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Anúncio que não converte

Por que meu anúncio
não converte? Quase nunca
o problema é o anúncio.

Converter é uma corrente de cinco elos, e basta um arrebentar para o resultado ser zero. Trocar a peça errada custa mais um mês de verba, e é o que a maioria faz primeiro, porque o anúncio é a única parte que dá para ver.

A partir de R$ 1.500/mês de gestão, e a verba de anúncios à parte, paga direto às plataformas

A corrente entre o anúncio e a vendao resultado é zero se qualquer um dos cinco falhar
1
O anúncio aparece para gente certaMira, região e horário.
ok
2
A pessoa clicaTexto e imagem convencem a dar o primeiro passo.
ok
3
O destino abre e responde a dúvidaPágina rápida, ou conversa com informação.
ok
4
Alguém responde a tempoNa hora em que a pessoa ainda está decidindo.
arrebentou aqui
5
A venda é fechada e registradaPara a campanha saber o que funcionou.
nunca chegou
Quatro elos funcionaram e o mês fechou como se nada tivesse funcionado.Antes de trocar o anúncio, vale descobrir qual elo arrebentou. É o que esta página ensina a fazer.

O elo quebrado do exemplo é o mais comum, e não é regra: em outra conta o furo está na mira, ou no destino. O que não muda é a ordem certa, que é diagnosticar antes de trocar.

O degrau

A queda tem um lugar.

Cem pessoas que viram o seu anúncioonde elas somem
Viram o anúncio100
A plataforma entregou. Esta etapa quase nunca é o problema.
Clicaramalgumas
Queda esperada e grande. Se ninguém clica, aí sim o problema é a peça ou a mira.
Chegaram no destino e ficarammenos
Aqui some quem achou a página lenta, confusa ou diferente do que o anúncio prometeu.
Falaram com alguém e receberam respostaa queda
O degrau maior da maioria das contas de pequena empresa, e o único que não aparece em relatório de anúncio.
O gargalo tem endereço. Sem achar o endereço, troca-se a peça errada.
Cada etapa aponta um culpado diferentePoucos cliques acusa a peça e a mira. Muita chegada e pouca conversa acusa o destino. Muita conversa e pouca venda acusa o atendimento ou a oferta.
A última queda é invisível no painelA plataforma conta a conversa iniciada e não sabe se alguém respondeu. Por isso o relatório mostra "não converteu" sem dizer onde.
É por isso que o diagnóstico vem antesTrocar o criativo quando o furo está no atendimento custa mais um mês de verba e devolve o mesmo resultado, com peça nova.
Cada etapa aponta um culpado diferentePoucos cliques acusa a peça e a mira. Muita chegada e pouca conversa acusa o destino. Muita conversa e pouca venda acusa o atendimento ou a oferta.
A última queda é invisível no painelA plataforma conta a conversa iniciada e não sabe se alguém respondeu. Por isso o relatório mostra "não converteu" sem dizer onde.
É por isso que o diagnóstico vem antesTrocar o criativo quando o furo está no atendimento custa mais um mês e devolve o mesmo resultado, com peça nova.
O diagnóstico

Como descobrir onde
está o furo antes de
trocar qualquer coisa?

Cinco perguntas, nesta ordem, e a primeira que der resposta ruim é o seu gargalo. Todas podem ser respondidas com o que você já tem hoje, sem contratar nada e sem esperar mais um mês. A ordem importa: começar pela última pergunta faz você consertar o fim da corrente enquanto o começo continua arrebentado.

As cinco perguntas, na ordem certa
1
O anúncio está sendo entregue?Abra a conta e veja se existe gasto e exibição acontecendo. Campanha reprovada, verba esgotada ou orçamento travado aparecem aqui, e resolvem em minutos.se a resposta é não: a campanha, não o criativo
2
As pessoas estão clicando?Se o anúncio aparece muito e quase ninguém clica, o problema está na peça ou em quem está vendo. Nesse caso, sim, é hora de trocar o criativo ou apertar a mira.se a resposta é não: a peça e a mira
3
Quem clica chega e permanece?Muito clique e quase ninguém iniciando conversa aponta para o destino: página lenta, sem informação, ou dizendo coisa diferente do que o anúncio prometeu.se a resposta é não: o destino do clique
4
Quanto tempo leva a primeira resposta?Pegue as últimas dez conversas e olhe o relógio: quanto tempo entre a mensagem da pessoa e a sua. Esta é a pergunta que quase ninguém faz, e é a que mais explica resultado ruim.se a resposta é horas: o atendimento
5
O que fechou está sendo registrado?Se a venda acontece e ninguém anota de onde veio, a campanha é julgada por metade do resultado e ainda otimiza para o público errado.se a resposta é não: a medição

A quarta pergunta é a que costuma resolver o caso, e é a única que não exige olhar painel nenhum: basta abrir a conversa e ver o horário das mensagens.

Sintoma e culpado

O que cada sintoma
está tentando
te dizer?

Cada padrão de número acusa um culpado diferente, e reconhecer o padrão evita meses de tentativa. A tabela relaciona o que você está vendo com o que provavelmente está quebrado e com o conserto correspondente. A última coluna é a mais útil: ela mostra que o conserto raramente é trocar o anúncio, que é justamente o primeiro impulso de todo mundo.

O que você vêOnde provavelmente está o furoO que fazer primeiro
Muita exibição e quase nenhum cliqueA peça ou o públicoTrocar imagem e texto, e apertar a mira antes de aumentar verba
Muito clique e quase nenhuma conversaO destino do cliqueAbrir a página no seu celular e cronometrar quanto ela demora
Muita conversa e nenhuma vendaO atendimento ou a ofertaMedir o tempo até a primeira resposta nas últimas dez conversas
Contatos que não têm nada a ver com o que você vendeA mira e o texto do anúncioEscrever preço e região no próprio anúncio para filtrar antes
Custo por conversa que nunca estabilizaVolume baixo ou alteração demaisParar de mexer por duas semanas e concentrar a verba
O painel não mostra conversão nenhumaA mediçãoConferir se a medição foi instalada antes de a verba rodar

A última linha é a mais traiçoeira: a campanha pode estar convertendo bem e o painel mostrar zero, o que leva a desligar exatamente o que estava dando certo.

O erro número um

Medição mal instalada
faz a plataforma
aprender errado.

Medição mal instalada é o erro mais caro do tráfego pago, e o mais silencioso. As plataformas modernas decidem para quem mostrar o anúncio a partir de quem converteu antes. Quando elas não recebem esse sinal, procuram quem clica muito em vez de quem compra, e a verba vai para público frio mês após mês. A campanha parece ruim, a peça leva a culpa, e o problema estava numa etapa que ninguém abriu.

Sem medição

O que a plataforma faz quando não recebe sinal de venda.

×Procura quem tem hábito de clicar, porque é o único sinal que sobra
×Trata todos os cliques como iguais, inclusive os que nunca viraram nada
×Não consegue melhorar com o tempo, porque não sabe o que deu certo
×Entrega relatório com gasto e sem resultado, e a conclusão vira "não funciona"
O mês fecha sem nenhuma decisão possível, e o dinheiro já saiu.

Com medição instalada antes

O que muda quando o sinal chega de volta.

Aprende quem costuma virar conversa e procura mais gente parecida
Separa o clique que valeu do clique que não valeu nada
Melhora sozinha com as semanas, em vez de repetir o mesmo erro
Permite dizer quanto custou cada conversa, que é o número que decide
O mês fecha com uma decisão clara para o mês seguinte.

É por isso que a medição é instalada antes de a verba rodar, e não depois que o resultado decepciona. Ligar campanha sem ela é gastar para descobrir nada.

Quando é o anúncio mesmo

E quando o problema
realmente é o anúncio?

O problema é o anúncio quando muita gente vê e quase ninguém clica. Esse é o sintoma específico, e ele não se confunde com nenhum outro: a plataforma entregou, as pessoas viram e não quiseram dar o primeiro passo. Nesse cenário, mexer no destino ou no atendimento não muda nada, porque ninguém está chegando lá. Existem quatro causas comuns, e todas se consertam na mesma semana.

A peça não diz o que é nos primeiros segundosQuem rola o feed decide em instantes. Anúncio que precisa ser interpretado perde para um que diz o que é, para quem é e o que fazer em seguida.o conserto: reescrever a primeira linha
A mesma peça está rodando há tempo demaisMostrada muitas vezes para as mesmas pessoas, ela para de funcionar e o custo sobe sem que nada tenha sido alterado na campanha.o conserto: trocar a peça, mantendo a campanha
A oferta não é clara nem para vocêSe o preço, o que está incluído e para quem serve não estão definidos, nenhum texto consegue ser convincente, por melhor que seja escrito.o conserto: fechar a oferta antes de escrever
A promessa não bate com o destinoAnúncio que promete uma coisa e leva para outra derruba o clique e ainda queima confiança em quem chegou interessado.o conserto: alinhar o texto do anúncio com o destino

Quando o sintoma é este, trocar a peça resolve rápido e barato. O erro caro é trocar a peça quando o sintoma era outro, o que acontece na maioria das vezes.

Quando é o destino

Por que muita gente
clica e quase ninguém
fala com você?

Quando muita gente clica e quase ninguém chama, o problema está no destino do clique. Mais da metade dos acessos em celular é abandonada quando a página passa de três segundos para carregar, segundo o Think with Google, o que significa perder gente já paga antes de ela ler a oferta. As cinco causas abaixo cobrem quase todos os casos, e você pode conferir todas em cinco minutos, abrindo o seu próprio anúncio pelo celular.

A página demora a abrir no celularCada segundo a mais derruba parte de quem já foi paga. É o defeito mais comum e o que mais custa dinheiro em silêncio.
o mais comum
O preço não aparece em lugar nenhumQuem não encontra faixa de valor supõe que é caro e sai. Esconder preço filtra na direção errada, tirando quem podia pagar.
dúvida não resolvida
O botão de falar com alguém está escondidoSe a pessoa precisa procurar como entrar em contato, parte dela desiste no meio do caminho. A ação tem que estar visível sem rolar.
atrito
A página fala de tudo menos do que o anúncio prometeuClicou por um serviço e caiu numa página institucional genérica. A pessoa não procura: ela volta.
promessa quebrada
O destino é um perfil ou uma lista de linksCada decisão a mais entre o clique e a conversa perde gente. Quem só queria uma resposta encontra um menu.
escolha demais

O teste que vale mais que qualquer relatório: clique no seu próprio anúncio pelo celular, com dados móveis, e cronometre. O que você sentir é o que a pessoa sente.

Quando é o atendimento

O contato não esfria
devagar. Ele esfria
em horas.

Quando muitas conversas entram e quase nenhuma vira venda, o gargalo está no tempo até a primeira resposta. Empresas levam em média 42 horas para responder um contato novo e 23% nunca responderam, segundo o estudo de Oldroyd, McElheran e Elkington publicado na Harvard Business Review com 2.241 empresas. Quando o contato veio de anúncio, esse atraso deixa de ser estatística e passa a ser o resultado da campanha, porque a pessoa já estava comparando.

Respondido em minutosainda decidindo
A pessoa ainda está com o assunto na cabeça e provavelmente ainda não falou com mais ninguém. É a janela em que a conversa avança sozinha.
Respondido no mesmo diajá procurou outros
Ainda dá para recuperar, e agora você é uma opção entre outras. A conversa começa com desvantagem que não existia de manhã.
Respondido no dia seguintequase sempre resolvido
Na maior parte dos casos a pessoa já resolveu com outra empresa e não avisa. No painel isso aparece como conversa que não virou venda, sem explicar por quê.

As proporções acima ilustram o mecanismo, não são medição de campanha. O que é verificável você faz hoje: abra as últimas dez conversas e olhe o horário das mensagens.

Por tipo de negócio

Onde costuma estar
o furo no meu ramo?

O elo que arrebenta muda conforme a urgência do seu cliente e o tamanho da decisão dele. Em serviço de emergência, o furo quase sempre é tempo de resposta. Em venda de valor alto, costuma ser falta de informação antes da conversa. A tabela mostra o gargalo mais comum de cada ramo e o teste de cinco minutos que confirma se é aquilo mesmo, antes de você mexer em qualquer coisa.

Tipo de negócioOnde o furo costuma estarO teste de cinco minutos
Serviços de urgênciaTempo de resposta: a pessoa liga para três e fecha com quem atendeLigue para o seu próprio número no horário do anúncio e conte os toques
Clínicas e estéticaFalta de informação: preço e procedimento não aparecem antes da conversaAbra o seu anúncio e veja em quantas mensagens a dúvida básica é resolvida
Comércio local e alimentaçãoMira larga demais: alcance espalhado para fora do raio de entregaConfira o raio configurado e compare com onde você realmente atende
Reformas e serviços técnicosFalta de prova: nada mostra trabalho feito antes de pedir o contatoVeja se existe alguma foto de obra concluída no caminho do clique
Advocacia, consultoria e venda para empresasDestino fraco: a decisão exige leitura e não há o que lerClique no seu anúncio e pergunte se aquilo convenceria você a contratar

A coluna da direita existe porque diagnóstico feito por conta própria vale mais que opinião de fora: você é a única pessoa que consegue abrir o próprio WhatsApp e olhar os horários.

Reconheça o momento

Cinco situações que
trazem essa pergunta.

A pergunta "por que não converte" chega sempre depois de alguma coisa, e cada porta aponta um diagnóstico diferente.

O mês fechou com verba gasta e nenhuma vendaO momento mais comum, e o pior para tomar decisão: a vontade é trocar tudo de uma vez, o que impede saber o que resolveu.
o mais comum
Chegam mensagens, mas ninguém fechaAqui a campanha já entregou. O diagnóstico está entre a conversa e a venda, e é o mais fácil de confirmar sozinho.
gargalo depois do clique
Funcionou por um tempo e parouPeça cansada, concorrente novo no leilão ou sazonalidade. Nem sempre alguém fez algo errado: contas boas pioram sozinhas sem manutenção.
caiu do nada
Você trocou o anúncio e continuou igualÉ o sinal mais claro de que o furo não estava na peça. Vale voltar para a primeira pergunta do diagnóstico em vez de trocar de novo.
peça errada trocada
Vai aumentar a verba e quer garantir que não vai desperdiçarA hora certa de fazer o diagnóstico: furo pequeno com pouca verba vira furo grande com verba grande.
antes de escalar

A quarta é a que mais aparece em conta que já passou por duas agências: cada uma trocou o anúncio, ninguém olhou o resto da corrente, e o resultado se repetiu.

A ordem de consertar

Comece pelo conserto
mais barato, não pelo
mais visível.

Quando existe mais de um furo, a ordem de consertar não é por gravidade: é por custo e velocidade. Os primeiros da lista abaixo custam quase nada e mostram efeito na mesma semana. Os últimos custam dinheiro e tempo. Fazer nessa ordem devolve resultado enquanto o resto ainda está sendo resolvido, e é o oposto do que a maioria faz.

Definir quem responde e em qual janelaNão custa nada, é decisão de quem toca a empresa, e costuma ser o furo maior. O efeito aparece na semana seguinte.
de graça, efeito em dias
Ajustar o horário da campanha para a janela de atendimentoCinco minutos de configuração. Concentra a verba nas horas em que existe alguém do outro lado.
de graça, efeito em dias
Escrever preço e região no próprio anúncioReduz contato que nunca fecharia. Perde volume de propósito e melhora o que sobra.
de graça, efeito em dias
Instalar ou consertar a mediçãoTrabalho técnico de uma vez, e sem ele nenhuma outra melhora pode ser comprovada. Deveria ter vindo antes da primeira verba.
baixo, efeito em semanas
Trocar as peças do anúncioCusta produção e é o primeiro impulso de todo mundo. Só resolve quando o sintoma é muita exibição e pouco clique.
médio, efeito em semanas
Construir uma página de destinoO conserto mais caro e mais demorado, e o mais duradouro. Faz sentido quando o furo está comprovadamente no destino.
alto, efeito em semanas

Os três primeiros não custam nada e resolvem a maior parte dos casos de pequena empresa. É por isso que nenhuma proposta séria deveria começar oferecendo os dois últimos.

Como funciona

Três passos, e o
diagnóstico vem antes
de qualquer troca.

Nada é trocado antes de saber qual elo arrebentou. É o que evita gastar mais um mês descobrindo que a peça nova tem o mesmo destino da anterior.

1Você dá acesso ao que já existeConta de anúncios, destino do clique e as últimas conversas. Com isso dá para percorrer as cinco perguntas e apontar onde a corrente arrebentou.
2A gente conserta na ordem certaDo mais barato para o mais caro, começando pelo que devolve resultado na mesma semana. Cada conserto com o motivo dito por escrito.
3As conversas chegam atendidasCada contato é respondido na hora, qualificado, e chega até você com a origem registrada. É o elo que arrebenta com mais frequência.

O primeiro passo é entregue antes de existir proposta, e às vezes ele termina com a conclusão de que você não precisa contratar nada: só mudar o horário da campanha e quem responde.

O que muda

O que muda quando
alguém está olhando
a corrente inteira?

O que muda é o tempo entre o problema aparecer e alguém saber onde ele está. Sozinho, você descobre pelo extrato do mês e já perdeu trinta dias. Com a conta acompanhada todo dia útil, o furo aparece na semana em que acontece, e o ajuste é feito enquanto ainda dá para salvar o mês. Não é a diferença entre saber e não saber de anúncio: é a diferença entre descobrir cedo e descobrir tarde.

Descobrindo pelo extrato

O problema aparece no fim do mêsQuando o dinheiro já saiu inteiro e não dá mais para ajustar nada daquele período.
A causa fica no palpiteSem percorrer a corrente, resta trocar o que dá para ver, que é o anúncio.
O próximo mês repetePeça nova, mesmo furo, mesma conclusão de que tráfego pago não funciona.
A decisão é tomada no sustoDesligar tudo ou dobrar a verba, sem saber qual das duas era a certa.

Com a corrente acompanhada

O problema aparece na semanaE o ajuste acontece enquanto ainda existe mês pela frente para colher o efeito.
A causa tem endereçoAs cinco perguntas apontam o elo, e o conserto começa pelo mais barato.
Cada mês começa melhor que o anteriorPorque o que foi consertado fica consertado e o histórico da conta acumula.
A decisão vem de númeroAumentar, manter ou parar deixa de ser sensação e passa a ser conta.

A coluna da direita não depende de ninguém ser genial: depende de alguém olhar todo dia útil e de existir medição instalada para haver o que olhar.

Planos e preços

Quanto custa consertar
a corrente inteira?

A mensalidade cobre a campanha, o acompanhamento diário e a leitura do mês. O diagnóstico das cinco perguntas é feito antes, sem custo e sem compromisso, porque às vezes ele termina em ajustes que você mesmo faz. A verba de anúncios é sempre à parte, na conta que fica no nome da sua empresa.

Essencial
Para consertar a campanha e a medição, com um canal.
R$ 1.500/mês · verba de anúncios à parte, até R$ 3.000
  • 1 canal de anúncios
  • Medição instalada antes de a verba rodar
  • Conta acompanhada todo dia útil
  • A leitura do mês em uma frase
Profissional
Recomendado. Fecha o elo que mais arrebenta, que é a resposta.
R$ 2.500/mês · verba de anúncios à parte, até R$ 10.000
  • 2 canais de anúncios
  • Tudo do Essencial
  • Cada contato atendido e qualificado na hora
  • Origem registrada em cada conversa
Avançado
Para operação com verba alta e mais de dois canais.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior · verba à parte, acima de R$ 10.000
  • 3 canais ou mais
  • Tudo do Profissional
  • Acompanhamento do contato até a venda
  • Leitura semanal, não só mensal

A construção da página de destino, quando o diagnóstico apontar para ela, é orçada à parte, porque é investimento de uma vez e não mensalidade. Sobre o degrau Avançado: acima de R$ 20.000 de verba, 20% passa a ser maior que R$ 4.000 e a cobrança vira percentual.

A hora de não contratar

Três casos em que
trocar de agência
não vai resolver.

Se o furo está fora da campanha, trocar quem cuida dela produz um relatório melhor e o mesmo faturamento. Nas três situações abaixo, o dinheiro seria mais bem gasto em outro lugar, e dizer isso custa uma venda.

Quando ninguém responde no horário em que os contatos chegamNenhuma campanha sobrevive a mensagem lida no dia seguinte. Quem entrar no lugar vai entregar contato melhor para a mesma fila parada, e a conclusão vai se repetir.o que fazer antes: definir quem atende, e em qual janela
Quando a oferta não está fechadaSem preço definido, escopo claro e público definido, não existe anúncio a escrever nem destino a montar. É a etapa anterior a tudo que esta página trata.o que fazer antes: fechar o que você vende e por quanto
Quando a margem não cabe o custo por clienteSe cada venda deixa pouco e o tíquete é baixo, o custo de aquisição de qualquer canal pode não caber. Aí a conversão não é o problema: o problema é a conta.o que fazer antes: calcular quanto sobra em cada venda

Nos três casos a conversa continua valendo, e costuma durar vinte minutos: é mais barato descobrir isso agora do que depois de mais um trimestre de verba.

O que reduz o risco

O que está incluído
e o que não está.

A segunda metade desta lista é o que dá crédito à primeira. Numa página que fala sobre encontrar o furo, esconder o que não é entregue seria a contradição mais óbvia possível.

Está incluído

O diagnóstico das cinco perguntas, antes da propostaCom o elo apontado e o motivo por escrito, mesmo quando a conclusão é que você não precisa contratar.
Medição instalada antes de a verba rodarPara que o mês feche com número em vez de sensação, e a plataforma aprenda com o resultado certo.
Conta acompanhada todo dia útilO furo aparece na semana em que acontece, e não no extrato do mês seguinte.
Cada contato atendido na hora, a partir do ProfissionalPorque é o elo que mais arrebenta e o único que nenhum ajuste de campanha conserta.
O conserto começando pelo mais baratoOs três primeiros não custam nada, e são oferecidos antes de qualquer produção nova.

Não está incluído

Garantia de conversãoNinguém controla venda: ela depende de preço, atendimento e mercado. Garante-se processo e prestação de contas.
Resultado com o atendimento paradoSe o elo quatro continuar arrebentado, consertar os outros quatro não muda o faturamento.
A construção da página de destinoÉ serviço da Sturm Agency e é orçada à parte, quando o diagnóstico apontar para ela.
Produção de peças visuaisEscrever o texto do anúncio faz parte da gestão; produzir imagem e vídeo é orçado separadamente.
Devolução da verba de mídiaEsse dinheiro foi para a plataforma, não para a agência, aqui como em qualquer lugar.
Mitos sobre conversão

Quatro conclusões
rápidas que fazem
trocar a peça errada.

Todas parecem lógicas e todas pulam a etapa do diagnóstico, que é onde a decisão certa estava esperando.

"Não converteu, então o anúncio está ruim"O anúncio é a única parte visível da corrente, e por isso leva a culpa de tudo. Se muita gente clicou, ele fez o trabalho dele: o furo está depois. Trocar a peça nesse caso custa produção nova e devolve exatamente o mesmo resultado.
"Preciso aumentar a verba para ver resultado"Verba maior num funil furado aumenta o tamanho do vazamento, não o do resultado. Enquanto o elo arrebentado não for consertado, cada real a mais reproduz o mesmo destino com um número maior no extrato.
"O público está errado, é só mudar a segmentação"Mira errada tem sintoma próprio: chegam contatos que não têm nada a ver com o que você vende. Se os contatos são adequados e não fecham, o público está certo e o problema está entre a conversa e a venda.
"Vou trocar tudo de uma vez para resolver logo"Trocando peça, público, destino e oferta no mesmo mês, você fica sem saber o que resolveu, se algo resolver. E se piorar, também não dá para voltar. Um conserto por vez, começando pelo mais barato, chega mais rápido.

Se você reconheceu alguma delas, isso não significa que fez algo errado: as quatro são ditas com frequência e por gente bem-intencionada. Significa que existe uma decisão para revisar antes do próximo mês.

Antes de decidir

As cinco perguntas
difíceis, respondidas
inteiras.

Cada uma destas tem uma metade que toda agência conta e uma metade que quase ninguém conta. As duas estão aqui.

"Já troquei o anúncio três vezes e continua igual. O que fazer?"

Pare de trocar. Três trocas sem mudança é a prova mais clara que existe de que o furo não está na peça, e cada troca custou produção e mais um mês de aprendizado da campanha. O certo agora é voltar para a primeira pergunta do diagnóstico e percorrer a corrente na ordem.

A parte que precisa ser dita: na maior parte dos casos assim, o furo está no tempo de resposta ou no destino do clique. Os dois são invisíveis no painel de anúncios, e por isso continuam ali depois de qualquer troca de criativo. Abrir as últimas dez conversas e olhar o horário costuma responder em cinco minutos o que três meses de teste não responderam.

"Qual taxa de conversão é considerada normal?"

Não existe um número que sirva para todo mundo, e desconfie de quem der um. A referência pública mais citada é o levantamento da Unbounce, que aponta médias de página em torno de poucos por cento, com os melhores casos bem acima disso, e ainda assim variando muito por setor.

O que é mais útil que a média: comparar você com você mesmo. A pergunta que decide não é se a sua taxa está acima da média do mercado, e sim se o custo por cliente fechado cabe na sua margem. Duas empresas com a mesma taxa de conversão podem estar em situações opostas, dependendo de quanto sobra em cada venda.

"Como sei se o problema é a página ou o atendimento?"

Pelo ponto em que as pessoas somem. Se muita gente clica e poucas iniciam conversa, o furo está na página: elas chegaram e não quiseram, ou não conseguiram, dar o passo seguinte. Se muitas iniciam conversa e poucas viram venda, a página fez o trabalho e o furo está depois dela.

A parte incômoda: os dois podem estar quebrados ao mesmo tempo, e é comum. Nesse caso o certo é consertar primeiro o atendimento, que não custa nada e mostra efeito na mesma semana, e só depois investir na página. Fazer o contrário significa construir uma página melhor para levar mais gente até uma fila que ninguém atende.

"E se o problema for o meu preço?"

Preço fora do mercado tem um sintoma específico: as pessoas conversam, perguntam valor e somem logo depois, sem negociar. Se isso acontece com quase todo mundo, nenhuma campanha resolve, porque o anúncio pode trazer a pessoa certa e não pode mudar quanto ela consegue pagar.

O que quase ninguém diz: existe uma alternativa antes de baixar preço, que é escrever a faixa de valor dentro do próprio anúncio. Você perde volume de propósito e para de pagar por conversa que já nascia sem chance. Muita conta que parecia ter problema de preço tinha, na verdade, problema de filtro.

"Vocês garantem que a conversão vai melhorar?"

Não garantimos, e ninguém pode: conversão depende de preço, atendimento e mercado, e nenhuma dessas três está sob controle de uma agência. O que se garante é o processo, ou seja, percorrer a corrente, apontar o elo quebrado com o motivo por escrito e consertar na ordem que devolve resultado mais rápido.

A metade honesta: às vezes o diagnóstico aponta para dentro da sua empresa, e aí a melhora depende de uma decisão sua, não nossa. Dizemos isso mesmo quando significa uma venda menor, porque a alternativa é cobrar mensalidade por três meses para consertar a parte que não estava quebrada.

Direto ao ponto

Respostas curtas,
sem rodeio.

As quatro perguntas que mais aparecem quando um anúncio não está convertendo, respondidas na primeira frase.

Por que meu anúncio não converte?Na maioria das vezes o anúncio traz gente e o contato se perde depois, porque ninguém responde a tempo ou porque o destino do clique é fraco. Antes de trocar a peça, vale percorrer a corrente e achar qual elo arrebentou.
Como saber se o problema é o anúncio, a página ou o atendimento?Pelo ponto em que as pessoas somem. Muita exibição e pouco clique acusa a peça. Muito clique e pouca conversa acusa o destino. Muita conversa e pouca venda acusa o atendimento ou a oferta.
Qual é o erro mais comum em tráfego pago?Medição mal instalada. Sem receber o sinal de quem converteu, a plataforma passa a procurar quem clica em vez de quem compra, e a verba vai para público frio mês após mês, com a culpa caindo no anúncio.
Aumentar a verba resolve conversão baixa?Não resolve: verba maior num funil furado aumenta o vazamento, não o resultado. Enquanto o elo quebrado não for consertado, cada real a mais reproduz o mesmo desfecho com um número maior no extrato.
Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar antes
de contratar.

Por que meu anúncio não converte?
Na maioria das vezes o anúncio traz gente e o contato se perde depois: ninguém responde a tempo, ou o destino do clique é fraco. Converter é uma corrente de cinco elos, e basta um arrebentar para o resultado ser zero.
Como descobrir onde está o problema antes de trocar alguma coisa?
Cinco perguntas, nesta ordem: o anúncio está sendo entregue, as pessoas estão clicando, quem clica chega e permanece, quanto tempo leva a primeira resposta, e o que fechou está sendo registrado. A primeira resposta ruim é o gargalo.
Como sei se o problema é o anúncio ou o que vem depois?
Se muita gente vê e quase ninguém clica, o problema é a peça ou a mira. Se muita gente clica e quase ninguém conversa, é o destino. Se muitas conversam e poucas fecham, é o atendimento ou a oferta.
Qual é o erro mais comum em tráfego pago?
Medição mal instalada. Sem o sinal de quem converteu, a plataforma passa a procurar quem tem hábito de clicar em vez de quem compra, e a verba vai para público frio. A campanha parece ruim e a peça leva a culpa.
Troquei o anúncio várias vezes e não mudou nada. Por quê?
Porque o furo não está na peça. Três trocas sem mudança é a prova mais clara disso. O mais provável é que esteja no tempo de resposta ou no destino do clique, que são invisíveis no painel de anúncios.
Aumentar a verba resolve conversão baixa?
Não. Verba maior num funil furado aumenta o vazamento, não o resultado. Enquanto o elo quebrado não for consertado, cada real a mais reproduz o mesmo desfecho com um número maior no extrato do mês.
Qual taxa de conversão é considerada normal?
Não existe número que sirva para todo mundo, e a referência pública mais citada, da Unbounce, mostra médias baixas com variação enorme por setor. Mais útil que a média é saber se o custo por cliente cabe na sua margem.
Por que muita gente clica e ninguém fala comigo?
O problema está no destino. As causas mais comuns são página lenta no celular, preço que não aparece, botão de contato escondido, conteúdo diferente do que o anúncio prometeu, ou destino que é um perfil sem informação.
Quanto tempo eu tenho para responder um contato de anúncio?
Minutos, e não horas. A pessoa provavelmente está comparando. Empresas levam em média 42 horas para responder um contato novo, segundo estudo publicado na Harvard Business Review com 2.241 empresas, e nesse prazo ela já resolveu.
Como faço o teste do destino sozinho?
Clique no seu próprio anúncio pelo celular, com dados móveis, e cronometre até a página abrir. Depois pergunte se o preço aparece, se dá para falar com alguém sem procurar, e se a página fala do que o anúncio prometeu.
Meu anúncio traz gente que não tem nada a ver com o que vendo.
Esse sintoma acusa a mira ou o texto. Aperte o raio de atendimento e escreva preço e região dentro do próprio anúncio: você perde volume de propósito e para de pagar por contato que já nascia sem chance de fechar.
Funcionava e parou de funcionar. O que aconteceu?
Três causas comuns: a peça cansou de tanto ser mostrada, entrou concorrente novo no leilão, ou mudou a sazonalidade. Conta boa sem manutenção piora sozinha em algumas semanas, mesmo sem ninguém ter feito nada errado.
Por onde devo começar a consertar?
Pelo mais barato, não pelo mais visível. Definir quem responde e em qual janela, ajustar o horário da campanha e escrever preço no anúncio não custam nada e mostram efeito na mesma semana.
E se o problema for o meu preço?
O sintoma é específico: as pessoas perguntam valor e somem sem negociar. Antes de baixar preço, vale escrever a faixa dentro do anúncio. Muita conta que parecia ter problema de preço tinha problema de filtro.
O painel mostra zero conversão. A campanha está ruim?
Pode estar convertendo bem e o painel mostrar zero, se a medição não foi instalada. É a situação mais traiçoeira que existe, porque leva a desligar exatamente o que estava dando certo. Confira a medição antes de concluir.
Vocês garantem que a conversão vai melhorar?
Não garantimos, e ninguém pode: conversão depende de preço, atendimento e mercado. Garantimos o processo, ou seja, percorrer a corrente, apontar o elo quebrado com o motivo e consertar na ordem que devolve resultado mais rápido.
Trocar de agência resolve?
Resolve quando o furo está na campanha. Se ninguém responde no horário em que os contatos chegam, quem entrar no lugar entrega contato melhor para a mesma fila parada, e a conclusão vai se repetir daqui a três meses.
Quanto custa o diagnóstico?
Nada. As cinco perguntas são percorridas antes de existir proposta, e às vezes o resultado é que você não precisa contratar: basta mudar o horário da campanha e definir quem responde.
Vocês refazem minha página se o problema for ela?
A criação da página de destino é serviço da Sturm Agency e é orçada à parte, porque é investimento de uma vez e não mensalidade. Ela só é proposta quando o diagnóstico apontar para ali, e não como pacote.
Em quanto tempo vejo diferença depois dos consertos?
Os três consertos mais baratos mostram efeito na semana seguinte, porque dependem de decisão e não de aprendizado. Os que envolvem campanha e página levam algumas semanas até o custo estabilizar.
Vocês fazem auditoria gratuita da conta da minha agência atual?
Diagnóstico gratuito de conta de terceiro não fazemos, porque funciona como isca comercial. O que fazemos é percorrer as cinco perguntas com você, sem custo, usando o que você mesmo consegue abrir e conferir.
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As perguntas que vêm
depois do diagnóstico.

Achado o furo, faltam a conta do retorno, o destino do clique e a decisão de quem toca.

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Quer descobrir qual elo
está arrebentado?

Conte o que você anuncia, para onde o clique vai e quem responde as mensagens. A gente percorre as cinco perguntas com você e aponta onde está o furo, antes de existir qualquer proposta.