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Redes sociais para advogado

Gestão de redes sociais para
advogado, dentro da norma da OAB.

O que é escasso na advocacia não é advogado: é o momento. Ninguém acorda querendo contratar um. A pessoa passa meses sem precisar e num dia precisa, com pressa e com medo. Essa demanda não se cria, se espera. O que o conteúdo faz é colocar o seu nome na memória dela antes do dia chegar.

A partir de R$ 1.200/mês, sem fidelidade

Onze meses
Ela não precisa de você

Não pesquisa, não compara, não guarda contato. Nenhum anúncio alcança quem ainda não tem o problema.

Um dia
O problema chega

Uma notificação, uma demissão, uma separação, uma cobrança indevida. Em poucas horas ela vai escolher alguém.

Depois
A escolha já aconteceu

Se você não estava na memória nem no resultado da busca naquele dia, aquele cliente foi de outro e você nunca soube que ele existiu.

você não escolhe o dia, só se está na lista quando ele chega

O calendário do cliente, não o seu. É por isso que conteúdo em advocacia é construção de memória, e não campanha de venda.

O dia em que ela precisa

Quatro perguntas,
e só uma é sobre você.

Notificaçãorecebida hoje, prazo em curso
prazo para manifestação
Isso é grave?ela vai pesquisar
Tenho prazo? Quanto?ela vai pesquisar
Quanto custa um advogado disso?ela vai pesquisar
Quem eu chamo?ela vai lembrar
As três primeiras ela procura na hora.a quarta ela responde com quem já estava na cabeça dela antes de o problema existir
Onde o conteúdo entra

Ele responde as três primeiras perguntas meses antes, para que a quarta tenha uma resposta. Quem explicou é de quem ela lembra.

Por que a norma não atrapalha aqui

O que fica na memória é explicação, não oferta. A norma da OAB veda a oferta e libera a explicação, então ela empurra exatamente para o conteúdo que funciona.

O que isso exige de paciência

Autoridade construída assim leva mais tempo do que parece e some quando você para. É investimento de meses, e a página diz isso antes da proposta.

Onde o conteúdo entra

Ele responde as três primeiras perguntas meses antes, para que a quarta tenha uma resposta. Quem explicou é de quem ela lembra.

Por que a norma não atrapalha aqui

O que fica na memória é explicação, não oferta. A norma da OAB veda a oferta e libera a explicação, então ela empurra exatamente para o conteúdo que funciona.

O que isso exige de paciência

Autoridade construída assim leva mais tempo do que parece e some quando você para.

A escassez real

O que é escasso
na advocacia?

Não é advogado, e todo mundo no meio sabe disso. O que é escasso é a pessoa com o problema ativo agora, e o lugar na memória dela quando o problema aparece. São duas escassezes diferentes, e só a segunda depende de você.

A escassez que você não controla
Quantas pessoas têm o problema hoje na sua região
Quando cada uma delas vai passar por isso
Se ela vai procurar ajuda ou deixar passar
Se ela tem condição de contratar naquele momento
A escassez que você disputa
Estar entre os poucos nomes que ela lembra
Ter respondido a dúvida dela antes de ela ter o problema
Ser encontrável quando ela procurar pelo assunto
Passar segurança suficiente para ela escrever primeiro

A coluna da esquerda é mercado e não muda com esforço. A da direita é a única em que o conteúdo trabalha, e é a que decide de quem foi o cliente.

É por isso que anúncio sozinho rende menos em advocacia do que em outros ramos. Anúncio alcança quem está procurando agora, e quem está procurando agora já está com pressa, comparando três nomes e sem tempo para criar confiança. Quem já era lembrado entra nessa disputa em outra posição.

A outra escassez, que é nossa e vale ser dita

Existe um limite de quantos escritórios a Sturm Agency consegue atender ao mesmo tempo, porque conteúdo de profissão regulamentada exige estudo de norma, revisão a cada peça e acompanhamento de mudança de entendimento. Isso é aritmética de agenda, não tática de venda.

Não existe contador de vagas nesta página, e não vai existir. Quando não há espaço, a resposta é que não há e entra fila. Se você encontrar uma agência mostrando um número de vagas que diminui sozinho, aquilo é um script, não uma agenda.

Vale fazer a mesma pergunta a qualquer fornecedor que estiver avaliando: quantos clientes de advocacia você atende hoje, e o que acontece quando o limite é atingido. A resposta diz mais sobre o serviço do que qualquer portfólio.

Para quem o conteúdo é escrito

O conteúdo que constrói autoridade
responde quem tem medo.

O erro mais comum em perfil de advogado é escrever para colega de profissão. O texto sai correto, citando artigo e jurisprudência, e não serve para a pessoa que está com a notificação na mão às onze da noite. Ela não quer saber o número do artigo: quer saber se isso é grave e o que acontece agora.

Princípio 1Escreva a resposta, não a fundamentação

A pessoa quer o que acontece com ela. A base legal entra como sustentação, no fim, em uma linha. Invertida essa ordem, a publicação vira aula e a aula não fica na memória de quem não é da área.

Princípio 2Fale do medo, não do instituto jurídico

Não é sobre rescisão indireta, é sobre o que fazer quando o salário atrasa há três meses. Não é sobre usucapião, é sobre a casa em que a família mora há vinte anos sem escritura. A pessoa procura pelo problema, não pelo nome dele.

Princípio 3Diga o que ela pode fazer sozinha

Parece contra o próprio interesse e é o conteúdo mais salvo em advocacia. Quem recebe ajuda de graça e resolve sozinho volta quando o caso for maior, e conta para quem tem um caso maior agora.

Princípio 4Nomeie o prazo

Prazo é a informação mais urgente e mais ausente. Dizer que existe um, e que ele começa a correr da data do documento, é o tipo de conteúdo que a pessoa encaminha na hora para quem precisa.

Princípio 5Explique o que não tem solução

Dizer quando não cabe ação evita a consulta que não fecha e constrói mais credibilidade do que qualquer caso de êxito, que aliás não pode ser divulgado.

Os cinco princípios têm o mesmo efeito prático: transformam a publicação em algo que a pessoa guarda. E guardar é o gesto que importa aqui, porque entre a leitura e a contratação costumam passar semanas ou meses.

Como a pergunta chega

O que a pessoa digita,
e o que o post costuma dizer.

A coluna do meio é a linguagem de quem está com o problema. A da direita é a linguagem que aparece na maioria dos perfis jurídicos, e é a razão pela qual essas publicações não são encontradas nem lembradas por quem precisa delas.

A situaçãoComo a pessoa procuraComo o post costuma ser escrito
Salário atrasadoPosso pedir demissão e receber tudo?Rescisão indireta: hipóteses do artigo 483 da CLT
SeparaçãoSou obrigada a sair de casa?Da partilha de bens no regime de comunhão parcial
Nome negativadoPosso tirar meu nome se a dívida não é minha?Da responsabilidade civil por inscrição indevida
Benefício negadoNegaram meu auxílio, e agora?Do indeferimento administrativo e do prazo recursal
HerançaMeu pai morreu sem testamento, o que acontece?Da sucessão legítima e da ordem de vocação hereditária
Compra com defeitoA loja não quer trocar, o que eu faço?Dos vícios do produto no Código de Defesa do Consumidor

As duas colunas dizem a mesma coisa. Só uma delas é escrita com as palavras que a pessoa usa quando está com medo, e só ela vira publicação encontrada e guardada.

De onde sai a lista de dúvidas da sua área

A lista não vem de pesquisa de mercado, vem de dentro da banca. As perguntas que a recepção mais responde ao telefone, as dúvidas que aparecem na primeira consulta antes de qualquer contrato, e as mensagens que chegam pedindo orientação e não viram caso. Esses três lugares já contêm o calendário de meses.

O que a agência acrescenta é a tradução e a ordem. Traduzir significa reescrever a dúvida com as palavras de quem pergunta, e não com o nome técnico. A ordem significa começar pelas que aparecem mais cedo na jornada da pessoa, porque são as que ela lê quando ainda não tem pressa.

Vale um cuidado que nem sempre é lembrado: nem toda dúvida deve virar publicação. Assunto que a banca não atende, tema que exige análise individual antes de qualquer orientação geral e situação que possa induzir alguém a agir errado ficam de fora, e essa lista é definida com você na conversa inicial.

O que a OAB permite

Advogado pode fazer
marketing nas redes sociais?

Pode, e mais do que a maioria imagina. O Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB substituiu o antigo Provimento 94/2000, reconheceu o marketing jurídico e criou a figura do marketing de conteúdos jurídicos. Ele autoriza inclusive o impulsionamento pago, desde que o conteúdo seja informativo e não configure oferta de serviço nem captação de clientela.

Artigo 1º
O marketing jurídico é permitido

Desde que exercido de forma compatível com os preceitos éticos e respeitadas as limitações do Estatuto da Advocacia, do Regulamento Geral e do Código de Ética e Disciplina.

Artigo 3º
A publicidade deve ser informativa, discreta e sóbria

Ficam vedadas, entre outras condutas, a referência a valores de honorários como forma de captação e o uso de expressões persuasivas.

Artigo 4º
Anúncio pago é admitido

No marketing de conteúdos jurídicos pode ser usada publicidade ativa ou passiva, desde que não haja mercantilização, captação de clientela ou emprego excessivo de recursos financeiros, sendo admitida a utilização de anúncios, pagos ou não.

Do próprio
Conselho
Impulsionamento e lives estão liberados

O Conselho Federal registra que é permitido impulsionar temas nas redes em caráter informativo, sem denotar oferta de serviços e sem propósito de captação, mantendo sobriedade e discrição. Participação em lives também é aceita, com o mesmo critério.

Existe uma cartilha oficial do Comitê Regulador do Marketing Jurídico, criado pelo próprio provimento, tratando das dúvidas mais frequentes. A interpretação pode variar entre seccionais, e a palavra final sobre cada peça é do advogado inscrito.

O que continua vedado é claro e curto: promessa ou garantia de resultado, captação ostensiva, mercantilização da profissão, comparação com colegas, sensacionalismo, divulgação de resultado de caso concreto, pronunciamento sobre métodos de trabalho e uso de nome de cliente sem autorização expressa.

A leitura que ninguém faz

A norma proíbe justamente
o que não funcionaria.

Se você comparar a lista do que a OAB veda com a lista do que não funciona em conteúdo jurídico, elas são quase a mesma lista. A norma que parecia amarrar o marketing do escritório está, na prática, empurrando para o único tipo de conteúdo que constrói memória em decisão de meses.

O que a norma veda
Promessa ou garantia de resultado
Frases persuasivas e linguagem de venda
Divulgar honorários como forma de captação
Comparação com outros profissionais
Sensacionalismo e ostentação
O que já não funcionava mesmo
Ninguém acredita em garantia de causa
Linguagem de venda derruba a confiança que se está construindo
Preço no post atrai comparação, não confiança
Falar do concorrente entrega o palco para ele
Ostentação afasta quem está com medo e sem dinheiro

Linha a linha, a proibição e a ineficácia coincidem. Quem tenta vender no post está fazendo o que é vedado e o que não dá resultado, ao mesmo tempo.

A consequência prática é libertadora para quem hesita: o conteúdo que a norma libera, informativo, sóbrio e educativo, é exatamente o que a pessoa guarda e encaminha. A restrição não é o preço de estar na internet; é o filtro que impede o perfil do escritório de virar propaganda genérica.

Onde mora o risco de verdade, e ele não está no conteúdo

Na prática, o conteúdo educativo raramente é o problema. Os pontos que mais geram exposição são três, e todos ficam fora da publicação: responder mensagem direta oferecendo serviço para quem não pediu, publicar resultado de caso concreto ainda que sem nomear o cliente, e repostar elogio ou depoimento sem autorização expressa.

Existe ainda um quarto, que aparece com frequência crescente: pagar influenciador para indicar o escritório. Isso é tratado como mercantilização e captação indevida, porque desloca o argumento da capacidade técnica do advogado para a popularidade de um terceiro.

É por isso que aqui a regra é a mesma que vale para qualquer profissão regulamentada: nenhuma peça vai ao ar sem a revisão do advogado inscrito, e peça com dúvida de enquadramento não entra, é trocada. Trocar um post custa pouco; responder perante o Tribunal de Ética e Disciplina custa muito.

Por área do direito

O que muda entre trabalhista
e direito de família?

Muda o gatilho que faz a pessoa procurar e muda o tempo entre o problema e a contratação. Em algumas áreas a decisão é de dias, porque existe prazo correndo; em outras é de meses, porque a decisão é emocional antes de ser jurídica.

ÁreaO gatilho que faz procurarO tempo até contratarO conteúdo que fica na memória
TrabalhistaDemissão, salário atrasado, acidenteDias, com prazo correndoO que fazer nas primeiras 48 horas e o que não assinar
FamíliaSeparação, guarda, pensãoMeses, porque a decisão é emocional antesO que acontece com a casa, com os filhos e com as contas
ConsumidorCobrança indevida, produto com defeito, negativaçãoDias, e o valor costuma ser baixoO que a pessoa resolve sozinha e quando vale entrar com ação
PrevidenciárioBenefício negado ou cessadoSemanas, com prazo administrativoPor que negam, o que reunir de documento e qual é o prazo
CriminalPrisão, intimação, inquéritoHoras, e quem chama é a famíliaO que fazer e o que não falar antes de haver defesa
Empresarial e tributárioAutuação, contrato, sociedade em conflitoMeses, e passa por mais de uma pessoaO erro caro que a empresa comete sozinha antes de procurar ajuda

A linha do criminal muda quem é o leitor: o conteúdo precisa falar com a família, não com quem está sob investigação, porque é a família que procura.

Por que atender várias áreas dilui a memória

Memória funciona por associação, e associação precisa de um assunto só. O perfil que publica sobre trabalhista, família, consumidor e criminal na mesma semana não é lembrado por nenhum dos quatro, porque não fica ligado a nenhum problema específico na cabeça de quem leu.

Isso não significa fechar áreas de atuação: a banca continua atendendo tudo que atende. Significa escolher em qual assunto o perfil vai construir presença, e deixar as outras áreas visíveis no site e nos destaques, onde quem já chegou consegue encontrar.

Na prática, a escolha costuma recair sobre a área de maior volume ou a de maior tíquete, e ela é revisitada uma vez por ano. Perfil focado em um assunto rende mais consulta do que perfil que fala de tudo, e essa é uma das poucas decisões que valem para banca de qualquer tamanho.

O prazo honesto

Quanto tempo leva para
o conteúdo trazer cliente?

Mais do que parece, e é honesto dizer isso antes da proposta. Autoridade construída por conteúdo depende de acumular publicações que respondam dúvidas reais e de a pessoa passar pelo problema. Nenhuma das duas coisas acontece no primeiro mês, e a segunda não depende de ninguém.

Primeiras semanasO perfil deixa de constranger

Bio que diz a área e a região, destaques que respondem as dúvidas de sempre, publicações com linguagem de quem procura. Isso muda rápido, porque depende só de execução.

Primeiros mesesComeça a aparecer o contato de quem já entendeu o caso

É o sinal mais confiável, e vem antes do volume: a mensagem deixa de ser qual o valor e passa a ser a descrição do problema com as palavras que estavam no seu post.

Ao longo do anoO acervo passa a trabalhar sozinho

Publicação de meses atrás continua sendo encontrada por quem tem aquele problema agora. Em advocacia o conteúdo antigo rende mais do que em qualquer outro ramo, porque o problema é sempre novo para quem chega.

Se pararA curva cai, e leva tempo para voltar

É a parte que nenhuma agência escreve na proposta. Presença construída assim é alugada do hábito de publicar, e o acervo sustenta por um tempo, não para sempre.

Se a sua necessidade é caso entrando neste mês, conteúdo não é o caminho e a gente diz isso mesmo sendo a venda menor. O que responde em prazo curto é anúncio dentro da norma, com texto informativo, e ainda assim ele rende melhor quando o perfil já tem o que mostrar.

Como funciona

Três passos,
e você aparece em dois.

Em profissão regulamentada existe uma etapa que não pode ser delegada: a revisão das peças por quem tem o registro. Fora ela, a rotina foi desenhada para consumir o mínimo do seu tempo, que numa banca pequena é o recurso mais escasso depois do momento do cliente.

Passo 1Conte das suas áreas e do seu cliente

Em que causas você atua, quem costuma procurar, o que essas pessoas perguntam antes de contratar e quais assuntos você prefere não abordar em público. É a única etapa que exige você por inteiro.

Passo 2A gente estuda a norma e produz

Levantamento do Provimento 205/2021 e do entendimento da sua seccional, e só então pauta, texto e arte de tudo que vai ao ar, já dentro do que a norma permite e com margem de segurança.

Passo 3Você revisa e aprova pelo celular

O mês inteiro chega num link só. Nenhuma peça vai ao ar sem a sua revisão, e o que a gente considerar limítrofe vem sinalizado para você decidir.

O material bruto que ajuda é o que a banca já gera sem esforço: as dúvidas que chegaram na semana, a decisão que saiu e mudou o entendimento de um tema, a pergunta que a recepção mais responde. Se você não mandar nada num mês, o conteúdo continua saindo.

A hora de não contratar

Quando esse trabalho
não vale a pena para a banca.

São três situações, e a segunda é específica de profissão regulamentada. Dizer isso antes é mais barato para todo mundo do que descobrir no terceiro mês.

Caso 1A banca precisa de caso entrando neste mês

Conteúdo constrói memória ao longo de meses e não resolve caixa de curto prazo. Quando a urgência é imediata, o caminho que responde no prazo é anúncio dentro da norma, e a gente diz isso mesmo sendo a venda menor.

Caso 2Ninguém tem tempo para revisar as peças

A revisão do advogado inscrito não é opcional e não pode ser transferida para a agência. Se não existe alguém com meia hora por mês para isso, o trabalho não deveria começar.

Caso 3A expectativa é seguidor, e não consulta

Se o combinado é crescimento de perfil, essa não é a agência. Aqui o relatório mostra salvamentos, envios e conversas iniciadas, e seguidores entram como contexto.

Planos e preços

Quanto custa a gestão de
redes sociais para advogado.

Preço na tela, sem reunião para descobrir a faixa. O estudo da norma aplicável está incluído em todos os planos. Todos são mensais, sem fidelidade e sem taxa de saída.

Essencial
Para banca pequena começando a construir presença.
R$ 1.200/mês · sem fidelidade
  • 3 publicações por semana
  • 1 rede social
  • Estudo do Provimento 205/2021 antes da primeira peça
  • Pauta, texto e arte de tudo que vai ao ar
  • Organização de bio e destaques por área de atuação
Profissional
Recomendado. Para quem quer ser lembrado em mais de uma área.
R$ 2.400/mês · sem fidelidade
  • 5 publicações por semana
  • 2 redes sociais
  • Mistura de formatos, incluindo vídeo curto e carrossel
  • Calendário montado sobre as dúvidas de quem procura na sua área
  • Relatório mensal com salvamentos, envios e conversas iniciadas
Avançado
Para escritório com mais de um sócio e várias áreas.
R$ 4.800/mês · sem fidelidade
  • Publicação diária
  • 2 redes sociais
  • Identidade visual premium aplicada em todo o conteúdo
  • Atendente no perfil, com as regras de resposta combinadas antes
  • Relatório mensal com salvamentos, envios e conversas iniciadas

A estratégia de outros setores está na página de redes sociais por nicho.

O que a gente assume

O compromisso de um lado,
o que ninguém garante do outro.

Em advocacia a coluna da esquerda importa mais do que em qualquer outro ramo, porque aqui o risco de uma peça errada é disciplinar e não apenas comercial. A da direita vale contra quem escreveu esta página também.

O que a gente assume
Nenhuma peça vai ao ar sem a revisão do advogado inscrito
Peça com dúvida de enquadramento não entra: ela é trocada
Nenhum resultado de caso concreto é divulgado
Nenhum depoimento sem autorização expressa é publicado
Sem fidelidade e sem taxa de saída, em todos os planos
Se a recomendação for não contratar, ela é dita antes
O que ninguém garante
Número de consultas ou de contratos vindos do perfil
Prazo para o investimento se pagar
Crescimento de seguidores
Alcance mínimo por publicação
Que o entendimento da sua seccional não vai mudar
Resultado sem alguém respondendo quem escreve

A quinta linha da direita é a mais desconfortável e a mais honesta: interpretação de norma muda, e quando muda a revisão é refeita sem custo.

Perguntas frequentes

As dúvidas de quem
está decidindo agora.

Respostas diretas, na ordem em que elas costumam aparecer numa conversa de orçamento.

Advogado pode fazer marketing nas redes sociais?
Pode. O Provimento nº 205/2021 do Conselho Federal da OAB reconhece o marketing jurídico e cria a figura do marketing de conteúdos jurídicos. O artigo 1º permite a prática desde que compatível com os preceitos éticos, e o artigo 3º exige que a publicidade seja informativa, discreta e sóbria.
Advogado pode impulsionar publicação e pagar anúncio?
Pode. O artigo 4º do Provimento 205/2021 admite publicidade ativa ou passiva no marketing de conteúdos jurídicos, com uso de anúncios pagos ou não, desde que não haja mercantilização, captação de clientela ou emprego excessivo de recursos. O conteúdo impulsionado precisa ser informativo, sem oferta de serviço.
O que a OAB proíbe em publicidade nas redes?
Promessa ou garantia de resultado, captação ostensiva de clientela, mercantilização da profissão, frases persuasivas, comparação com colegas, sensacionalismo, divulgação de resultado de caso concreto, pronunciamento sobre métodos de trabalho e uso de nome de cliente sem autorização expressa. Também é vedado citar honorários como forma de captação.
Posso divulgar meus honorários ou dar desconto?
Não como forma de captação. O artigo 3º do Provimento 205/2021 veda expressamente a referência a valores de honorários com esse fim, assim como o uso de expressões persuasivas. Preço, promoção e desconto ficam fora da publicação, e essa é uma das poucas regras que não têm zona cinzenta.
Posso publicar que ganhei uma causa?
Não. A divulgação de resultado de caso concreto é vedada, mesmo sem nomear o cliente, e o Conselho Federal registra que também não cabe pronunciamento sobre métodos de trabalho utilizados. O caminho que constrói autoridade sem esse risco é explicar o direito envolvido, não o desfecho obtido.
Que tipo de conteúdo funciona para advogado?
O que responde a dúvida de quem está com medo, não o que explica lei para colega de profissão. Cinco princípios organizam isso: escrever a resposta antes da fundamentação, falar do problema e não do instituto jurídico, dizer o que a pessoa pode fazer sozinha, nomear o prazo e explicar quando não cabe ação.
Por que o conteúdo jurídico técnico não traz cliente?
Porque é escrito para quem já entende. A pessoa com a notificação na mão não procura pelo nome do instituto: ela digita se pode pedir demissão e receber tudo, ou se é obrigada a sair de casa. Publicação que usa a linguagem dela é encontrada e guardada; a outra é lida por colegas.
Em quanto tempo o conteúdo traz consulta?
Mais do que parece. O perfil melhora nas primeiras semanas, porque depende só de execução. O contato de quem já entendeu o próprio caso costuma aparecer ao longo dos primeiros meses, e o acervo passa a trabalhar sozinho ao longo do ano. Se a banca precisa de caso neste mês, conteúdo não é o caminho.
Quanto custa a gestão de redes sociais para advogado?
Na Sturm Agency os planos são R$ 1.200, R$ 2.400 e R$ 4.800 por mês, sem fidelidade, com o estudo da norma incluído em todos. No mercado brasileiro a prática para profissional liberal e pequena banca vai aproximadamente de R$ 800 a R$ 3.500 mensais em pacotes básicos e intermediários.
Quem responde se um post ferir a norma da OAB?
O advogado inscrito, e não a agência. Por isso nenhuma peça sai daqui sem a revisão de quem tem o registro, e o que consideramos limítrofe vem sinalizado para você decidir. Peça com dúvida de enquadramento é trocada, porque trocar um post custa pouco e responder no Tribunal de Ética custa muito.
Posso repostar o elogio de um cliente?
Só com autorização expressa, e ainda assim com cuidado: elogio que menciona resultado obtido esbarra na vedação de divulgar caso concreto. Depoimento de cliente é um dos pontos que mais geram exposição em perfil jurídico, junto com mensagem direta oferecendo serviço a quem não pediu.
Posso pagar um influenciador para indicar meu escritório?
Não. Esse tipo de indicação paga é tratado como mercantilização e captação indevida, porque desloca o argumento da capacidade técnica do advogado para a popularidade de um terceiro. É um dos formatos que a Sturm Agency não produz, e o motivo é dito antes de fechar.
Preciso aparecer em vídeo?
Não é obrigatório, embora em advocacia o rosto ajude, porque a decisão é de confiança. Existem formatos que funcionam sem isso: carrossel explicando um direito, o passo a passo do que fazer numa situação e a resposta escrita a uma dúvida frequente. Se aparecer fizer diferença no seu caso, a gente diz.
Como sei se está funcionando antes de aparecer consulta?
Pelo tipo de mensagem que chega. Perfil que não respondeu nada recebe apenas qual o valor. Perfil que explicou recebe a descrição do problema com as palavras que estavam na publicação, e essa é a conversa que fecha. Salvamentos e envios são os outros dois indicadores do relatório.
A norma é igual em todo o Brasil?
A norma federal é a mesma, mas a interpretação pode variar entre os Conselhos Seccionais e os Tribunais de Ética e Disciplina. Por isso o estudo inicial considera o entendimento da sua seccional, e por isso a palavra final sobre cada peça é sempre do advogado inscrito.
Tem contrato de fidelidade?
Não. Todos os planos são mensais, sem fidelidade e sem taxa de saída. Se você encerrar, a conta, os acessos, os seguidores e todo o conteúdo já produzido continuam sendo seus. O que para de existir é a produção do mês seguinte.
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Outros setores,
outras escassezes.

Aqui o escasso é o momento em que a pessoa precisa. Em outro ramo o escasso é outro, e a estratégia muda com ele.

Quer ser lembrado no dia
em que o problema aparecer?

Conte das suas áreas e de quem procura você. A gente diz o que a norma permite no seu caso, o que funciona ali e qual plano encaixa.