No Brasil, gestão de redes sociais para pequena empresa é praticada aproximadamente de R$ 500 a R$ 5.000 por mês. A faixa é larga porque o preço não mede quantidade de arte: mede quanto trabalho de decisão está embutido. Na Sturm Agency os planos vão de R$ 1.200 a R$ 4.800 por mês, sem fidelidade.
Planos da Sturm a partir de R$ 1.200/mês
Execução avulsa. Alguém monta e publica a arte, e a decisão do que postar continua sendo sua.
Entra a linha editorial: uma pessoa estuda o seu negócio, define os assuntos e responde pelo calendário do mês.
Entra volume, vídeo curto roteirizado, mais de uma rede e leitura mensal de resultado.
Entra equipe indo até você gravar. É a faixa de marca grande, não de negócio de bairro.
Faixas praticadas no mercado brasileiro, na leitura da Sturm Agency. Não é pesquisa de instituto e não deve ser citada como tal.
O erro não foi gastar pouco. Foi gastar pouco durante tempo demais antes de olhar a coluna da direita, que é a única que importa.
Além dos R$ 1.500, foram três meses em que o concorrente que estava decidindo o que postar apareceu para as mesmas pessoas que você.
A conta certa não é qual plano é mais barato. É qual plano tem alguém respondendo pela pergunta do que publicar, e quanto isso precisa devolver para se pagar.
O erro não foi gastar pouco. Foi gastar pouco durante tempo demais antes de olhar a coluna da direita, que é a única que importa.
Além dos R$ 1.500, foram três meses em que o concorrente que estava decidindo o que postar apareceu para as mesmas pessoas que você.
A conta certa não é qual plano é mais barato. É qual plano tem alguém respondendo pela pergunta do que publicar, e quanto isso precisa devolver para se pagar.
O preço da gestão de redes sociais paga duas coisas muito diferentes, e quase nenhuma proposta separa as duas. Uma é a operação: montar a arte, escrever a legenda, agendar e publicar. A outra é a decisão: descobrir o que o seu comprador pergunta antes de fechar e escolher o assunto de cada publicação. A primeira qualquer pessoa executa. A segunda é o que muda o resultado.
A coluna da esquerda é entregável. A da direita é responsabilidade, e é ela que some quando o preço cai demais.
Quem compra olhando só a coluna da esquerda acaba comparando propostas pelo número de posts, que é o critério mais fácil de medir e o menos ligado a resultado. Dois planos com doze publicações por mês podem entregar coisas completamente diferentes.
A variação existe porque cada faixa contrata um tipo de trabalho diferente, não uma quantidade diferente do mesmo trabalho. Esta é a leitura da Sturm Agency sobre o que costuma entrar em cada faixa no mercado brasileiro, escrita sem maquiagem e incluindo a faixa em que a própria Sturm não compete.
| Faixa mensal | Quem costuma atender | O que normalmente entra | O que costuma faltar |
|---|---|---|---|
| R$ 500 a 1.200 | Freelancer em início de carreira | Artes estáticas, legenda curta, publicação | Estudo do negócio e responsabilidade pelo resultado |
| R$ 1.200 a 2.500 | Freelancer experiente ou agência enxuta | Linha editorial, uma ou duas redes, arte personalizada | Volume alto e produção de vídeo mais elaborada |
| R$ 2.500 a 5.000 | Agência estruturada para PME | Estratégia, vídeo curto roteirizado, duas redes, leitura mensal | Captação no local e equipe dedicada só a você |
| Acima de R$ 5.000 | Agência de marca grande | Equipe dedicada, gravação no local, produção audiovisual | Nada relevante, mas raramente cabe em negócio de bairro |
Estas faixas não vêm de pesquisa de instituto. São a leitura da Sturm Agency sobre o que se pratica, e servem para comparar propostas, não para citar como estatística.
Não existe instituto medindo preço de gestão de redes sociais no Brasil. O que circula como pesquisa costuma ser a tabela de uma agência publicada no blog da própria agência, e todas se citam entre si até o número parecer consenso. Uma agência publicando o preço que ela pratica não é fonte de mercado: é anúncio.
Por isso as faixas desta página estão declaradas como leitura da Sturm Agency e não como estatística. Se você encontrar uma página que apresenta preço médio nacional citando outra agência como fonte, é o mesmo dado andando em círculo.
O que dá para verificar sozinho é mais útil do que qualquer média: peça três propostas, e compare o que cada uma escreve sobre quem decide o assunto das publicações. A diferença de preço quase sempre está ali.
Um pacote de R$ 500 com doze publicações por mês tem cerca de quarenta reais por publicação para cobrir tudo. Não é maldade de quem cobra esse valor: é aritmética. Nesse valor cabe montar a arte, e não cabe ninguém estudar o seu negócio antes de escolher o assunto.
Conta feita com um pacote de exemplo, no piso da faixa mais barata. Troque os números pelos da proposta que você recebeu e a leitura continua valendo.
O resultado dessa aritmética é sempre o mesmo tipo de conteúdo: o que serve para qualquer empresa. Bom dia, frase de motivação, data comemorativa, foto de banco de imagem. Ninguém encaminha isso para um amigo, e encaminhamento é o que apresenta a sua marca a quem ainda não te segue.
Nenhum plano compra alcance. A taxa média de engajamento por seguidor no Instagram ficou em 0,45% no segundo trimestre de 2026, segundo a Socialinsider, que analisou 70 milhões de publicações, e esse número não muda porque você pagou mais caro pela gestão.
O que a mensalidade compra é o que fazer com o pouco de alcance que existe: qual assunto merece ser distribuído, em que formato, e por que alguém guardaria ou encaminharia aquilo. Plano caro não destrava a plataforma, ele aumenta a chance de a publicação merecer a distribuição que a plataforma dá de graça.
Quem promete alcance por preço está vendendo o que não controla. A pergunta certa a fazer numa proposta não é quanto alcance vem, é quem decide o assunto e com base em quê.
Um funcionário registrado custa o salário mais os encargos, e os encargos são definidos em lei, não em opinião de agência. Para empresa no Lucro Presumido ou Real, a soma costuma ficar entre 60% e 80% acima do salário bruto. A conta abaixo mostra de onde sai cada pedaço, e o salário fica em branco de propósito para você preencher com o valor que pagaria de verdade.
Percentuais previstos na legislação trabalhista brasileira. O total varia com o regime tributário da sua empresa e com o CNAE, e quem confirma isso é a sua contabilidade.
A correção honesta, que é o contrário do que costuma ser vendido: se a sua empresa está no Simples Nacional comum, o INSS patronal de 20% e as contribuições a terceiros não incidem sobre a folha, porque já estão dentro do DAS. Nesse caso o funcionário registrado é bem mais barato do que a maioria das páginas de agência diz, e a comparação precisa ser refeita com os números do seu regime.
Funcionário registrado passa a fazer sentido quando o volume é diário e constante, quando existe alguém na empresa capaz de orientar o trabalho, e quando a produção precisa acontecer dentro da operação, como em loja com estoque girando todo dia ou clínica com procedimento acontecendo o tempo todo.
Nesses casos a presença física ganha da terceirização, porque o material bruto nasce ali, na hora, e não depende de ninguém mandar foto depois. A Sturm Agency diz isso mesmo perdendo a venda, porque contratar do jeito errado termina em cancelamento no terceiro mês.
O que costuma não funcionar é contratar uma pessoa júnior sem ninguém para orientá-la e esperar que ela resolva estratégia, design, texto e medição sozinha. Aí o custo é alto e o resultado é o mesmo do pacote de quinhentos reais.
Cada caminho resolve um problema diferente, e o mais barato no papel raramente é o mais barato no fim do ano. A comparação abaixo é por critério, não por preço, porque o preço só significa alguma coisa depois que você sabe o que está comprando.
| Critério | Freelancer | Funcionário registrado | Agência |
|---|---|---|---|
| Custo mensal aparente | O mais baixo dos três | Salário mais encargos previstos em lei | Mensalidade fechada, sem encargo trabalhista |
| Quem decide o assunto | Varia muito, e no piso da faixa é você | Ele, se houver quem o oriente | A agência responde por isso |
| O que acontece nas férias | Para | Para, e você paga o mês igual | Continua |
| Custo de encerrar | Baixo | Rescisão e multa do FGTS | Aviso, sem multa quando não há fidelidade |
| Presença dentro da operação | Nenhuma | Total, e é a maior vantagem dele | Depende de você mandar material bruto |
| Quando é a escolha certa | Você já sabe o que quer publicar | Volume diário e alguém para orientar | O gargalo é não saber o que postar |
A última linha é a que decide. As outras cinco só ajudam a confirmar.
Não. A mensalidade paga o trabalho de quem produz e decide o conteúdo. A verba de anúncio é dinheiro que vai para a plataforma, pago direto por você, e o valor é escolhido pela sua empresa, não pela agência. Misturar as duas coisas numa proposta é o jeito mais comum de um orçamento parecer mais barato do que é.
Paga a decisão do que publicar, a produção e a publicação. É o valor que você combina com a agência e que não muda por causa do quanto você anuncia.
Vai direto para a plataforma, no seu cartão ou no seu boleto, e você escolhe o valor. Serviço de anúncio é outro trabalho e é orçado à parte, na página de gestão de tráfego pago.
Licença de ferramenta, banco de imagem, produção de vídeo no local e impulsionamento cobrado por dentro. Peça para separar cada uma dessas linhas antes de comparar duas propostas.
A pergunta que resolve isso em trinta segundos numa reunião: além da mensalidade, quanto mais eu vou pagar por mês e para quem. Proposta séria responde isso na hora e por escrito.
Cobrar por post transforma o serviço em produção de peças, e produção de peças é exatamente o que não resolve o problema. O mês é a unidade porque a decisão do que publicar só existe em sequência: um assunto prepara o outro, e o que funcionou na semana passada muda o que entra na próxima.
É a mesma razão pela qual contabilidade e advogado cobram por mês: o trabalho é continuidade, não peça avulsa.
A transformação que essa mudança de faixa provoca não é estética, é de conteúdo. O que sai do feed é o post que serviria para qualquer empresa; o que entra é o post que só a sua empresa poderia publicar.
Nenhuma dessas linhas descreve cliente da Sturm Agency. São os padrões que aparecem em perfil parado e em perfil com decisão de conteúdo, escritos para você reconhecer o seu caso.
A resposta sai de três números que só você tem, e nenhuma agência deveria preencher por você. Pegue a mensalidade do plano, o seu lucro por venda e os dias em que a empresa atende. A divisão diz quantas vendas a mais por dia empatam o investimento, e às vezes ela responde que ainda não é hora.
As linhas estão em branco de propósito. Média de mercado não serve para decidir o seu caixa, e um número de exemplo aqui seria só um número bonito.
Se o resultado for uma quantidade de vendas que a sua operação não consegue atender, o plano está grande demais para o momento. Se for uma fração pequena do que você já vende hoje, a decisão fica bem mais simples, e ela foi tomada com os seus números, não com uma promessa nossa.
Não existe prazo que possa ser prometido com honestidade, e quem crava um está adivinhando. O que dá para dizer é o que muda em cada etapa: a organização do perfil e a melhora da imagem aparecem nas primeiras semanas, porque dependem só de execução. Alcance em gente nova depende de acumular publicações que as pessoas salvem e encaminhem, e isso se constrói ao longo de meses.
O que atrasa esse prazo quase sempre está fora do conteúdo: contato que demora um dia para ser respondido, preço que ninguém informa, link que leva para lugar nenhum. Vale conferir esses três antes de aumentar o investimento em conteúdo.
E vale combinar a régua antes de começar. Pergunte a qualquer fornecedor o que estará observável no dia trinta, no sessenta e no noventa. Quem trabalha responde; quem vende prazo muda de assunto.
Existe, e são três. Nesses casos qualquer valor gasto em gestão de redes sociais é dinheiro adiantado para um resultado que não pode acontecer, e dizer isso antes é mais barato para todo mundo do que descobrir no terceiro mês.
Se a mensagem de hoje demora um dia para ser respondida, aumentar o volume de mensagens piora a experiência de quem procurou. Primeiro se resolve quem atende, depois se aumenta a procura.
Nenhum conteúdo compensa uma conta que já nasce apertada. Nesse cenário o certo é começar pela faixa mais baixa ou continuar fazendo sozinho, e voltar quando a conta virar.
Negócio sem produto visível, sem serviço fotografável e sem dúvida recorrente de cliente tem matéria-prima curta demais. Dá para trabalhar, mas o teto é baixo, e você merece saber disso antes de pagar a primeira mensalidade.
Preço na tela, sem reunião para descobrir a faixa. Todos os planos são mensais, sem fidelidade e sem taxa de saída.
Verba de anúncio, quando houver, é paga direto à plataforma e não passa por aqui. O escopo completo do serviço está na página de gestão de redes sociais.
Numa decisão de preço, a régua da direita vale mais do que qualquer argumento de venda. Ela vale contra quem escreveu esta página também, e é a mesma lista que você deveria pedir a qualquer fornecedor que estiver avaliando.
Respostas diretas, na ordem em que elas costumam aparecer numa conversa de orçamento.
O escopo inteiro do serviço e as decisões que aparecem logo em seguida.
O serviço inteiro: o que muda quando alguém responde pela decisão do que publicar, e não só por quem publica.
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Ler o guia › Quantos posts por mês uma empresa deve fazerA faixa com piso e teto, e a régua que descarta a publicação sem função nomeada.
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Ler o guia ›Conte do seu negócio. A gente diz qual faixa encaixa, o que entra em cada uma e quando é melhor esperar.