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Cliente que já comprou

Como fazer o cliente
voltar e comprar,
sem dar desconto.

Quem já comprou de você é o contato mais barato que a sua empresa tem, e é o que quase todo mundo esquece. A gente monta o anúncio que aparece para essa pessoa no momento em que a necessidade volta, e o contato cai num atendimento que continua a conversa.

Sobre garantia, esta página é direta: ninguém garante venda. O que dá para garantir está escrito aqui, por extenso, e você vai encontrar mais abaixo a cena inteira sobre o que entra e o que não entra num contrato honesto.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

Sua base de clientes412 pessoas
Comprou cadeira de escritórioúltima compra há 11 mesespronto para voltar
Fez manutenção preventivaúltima visita há 13 mesespronto para voltar
Comprou o pacote menorúltima compra há 4 mesespronto para voltar
Comprou na semana passadaainda usando o que levoufica de fora
Pediu para não recebersaiu da lista por vontade própriafica de fora

Base de exemplo, com os campos que definem quem entra e quem fica de fora da campanha de retorno.

O mesmo cliente

Duas notas, o mesmo cliente.

Fazer voltar
quem já comprou
Anúncio para a sua própria listaR$ 1
TotalR$ 1
Conquistar alguém
que nunca comprou
Anúncio para quem não conhece a empresaR$ 6
Cliques de quem entrou e saiu sem falarR$ 5
Contatos sem perfil que ocuparam atendimentoR$ 4
Anúncio de lembrança para quem não voltouR$ 4
Tentativas até alguém responder de verdadeR$ 3
A conversa que finalmente virou vendaR$ 2
TotalR$ 0
Direto ao ponto

Por que fazer voltar
é mais barato que
conquistar.

Fazer voltar quem já comprou é mais barato porque a parte cara do trabalho já foi paga uma vez. A pessoa já sabe quem você é, já conhece o produto e já confiou o dinheiro dela à sua empresa. Na Harvard Business Review, Amy Gallo escreveu em 2014 que conquistar um cliente novo custa de 5 a 25 vezes mais que manter um atual, e ela mesma abre a frase dizendo que o número varia conforme o estudo e o setor.

Essa ressalva importa mais do que o número. Quem publica "25 vezes" como fato absoluto está escondendo a parte da frase que diz "depende". A conta que vale é a sua: pegue o quanto você gastou em anúncio no mês passado, divida pelos clientes novos que apareceram, e compare com o custo de falar de novo com quem já está na sua lista. Na maior parte dos negócios desse porte, a diferença é grande o bastante para mudar a ordem das prioridades.

5 a 25x Quanto conquistar um cliente novo pode custar a mais que manter um atual, segundo a Harvard Business Review, com a ressalva declarada de que varia conforme o estudo e o setor.
Por que a página não publica "25 vezes mais barato" como fato
Publicar "25 vezes mais barato" como fato seria repetir o número sem a frase inteira. A autora do texto na Harvard Business Review escreve, antes do número, que ele depende de qual estudo se acredita e de qual setor se fala. A faixa vai de 5 a 25, e onde uma empresa cai dentro dessa faixa muda conforme o preço do produto, o ciclo de compra e a concorrência do ramo. Uma padaria e uma fabricante de máquinas não têm a mesma resposta. Por isso o número entra aqui como ordem de grandeza, para mostrar que a diferença é grande, e não como promessa de multiplicador. A conta que decide alguma coisa é a sua, feita com o seu custo por cliente novo do mês passado.
Onde está a diferença

O anúncio para quem
já comprou é outro
anúncio.

Falar com quem já comprou não é repetir a campanha de sempre para uma lista diferente. Muda o público, muda a peça, muda o que se mede e muda o que a plataforma precisa saber antes de começar. Tratar os dois do mesmo jeito é o motivo mais comum de a campanha de retorno não render.

Duas campanhas com a mesma verba e alvos diferentes
PontoQuem nunca comprouQuem já comprou
Quem vêPerfil parecido com seus clientes, por semelhançaA sua própria lista, pessoa por pessoa
O que a peça precisa fazerApresentar a empresa e explicar o que ela resolveLembrar do momento certo e dar um motivo para voltar agora
Quanto custa por pessoa alcançadaMais caro, porque disputa espaço com todo o mercadoMais barato, porque o público é pequeno e definido
Quanto tempo até virar contatoMais longo, porque a confiança ainda está sendo construídaMais curto, porque a decisão já foi tomada uma vez
O que se medeCusto por contato novoQuantos da lista voltaram e quanto tempo levou
O que a plataforma precisa saberComo é um cliente seu, por semelhançaQuem comprou, o que comprou e quando
A base

Sem registro,
o anúncio de
retorno é sorteio.

Fazer o cliente voltar exige saber quem ele é e o que ele já comprou. Sem esse registro chegando na plataforma, a campanha de retorno vira sorteio: você paga para falar com a lista inteira ao mesmo tempo, inclusive com quem comprou ontem e com quem já pediu para não receber nada.

A boa notícia é que quase toda empresa já tem esse material, espalhado entre o caderno, o WhatsApp e a maquininha. Organizar isso é a primeira etapa do trabalho e não exige sistema caro: exige que cada compra deixe registrado o que foi vendido e quando, que é o mínimo para o retorno chegar na hora certa.

O cadastro que a maioria tem
NomeAnotado
TelefoneAnotado
O que comprouNão registrado
Quando comprouNão registrado
Quanto gastouNão registrado
A lista inteira recebe a mesma coisa no mesmo dia. É assim que a empresa vira spam.
O cadastro que faz o retorno funcionar
NomeAnotado
TelefoneAnotado
O que comprouCadeira de escritório
Quando comprouHá 11 meses
Quanto gastouFaixa registrada
Cada pessoa recebe no mês em que faz sentido para ela, com a oferta que combina com o que já levou.
Minha base está bagunçada e espalhada. Isso impede de começar?
Base bagunçada não impede de começar, atrasa. A primeira etapa do trabalho é justamente juntar o que já existe: a lista do WhatsApp, o caderno de vendas, as notas emitidas e a planilha que alguém começou e abandonou. Desse material sai o mínimo necessário, que é nome, contato, o que a pessoa comprou e quando. O que não tiver data de compra entra num grupo separado e recebe uma abordagem mais neutra, porque não dá para saber se aquela pessoa comprou ontem ou há três anos. E existe uma regra que não se negocia: quem pediu para não receber nada sai da lista e não volta, mesmo que o número dela ainda esteja lá.
Sobre a margem

Desconto não é
estratégia de
retorno.

Dar desconto para o cliente antigo voltar resolve o mês e estraga o ano. Ele volta, compra e aprende uma coisa nova sobre a sua empresa: que basta esperar a próxima mensagem para pagar menos. A partir daí o preço cheio vira exceção, e a margem que sustenta o negócio some sem ninguém decidir que ia sumir.

O motivo que traz de volta sem queimar preço é outro: conveniência e momento. A manutenção que vence agora, o item que acabou, o serviço complementar do que já foi comprado, o horário reservado antes de a agenda encher. Todos custam zero de margem e valem mais para quem já confia na empresa do que dez por cento de abatimento.

Uma venda de R$ 500
Volta por desconto
Volta por conveniência
Preço cobrado
Volta por descontoR$ 425, com 15% de abatimento
Volta por conveniênciaR$ 500, preço de tabela
Custo do produto ou serviço
Volta por descontoR$ 350
Volta por conveniênciaR$ 350
O que sobra na venda
Volta por descontoR$ 75
Volta por conveniênciaR$ 150
O que a pessoa aprende
Volta por descontoQue vale a pena esperar a próxima oferta
Volta por conveniênciaQue a empresa avisa na hora certa

Conta com números redondos de exemplo, para mostrar o efeito do abatimento sobre o que sobra. Use os seus próprios valores.

Reconheça o seu caso

Todo ramo tem
uma hora certa
de chamar de volta.

A hora de chamar de volta não é quando o caixa está fraco: é quando a necessidade daquela pessoa renasce. Cada ramo tem um relógio próprio, e ele quase sempre está escrito na própria venda anterior, na data e no que foi comprado.

Quando o cliente antigo está pronto para voltar, por tipo de negócio
Tipo de negócioO que faz a pessoa voltarO registro que avisa a hora
Clínica, estética e bem-estarManutenção do procedimento, retorno de acompanhamento ou o tratamento seguinteA data do último atendimento e o procedimento feito
Serviço local e assistência técnicaRevisão periódica, peça que vence, o mesmo problema voltando no ano seguinteA data do serviço e o tipo de equipamento atendido
Loja e comércioReposição do que acabou, item que combina com o que já foi levado, troca por um modelo melhorO produto comprado e há quanto tempo
Venda para empresaFim do projeto, renovação de contrato, uma etapa nova do mesmo trabalhoA data de encerramento e o escopo entregue
Reconheça o momento

Três horas em que
a base vira caixa.

Existem três momentos em que o dono do negócio se lembra da própria base, e todos os três chegam depois de um susto. Reconhecer o momento ajuda a decidir com clareza em vez de decidir com pressa.

01Depois da data comemorativa

Janeiro, a semana seguinte ao Dia das Mães, o mês depois da Black Friday. A empresa atendeu muita gente de uma vez e viu o movimento despencar logo em seguida. Toda aquela gente continua na lista, e quase ninguém volta a falar com ela.

02Quando o anúncio fica caro

O leilão de anúncio encarece em certas épocas e o custo por contato novo sobe junto. Nessa hora, tirar faturamento da própria base é a saída mais rápida disponível, porque o público já existe e não precisa ser comprado de novo.

03Quando o caixa estaciona

A verba de anúncio já está no teto e o faturamento não sobe junto. Aumentar o investimento em gente nova deixou de fazer efeito, e o único crescimento que ainda cabe é o que vem de vender mais vezes para a mesma pessoa.

O jeito velho

Disparo em massa
não é campanha
de retorno.

Mandar a mesma mensagem para a lista inteira no mesmo dia é o jeito mais rápido de ser bloqueado. Quem recebe percebe na primeira linha que aquilo não foi escrito para ele, e a partir daí a empresa passa a ser filtrada junto com a promoção de todo mundo. O prejuízo não é só o silêncio: é perder o canal que ainda funcionava.

A diferença entre o incômodo e o agradecimento está em três coisas: chegar no momento em que aquela pessoa precisa, falar do que ela comprou e não do que você quer vender, e sair da lista na hora em que ela pedir. Quando as três estão no lugar, a mesma mensagem que irritava vira serviço.

Disparo para a lista inteira3 respostas
Promoção imperdível! Confira as novidadesbloqueado
Promoção imperdível! Confira as novidadessem resposta
Promoção imperdível! Confira as novidadespediu para sair
Promoção imperdível! Confira as novidadescomprou ontem, ficou irritado
Anúncio no momento certo14 respostas
A revisão do seu equipamento vence este mêsagendou
O refil do que você levou costuma acabar agoracomprou
Sua última consulta foi há um anomarcou retorno
Abrimos agenda para o mês que vempediu horário

Caixas de exemplo com o mesmo tamanho de lista. O que muda não é o esforço: é o momento e o assunto.

Com que frequência dá para falar com a mesma pessoa sem cansar
A frequência que funciona não se mede em vezes por mês, e sim em motivos por ano. Cada contato precisa de um motivo próprio ligado ao que aquela pessoa comprou: a revisão que vence, o item que acabou, a agenda que abriu, o serviço que completa o anterior. Quando o motivo existe, dois ou três contatos por ano parecem serviço. Quando não existe, um único contato por mês já parece perseguição. Por isso a base é dividida por data de compra e por produto, e cada grupo entra na janela dele: em vez de a empresa falar com todo mundo toda semana, ela fala com uma parte pequena da lista de cada vez, no mês em que aquela parte tem algum motivo para ouvir.
Onde se perde

A pessoa responde
e ninguém continua
a conversa.

O retorno se perde na mesma etapa em que a aquisição se perde: a pessoa responde e ninguém continua. A diferença é que aqui dói mais, porque essa era a parte fácil. Alguém que já comprou, já confiou e ainda respondeu uma mensagem é o contato mais qualificado que existe, e ele fica parado esperando alguém dizer o preço.

É por isso que a campanha de retorno não termina no anúncio. Cada resposta cai num atendimento que continua na hora, faz a pergunta que falta e entrega a ficha pronta. Sem essa parte, a campanha só produz uma fila de conversas mornas que esfriam até virar nada.

Quanto ficou o refil agora?parado há 2 dias
Consigo agendar para sábado de manhã?parado há 3 dias
Ainda fazem a manutenção do modelo antigo?parado há 5 dias
Bom dia, sobre a revisão que vence este mêsrespondido em 2 min
Quero marcar o retorno da consultarespondido em 4 min

Fila de exemplo. As três primeiras vieram do mesmo anúncio das duas últimas, e a diferença entre elas está só no que aconteceu depois.

A conta que muda

O custo de trazer
alguém se paga
na segunda venda.

O valor gasto para conquistar um cliente é pago uma vez só. Na primeira venda ele come quase toda a margem. Na segunda, ele já está diluído em duas. Na terceira, o cliente que parecia caro passa a ser o mais lucrativo da carteira, e nada disso exige um real a mais de verba de aquisição.

Foi essa aritmética que Frederick Reichheld, da Bain & Company, mediu no estudo que ele publicou com W. Earl Sasser na Harvard Business Review em 1990: reduzir em 5% a perda de clientes elevou o lucro entre 25% e 85% nas empresas examinadas. A versão que circula hoje na internet costuma dizer 95%, número que aparece em textos posteriores; o estudo original mediu até 85%, e é esse que esta página usa.

O mesmo cliente, três compras
Anúncioo custo de aquisição sai daqui
1ª compraa aquisição come a margem
2ª compracusto diluído em duas vendas
3ª compramargem quase inteira
Se não voltara aquisição foi paga à toa
O que acontece sem retornoCada venda precisa de um cliente novo, e cada cliente novo precisa de verba. O faturamento sobe junto com o custo, e a margem fica no mesmo lugar.
O que acontece com retornoA mesma verba de aquisição passa a sustentar mais de uma venda por pessoa. O faturamento sobe sem o custo subir na mesma proporção.
A leitura

Quantos da lista
voltaram, e a
que custo.

Uma campanha de retorno se julga por dois números: quantas pessoas da sua própria lista voltaram a comprar no período e quanto custou cada uma dessas voltas. Alcance e visualização entram como contexto, nunca como resultado, porque a lista é sua e alcançar ela é a parte barata do trabalho.

O relatório abaixo mostra o formato. A última linha continua sendo sua: a plataforma sabe quem clicou e quem mandou mensagem, e não sabe quem pagou. Quando você devolve essa informação uma vez por mês, o custo por retorno deixa de ser estimativa e vira conta fechada.

Retorno da base no mêscom números de exemplo
Pessoas na lista trabalhada412contexto
Entraram na janela do mês96por data de compra
Responderam2324% da janela
Custo por respostaR$ 9,80verba dividida
Voltaram a comprar?quem preenche é você
O custo por resposta é baixo porque o público é a sua própria lista. O que decide se a campanha vale a pena é a última linha, e ela só existe se alguém do seu lado marcar quem fechou.
Como separar a venda que veio da campanha da venda que aconteceria de qualquer jeito
Separar as duas com precisão absoluta é impossível, e qualquer um que prometa isso está simplificando. O que dá para fazer é comparar grupos: parte da base entra na campanha do mês e parte fica de fora, e no fim do período compara-se quantos voltaram de cada lado. A diferença entre os dois grupos é a estimativa honesta do efeito. Some-se a isso a marcação de origem, que mostra qual anúncio trouxe cada contato, e a leitura fica boa o bastante para decidir. O que não vale é somar todas as vendas do mês e chamar de resultado da campanha, que é o truque mais comum de relatório inflado.
Os limites

A base é sua, e
tem coisa que
não se faz com ela.

A lista de clientes é um dos ativos mais valiosos que um negócio tem, e o jeito mais rápido de destruí-la é usar mal. Por isso a campanha de retorno começa por escrever o que não vai acontecer, e essa lista é tão importante quanto a das entregas.

O que se faz com a base

Falar com quem comprou, no momento em que a necessidade volta
Separar a lista por o que a pessoa comprou e por quando comprou
Tirar quem comprou há poucos dias e quem já está em negociação
Sair da lista na hora em que a pessoa pedir, sem insistir
Manter a lista dentro da sua conta, com você sendo o dono dela

O que não se faz

Disparar a mesma mensagem para a lista inteira no mesmo dia
Usar lista comprada ou contato de terceiro, que não é sua base
Insistir com quem pediu para não receber
Prometer desconto crescente para forçar a volta
Levar a sua base junto se um dia a parceria acabar
Sobre garantia

O que dá para
garantir, e o que
ninguém garante.

Garantia de venda não existe, e quem oferece está apostando com o seu dinheiro. Vender depende do seu preço, do seu produto, do momento do cliente e da concorrência, e nenhuma dessas quatro coisas fica do lado de quem faz o anúncio. Prometer número de recompra em contrato é fácil de escrever e impossível de cumprir sem letra miúda.

O que dá para garantir é a execução, e isso cabe num documento curto. Está tudo abaixo, e a segunda metade é o que dá crédito à primeira. Se um concorrente te oferecer garantia de faturamento, peça para ler a cláusula inteira antes de assinar: é ali que costuma estar a meta que ninguém consegue conferir.

O que fica escritoA parte que a Sturm Agency assume e a parte que continua sendo risco de mercado.
Garantido
Sem fidelidade e sem taxa de saída, em nenhum plano
A conta de anúncios fica no seu nome, com o seu acesso, desde o primeiro dia
A verba é paga direto à plataforma, com o seu cartão: o dinheiro não passa por nós
A sua base de clientes continua sua, e vai com você se a parceria acabar
Relatório com quantos da lista voltaram e quanto custou cada retorno
Não garantido, por ninguém
Quantidade de recompras no mês
Faturamento, retorno sobre o investimento ou lucro
Prazo cravado para a base começar a responder
Que o seu preço seja aceito por quem voltar
Que a plataforma não mude as regras dela no meio do caminho
E as agências que oferecem garantia de resultado em contrato?
Agências que oferecem garantia de resultado costumam garantir uma métrica que elas mesmas controlam, e não a venda. É comum a cláusula prometer um número de contatos, de disparos ou de alcance, coisas que dependem só de gastar a verba, e não de alguém comprar. Quando a promessa é de faturamento, o texto quase sempre traz condições que transferem a responsabilidade de volta para o cliente: manter a verba num patamar, responder em determinado prazo, aprovar as peças em determinado tempo. Basta uma dessas não ser cumprida para a garantia deixar de valer, e quase nunca é cumprida ao pé da letra. Não estamos dizendo que toda garantia é má-fé; estamos dizendo para ler a cláusula inteira, porque é ali que a promessa da capa é desfeita.
A conta do mês

A mesma verba,
dois destinos
possíveis.

Toda verba de anúncio tem que escolher entre falar com quem nunca comprou e falar com quem já comprou. Não existe resposta única: existe proporção. Empresa que só investe em gente nova paga caro por cada venda; empresa que só fala com a base seca a lista e não tem quem chamar de volta no ano seguinte.

O desenho abaixo mostra o que cada lado costuma entregar dentro do mesmo mês, com valores de exemplo. A parte de retorno chega mais rápido, porque a decisão de comprar já foi tomada uma vez. A parte de aquisição demora mais e é a que garante que exista base para trabalhar no ano seguinte.

Verba falando com quem nunca comproumais lento

Constrói a base do ano que vem. Custa mais por contato e leva mais tempo até virar venda, porque a confiança ainda está sendo construída.

Verba falando com quem já comproumais rápido

Usa a base que já existe. Custa menos por contato e responde em dias, mas se for a única coisa que a empresa faz, a lista encolhe sozinha.

Comparação de exemplo entre os dois usos da mesma verba. A proporção certa depende do seu ramo e do tamanho da sua lista.

Antes de decidir

O que pergunta quem
já tentou reativar
a base sozinho.

Estas quatro aparecem em toda conversa sobre retorno, e as quatro têm resposta direta. Nenhuma delas é confortável, e é justamente por isso que precisam vir antes da proposta.

Sobre ser chato

Já mandei mensagem para cliente antigo e fui ignorado. Por que agora seria diferente?

Porque muda o que chega e quando chega. Mensagem igual para todo mundo no mesmo dia é ignorada com razão. Quando o contato aparece no mês em que a necessidade daquela pessoa volta e fala do que ela já comprou, a reação muda. E quem pede para sair, sai na hora, o que preserva o canal para o resto da lista.

Sobre a margem

Tenho medo de dar desconto e estragar o meu preço.

O medo é justificado e a resposta é não usar desconto como motivo padrão. O que traz de volta sem queimar preço é conveniência: a manutenção que vence, o item que acabou, o horário reservado antes de a agenda encher. Desconto entra em casos pontuais e declarados, nunca como a mecânica que sustenta a campanha.

Sobre a recorrência

Meu produto não é de compra frequente. Funciona mesmo assim?

Funciona, com outro relógio. Quando a recompra do mesmo item demora anos, o retorno acontece por três caminhos: o serviço complementar, a manutenção do que foi comprado e a indicação. O calendário fica mais longo e o volume mensal fica menor, e isso precisa estar claro antes de contratar, não depois.

Sobre o risco

E se eu contratar e a minha base não comprar nada?

Existe esse risco e ele não desaparece com cláusula. O que reduz o tamanho dele: sem fidelidade, sem taxa de saída, verba paga direto por você à plataforma e resultado visível em poucas semanas, porque a lista é pequena e responde rápido. Se não responder, você para sabendo por quê, e leva a base com você.

Como funciona

Três passos, e
o trabalho é
do nosso lado.

Da primeira conversa até o primeiro cliente antigo voltando, o que se pede de você é a lista e uma aprovação.

1Você entrega a sua lista
quem comprou, o quê e quando

A gente organiza o que já existe, junta o que está espalhado entre caderno, WhatsApp e sistema, e separa a base por o que cada pessoa comprou e há quanto tempo.

2A gente monta e coloca no ar
oferta por momento, sem desconto

Peças escritas por grupo, com o motivo de voltar que combina com o que a pessoa levou, as exclusões de quem não deve receber e o atendimento ligado do outro lado.

3Você atende quem voltou
ficha com o histórico da pessoa

O contato chega respondido e com o histórico junto, então a conversa não recomeça do zero. Uma vez por mês você diz quem comprou de novo, e a leitura fica real.

Planos e preços

O preço está aqui,
não numa reunião.

O que muda de um plano para o outro é quantos canais entram e o tamanho da verba acompanhada. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto às plataformas, com o seu cartão, na sua conta.

Essencial
Para começar a fazer a base voltar por um canal só.
R$ 1.500/mês · para verba de até R$ 3.000
  • Um canal de anúncio
  • Organização da base por compra e por data
  • Peças por grupo, sem desconto como padrão
  • Exclusão de quem não deve receber
  • Contato respondido na hora, com ficha
Profissional
Recomendado. Para fazer voltar e trazer novo ao mesmo tempo.
R$ 2.500/mês · para verba de até R$ 10.000
  • Dois canais de anúncio
  • Tudo do Essencial
  • Campanha de retorno e de cliente novo juntas
  • Calendário de retorno por grupo da base
  • Relatório de quantos voltaram e a que custo
Avançado
Para operação com verba alta e mais de dois canais.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior
  • Três canais ou mais
  • Tudo do Profissional
  • Para verba acima de R$ 10.000
  • Acompanhamento mais frequente da conta
  • Leitura por grupo da base e por canal

Sem fidelidade e sem taxa de saída. A conta de anúncios fica no seu nome e a sua base de clientes continua sua, com você, se um dia quiser seguir sem a gente.

Perguntas frequentes

Tudo que perguntam
sobre fazer a
base voltar.

O que é o serviço de fazer o cliente voltar e comprar?
Fazer o cliente voltar e comprar é usar a sua própria lista de clientes como público de anúncio, falando com cada grupo no momento em que a necessidade daquela pessoa volta. Não é programa de pontos nem cartão de fidelidade: é campanha ativa, com peça própria e atendimento do outro lado.
Qual a diferença entre tentar sozinho e contratar um serviço para isso?
Tentar sozinho costuma virar disparo igual para a lista inteira, que é o caminho mais curto para ser bloqueado. O serviço organiza a base por o que a pessoa comprou e quando, separa quem não deve receber, escreve peça por grupo e mantém o atendimento respondendo quem voltar.
Tenho poucos clientes cadastrados. Esse serviço funciona para mim?
Funciona, e às vezes funciona melhor. Lista pequena e bem organizada responde rápido e custa pouco para alcançar, porque o público é definido pessoa por pessoa. O que atrapalha não é o tamanho da base: é ela não ter registrado o que cada um comprou e quando.
É um programa de pontos ou um sistema de vendas para quem já comprou?
É um sistema ativo de vendas para quem já comprou. Programa de pontos espera o cliente lembrar da empresa sozinho e voltar por conta própria. Aqui a empresa é que aparece na frente da pessoa no mês em que faz sentido para ela, com um motivo concreto de voltar.
Quanto custa contratar a Sturm Agency para fazer o cliente voltar e comprar?
A mensalidade começa em R$ 1.500 para um canal e verba de até R$ 3.000. Com dois canais e verba de até R$ 10.000 são R$ 2.500. Acima disso, com três canais ou mais, são R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. A verba dos anúncios é sempre à parte.
Como funciona a garantia? Se os clientes não voltarem, o que acontece?
Não existe garantia de venda, aqui nem em lugar nenhum, e quem promete está apostando com o seu dinheiro. O que é garantido: sem fidelidade, sem taxa de saída, conta de anúncios no seu nome, verba paga direto por você à plataforma e a sua base continuando sua. Se não funcionar, você para quando quiser.
Vocês garantem em contrato o retorno do investimento?
Não. Retorno depende do seu preço, do seu produto, do momento do cliente e da concorrência, e nada disso fica do lado de quem faz o anúncio. Quando aparecer garantia de faturamento em contrato, leia a cláusula inteira: quase sempre existem condições que anulam a promessa da capa.
O que está incluído no serviço?
Estão incluídas a organização da base, a criação das peças por grupo, a configuração das campanhas e das exclusões, o acompanhamento da conta, o atendimento imediato de quem responder e o relatório mensal. A verba de mídia é à parte, e a criação de site é outro serviço.
Vale a pena pagar para reativar cliente antigo em vez de gastar tudo com cliente novo?
Vale fazer os dois, com pesos diferentes. Na Harvard Business Review, Amy Gallo escreveu que conquistar um cliente novo custa de 5 a 25 vezes mais que manter um atual, ressalvando que varia conforme o estudo e o setor. Sem cliente novo entrando, porém, não existe base para chamar de volta depois.
Quanto tempo demora para a base começar a comprar de novo?
Depende do relógio do seu ramo, e por isso não cravamos prazo. Onde a recompra é mensal ou trimestral, as primeiras respostas aparecem cedo. Onde o ciclo é anual, o calendário de retorno é montado por mês de compra, e o resultado aparece conforme cada grupo entra na janela dele.
Já mandei mensagem para cliente antigo e fui ignorado. Por que agora seria diferente?
Porque muda o que chega e quando chega. Mensagem igual para todo mundo no mesmo dia é ignorada com razão. Quando o contato aparece no mês em que a necessidade volta e fala do que a pessoa já comprou, a reação muda, e quem pede para sair sai na hora.
Meu produto não é de compra frequente. Como fazer o cliente voltar?
Com outro relógio e outros três caminhos: o serviço complementar do que já foi comprado, a manutenção do que foi vendido e a indicação. O calendário fica mais longo e o volume mensal menor, e isso precisa estar claro antes de contratar, não depois do terceiro mês.
E se meus clientes acharem a abordagem chata?
A abordagem chata é a genérica. O que evita isso são três regras: chegar no momento certo daquela pessoa, falar do que ela comprou em vez do que você quer vender, e sair da lista na hora em que ela pedir. Quem pede para não receber é retirado e não volta a ser incluído.
Tenho medo de dar desconto e estragar a minha margem. Como evitar?
Evitando usar desconto como motivo padrão de retorno. O que traz de volta sem queimar preço é conveniência e momento: a manutenção que vence, o item que acabou, o serviço complementar, o horário reservado antes de a agenda encher. Desconto entra em caso pontual e declarado, nunca como mecânica principal.
Minha base está bagunçada e espalhada. Isso impede de começar?
Não impede, atrasa. A primeira etapa é juntar o que já existe entre caderno, WhatsApp, notas e planilhas, e tirar dali o mínimo: nome, contato, o que a pessoa comprou e quando. Quem não tiver data de compra entra num grupo separado, com abordagem mais neutra.
De quem fica a lista de clientes?
A lista é sua e continua sua. Ela fica na sua conta, com o seu acesso, e vai com você se um dia a parceria acabar. Base de cliente não é ativo de agência, e trabalhar com lista comprada ou contato de terceiro está fora, porque isso não é a sua base.
Como sei se a venda veio da campanha ou se o cliente voltaria sozinho?
Pela marcação de origem e pela comparação entre grupos. O contato que chega pelo anúncio de retorno vem etiquetado, e o relatório mostra quantos de cada grupo da base voltaram no período. Nenhuma medição é perfeita, e qualquer um que prometa atribuição exata está simplificando demais.
O que a minha equipe precisa fazer quando o cliente antigo chamar?
Continuar a conversa, que é onde o retorno costuma se perder. O primeiro atendimento é automático e responde na hora, com o histórico junto, então a conversa não recomeça do zero. O fechamento continua com a sua equipe, que conhece preço, prazo e limite de cada caso.
Fechei o contrato. Qual é o primeiro passo?
O primeiro passo é a entrega da base, do jeito que ela estiver. Depois vem a organização por o que cada pessoa comprou e quando, a definição de quem fica de fora, a escrita das peças por grupo e a sua aprovação antes de qualquer verba ser gasta.
Como acompanho quantas recompras a campanha gerou?
Pelo relatório mensal, que mostra quantas pessoas da lista voltaram a comprar, de quais grupos elas vieram e quanto custou cada retorno. A confirmação de quem realmente fechou vem de você, porque nenhuma plataforma sabe isso, e é ela que torna a conta real em vez de estimada.
Vocês atendem qualquer ramo?
Atendemos ramos em que a mesma pessoa pode comprar mais de uma vez, seja pelo mesmo produto, pela manutenção do que foi comprado ou por um serviço complementar. Quando a compra é realmente única e não gera nenhum desdobramento, dizemos isso antes de contratar.
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Os outros dois jeitos
de fazer alguém voltar.

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