A Shopify é a plataforma dos grandes, feita para robustez e escala, inclusive fora do Brasil. A Sturm Agency configura a sua, personaliza o tema com a identidade da marca, deixa o catálogo pronto para ranquear e liga os números que dizem onde a venda está travando. Sua loja no nível dos maiores.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
Das visitas em celular são abandonadas quando a página passa de três segundos para carregar, segundo o Google. Metade do dinheiro do anúncio some antes de a loja aparecer, e esse é o tipo de vazamento que só existe para quem mede. Quem não mede acha que o problema é o preço.
A pergunta que derruba a maior parte das lojas não é quantas pessoas entraram, é em qual degrau elas sumiram. Sem essa resposta, todo ajuste vira palpite: mexe no preço, troca o banner, aumenta a verba, e nada muda porque o vazamento estava em outro lugar.
Uma loja que converte 1,4% e recebe mil visitas faz catorze vendas. A mesma loja com o furo tapado, convertendo 2,8%, faz vinte e oito vendas com as mesmas mil visitas e sem um real a mais de anúncio. Dobrar a verba na loja com furo faz vinte e oito vendas também, mas pagando o dobro. É a mesma conta com resultados financeiros opostos.
Por isso a ordem certa é medir, corrigir e só então escalar. A média de carrinhos abandonados no comércio eletrônico é de cerca de 70%, segundo o Instituto Baymard, e boa parte disso é ajustável: frete que só aparece no fim, ficha de produto que não responde a dúvida, checkout longo e página lenta no celular. Nenhum desses quatro é problema de preço.
A loja bonita que não vende quase sempre nasceu de decisões tomadas por preferência pessoal. As mesmas decisões, tomadas por evidência, produzem outra loja.
Preço: acho que está caro, vou dar desconto geral.
Banner: gostei mais desse, fica ele.
Anúncio: a verba está rendendo pouco, vou aumentar.
Produto: esse eu gosto, vou colocar em destaque.
Frete: deixo para o cliente ver no final.
Preço: a ficha do item campeão converte bem, o problema está no segundo produto.
Banner: a primeira tela perde 59% das visitas, então ela muda primeiro.
Anúncio: a verba só aumenta depois que a conversão sobe, senão paga o dobro pelo mesmo resultado.
Produto: três itens fazem 62% do faturamento, e são eles que ganham destaque.
Frete: aparece na página do produto, porque é onde ele para de assustar.
O painel da Shopify entrega dezenas de relatórios, e é exatamente por isso que quase ninguém usa. A loja é entregue com quatro números à vista, que são os que mudam decisão de preço, estoque e anúncio.
Separa quem veio da busca, do anúncio e das redes. É o número que diz se o problema é falta de gente ou o que acontece depois que ela entra.
O termômetro da loja. Quando ele está baixo com visita alta, o dinheiro está indo embora dentro da própria página, e não no anúncio.
Subir o ticket é a forma mais barata de faturar mais, porque não exige visita nova. Recomendação de produto no carrinho existe para isso.
Quase sempre poucos itens fazem a maior parte do faturamento. Saber quais são muda o destaque da vitrine, a compra de estoque e o alvo do anúncio.
Visita alta com conversão baixa aponta para a loja, não para o anúncio: primeira tela, ficha de produto, frete e velocidade. Visita baixa com conversão boa aponta para o contrário: a loja converte, falta gente chegando, e aí o trabalho é de busca e de campanha. Ticket médio parado pede recomendação de produto e combinação de itens. Produto campeão concentrado pede destaque na vitrine e estoque garantido.
É uma leitura de quatro linhas que cabe no celular e leva dois minutos. A diferença entre ter e não ter isso não é tecnológica: é a diferença entre corrigir a coisa certa e mexer no que estava funcionando.
A Shopify é uma das plataformas de comércio eletrônico mais robustas do mundo e resolve muito bem a infraestrutura: ela aguenta pico de acesso, tem checkout rápido, escala para fora do Brasil e mede tudo. O que ela não faz é a parte que decide se alguém chega até a loja e se a informação faz a pessoa comprar.
Escolher a plataforma resolve o depois. O antes continua sendo aparecer quando a pessoa procura o produto, coisa que 93% das pessoas fazem, e isso plataforma nenhuma entrega sozinha.
Vale quando o volume justifica, e não vale quando não justifica. A Shopify cobra o plano dela diretamente de você, em dólar, e o valor varia conforme o plano, então a conta é simples: o custo mensal da plataforma precisa caber com folga na margem que a loja gera.
Se a resposta for que ainda não compensa, a gente diz isso na primeira conversa e mostra o caminho mais barato. Vender um projeto maior que o necessário é o jeito rápido de perder o cliente no segundo ano.
Os três caminhos entregam uma loja na Shopify no ar. A diferença aparece no terceiro mês, quando alguém pergunta por que a venda caiu.
| Critério | Tema pronto por conta própria | Agência de design | Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| O que guia as decisões | Preferência pessoal | Referência visual | Os quatro números da loja |
| Catálogo na busca | Cadastro cru, do jeito do fornecedor | Fora do escopo | Categoria e ficha escritas para a busca |
| Velocidade no celular | Depende do tema e dos aplicativos | Sacrificada pelo visual | Tratada como parte do projeto |
| Checkout | Padrão, sem ajuste para o Brasil | Padrão | Pix e parcelamento visíveis, testados com compra real |
| Rastreamento | Costuma ficar sem instalar | Fora do escopo | Instalado e conferido antes do lançamento |
| Leitura dos números | Dezenas de relatórios, nenhum lido | Não faz parte | Quatro números à vista e o que fazer com cada um |
| Depois da entrega | Suporte da plataforma, por chamado | Contrato de manutenção à parte | Mensalidade fixa, sem fidelidade |
O projeto cobre a loja inteira, do tema ao primeiro pedido de teste aprovado, com os números ligados desde o primeiro dia no ar.
Cada segmento perde venda num degrau diferente do funil. É esse degrau que o projeto ataca primeiro.
Onde vaza: a pessoa chega pelo post, abre o produto e não acha numeração, medida nem prazo.
O que muda: ficha com guia de medidas, seleção rápida de tamanho e cor, e sugestão de combinação para subir o ticket.
Onde vaza: a segunda compra, que é a mais barata de todas, depende do cliente lembrar sozinho.
O que muda: kits, histórico de pedidos e recompra rápida, com o produto campeão em destaque na vitrine.
Onde vaza: a pessoa abre o produto, fica com dúvida de compatibilidade ou garantia e vai perguntar em outro lugar.
O que muda: ficha com especificação completa, avaliações à vista e garantia declarada antes do checkout.
A procura por uma agência de Shopify quase nunca acontece na abertura da loja. Ela acontece quando o número aparece e não bate com o esforço.
O empresário decide aumentar a verba e descobre que a loja não converte o volume novo. Mais visita, mesmo faturamento.
Escalar antes de tapar o furo dobra o custo, não o resultado.Black Friday ou Natal em que o faturamento ficou muito abaixo do projetado, sem explicação clara do motivo.
Sem medição, a conclusão vira palpite e o erro se repete no ano seguinte.Metas novas em cima de uma estrutura que já não dá conta, com decisões de estoque e preço tomadas no escuro.
É o momento em que medir sai mais barato que adivinhar.Criar uma loja na Shopify é abrir a conta na plataforma, escolher e personalizar um tema, cadastrar os produtos, ativar os meios de pagamento aceitos no Brasil, configurar as faixas de frete e apontar um domínio próprio. A conta leva minutos; o que consome tempo é o acabamento do tema, a escrita do catálogo para a busca, o ajuste do checkout ao comprador brasileiro e o teste real da compra.
Vale quando o volume justifica o custo fixo. A Shopify entrega estrutura que aguenta pico de acesso, checkout rápido e venda em outras moedas, e isso compensa para quem já vende com constância ou pretende crescer para fora do Brasil. Para um catálogo pequeno em começo de operação, o custo em dólar costuma pesar mais que a robustez que ele compra.
Na Sturm Agency, R$ 2.500 com mensalidade de R$ 125 para catálogos de até dez páginas, R$ 6.000 com R$ 600 mensais de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 com R$ 600 mensais acima de sessenta páginas, quando entra a camada de cidade. Acima disso, o projeto sai por orçamento. O plano da própria Shopify é pago por você direto à plataforma, em dólar.
Porque a visita para em algum degrau antes do pagamento, e quase sempre é um destes quatro: a primeira tela não segura, a ficha de produto não responde a dúvida, o frete só aparece no fim do checkout ou a página demora no celular. Descobrir qual dos quatro é o seu exige olhar a taxa de conversão por etapa, não aumentar a verba de anúncio.
Do primeiro papo ao pedido de teste aprovado, com os números funcionando desde o dia um.
Produtos, fotos, margem e como entrega hoje. Se a loja na Shopify já existe, a gente parte dela e olha onde a venda está travando.
Tema personalizado, catálogo escrito para a busca, checkout ajustado ao Brasil, frete e rastreamento instalados. Você aprova o texto e não precisa entender de nada técnico.
Um pedido real passa do carrinho ao painel antes da entrega, e a loja entra no ar com os quatro números à vista.
O que define o degrau é o número de páginas da loja, contando categorias e fichas de produto. Sem letra miúda e sem orçamento sob consulta para saber a faixa.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as correções do dia a dia. Não há fidelidade nem taxa de saída.
A reclamação mais comum de quem já montou loja com agência é descobrir custo depois. Esta é a lista inteira, com o que é nosso e o que é de terceiro.
Manter uma loja que cresce é operação viva, e é por isso que a mensalidade é o próprio produto, e não um extra. Uma loja virtual não é um folheto que fica pronto: ela tem meio de pagamento que muda de regra, plataforma que atualiza, produto que entra e sai, categoria nova que precisa nascer quando o catálogo cresce e correção que aparece numa terça-feira qualquer.
Quem vende loja por valor único e sem mensalidade está dizendo que depois da entrega o problema é seu. A mensalidade é o que garante que existe alguém responsável pela loja no mês seguinte. O que a gente não faz é prender ninguém: não há fidelidade nem taxa de saída, e o domínio e a loja ficam no nome da sua empresa.
Os dados que a loja coleta são do seu cliente e da sua empresa, tratados conforme a LGPD, com política de privacidade publicada e canal de contato do responsável.
As perguntas que aparecem em toda conversa, com a resposta antes da explicação.
Se a Shopify ainda está em comparação, vale olhar o custo total e os outros dois caminhos.
Conte o que a sua empresa vende e mande o endereço da loja atual, se já existir. A gente devolve onde a venda está travando, o degrau de preço e o que entra no projeto.