Seu saldo aguenta quantos dias?
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
A conversa acontece antes, na sua página. Ela entende o que a pessoa procura, separa quem tem intenção real de comprar e manda pro seu WhatsApp só o contato pronto, com o resumo do que foi conversado. Quem escreve as perguntas, configura e ajusta é a Sturm Agency.
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A sua equipe passa o dia com quem não vai comprar porque ninguém separa os contatos antes de eles chegarem no WhatsApp. Todo mundo entra pela mesma porta e na mesma fila: quem já mediu o espaço e quer fechar esta semana, quem está pesquisando preço por curiosidade, quem errou de empresa e quem quer o serviço de graça.
O vendedor não tem como saber quem é quem antes de responder. Então ele responde todo mundo igual, escreve a mesma saudação dezenas de vezes por dia, repete as mesmas três perguntas de cadastro e só descobre lá na quinta mensagem que aquela conversa nunca ia virar venda. Menos de um terço do tempo de um vendedor é gasto vendendo de verdade, segundo o relatório State of Sales da Salesforce; o resto vai para tarefa administrativa e conversa que não avança.
Numa empresa pequena a conta fica pior, porque quem responde o WhatsApp é a mesma pessoa que atende o balcão, faz orçamento e fecha negócio. O custo não aparece em lugar nenhum: não tem linha na planilha chamada "tempo gasto com quem não ia comprar".
O formulário do site não resolve porque ele cobra esforço antes de entregar qualquer coisa. Dez campos obrigatórios pedem nome, e-mail, telefone, empresa, cargo e orçamento previsto para quem ainda não sabe se quer comprar de você. A pessoa fecha a aba e vai no concorrente que deixa mandar mensagem direto.
Quando o formulário é preenchido, ele traz campo, não contexto. "Orçamento: até R$ 5 mil" não diz se a obra começa este mês ou ano que vem, e é justamente isso que decide se o vendedor liga agora ou daqui a três semanas. Uma conversa curta descobre as duas coisas sem parecer cadastro.
O cliente bom não espera. Ele manda mensagem para você, não recebe resposta em alguns minutos, manda para o próximo nome da busca e fecha com quem respondeu primeiro. A conversa que você abriu duas horas depois já está morta, e o pior é que ela nunca aparece no relatório: contato sem resposta não vira nada que dê para medir.
A OmniChat mediu 18 milhões de conversas de cerca de 400 marcas e encontrou a curva completa: quando a empresa responde em até um minuto, 23 de cada 100 conversas viram venda; quando a resposta passa de um dia, sobra 1 em 100.
Esse é o motivo pelo qual qualificar não é o oposto de responder rápido, é a condição para conseguir responder rápido. Enquanto a fila está cheia de gente que não ia comprar, a resposta ao contato bom sai atrasada por matemática, não por má vontade.
Um chatbot que responde devolve informação; um chatbot que qualifica decide o que fazer com a pessoa. O primeiro manda horário de funcionamento, endereço e tabela de serviços para quem perguntar. O segundo entende o que a pessoa quer, descobre em que ponto da decisão ela está e separa: este vai para o vendedor agora, este fica marcado para revisão, este recebe a informação que pediu e não ocupa ninguém.
Responder rápido virou item de prateleira e qualquer ferramenta de R$ 97 por mês entrega uma resposta automática. Só que velocidade sozinha não muda o resultado: um estudo publicado pela Harvard Business Review mostrou que contatar o interessado dentro da primeira hora deixa a empresa cerca de sete vezes mais propensa a qualificar aquele contato, ou seja, o ganho da velocidade está em chegar ao contato certo primeiro, não em responder mais gente mais rápido.
Separar é o que quase ninguém entrega, porque separar exige escrever as perguntas certas para aquele negócio específico. Perguntar "qual o seu orçamento?" é fácil e não serve. Perguntar o que realmente decide a venda naquele ramo é trabalho de quem entende o funil, não de quem instala plugin.
A régua de qualificação é definida com você, antes de qualquer coisa ir para o ar. A gente senta em cima do seu histórico de vendas e responde três perguntas: como é o cliente que fecha, o que precisa ser verdade para valer a pena mandar para o vendedor, e o que é sinal claro de que aquele contato não vai fechar agora.
Daí saem os critérios escritos, na sua língua, e não numa aba de configuração genérica. Você lê a régua antes de ela entrar em operação e pode mudar qualquer linha. Se o seu critério mudar depois, a mudança é feita por nós dentro da mensalidade, sem cobrança avulsa.
A qualificação acontece na sua página, e é importante dizer isso com todas as letras porque quase todo material sobre o assunto fala de robô dentro do número do WhatsApp. Não é o que a gente faz. A conversa roda no seu site, dentro do seu domínio, e o WhatsApp recebe só o contato que já passou pela peneira, com o resumo do que a pessoa disse.
Essa escolha tem consequência boa e consequência ruim, e as duas ficam na mesa. A boa: o seu número não é ligado a ferramenta nenhuma, você não depende de aprovação de canal e não paga tarifa por conversa. A ruim: quem já te chamou direto no WhatsApp continua sendo respondido por você, porque a conversa dessa pessoa não passa pela nossa qualificação.
O WhatsApp continua sendo o canal preferido do brasileiro para falar com empresa, como mostram as pesquisas do Panorama Mobile Time e Opinion Box. Por isso ele não sai da jogada: ele muda de função. Deixa de ser a porta de entrada de todo mundo e passa a ser a mesa de fechamento.
O chatbot faz poucas perguntas, e cada uma existe para separar uma coisa específica. A régua não é "quanto você tem para gastar", que é a pergunta que faz gente boa desistir da conversa. A régua é montada com os sinais que, no seu ramo, aparecem antes de toda venda que fecha: o que a pessoa precisa, para quando, o quanto ela já andou sozinha e quem decide.
As perguntas vêm embutidas na conversa, não em sequência de cadastro. A pessoa conta o que quer, o atendimento responde alguma coisa útil e aproveita a deixa para descobrir o próximo dado. Do lado de quem está do outro lado, parece atendimento bom, não interrogatório. Do lado de dentro, cada resposta preenche um campo da ficha que vai chegar no vendedor.
O roteiro abaixo é o esqueleto que serve para a maioria dos negócios de serviço e de médio tíquete. O seu sai diferente, porque ele nasce do seu histórico de vendas.
Para não parecer interrogatório, a conversa devolve alguma coisa antes de pedir a próxima informação. A pessoa diz que quer reformar a cozinha e recebe uma resposta de verdade sobre como o orçamento costuma ser montado nesse caso; só depois vem a pergunta seguinte. Pergunta que vem em troca de resposta útil é atendimento; pergunta em sequência, sem contrapartida, é cadastro disfarçado.
A segunda regra é o número de perguntas. Quatro perguntas bem escolhidas separam melhor do que dez perguntas genéricas, e a diferença aparece na taxa de gente que chega ao fim da conversa. Quando um dado é difícil de conseguir sem atrito, ele é deixado para o vendedor pegar na conversa de fechamento.
Quem o chatbot não conseguiu classificar fica marcado e volta para revisão humana, não é descartado. Essa é a diferença entre uma peneira e uma porta trancada, e é a parte que quase nenhuma ferramenta explica: caso duvidoso não pode ser tratado como caso resolvido.
Na prática existem três destinos, e nenhum deles é o silêncio. O contato que passou na régua vai para o WhatsApp do vendedor com o resumo da conversa. O contato que ficou em cima do muro entra na fila de revisão, e uma pessoa decide o que fazer. O contato que claramente não é do perfil recebe uma resposta que resolve a dúvida dele, sem ocupar o time comercial.
A régua também é ajustável nos dois sentidos. Se você olhar a fila de revisão e achar que está passando gente demais, aperta. Se achar que a peneira está segurando cliente bom, afrouxa. O ajuste está incluído na mensalidade, porque a régua certa não se descobre no primeiro mês, se descobre olhando as conversas reais.
Se ele barrar alguém que ia comprar, você vai ver, porque o contato não some: ele fica registrado com a conversa inteira. Esse é o motivo de a fila de revisão existir e de nenhuma classificação ser definitiva. Nenhuma régua acerta 100% e quem promete isso está vendendo o que não tem.
O que dá para prometer é o seguinte: o caso duvidoso vai para revisão em vez de ser descartado, todo contato continua registrado com o histórico, e quando você apontar um erro de classificação a régua é corrigida sem custo adicional. Correção de resposta errada faz parte do serviço, não é chamado avulso.
São três passos até a qualificação estar rodando, e o único que depende de você é o primeiro. A Sturm Agency faz o levantamento, escreve o roteiro, configura, coloca no ar e ajusta depois. Você não configura nada, não escolhe pergunta em painel e não precisa aprender ferramenta nenhuma.
A qualificação pergunta coisas diferentes em cada ramo, porque o que define um comprador muda completamente de um negócio para o outro. Numa imobiliária o sinal é a forma de pagamento e a região; numa clínica é o momento da pessoa e a disposição de fazer avaliação presencial; num escritório B2B é o porte da empresa e quem assina.
A tabela abaixo mostra os quatro tipos de negócio em que a separação faz mais diferença, o que costuma chegar hoje no WhatsApp deles, e o que muda no que o vendedor recebe. Se o seu ramo não estiver aqui, a lógica é a mesma: a régua sai do seu histórico de vendas.
| Tipo de negócio | O que chega hoje | O que a conversa pergunta | O que chega no vendedor |
|---|---|---|---|
| Serviços B2B e consultorias | Muito contato de pessoa física e de empresa pequena demais para o serviço | Porte, o problema concreto, prazo e quem participa da decisão | Contato com porte compatível e a data em que precisa resolver |
| Clínicas e estética | Dezenas de "quanto custa" por dia, com a recepção respondendo tabela | O que a pessoa quer resolver, se já fez antes e se topa avaliação presencial | Contato que aceita agendar avaliação, já sabendo como o preço é formado |
| Imobiliárias e corretores | Pedidos fora da faixa da carteira e sem forma de pagamento definida | Comprar ou alugar, região, faixa de valor e forma de pagamento | Contato dentro da carteira, pronto para marcar visita |
| Reformas, planejados e esquadrias | Pedido de orçamento detalhado de quem só queria uma estimativa | Ambiente, medidas em mãos, prazo de execução e quem decide | Contato com medidas e prazo, antes de o projetista gastar horas |
Se o seu negócio é de tíquete baixo e volume alto, a régua muda de função: em vez de separar quem tem dinheiro, ela separa quem já sabe o que quer de quem ainda precisa ser orientado. O primeiro grupo vai direto para o fechamento, o segundo recebe a orientação sem ocupar vendedor.
Vale dizer o outro lado: em negócio de tíquete muito baixo, a conta pode não fechar. Se cada venda sua deixa poucos reais de margem, o custo de uma qualificação bem feita pesa mais do que o tempo que ela economiza. Nesse caso a recomendação honesta é começar por outra coisa, e a gente diz isso na conversa de orçamento.
Quanto custa atender quem não compra é uma conta que ninguém faz, porque ela não aparece em nota nem em boleto. Ela aparece em hora de gente, e hora de gente é a coisa mais cara de um negócio pequeno. Por isso a conta abaixo não traz número inventado: os campos em azul são seus, e a única coisa que a gente faz é mostrar onde eles se multiplicam.
Pegue o custo mensal de quem responde o seu WhatsApp, some encargos, e estime quanto do dia dessa pessoa vai embora em saudação, pergunta de cadastro e conversa que não avança. Depois multiplique por doze. O resultado costuma surpreender mais do que qualquer estatística de mercado, porque ele é o seu.
Compensa o que mantém o filtro funcionando sem consumir a sua semana, e as quatro opções da tabela abaixo resolvem partes diferentes do problema. O formulário longo é o mais barato e o que menos converte: páginas de captura ficam na faixa de 1,5% a 3% de conversão quando o formulário é pesado, contra 6% a 13% nas melhores estruturas, segundo o levantamento de benchmarks da Unbounce.
O pré-vendedor humano funciona muito bem e custa folha: salário, encargos, treinamento e a fila parada quando ele tira férias. A plataforma que você mesmo configura é barata na assinatura e cara em atenção, porque alguém da sua equipe vira o responsável por escrever as perguntas e manter o fluxo de pé. O modelo gerenciado tira essa parte de você e cobra por isso.
| O que muda | Formulário longo no site | Pré-vendedor contratado | Plataforma que você configura | Serviço gerenciado pela Sturm Agency |
|---|---|---|---|---|
| Quem escreve as perguntas | Você, uma vez, e ninguém revisa depois | O pré-vendedor, do jeito dele | Você ou alguém da sua equipe | A Sturm Agency, a partir do seu histórico de vendas |
| O que o visitante vê | Campos obrigatórios antes de qualquer resposta | Depende de quem está de plantão | Um fluxo de botões, na maioria das montagens | Uma conversa que responde e pergunta ao mesmo tempo |
| Quando qualifica | Só depois que o formulário é enviado | No horário de trabalho dele | Na hora, dentro do que foi programado | Na hora, dia e noite, inclusive fim de semana |
| Quem ajusta quando o preço ou o serviço muda | Você, mexendo no site | Reunião com o time | Você, dentro da plataforma | A gente, dentro da mensalidade |
| O custo quando o volume cresce | Fica igual, e a conversão continua baixa | Cresce em gente, com folha nova | Cresce por contato ou por conversa | Muda de degrau de plano, com o limite escrito antes |
| O que fica com você se parar | O formulário | O aprendizado, se ficou escrito | O fluxo, enquanto pagar a assinatura | A régua escrita, o roteiro e o histórico das conversas |
O pré-vendedor humano é a escolha certa quando cada venda sua é grande, demorada e cheia de nuance, do tipo que envolve visita técnica, projeto e várias conversas antes da proposta. Nesses casos a primeira conversa já é consultiva e não existe régua automática que substitua uma pessoa boa.
A qualificação automática rende mais no volume médio: muitos contatos por dia, decisão relativamente rápida e um punhado de critérios que se repetem em toda venda. Os dois modelos também convivem bem, com a conversa fazendo a primeira separação e o pré-vendedor recebendo só o que passou.
Existem três momentos em que a falta de filtro deixa de ser incômodo e vira urgência, e eles se repetem em negócio de qualquer ramo. Nenhum deles tem a ver com tecnologia: todos têm a ver com o volume de contato crescendo mais rápido do que o time que responde.
Uma entrada única, que paga o levantamento e a escrita do roteiro, e uma mensalidade, que paga a operação e os ajustes. Sem fidelidade, sem taxa de saída, e o que é seu continua seu.
O limite de conversas de cada degrau está escrito antes de você assinar. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.
O extrato abaixo tem duas colunas de propósito, e a segunda é a que dá crédito à primeira. Toda página de serviço lista o que está incluído; quase nenhuma lista o que fica de fora, e é justamente aí que nasce a discussão do terceiro mês.
Vale dizer o que não existe aqui em nenhuma hipótese: garantia de resultado, de faturamento ou de número de vendas. Quem fecha continua sendo você, e o que a qualificação faz é entregar contato melhor na sua mesa, não vender no seu lugar. Qualquer fornecedor que garanta resultado de venda está prometendo o que não controla.
Qualificar compensa quando o volume de contato já é maior do que a capacidade de responder com atenção. Antes disso, filtrar resolve um problema que você ainda não tem, e o dinheiro rende mais em outro lugar do negócio.
A lista da direita existe porque a recomendação nem sempre é comprar. Se a coluna da direita descreve o seu momento, a recomendação honesta é não contratar nada agora, e isso vale mesmo que você já esteja com o orçamento aprovado. Volte quando o volume subir, e nesse dia a conta fecha sozinha.
Filtrar uma fila vazia não faz a fila encher. Quando o problema é falta de contato, o dinheiro rende mais em site e em tráfego.
Quem constrói a qualificação dentro de um canal alugado fica sujeito a mudanças de regra que não dependem dele. A documentação de preços da própria Meta mostra a direção: a cobrança das conversas de WhatsApp deixou de ser por janela de 24 horas e passou a ser por mensagem em 1º de julho de 2025, e as respostas dentro da janela aberta pelo cliente, hoje gratuitas, passam a ser cobradas a partir de 1º de outubro de 2026, inclusive as geradas por inteligência artificial.
A regra muda e a conta muda junto, sem você ter mexido em nada. Esta página não publica valor de tarifa de propósito, porque o valor muda por país e por categoria; o que interessa aqui é a direção da mudança e quem tem a caneta. Se você já opera dentro do canal oficial, vale abrir a tabela em vigor antes de assinar qualquer coisa que cobre por conversa.
A qualificação da Sturm Agency roda na sua página justamente por isso. Sem tarifa por conversa e sem número ligado a ferramenta de terceiro, o custo do filtro é o que está escrito no plano.
Seis perguntas separam quem vai entregar de quem vai sumir depois da instalação, e elas valem contra qualquer proposta de qualificação automática, inclusive a desta página. Leve a lista inteira para a próxima reunião. Se algum concorrente responder as seis melhor do que a gente, contrate ele.
As quatro frases abaixo aparecem em quase toda conversa de orçamento, escritas do jeito que o dono fala. Nenhuma delas é resolvida com argumento bonito, e sim com o que está combinado por escrito.
Esta página não publica prazo cravado, e a razão é simples: o prazo depende de quanto do seu processo de vendas já está escrito e de quanto tempo você tem para a conversa de levantamento. Prometer data aqui seria prometer no lugar de quem responde por ela.
O que dá para dizer é a ordem das coisas: o prazo é combinado na proposta, por escrito, antes de você pagar a entrada. E a maior parte do tempo não é técnica, é levantamento: descobrir o que separa o seu cliente bom do resto.
As perguntas abaixo são as que aparecem quando alguém pesquisa o assunto num assistente de inteligência artificial em vez de pesquisar no Google. Cada uma está respondida direto, do jeito que a resposta seria dada numa conversa.
A demonstração está aqui do lado, no balão do canto da tela. Abra e converse: você vai ver as perguntas que ele faz, como ele reage quando a resposta foge do esperado e o que ele faz quando percebe que o contato está pronto. Não tem vídeo gravado nem reunião marcada no meio do caminho.
É a mesma tecnologia que vai rodar na sua página, com uma diferença: ali a régua é a da Sturm Agency, escrita para separar quem procura site, tráfego ou qualificação. A sua vai ser escrita para o seu negócio, com as suas palavras e os seus critérios.
Nove em cada dez brasileiros pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o estudo da Hedgehog Digital com o Opinion Box. A conversa é onde essa pesquisa termina.
Nove ferramentas de gestão para o mesmo dono de negócio que a Sturm atende. Todas partem do mesmo princípio: os sistemas do mercado te entregam um relatório e te deixam sozinho com ele. Estas fazem a conta e dizem o que fazer com o resultado - qual preço cobrar, o que repor, quem cobrar, o que está dando prejuízo. E você pergunta falando, sem digitar nada.
Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.
O boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava lá. A ferramenta mostra o que vence, cobra quem atrasou sozinha e avisa qual dia vai faltar.
Depois de imposto, cartão, comissão e a fatia do aluguel, sobram 2%. 89% dos empresários não se sentem seguros ao formar preço - e o sistema que a maioria usa nem converte saco de 25 quilos em pão. Aqui o preço aparece pronto enquanto você cadastra.
Acontece quando o custo do que você vende sobe mais rápido que o preço que você cobra - e é invisível para quem só olha o total do dia. A ferramenta monta o resultado sozinha e mostra a linha que mudou.
Falta o que vende e sobra o que não vende, ao mesmo tempo. E nenhum sistema comum funciona no balcão, porque exige lançar cada venda. Aqui você conta a prateleira uma vez por semana e o resto a ferramenta calcula.
O orçamento foi enviado na terça, ninguém voltou nele, e trinta dias depois ele comprou de outro. Venda pequena se perde no follow-up que ninguém fez, não no preço.
É a ligação mais frequente e a mais cara: alguém para o que está fazendo, vai até a bancada e volta para responder. A ferramenta mostra tudo por fase, manda o link de acompanhamento e abre a OS por voz - com a mão suja de graxa.
O aluguel não sabe que dia é. A ferramenta mostra a ocupação da semana inteira, confirma na véspera para derrubar a falta pela metade, e diz quanto cada hora trabalhada realmente rende.
A data do reajuste passou e ninguém lembrou. O custo do seu negócio subiu; o que ele paga, não. A ferramenta gera a cobrança sozinha, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e quanto isso custou.
Conte como você vende e a gente escreve a régua de qualificação do seu negócio. A entrada paga o levantamento e o roteiro; a mensalidade mantém tudo certo depois.