Boa parte do tempo de um advogado vai embora com quem escreveu para tirar uma dúvida de graça. A Sturm Agency coloca um atendente que faz a triagem inicial dentro dos limites da profissão, entende do que se trata e entrega só o que chegou perto de virar caso.
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Um chatbot para advogado é um atendimento que recebe o contato na hora, identifica de que área é o assunto, faz as perguntas administrativas que o escritório precisa saber antes de marcar e entrega isso organizado. Ele não opina sobre o caso, e é essa separação que faz ele caber na advocacia.
Porque perguntar de que área é o assunto, se a saída foi com ou sem justa causa, ou se a pessoa tem a carta de negativa em mãos é organização de atendimento, e não análise do caso. Nenhuma dessas perguntas responde se existe direito, qual a chance de êxito ou quanto se pode receber.
A análise começa quando o advogado entra na conversa, e é justamente para ele entrar já sabendo do que se trata que a triagem existe. O que muda não é quem decide: é o quanto de informação já está na mesa quando a decisão é tomada.
O WhatsApp de um escritório não ocupa só o horário comercial: ele ocupa as bordas do dia, que são justamente as horas que não pertenciam ao trabalho. As faixas em rosa abaixo são as que o expediente não cobre e mesmo assim exigem alguém.
São dez faixas em azul e onze em rosa: o escritório está fechado em mais da metade das janelas em que alguém continua respondendo mensagem. Nenhuma dessas onze é hora de trabalho pago, e mesmo assim é nelas que a decisão de responder ou não responder aparece.
Porque quem procura advogado costuma estar num momento ruim e escreve para mais de um escritório na mesma noite. Não responder no domingo não é neutro: é entregar o contato para quem respondeu. O advogado sabe disso, e é por isso que o celular fica na mesa do jantar.
O que resolve não é disciplina, é tirar a primeira resposta da dependência de alguém estar disponível. Quando a triagem acontece sozinha, a notificação de domingo à noite vira informação para segunda, e não uma decisão a ser tomada agora.
A ideia de que inteligência artificial ainda é experimento no Direito não se sustenta nos números do próprio setor público. Segundo a pesquisa TIC Governo 2025, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, a inteligência artificial estava presente em 94% dos órgãos do Poder Judiciário, o maior índice entre os poderes.
A pesquisa ouviu 576 órgãos federais e estaduais e é conduzida pelo Cetic.br. O dado não diz que o seu escritório precisa de automação: diz que a tecnologia já é rotina do outro lado da mesa, no mesmo Judiciário em que você protocola todo dia. O uso mais comum entre os órgãos que adotaram é justamente a automatização de processos e fluxos de trabalho.
A conversa que mais consome tempo de advogado não é a difícil: é a que nunca ia virar caso e mesmo assim exigiu explicação completa. Ela começa educada, avança devagar e termina sem retorno nenhum.
Porque não dá para saber se é caso antes de ouvir, e ouvir já é o trabalho. Do lado de fora, a pessoa não está tentando se aproveitar: ela não sabe a diferença entre uma dúvida e uma consulta, e o WhatsApp não sinaliza essa diferença em lugar nenhum.
A saída não é ser mais duro, é fazer a pergunta certa antes. Uma triagem que descobre a área e as informações básicas separa o que precisa de você do que só precisava de uma orientação de onde procurar, e faz isso sem ninguém ter que recusar nada na cara.
Na advocacia, o que a automação recusa importa mais do que o que ela faz. Orientar sobre o caso é ato do advogado, e a publicidade da profissão tem limites próprios, então a triagem para exatamente onde começa o exercício profissional.
O advogado, sempre. A Sturm Agency não é escritório de advocacia e não emite parecer sobre norma da profissão, então não existe aqui nenhuma garantia de conformidade assinada por nós. O que existe é um roteiro escrito de forma conservadora, com essas quatro recusas embutidas, e que você lê e aprova inteiro antes de qualquer coisa ir ao ar.
A recomendação honesta é passar o texto pela sua leitura da norma antes de subir, exatamente como você faria com qualquer material do escritório. Fornecedor que promete garantia de conformidade com a OAB está prometendo o que não pode cumprir, porque quem responde perante o conselho é o profissional inscrito, não o prestador de tecnologia.
Cada área do Direito tem um punhado de informações que decidem se vale marcar uma conversa, e elas são administrativas, não jurídicas. As perguntas abaixo são exemplos do que a triagem faz antes de o advogado entrar.
A primeira pergunta passa a ser a área, e o resto da conversa muda a partir da resposta. Quem escreve "fui demitido" segue por um caminho, quem escreve "meu benefício foi negado" segue por outro, e nenhum dos dois vê o roteiro do outro nem precisa escolher opção de menu.
O plano Essencial cobre uma área e o Profissional cobre até cinco, e a diferença não é de tecnologia: é de escrita, porque cada área exige um conjunto próprio de perguntas e um jeito próprio de acolher.
Automatizar a triagem só é seguro se existir uma saída declarada para o que não pode aguardar o expediente. Prisão em flagrante, prazo estourando e situação de risco saem do roteiro imediatamente, sem passar por nenhuma pergunta de qualificação.
Porque errar para menos custa caro demais. Um sistema que tenta classificar gravidade vai acertar na maioria e errar em alguns, e nessa área alguns é inaceitável. Por isso a regra aqui é conservadora: na dúvida, aciona.
O custo de acionar sem necessidade é o seu telefone tocar à toa, o que é irritante e reversível. O custo de não acionar é outro completamente, e não existe ajuste de roteiro que conserte depois.
Você não vai configurar sistema, desenhar fluxo nem aprender ferramenta. Você conta como o escritório atende hoje, a Sturm escreve e coloca no ar, e a partir dali a triagem acontece sem depender de você estar disponível.
Ele atende quem chega do seu site, do Google da sua cidade e dos seus anúncios, e entrega o contato triado no WhatsApp do escritório. Nada sobe sem você ter lido antes.
Com a triagem na frente da fila, o que chega deixa de ser três áudios para escutar e passa a ser um resumo com a área, o que a pessoa relatou e o que ela já respondeu. Você decide em dez segundos se aquilo merece a sua hora.
Porque três áudios de dois minutos são seis minutos seus só para descobrir a área. O resumo entrega a mesma informação em dez segundos de leitura, e o áudio continua lá se você quiser ouvir depois de decidir que o caso interessa.
É também o que permite passar o contato adiante dentro do escritório. Quando o que chega vem sempre no mesmo formato, outro advogado ou o estagiário assume sem precisar de uma conversa sobre a conversa, que é onde a informação costuma se perder.
O problema é o mesmo em qualquer escritório, e o que muda é quem está pagando o preço dele. A tabela compara três estruturas pelo critério que interessa: quem hoje gasta a hora com o contato que não vira caso.
| Estrutura | Quem responde hoje | O que a triagem resolve | O que muda na prática |
|---|---|---|---|
| Advogado autônomo, sem secretária | O próprio advogado, em qualquer horário | Recebe, identifica a área e pergunta o básico antes dele entrar | A hora de trabalho volta a ser hora de trabalho jurídico |
| Escritório pequeno com recepção | A recepção, dentro do expediente | Cobre a noite e o fim de semana, e padroniza o que é perguntado | A recepção deixa de repetir as mesmas perguntas o dia inteiro |
| Banca com várias áreas | Cada um do jeito dele, conforme quem viu primeiro | Separa por área antes de encaminhar para o responsável certo | O contato chega no advogado da área, e não no primeiro que abriu |
A conta do tempo perdido depende de três números que só você tem, e esta página não preenche nenhum deles. Qualquer agência que estampe um valor de prejuízo na tela está inventando a sua rotina para fechar mais rápido.
Conte a interrupção junto, não só o tempo de digitar: voltar para a peça que estava sendo escrita custa mais que a resposta em si. E repare no que essas horas seriam se estivessem livres, porque é aí que a conta muda de assunto: não é sobre economizar tempo, é sobre onde esse tempo estaria melhor empregado.
A busca por automatizar o atendimento de um escritório quase nunca começa por planejamento. Ela começa depois de um período de cansaço acumulado, e são sempre três situações parecidas.
A objeção número um da advocacia é regulatória, e ela é a mais legítima de todas as que aparecem nesta família de páginas. As quatro abaixo aparecem em quase toda conversa sobre automação em escritório.
Boa parte de quem pesquisa chatbot para advogado pergunta primeiro para uma inteligência artificial, e quase sempre começa pela dúvida ética. Estas são as quatro mais diretas.
Automatizar a triagem só compensa quando existe volume de contato que não vira caso. As duas colunas servem para você se reconhecer numa delas antes de pedir orçamento, inclusive na que diz para não contratar.
Software jurídico, controle de prazo e gestão de processo são outra categoria de produto, com outro tipo de fornecedor. Esta página não é isso e não substitui isso: ela cuida da conversa que acontece antes de o contato virar cliente.
E sobre orientar juridicamente, a resposta é não mesmo, em qualquer configuração e por qualquer preço. Se um fornecedor oferecer um sistema que responde se a pessoa tem direito, essa oferta é o motivo para não contratar, e não o diferencial dela.
O atendimento desta página é o mesmo mecanismo que iria para o seu escritório, e ele está ligado agora. O teste que importa não é a triagem bem feita: é pedir uma orientação jurídica de propósito e ver se ele recusa direito, porque é ali que um fornecedor ruim se revela.
Repare no tempo até a resposta e no tom com quem chega em situação ruim. Repare também se as perguntas são administrativas ou se em algum momento a conversa começa a opinar sobre o mérito do que foi relatado.
E force a linha de propósito. Pergunte se você tem direito, pergunte quanto costuma dar, peça uma estimativa. A resposta certa é dizer que quem responde isso é o advogado e combinar o retorno, e é isso que vale exigir de qualquer fornecedor, inclusive deste.
Entrada uma vez, para escrever a triagem das suas áreas, configurar e colocar no ar. Mensalidade depois, que é o serviço de operar e corrigir. Sem fidelidade, sem taxa de saída e sem cobrança por mensagem.
O limite de conversas de cada degrau está escrito antes de você assinar. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.
A segunda coluna é o que dá crédito à primeira, e na advocacia ela pesa mais que em qualquer outro ramo desta família. Prometer conformidade ética é fácil de escrever, e a parte cara é dizer quem de fato responde por ela.
Porque a Sturm Agency não é escritório de advocacia e não pode emitir parecer sobre norma da profissão. Quem responde perante o conselho é o advogado inscrito, e nenhum contrato com um prestador de tecnologia transfere essa responsabilidade. Fornecedor que vende "conformidade garantida com a OAB" está vendendo tranquilidade, não proteção.
O que dá para combinar por escrito é o que será feito: o roteiro conservador com as recusas embutidas, a sua aprovação antes de subir e a correção sem custo. A leitura final do texto à luz da norma é sua, e ela leva alguns minutos.
Os guias das irmãs mostram o que muda em cada tipo de negócio.
Conte quais áreas o escritório atende e a gente devolve a proposta com o roteiro, o que dá para resolver, o que não dá e quanto custa.