Você conta a prateleira uma vez por semana e o sistema calcula o consumo sozinho. Ele mostra o que vai faltar, o que está parado e quanto dinheiro está dormindo ali.
Em construção · Lista de espera aberta, sem custo e sem compromisso
R$ 36,5 bilhões. A Pesquisa Abrappe de Perdas no Varejo Brasileiro, feita pela Abrappe com a KPMG, apontou índice médio de perdas de 1,51% do faturamento em 2024, e mostrou que cerca de 70% delas vêm de quebra operacional, furto e erro de inventário.
Erro de inventário aparece na mesma lista que furto, e não é coincidência: quando o saldo do sistema não bate com a prateleira, ninguém consegue distinguir o que sumiu do que nunca foi lançado direito. Controle de estoque é o registro do que entra, do que sai e do que sobra, com o custo de cada item. Ele responde três coisas: o que tem, o que vai faltar e quanto dinheiro está parado na prateleira.
Porque a compra é feita pela memória, e a memória guarda o que aconteceu ontem, não o que vendeu no mês. Falta o item que gira e sobra o item que ninguém pediu, as duas coisas ao mesmo tempo, sem ninguém perceber que são o mesmo problema.
A falta é visível: o cliente pergunta, você não tem, ele compra na frente. A sobra é invisível, e é a mais cara das duas.
Em negócio pequeno, cerca de 30% do estoque costuma ser item parado, e cada real ali é um real que poderia ter pago o fornecedor ou comprado o que realmente sai. Ninguém abre o caixa e vê "R$ 9.700 dormindo na prateleira", então esse dinheiro nunca entra na conversa sobre falta de capital de giro, mesmo sendo exatamente ele.
Porque ela não é uma venda que deu errado, é uma compra que deu errado, e compra ninguém revisa. Três mil e duzentos reais perdidos por vencimento em três meses, com quase 70% disso concentrado num único produto, justamente aquele que o dono compra mais do que vende.
O padrão se repete em padaria, mercadinho, farmácia, distribuidora e loja de conveniência: um item entra na compra por hábito, porque sempre entrou, e a quantidade nunca é revista. A perda sai fora do balcão, na lixeira ou na promoção de última hora, longe de qualquer registro.
Quando a validade e o lote são acompanhados desde a entrada, o aviso chega enquanto ainda dá pra fazer alguma coisa: puxar o item pra frente, mandar pro combo, avisar o vendedor. Perda avisada com quinze dias vira desconto pequeno; perda descoberta no vencimento vira prejuízo inteiro.
Porque todo sistema exige que cada venda seja registrada. Num comércio de balcão isso são quatrocentos lançamentos por dia, e ninguém faz. Em uma semana o saldo do sistema não bate mais com a prateleira, o dono para de confiar e o estoque vira enfeite dentro do sistema.
A partir daí acontece a pior parte: o cadastro continua lá, com números errados, e qualquer relatório tirado dele mente com confiança. A ferramenta da Sturm Agency inverte a exigência.
Em vez de pedir cada saída, ela pede uma contagem por semana: você olha a prateleira, informa quanto tem, e o consumo do período é calculado sozinho pela diferença entre a entrada e a contagem. E a contagem começa pelos vinte produtos que mais importam, o que leva cerca de cinco minutos.
Com a planilha modelo, colando o que você já tem. O motivo real de muita gente não trocar de sistema não é preço nem função: é a ideia de digitar quatrocentos produtos de novo, com código, custo e preço.
O caminho aqui tem quatro passos e nenhum deles é digitar tudo outra vez: você baixa a planilha modelo, cola o que exportou do sistema antigo, confere os erros marcados linha a linha e confirma. Item sem custo, código repetido e unidade estranha aparecem destacados antes de entrar, porque migração ruim contamina o cadastro pra sempre.
E existe o outro lado, que quase ninguém mostra: quando você quiser sair, a exportação usa o mesmo formato da entrada. Dado que entra fácil e não sai é armadilha, não é recurso.
A tela abre com os vinte itens que mais importam, na ordem da prateleira. Você informa a quantidade e o resto acontece sozinho.
Quem vende poucos itens de valor alto pode registrar cada saída normalmente. A contagem existe pra quem tem giro alto e não consegue parar o balcão.
Fotografando a nota do fornecedor. Os itens entram no estoque, o custo de cada um atualiza e a nota fica anexada àquela compra, tudo de uma vez.
O custo que vem da nota é o detalhe que muda o resto da ferramenta. Quando o custo é digitado à mão, ele envelhece: o fornecedor reajusta, ninguém atualiza, e o preço de venda continua calculado em cima de um valor de três meses atrás.
Vindo da nota, o custo novo entra junto com a mercadoria e o sistema já avisa quais itens ficaram com o preço abaixo do piso. É a mesma regra que vale na plataforma inteira: nenhum dado é digitado duas vezes, então a compra que você já registrou não precisa ser lançada de novo em lugar nenhum.
Poucos, quase sempre. A curva ABC organiza o seu cadastro do que mais pesa para o que menos pesa, e aqui ela é feita duas vezes: uma por faturamento e outra por lucro.
As duas listas quase nunca são iguais, e é aí que mora a decisão. O produto que mais vende costuma ser o de menor margem, e o que mais dá lucro costuma estar escondido no meio da lista.
Ver os dois lados junto muda a compra, a exposição na loja e o que a equipe oferece primeiro. Também explica por que faturar mais nem sempre sobra mais: se o crescimento veio todo da lista A por faturamento, ele pode ter vindo com margem menor.
A lista de compra se monta sozinha, considerando o prazo de entrega de cada fornecedor. Não é uma lista do que acabou: é a do que vai acabar antes da próxima entrega chegar.
A diferença entre as duas é o que causa a falta. Um item com estoque para oito dias parece confortável até você lembrar que aquele fornecedor entrega em doze.
A ferramenta faz essa conta pra cada item e monta o pedido por fornecedor, na quantidade que cobre o período. Junto vem a cotação de três fornecedores lado a lado, com o custo de cada um pelo mesmo item, pra comparar sem abrir três conversas de WhatsApp. Comprar melhor é o ganho mais rápido de qualquer negócio pequeno, porque cada real economizado na compra é um real inteiro no resultado, e não uma fração de venda.
Ela diz o que fazer com o saldo, não só qual é o saldo. Todo sistema mostra quantas unidades existem. A leitura útil é o que comprar hoje, o que está travando dinheiro e o que vai vencer.
A frase sobre o item parado é a que mais muda comportamento, porque transforma uma prateleira cheia em um valor em reais. Dono nenhum sente urgência olhando caixas empilhadas; todo dono sente urgência vendo que quase um terço do capital de giro está imobilizado ali. A partir daí a decisão fica óbvia: queimar o item parado, montar combo com o que gira ou simplesmente parar de comprar aquilo na próxima nota.
Começar leva uma tarde, e ninguém precisa parar a loja.
Todo negócio que compra pra revender ou pra produzir. O jeito de contar muda conforme o ramo, e a ferramenta se adapta a isso no cadastro.
Em cinco momentos, e todos custam dinheiro antes de virar decisão. Vale reconhecer o seu.
Os cinco momentos são sintomas do mesmo problema: o estoque real e o estoque que o dono acredita ter são coisas diferentes. Quanto maior essa distância, mais cara fica cada compra, porque ela passa a ser feita no escuro. Fechar essa distância não exige contar tudo todo dia; exige contar pouco, com frequência, começando pelos itens que realmente pesam.
A diferença está em quanto trabalho o sistema exige por dia e em quanto ele devolve em decisão. A tabela abaixo compara os três caminhos que um negócio pequeno tem hoje.
| O que muda | Caderno e planilha | Sistema de estoque comum | Controle de estoque da Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| O que ele exige de você | Anotar quando dá tempo | Registrar cada venda, todo dia | Uma contagem por semana, pelos itens que pesam |
| Como a mercadoria entra | Digitada item por item | Digitada ou importada por XML | Pela foto da nota, com o custo atualizado junto |
| Validade e lote | Na memória de quem arruma a prateleira | Existe, se alguém preencher | Acompanhados desde a entrada, com aviso antes |
| O que fazer com o saldo | Você decide no olho | Um relatório de saldo | Lista de compra pronta, com o prazo do fornecedor dentro |
| Depois de um mês sem cuidar | Vira arquivo morto | O saldo não bate e ninguém confia mais | A contagem seguinte reconcilia tudo sozinha |
Cada uma delas é justa, e nenhuma tem resposta de vendedor aqui. Toque pra abrir.
Três perguntas se repetem, e elas merecem resposta direta.
Ninguém diz "preciso otimizar meu giro de inventário". As frases reais são outras, e são todas o mesmo problema com nomes diferentes.
"Acabou e eu nem vi" é falta de estoque mínimo com prazo de fornecedor dentro. "Tá encalhado" é capital de giro imobilizado com outro nome.
"O sistema não bate com a prateleira" é o momento exato em que o controle morreu, e quase sempre acontece por exigir lançamento demais. A ferramenta trabalha nessa língua: fala em item, prateleira, prazo e dinheiro parado, não em índice de acuracidade.
Quatro coisas ficam de fora de propósito, e é melhor você saber agora do que no segundo mês.
Quem precisa de frente de caixa integrada e emissão fiscal hoje deve procurar um ERP completo, e isso está dito aqui em vez de ser descoberto depois da compra. O que fica é a parte que quase todo sistema entrega mal: um controle que sobrevive à rotina real de um negócio pequeno, porque pede pouco por semana e devolve decisão de compra em vez de relatório.
Quem entrar na lista de espera recebe acesso antes de todo mundo e ajuda a decidir o que entra primeiro. A ordem em que as ferramentas ficam prontas está sendo definida por quem se inscreve.
Sem custo e sem compromisso. A gente avisa quando abrir.
O controle de estoque da Sturm Agency está sendo construído agora. Entre na lista e ajude a decidir o que entra primeiro.