Quem chama no WhatsApp da sua loja já viu o produto e já viu o preço: falta uma informação para comprar. A Sturm Agency coloca um atendente que responde essa pergunta em segundos, a qualquer hora, e passa para você quem quiser fechar.
A partir de R$ 600/mês · entrada R$ 800
Um chatbot para e-commerce é um atendimento que responde na hora a pessoa que chamou a loja com uma dúvida antes de comprar, e organiza quem quer fechar para o seu time. Ele age na conversa, não dentro da sua plataforma de vendas, e essa distinção define o serviço inteiro.
Porque uma parte enorme do comércio brasileiro não vende pelo carrinho: vende no direct do Instagram e no WhatsApp, com foto, pergunta e combinado de frete. Para essas lojas, a conversa não é suporte, é o balcão inteiro.
E mesmo na loja que vende pelo site, o WhatsApp é onde a dúvida final acontece. A pessoa chegou no carrinho, travou numa informação e saiu para perguntar. Se ninguém responde, ela não volta, e isso aparece como carrinho abandonado quando na verdade foi uma pergunta sem resposta.
Existe uma diferença enorme entre atrair alguém novo e atender alguém que já escolheu o produto. O primeiro custa anúncio; o segundo já foi pago e está esperando uma frase. É esse segundo grupo que esta página trata.
O custo de atrair essa pessoa já foi pago inteiro antes do minuto 1. Perder a venda ali é jogar fora o investimento na parte mais cara do processo, que é fazer alguém querer o seu produto. Responder a dúvida é a parte barata, e é justamente a que costuma ficar sem ninguém.
A dúvida que impede alguém de finalizar raramente é sobre o produto em si: é sobre risco. Serve para mim, chega a tempo, dá para trocar e como eu pago são as quatro maneiras de perguntar a mesma coisa, que é "e se der errado?".
Porque a pessoa não lê a página de trocas antes de comprar: ela pergunta. Ter a informação publicada é necessário e não é suficiente, porque no momento da dúvida ela quer confirmação de alguém, não um link para procurar.
É a mesma lógica de quem pergunta o preço que está escrito na etiqueta. A pergunta não é sobre a informação, é sobre segurança, e segurança se dá respondendo, não apontando onde está escrito.
Quem está com o carrinho aberto decide ali, e a demora não é neutra. Segundo a OmniChat, que analisou 18 milhões de conversas de cerca de 400 marcas, conversas respondidas em até um minuto viraram venda em 23% dos casos, contra 1% nas que passaram de um dia.
As duas faixas do meio ficam em cinza porque o estudo publicou as duas pontas e não os valores do meio, e esta página não inventa número para completar desenho. O estudo é de conversas comerciais em geral: no comércio online a janela costuma ser ainda mais curta, porque a concorrência está a um toque de distância.
A maior parte do que aparece como carrinho abandonado num relatório não é indecisão nem preço: é alguém que travou numa informação e não achou ninguém para perguntar. A cena abaixo dura vinte minutos e acontece todo dia.
Porque ele trata como problema de preço uma coisa que era problema de informação. Mandar dez por cento de desconto para quem saiu do carrinho por causa do tamanho não resolve a dúvida dela e ainda corta a sua margem com quem teria comprado pelo preço cheio.
Vale separar as duas coisas antes de gastar com desconto: quem saiu porque achou caro e quem saiu porque perguntou e não foi respondido. A segunda parte não custa margem para recuperar, custa uma resposta em segundos.
É a promessa mais comum das páginas deste assunto, e é bom deixar claro agora que não é o que a Sturm entrega. Recuperar carrinho exige coisas que este serviço não tem, e listar quais é mais útil do que qualquer argumento.
Se a sua loja vende quase toda pelo carrinho, com pouco contato humano, o que rende mais é uma ferramenta de recuperação ligada à plataforma, que sabe quem abandonou e o que ficou lá dentro. Ela faz uma coisa que este serviço não faz, e faz bem.
Se a sua loja vende conversando, o cálculo se inverte. Loja de Instagram, venda por direct, produto que exige explicar tamanho ou compatibilidade e público que pergunta antes de comprar: aí o gargalo é a conversa, e ferramenta de carrinho não toca nele. As duas coisas até convivem, e a ordem depende de onde está o seu buraco.
A coluna da esquerda é o que muda no dia seguinte à ativação. A da direita existe para você conferir agora se o que falta é justamente o que você procurava, em vez de descobrir isso na primeira semana.
Essa é uma limitação real e vale encarar de frente. Responder status de entrega exige consultar o seu sistema, e o atendimento não faz isso. O que ele faz é reconhecer que a mensagem é sobre pedido já feito, pedir o número do pedido e passar isso organizado para quem tem acesso.
Não é a solução completa, e é honesto dizer. Ela tira da sua equipe o trabalho de descobrir do que se trata, mas não tira o de consultar. Se pós-venda é a maior parte do seu volume, a ferramenta ligada à plataforma resolve melhor essa metade.
Ninguém da loja vai configurar sistema nem instalar aplicativo na plataforma. Você conta o que sempre perguntam antes de comprar, a Sturm escreve e coloca no ar, e a partir dali a dúvida das 23h deixa de esperar.
Ele atende quem chega do seu Instagram, dos seus anúncios e do seu site, e entrega quem quer fechar no WhatsApp da loja. Nada sobe sem você ter lido antes.
Com o atendimento na frente da fila, quem chega no seu time deixa de ser um "oi" às onze da noite e passa a ser alguém com o produto escolhido e as dúvidas resolvidas. O que falta é só fechar.
Porque em loja pequena quem responde o WhatsApp é a mesma pessoa que embala, posta e cuida do estoque. Ela não deixa de responder por descuido: deixa porque estava no correio às 15h e dormindo às 23h, que são justamente os dois horários em que mais chega pergunta.
Loja grande tem equipe de atendimento e o problema muda de forma: vira fila e padrão, com cada atendente respondendo a política de troca de um jeito. Nos dois casos o gargalo é o mesmo, e só a aparência dele muda.
A estrutura do atendimento é a mesma em qualquer loja, e o conteúdo não. O que segura uma compra de roupa não é o que segura uma compra de eletrônico, e a tabela mostra o que muda em cada caso.
| Tipo de loja | O que trava a compra hoje | O que a conversa resolve | O que chega pronto |
|---|---|---|---|
| Moda e calçado | Dúvida de tamanho e caimento, que a foto não resolve | Orienta pela tabela de medidas e explica a regra de troca | Cliente com tamanho definido e risco de troca já entendido |
| Loja que vende por direct | Mensagem chegando o dia inteiro e a dona embalando pedido | Atende a fila enquanto ninguém pode parar, sem perder a vez | Fila do dia organizada, com quem quer fechar separado |
| Eletrônico e utilidade | Compatibilidade, voltagem, garantia e prazo de entrega | Responde as quatro na hora, sempre com a mesma informação | Cliente com o modelo certo, sem troca por erro de escolha |
| Produto de tíquete alto | Insegurança de comprar caro sem falar com gente | Acolhe, tira a dúvida e passa rápido para uma pessoa | Contato quente para alguém do time fechar pessoalmente |
O custo da pergunta sem resposta não aparece em fatura: aparece diluído numa taxa de conversão que ninguém consegue explicar. Os três números abaixo são seus, e esta página não preenche nenhum.
Nem toda pergunta sem resposta viraria pedido, então esse número é o teto e não a expectativa. O que ele mostra é outra coisa: essas pessoas já custaram anúncio, já escolheram o produto e já estavam prontas. Recuperar quem ainda não conhece a loja é caro; responder quem já chegou é a parte barata.
A busca por automatizar o atendimento de uma loja quase nunca começa por planejamento. Ela começa quando o custo de anúncio encontra a taxa de conversão, e são sempre três situações parecidas.
A objeção de quem vende online costuma ser bem informada, porque o dono de loja já testou ferramenta. As quatro frases abaixo aparecem em quase toda conversa, e a primeira tem razão.
Boa parte de quem pesquisa chatbot para e-commerce pergunta primeiro para uma inteligência artificial. Estas são as quatro mais diretas, respondidas aqui sem rodeio.
Esta é a página desta família com a maior coluna da direita, porque o comércio online tem muita ferramenta boa resolvendo problemas diferentes. Vale se reconhecer numa das colunas antes de pedir orçamento.
Acontece bastante, e nesse caso a ordem importa mais que a escolha. Comece pelo que representa mais dinheiro na sua operação: se a maior parte do seu faturamento passa pelo carrinho, resolva o carrinho antes; se passa pela conversa, comece por aqui.
As duas coisas convivem bem e não competem, porque atuam em momentos diferentes da mesma jornada. O que não faz sentido é contratar as duas de uma vez sem saber qual dos dois buracos é o maior, porque aí você paga dobrado para descobrir depois.
O atendimento desta página é o mesmo mecanismo que iria para a sua loja, e ele está ligado agora. Escreva do jeito que chega de verdade: curto, com erro de digitação, perguntando se serve, se chega a tempo, se dá para trocar.
Repare se ele responde antes de pedir qualquer dado, porque pedir nome e e-mail antes de dizer se serve é o erro que mais afasta quem está com o carrinho aberto. Repare também se a resposta cabe na tela, sem precisar rolar.
E tente sair do assunto de propósito. Pergunte algo que não tem nada a ver com loja. A resposta certa não é inventar nem repetir menu: é dizer que não sabe e chamar uma pessoa, e é isso que vale exigir de qualquer fornecedor, inclusive deste.
Entrada uma vez, para escrever o roteiro da loja, configurar e colocar no ar. Mensalidade depois, que é o serviço de operar e corrigir. Sem fidelidade, sem taxa de saída, sem cobrança por mensagem e sem comissão sobre venda.
O limite de conversas de cada degrau está escrito antes de você assinar. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.
A segunda coluna é o que dá crédito à primeira, e nesta página ela é a mais longa da família inteira. Comércio online é o setor com mais promessa fácil de escrever, e a lista abaixo é a defesa contra isso.
Porque no comércio online quase tudo que se promete depende de acesso à plataforma da loja, e escrever essas promessas custa nada. A diferença entre um fornecedor e outro raramente está no que ele diz que faz: está no que ele admite que não faz.
Vale usar essa lista como régua com qualquer fornecedor. Peça para ele dizer, por escrito, quais dessas cinco linhas ele cumpre e como, e a conversa fica objetiva em dois minutos.
Os guias das irmãs mostram o que muda em cada tipo de negócio.
Conte o que sempre te perguntam antes de comprar e a gente devolve a proposta com o roteiro, o que dá para resolver, o que não dá e quanto custa.