rápido a partir do segundo.
A auditoria de anúncios entra nas contas com acesso de leitura e refaz o caminho do dinheiro. O objetivo não é julgar quem montou, é achar as linhas em que o orçamento sai e não volta.
Isso vale tanto para quem já tem agência quanto para quem toca sozinho. Quem tem agência recebe uma leitura independente para conseguir cobrar com fundamento, com o nome de cada coisa e o número do lado.
A auditoria de redes não mede popularidade. Ela procura o caminho: alguém que gostou de um vídeo seu consegue, em dois toques, entender o que você vende e falar com você?
Na maioria dos perfis de pequena empresa esse caminho não existe. Há publicação constante, há alcance, e não há nenhuma ponte entre o conteúdo e o balcão. O conteúdo vira entretenimento pago pela sua equipe.
O atendimento é o pilar mais barato de corrigir e o que costuma estar pior. O contato chega, cai num lugar que ninguém olha o tempo todo, e a resposta sai horas depois, quando a pessoa já falou com outra empresa.
A auditoria acompanha o contato desde a origem: de onde ele veio, onde caiu, quanto tempo levou até a primeira resposta e o que aconteceu com quem não respondeu de volta.
O defeito clássico do diagnóstico de mercado é entregar uma lista de quarenta problemas. O dono lê, entende que está tudo errado, não sabe por onde começar e não faz nada. Uma lista sem ordem paralisa tanto quanto nenhuma lista.
Por isso o achado não sai solto: ele sai dentro de uma das três faixas abaixo, e cada faixa responde a uma pergunta diferente. A primeira estanca a perda. A segunda aumenta a conversão do que já existe. A terceira constrói o que ainda não existe.
O que faz a empresa perder cliente ou dinheiro toda semana que passa.
O que já funciona, mas rende bem menos do que poderia render.
O que ainda não existe e vai levar tempo para dar retorno.
Ninguém deveria comprar um documento sem saber a cara dele. Quem tem entregável de verdade mostra como ele é. Você pede um exemplo, recebe um diagnóstico real com os dados do cliente apagados, e decide depois de ver.
O que fica visível é a estrutura: como o achado é escrito, quanto detalhe vem junto, em que faixa de prioridade ele cai e o que está sugerido como próximo passo. O que fica apagado é tudo que identifica a empresa analisada, porque o mesmo cuidado vale para a sua.
O formulário da página de oculto envia para um endereço de e-mail que não existe mais. Todo contato feito por ali foi perdido.
A campanha oculto aponta para uma página que responde erro no celular. A verba continua saindo.
Na busca por oculto, a empresa não aparece na primeira página. Três concorrentes da mesma cidade aparecem.
O perfil no Google está sem categoria principal e sem horário. Isso reduz a chance de aparecer no mapa da região de oculto.
Trecho ilustrativo do formato do relatório. Onde está escrito "oculto" havia o nome de uma página, de uma campanha, de um termo de busca ou de uma cidade: é o que identifica a empresa analisada, e sai do exemplo.
Uma parte das pessoas que antes digitava o serviço no Google hoje pergunta a um assistente e aceita a resposta que vem pronta. Quando isso acontece, não existe segunda página de resultado: existe a lista curta que o assistente citou, e o resto do mercado ficou de fora.
O diagnóstico testa as perguntas do seu ramo uma a uma e anota quem foi citado. As perguntas são as que um cliente realmente faria, com o nome do serviço e o nome da cidade, e o teste é repetido em mais de um assistente porque cada um responde de um jeito.
Vale dizer o tamanho real do efeito, sem exagero: um experimento controlado de pesquisadores de Princeton e do IIT Delhi (arXiv 2311.09735) mediu ganhos de até 40% na visibilidade dentro de respostas generativas com ajustes de conteúdo. É um teto medido em laboratório, e varia bastante conforme o caso.
"Qual a melhor empresa de [serviço] em [cidade]?"
O assistente responde citando três empresas da região, com endereço e uma linha sobre cada uma. Nenhuma delas é a sua. O cliente lê, escolhe uma e nem chega a abrir o Google.
Hoje, sem auditoria"Qual a melhor empresa de [serviço] em [cidade]?"
O assistente encontra páginas suas que respondem a pergunta de forma direta e verificável, e passa a citar a sua empresa junto das outras. O cliente vê o seu nome no momento da escolha.
Depois de corrigir o pilarIlustração do teste que é feito no diagnóstico. Nenhuma citação por assistente de IA é prometida nem controlada por nós.
A parte que você faz cabe numa tarde. O resto acontece nos bastidores, sem reunião longa, sem pedir que você aprenda marketing para conseguir participar da conversa.
Endereço do site, perfil no Google, redes e acesso de leitura às contas de anúncio. Acesso de leitura significa que dá para ver e não dá para mexer.
Seu tempo: uma tardeA análise é feita fora da sua agenda: buscas refeitas à mão, campanhas abertas uma a uma, caminho do contato testado do começo ao fim e concorrência comparada.
Seu tempo: nenhumO documento chega escrito em português de negócio, com os achados nas três faixas de prioridade, e a reunião existe para você perguntar o que quiser sobre ele.
Seu tempo: uma reuniãoO diagnóstico raramente é procurado por curiosidade. Ele é procurado em três janelas do ano e em um punhado de acontecimentos que empurram o dono a olhar para o próprio digital com atenção.
O momento importa porque muda o que é urgente. Quem procura em janeiro tem tempo de construir. Quem procura em outubro precisa de correção rápida no que já existe, porque não dá para levantar estrutura nova antes da data forte.
Planejamento do ano, meta nova e revisão de quem prestou serviço no ano passado. É a janela de quem quer arrumar a casa antes de investir mais.
Cobrança da meta do primeiro semestre. O ano passou da metade, o número não veio, e a pressa é entender o que corrigir para o segundo tempo.
Preparação para as datas fortes do fim de ano. Aqui a pergunta é o que dá para arrumar rápido no que já está de pé.
Janelas de procura observadas no comportamento de busca do assunto, não uma medição da sua empresa.
O diagnóstico é o mesmo em estrutura e diferente em achado. Cada ramo perde dinheiro num lugar próprio, e conhecer esse lugar antes de abrir as contas encurta o caminho até o que interessa.
O ponto de partida é o mesmo em todos eles: cerca de 93% dos brasileiros pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o estudo da Hedgehog Digital com o Opinion Box. A decisão já acontece antes do primeiro contato com você.
O anúncio traz volume de gente perguntando preço por telefone e quase nenhum agendamento. A conversa começa e termina na primeira pergunta.
Achado frequente: a campanha atrai quem compara preço, e a página não explica o que está incluído nem como agendar.
O contrato é de valor alto e a decisão passa por mais de uma pessoa. O site institucional precisa segurar a confiança de quem nunca ouviu falar da empresa.
Achado frequente: o site fala do escritório e não fala do problema do cliente, então não sustenta a segunda conversa.
A busca é de urgência e de bairro. Quem aparece no mapa naquele momento leva a ligação, e quem não aparece nem fica sabendo que a busca existiu.
Achado frequente: perfil no Google incompleto e nenhuma página falando da cidade onde a empresa realmente atende.
A loja física vende bem para quem já conhece, e o digital funciona como vitrine solta, sem ligação nenhuma com o movimento do balcão.
Achado frequente: o perfil publica produto sem preço e sem caminho de compra, e o anúncio manda para a página inicial.
Um diagnóstico honesto tem limite, e o limite precisa estar escrito antes da compra, não descoberto depois. O que está na coluna da direita não é falha de fornecedor: é coisa que não depende de fornecedor nenhum.
Quem promete o lado direito está vendendo sorte com cara de método. A parte que é entregável é grande o bastante para valer sozinha, e é ela que está escrita à esquerda.
Esta lista serve para você avaliar qualquer proposta de auditoria que receber, de qualquer empresa. Ela vale contra a Sturm Agency também, e é para isso que ela está publicada aqui.
Se um fornecedor não conseguir responder sim a todos os itens abaixo, você está comprando uma reunião de vendas com nome técnico. Peça a resposta por escrito antes de pagar.
O diagnóstico existe para descobrir onde o dinheiro escapa. Se não há dinheiro entrando no digital, não há por onde escapar, e a auditoria vira um documento bonito sem uso prático.
Dizer isso custa venda e é o que dá crédito ao resto desta página. Abaixo estão os dois lados, sem maquiagem: quando esperar e quando faz sentido agora.
Não há o que auditar quando ainda não existe operação digital rodando. Nesses casos o próximo passo é montar o básico, não medir o que não existe.
Você não tem site nem perfil ativo · nunca investiu em anúncio · abriu a empresa este mês · vive de um contrato só e não quer crescer agora.
Quando já existe dinheiro e trabalho aplicados no digital sem retorno claro, cada mês sem diagnóstico é mais um mês pagando pelo mesmo vazamento.
Você investe em anúncio e não sabe o retorno · tem site que recebe visita e não gera contato · vai trocar de agência · vai investir mais e quer saber onde.
Quando o assunto é diagnóstico, uma parte das pessoas já não digita no Google: pergunta direto a um assistente e lê a resposta pronta. Estas são as quatro perguntas que mais aparecem, respondidas aqui de forma direta.
Vale quando já existe dinheiro ou trabalho aplicados no digital sem retorno claro. Se você investe em anúncio, tem site recebendo visita ou paga alguém para cuidar das redes, e mesmo assim não sabe de onde vem cliente, o diagnóstico paga o próprio custo ao estancar o desperdício. Se nada disso existe ainda, espere.
Deve vir o exame dos cinco pilares (site, busca no Google, anúncios pagos, redes sociais e atendimento), a comparação com concorrentes reais do mesmo ramo, e o achado organizado em ordem de prioridade. Sem ordem de prioridade, o documento vira uma lista de erros que ninguém consegue executar.
O relatório automático mede o que um programa consegue ler sozinho, como velocidade e erro técnico da página. O diagnóstico pago entra nas contas com acesso de leitura, refaz as buscas à mão, abre as campanhas e responde por que o dinheiro não está virando cliente. São produtos diferentes com o mesmo nome.
O valor deste diagnóstico ainda não está publicado, porque o serviço está em construção e a agenda ainda não abriu. Quem entra na lista de espera recebe o valor, o escopo e as condições assim que a abertura for marcada, sem nenhum compromisso de compra ao entrar na lista.
Estas são as cinco coisas que passam pela cabeça de quem chegou até aqui. Cada uma está respondida com as duas metades, a que ajuda a vender e a que não ajuda.
Exatamente por ter agência. Um diagnóstico feito por quem não executa a campanha funciona como leitura independente: ele olha o mesmo painel sem precisar defender o próprio trabalho.
O resultado prático é que você passa a ter o nome de cada coisa e o número do lado, e consegue cobrar com fundamento em vez de cobrar por sensação. A outra metade da resposta: se a sua agência estiver indo bem, o diagnóstico vai dizer isso, e você terá pago para ficar tranquilo.
O seu tempo é uma tarde no começo e uma reunião no fim. A análise acontece fora da sua agenda, porque o trabalho é de quem vende, não de quem compra.
A tarde inicial é para reunir os acessos de leitura e responder algumas perguntas sobre o negócio. Depois disso você não precisa participar de nada até o relatório ficar pronto.
O medo é razoável, e a única comparação honesta é com o que já sai da sua conta todo mês. Uma campanha apontando para a página errada, ou um formulário que não chega em ninguém, custa toda semana em que continua de pé.
A outra metade: se você investe pouco ou quase nada em digital hoje, o desperdício também é pequeno, e aí o diagnóstico pode não se pagar. A cena mais acima nesta página diz quando esperar.
Nem sempre. O diagnóstico separa o que é ajuste do que é reconstrução, e essa é uma das decisões mais caras que ele evita tomar no escuro.
Site lento, sem certificado de segurança ou preso numa plataforma sem manutenção costuma sair mais barato refeito. Site com estrutura de pé e problema de clareza, botão ou formulário costuma sair mais barato ajustado. A resposta vem com o motivo escrito, para você poder discordar.
É a pergunta certa a fazer, e a resposta tem duas partes. A primeira: o relatório aponta o que resolve cada achado, e às vezes o que resolve é um serviço da Sturm Agency. Seria desonesto esconder isso.
A segunda: o documento é seu e sai completo com você, com achado, motivo e prioridade, mesmo que você execute tudo com a sua equipe interna ou com outro fornecedor. Sem isso, não seria auditoria.
Este serviço está sendo montado agora, e a agenda ainda não abriu. Em vez de publicar um valor que pode mudar até lá, a Sturm Agency abriu uma lista de espera.
Entrar na lista não compromete você com nada. Ela existe para duas coisas: você é avisado primeiro quando as vagas abrirem, e a ordem de atendimento segue a ordem da lista.
Enquanto o diagnóstico não abre, os serviços que já estão de pé continuam com o valor publicado na página de preços.
Auditar exige entrar em contas que são suas, e isso merece regra escrita. O acesso é sempre de leitura, e sempre revogável por você a qualquer momento, sem pedir nada a ninguém.
Acesso de leitura significa que dá para ver o que está rodando e não dá para alterar, pausar nem gastar. É o mesmo tipo de permissão que você daria a um contador para olhar um extrato.
O relatório sai completo com você, com achado, motivo e prioridade, mesmo que você não contrate nada depois. Não existe versão resumida que só abre se você fechar contrato.
Nenhuma campanha é pausada, alterada ou criada durante a análise. Você concede a permissão de leitura, e retira quando o diagnóstico terminar.
Nenhum dado, print ou número da sua empresa é publicado nem usado como exemplo. Os modelos mostrados nesta página têm os dados apagados por esse mesmo motivo.
O que foi apontado pode ser executado pela sua equipe interna, pela agência que você já tem, ou pela Sturm Agency. O relatório não muda conforme a escolha.
Cada achado do relatório aponta para uma correção. Estas são as páginas dos serviços que resolvem o que aparece com mais frequência nos cinco pilares.
Também dá para começar pela página de como funciona ou pela tabela de preços dos serviços.
Nove ferramentas de gestão para o mesmo dono de negócio que a Sturm atende. Todas partem do mesmo princípio: os sistemas do mercado te entregam um relatório e te deixam sozinho com ele. Estas fazem a conta e dizem o que fazer com o resultado - qual preço cobrar, o que repor, quem cobrar, o que está dando prejuízo. E você pergunta falando, sem digitar nada.
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
O boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava lá. A ferramenta mostra o que vence, cobra quem atrasou sozinha e avisa qual dia vai faltar.
Depois de imposto, cartão, comissão e a fatia do aluguel, sobram 2%. 89% dos empresários não se sentem seguros ao formar preço - e o sistema que a maioria usa nem converte saco de 25 quilos em pão. Aqui o preço aparece pronto enquanto você cadastra.
Acontece quando o custo do que você vende sobe mais rápido que o preço que você cobra - e é invisível para quem só olha o total do dia. A ferramenta monta o resultado sozinha e mostra a linha que mudou.
Falta o que vende e sobra o que não vende, ao mesmo tempo. E nenhum sistema comum funciona no balcão, porque exige lançar cada venda. Aqui você conta a prateleira uma vez por semana e o resto a ferramenta calcula.
O orçamento foi enviado na terça, ninguém voltou nele, e trinta dias depois ele comprou de outro. Quem responde primeiro costuma levar a venda, e não quem cobra mais barato.
É a ligação mais frequente e a mais cara: alguém para o que está fazendo, vai até a bancada e volta para responder. A ferramenta mostra tudo por fase, manda o link de acompanhamento e abre a OS por voz - com a mão suja de graxa.
O aluguel não sabe que dia é. A ferramenta mostra a ocupação da semana inteira, confirma na véspera para derrubar a falta pela metade, e diz quanto cada hora trabalhada realmente rende.
A data do reajuste passou e ninguém lembrou. O custo do seu negócio subiu; o que ele paga, não. A ferramenta gera a cobrança sozinha, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e quanto isso custou.
A lista de espera existe para você ser avisado primeiro quando a agenda do diagnóstico abrir. Entrar nela não compromete você com nada.