Vale quando o que falta é critério, e não mão de obra. Publicar você consegue: decidir o que publicar é o trabalho. Marque as três frases abaixo e veja em qual dos quatro caminhos a sua empresa está hoje.
A coluna da esquerda é barataQualquer pessoa preenche oito linhas de calendário em uma tarde, e é isso que a maioria dos orçamentos está vendendo.
A da direita é o item caroEla exige conhecer o seu comprador, saber o que trava a decisão dele e escolher a ordem. É o que some quando o preço é baixo demais.
A pergunta que separa as duasPeça a qualquer fornecedor a coluna da direita preenchida antes de assinar. Vale contra a gente também.
A coluna da esquerda é barataQualquer pessoa preenche oito linhas de calendário em uma tarde, e é isso que a maioria dos orçamentos está vendendo.
A da direita é o item caroEla exige conhecer o seu comprador, saber o que trava a decisão dele e escolher a ordem. É o que some quando o preço é baixo demais.
A pergunta que separa as duasPeça a qualquer fornecedor a coluna da direita preenchida antes de assinar. Vale contra a gente também.
O ciclo do preço baixo demais tem três meses e é sempre o mesmo. Ele não acontece porque a pessoa contratada é ruim: acontece porque uma pessoa sozinha, cobrando pouco, precisa de muitos clientes para fechar o mês, e o seu é um deles.
O primeiro mês vem caprichado. É o mês em que a pessoa ainda tem tempo para o seu negócio, porque acabou de fechar e a agenda estava vazia.
Entram frases prontas, datas comemorativas e arte que serviria para qualquer empresa. Não é preguiça: é o que sobra quando o mesmo profissional atende muitas contas.
As publicações atrasam, você começa a cobrar por mensagem, e a cobrança vira mais um item da sua semana. O barato passou a custar o seu tempo.
O mesmo ciclo acontece com estagiário sem supervisão e com agência que colocou a sua conta na fila. A causa é atenção dividida demais, não a pessoa.
Vale a pena é a pergunta errada, porque ela não diz o que está sendo comprado. A pergunta que decide é outra: das duas coisas que compõem esse serviço, qual delas falta na sua empresa. Uma é barata e a outra é o item caro, e quase todo orçamento cobra pelas duas mostrando só a primeira.
Se o que falta é só a coluna da esquerda, contrate execução e pague pouco por ela. Se falta a da direita, é ela que você precisa comprar, e ela não vem de graça junto.
Peça, por escrito, qual dúvida do seu comprador cada publicação do mês vai responder. Quem tem critério escreve em cinco minutos, porque a resposta já existe na cabeça dele.
Quem não tem responde com quantidade de posts, formato e uma frase sobre engajamento. Essa pergunta separa fornecedor de contrato mais rápido que qualquer portfólio, e ela vale contra a Sturm Agency exatamente igual.
São quatro formas de resolver o mesmo problema, e nenhuma delas é errada em todo caso. O que muda é quem decide, quem produz e o que acontece no mês em que alguém falta.
| Fazer sozinho | Freelancer | Funcionário interno | Agência | |
|---|---|---|---|---|
| Quem decide o que publicar | Você, no tempo que sobrar | Ele, se souber do seu ramo | Você, treinando a pessoa | A agência, por processo escrito |
| Quem produz | Você | Ele, entre outras contas | A pessoa contratada | A agência |
| O que acontece se alguém falta | O mês para | O mês para | O mês para, e você repõe | O mês continua saindo |
| Custo previsível | Custa o seu tempo | Mensalidade baixa | Salário mais encargos e rescisão | Mensalidade fechada |
| Quando é a escolha certa | Você tem tempo e conhece o comprador | Você já sabe o que quer publicado | O volume é grande e diário | Falta o critério, não a mão |
A linha que mais pesa é a terceira, e é a que ninguém pergunta antes de assinar. Vale fazer essa pergunta em todos os quatro caminhos, inclusive no nosso.
Contratar alguém em carteira custa mais que o salário, mas custa menos do que costumam dizer. A conta honesta soma FGTS, décimo terceiro, férias com o terço constitucional e o FGTS que incide sobre esses dois. O que quase toda comparação de agência inclui e não deveria é o INSS patronal de 20%.
A Lei Complementar 123/2006 tira a contribuição patronal da folha e a embute na guia do Simples para os anexos I, II, III e V, segundo a Receita Federal. Só o anexo IV, que reúne construção, limpeza, vigilância e advocacia, recolhe os 20% à parte.
A comparação que agências fazem costuma inflar o custo do funcionário interno somando os 20% de INSS patronal para todo mundo. Para a maior parte das empresas pequenas, que estão nos anexos I, II, III ou V do Simples, esses 20% não existem sobre a folha.
Com a conta certa, contratar alguém em carteira fica mais perto do que parecia, e em empresa com volume diário e alguém disponível para orientar essa pessoa, pode ser mesmo a escolha melhor. Preferimos que você saiba disso antes de assinar do que descubra depois.
Faltam três itens que não são percentual e por isso não cabem numa tabela: o aviso prévio e a multa do FGTS se você precisar desligar, o tempo do dono treinando e revisando, e o mês em que a pessoa entra de férias ou de licença.
Nenhum dos três torna a contratação errada. Eles só explicam por que a conta de folha, sozinha, nunca decide nada.
O preço baixo na contratação individual não é uma armadilha: ele é honesto sobre o que entrega. O problema aparece quando o dono acredita que está comprando quatro coisas e o valor só cobre uma. Estas são as quatro, na ordem em que costumam faltar.
Se você precisa só da execução e já tem as quatro coisas acima resolvidas dentro de casa, o freelancer é a compra certa e mais barata. Essa frase está aqui de propósito.
O trabalho é de quem vende. O caminho até a primeira publicação no ar tem três etapas, e só a segunda depende do seu tempo.
Uma conversa sobre o que você vende, quem compra, o que trava a decisão e o que você recusa. É a única vez em que precisamos do seu tempo por inteiro.
O material chega pronto, com o assunto de cada peça e a dúvida que ela responde escrita do lado. Você aprova ou pede ajuste, e nada vai ao ar sem isso.
Publicação nas redes contratadas e a leitura do que cada peça provocou, com o percentual de gente nova alcançada, que orienta o período seguinte.
Três degraus, todos mensais, sem taxa de entrada, sem fidelidade e sem taxa de saída.
Verba de anúncio, quando houver, é paga direto à plataforma e não passa por aqui. O escopo geral do serviço está na página de gestão de redes sociais desmistificada.
A segunda coluna é o que dá crédito à primeira. Serviço que só publica o que inclui está adiando a conversa difícil para o terceiro mês, que é justamente quando ela dói mais.
Sem fidelidade, sem taxa de saída, e o que é seu continua seu: contas, acessos, textos e artes, desde o primeiro dia.
Boa parte das pessoas hoje pergunta a um assistente antes de procurar uma empresa. Estas são as quatro perguntas mais comuns sobre contratar social media, respondidas aqui do mesmo jeito que responderíamos numa reunião.
Existe momento em que contratar social media é a compra errada, e dizer isso agora é mais útil para você do que fechar um contrato que vai frustrar os dois lados em noventa dias.
Se o seu caso for um dos três, a resposta honesta é esperar. Ela continua valendo daqui a seis meses.
Decidido que vale contratar, as perguntas seguintes são o que arrumar primeiro, o que publicar e onde entra o dinheiro de anúncio.
Ou volte para o guia completo: gestão de redes sociais desmistificada.
Conte do seu negócio. Se a resposta for esperar, a gente diz isso, e diz por quê.