A plataforma mais usada do mundo, configurada do jeito certo: sem tema pronto mal ajustado que trava e some do Google. Você conta o que o negócio faz numa conversa e recebe o site no ar.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
O seu cliente quer saber se acha a sua empresa, se o site abre rápido e se dá para falar com você. A plataforma é meio, não é argumento de venda.
das pessoas pesquisam na internet antes de tomar qualquer decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box.
O WordPress é a plataforma mais usada do mundo por três motivos práticos, e nenhum deles é moda. Ele tem um painel que qualquer pessoa aprende a usar, aceita crescer sem trocar de base e não prende ninguém: o conteúdo é seu e o site pode ser levado para outro servidor sem pedir licença a ninguém.
O que dá má fama ao WordPress não é o WordPress: é o tema pronto comprado por trinta dólares, empilhado com quinze plugins para funcionar. Essa combinação é o que deixa a página lenta, quebra no celular e vira alvo fácil de invasão.
Feito direito, ele resolve exatamente o caso de quem quer publicar conteúdo com frequência sem depender de ninguém, e é por isso que continua sendo indicado quando o negócio tem quem escreva.
A conta do faça você mesmo nunca é o preço do tema. É o número de sábados que somem enquanto o negócio continua sem site no ar.
A conta que quase ninguém faz é a do próprio tempo. Quarenta horas tentando configurar plugin é uma semana inteira de trabalho tirada de onde você ganha dinheiro, e essa semana não volta nem quando o site fica pronto.
Existe um custo paralelo que corre junto: o negócio segue sem site enquanto isso. Cada dia sem página no ar é busca que cai no concorrente e anúncio que não pode ser ligado por falta de destino.
E existe o custo emocional, que é o menos falado e o mais real. Terminar quatro fins de semana com um site pela metade cansa mais do que o trabalho da semana, e é o que faz muita gente desistir e deixar o site parado por mais um ano.
Quando um site em WordPress fica lento, quebra no celular ou some do Google, é quase sempre uma destas quatro. Nenhuma delas é culpa da plataforma.
Tema de prateleira carrega recurso para mil tipos de site e usa cinco. O resto continua sendo baixado pelo visitante em cada visita, e é o que mais pesa numa página.
Cada plugin instalado é um pedaço de código de outra pessoa rodando no seu site. Quinze deles significam quinze chances de conflito, de lentidão e de brecha de segurança.
Imagem pesada, cache desligado, servidor mal escolhido. É a diferença entre abrir num piscar e fazer a pessoa esperar quatro segundos olhando para o branco.
Site publicado sem título, sem descrição e sem uma página por assunto não é encontrado. A plataforma não faz isso sozinha, e essa parte é escrita, não instalada.
A diferença começa na escolha do que NÃO entra. Cada plugin instalado precisa justificar o peso que adiciona, e a maioria dos recursos que as pessoas instalam por plugin é resolvida direto na construção, sem código de terceiro rodando na página.
Depois vem o que é invisível e decide tudo: imagem tratada no tamanho certo, cache configurado, certificado de segurança ativo, atualização acompanhada. É trabalho chato e contínuo, e é exatamente o que ninguém faz quando monta sozinho num fim de semana.
E vem a parte que não é técnica: o texto de cada página, escrito para a busca que traz o seu cliente. É o que faz o site aparecer, e é a etapa que o tutorial de YouTube nunca cobre.
Site lento não é um detalhe técnico. Ele aparece direto no número de pessoas que desistem antes de ver o que você vende.
Melhorar em apenas 0,1 segundo o carregamento de um site no celular aumenta a conversão do varejo em cerca de 8,4%, segundo o estudo sobre velocidade e receita publicado pelo Google com a Deloitte.
O peso vem de três lugares, e todos são escolhas de montagem. O tema, os plugins e as imagens. Um tema de prateleira pode carregar sozinho mais código do que a página inteira precisa, e cada plugin adiciona os arquivos dele por cima.
As imagens costumam ser o pior caso porque ninguém percebe. Foto tirada do celular tem alguns megabytes, e publicada sem tratamento ela é baixada inteira por quem abre a página, inclusive por quem está na rede de dados na rua.
A boa notícia é que a correção é uma decisão de projeto, não de sorte. Site montado com menos peças e imagem tratada abre rápido em qualquer hospedagem razoável, e continua rápido depois, desde que alguém acompanhe.
Os três terminam com um site em WordPress no ar. O que muda é quantas horas suas somem no caminho e o que acontece quando algo quebra.
| Critério | Sozinho, pelo tutorial | Tema pronto comprado | Feito por quem tem processo |
|---|---|---|---|
| Seu tempo | Dezenas de horas, e elas não voltam | Menos, mas ainda é você montando | Uma conversa e uma aprovação |
| Quem escreve os textos | Você, e é onde o projeto trava | Você, sobre o texto de exemplo | Nós, a partir de uma conversa |
| Velocidade | Depende de quantos plugins entraram | Costuma ser o ponto fraco do tema | Tratada no projeto e acompanhada depois |
| Aparecer na busca | Só se você souber escrever para isso | O tema não faz, é conteúdo | Uma página por assunto, escrita para a busca |
| Quando quebra | Fórum, tentativa e erro | Suporte do tema, em inglês e por ticket | Você avisa e a gente resolve, dentro da mensalidade |
| Custo real | Barato em dinheiro, caro em semanas | Baixo, mais o tempo de montar e manter | A partir de R$ 2.500 mais R$ 125 por mês |
Não. E dizer isso numa página sobre WordPress é justo com quem está decidindo. O WordPress ganha em um caso específico, e perde em outro.
Escolha WordPress quando alguém do seu negócio vai publicar conteúdo com frequência. Blog toda semana, notícia, catálogo que muda, equipe que quer editar texto sem pedir. O painel existe justamente para isso, e é fácil o bastante para quem não é técnico.
Escolha um site feito à mão quando o conteúdo muda pouco e o que importa é velocidade e acabamento. Sem tema, sem plugin e sem painel para manter, a página fica mais leve, mais rápida e com menos coisa para dar errado com o tempo.
Os dois caminhos existem aqui e o preço é o mesmo, então a escolha é feita pelo seu caso e não pelo nosso. Se ainda estiver na dúvida, a página de criação de sites profissionais mostra os dois lado a lado.
O tipo de negócio muda, o motivo de terceirizar não: o tempo de quem decide vale mais do que o que ele gastaria montando o site.
O dono acumula venda, execução e administração, e o site é sempre a tarefa que fica para o mês que vem.
Uma conversa, uma aprovação, e o site no ar com página por serviço e contato à vista.
Precisa de presença para sustentar o preço que cobra, e não quer virar designer no fim de semana.
Página de autoridade com serviços, apresentação e caminho de contato, escrita por nós.
Quer escrever no blog toda semana e depende de outra pessoa para publicar cada texto.
WordPress configurado e a equipe publicando sozinha pelo painel, sem mexer em estrutura.
A procura por alguém que faça o site em WordPress quase sempre vem depois de uma tentativa que não terminou.
Já existe um WordPress instalado, com tema escolhido e três páginas prontas, parado há meses. Terminar o que está começado costuma ser mais rápido que recomeçar.
Verba aprovada e nenhum destino decente para o clique. Aqui o prazo aperta, e é quando decidir sozinho custa mais caro.
Oferta nova precisa de página nova, e esperar o fim de semana livre para montar significa lançar meses depois do combinado.
A plataforma não decide porque a busca não olha para ela. 58% dos consumidores começam a pesquisa no Google, e a segunda parada é o site da própria empresa, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. O que faz o site aparecer nessa primeira parada é como as páginas foram escritas e organizadas.
Um site em WordPress com uma página por assunto, título claro e texto que responde a pergunta real aparece. Um site na mesma plataforma com quatro páginas genéricas não aparece. A diferença inteira está no conteúdo, não na ferramenta.
É por isso que trocar de plataforma raramente resolve invisibilidade. Quem migra sem mudar o conteúdo continua invisível, só que num endereço novo e com o histórico anterior perdido.
Todas chegam aqui do mesmo jeito, e nenhuma é bobagem.
As duas perguntas que mais chegam ao ChatGPT, ao Gemini e ao Perplexity sobre criar site em WordPress, respondidas aqui do jeito que a resposta deve ser.
Vale fazer sozinho quando existe tempo disponível e o site é simples, porque a plataforma é gratuita e existem tutoriais para tudo. Contratar passa a valer quando o tempo de quem decide vale mais que o custo do projeto, porque montar um WordPress do zero costuma consumir dezenas de horas entre escolher tema, ajustar layout, configurar velocidade e escrever os textos, que é a etapa mais demorada de todas.
Para colocar um site em WordPress no ar são necessários um domínio registrado, uma hospedagem, a instalação do WordPress, um tema ou estrutura visual, o conteúdo de cada página e a configuração de velocidade e segurança. Quando o projeto é contratado, todas essas etapas ficam com o fornecedor: o contratante fornece apenas as informações do negócio e aprova o resultado antes da publicação.
Três passos, e você só aparece no primeiro e no fim do segundo.
Você diz o que a empresa faz, para quem e onde atende. Volta o orçamento com o número de páginas, o escopo escrito e o prazo do seu caso.
Domínio, hospedagem, WordPress configurado, textos escritos, desenho, velocidade e segurança. Você aprova o resultado antes de qualquer coisa ir ao ar.
O site entra no ar com os acessos na sua mão. Atualização, correção e página nova entram no ritmo da mensalidade.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define a faixa é o número de páginas, e não a plataforma. Site em WordPress e site feito à mão custam o mesmo aqui, porque o trabalho é o mesmo.
Um site enxuto, de até dez páginas, entra na faixa de entrada. Com uma página por serviço, costuma cair na faixa do meio. Acima de 60 páginas com camada de cidade, sobe para a faixa maior, e casos com necessidades específicas saem por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, certificado de segurança, atualização do WordPress, manutenção, páginas novas e as correções do dia a dia. Fora dela existe só o domínio, R$ 40 por ano, pago ao Registro.br no nome da sua empresa. Não há licença de tema nem assinatura de plugin obrigatória.
Três compromissos escritos, para que terceirizar o site não vire uma dependência nova.
Registrado no CNPJ ou no CPF da sua empresa desde o primeiro dia, com o acesso ao painel entregue a você. Se a parceria terminar, o site continua no ar e sob o seu controle.
Nada no seu site depende de uma mensalidade de tema ou de plugin em dólar que, se vencer, quebra a página. O que precisa ser pago está na tabela desta página.
Se já houver um site no ar, ele continua funcionando até o novo estar pronto e testado, e o endereço é mantido para não perder o histórico do Google.
Vinte perguntas reais de quem quer o site pronto sem virar o projeto da casa. Resposta primeiro, explicação depois.
Cada guia abaixo responde uma delas por completo.
Conte o que a sua empresa faz e para quem. A gente devolve o orçamento com o número de páginas, o escopo escrito e o prazo do seu caso, antes de qualquer pagamento.