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Como criar uma loja virtual

Uma loja virtual
que é achada.

Criar uma loja virtual é montar um catálogo que o Google e as inteligências artificiais conseguem ler, com pagamento, frete e checkout funcionando de ponta a ponta. A Sturm Agency entrega essa estrutura pronta, com cada categoria e cada produto pensados para aparecer na hora da procura.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

google.com
onde comprar bota de couro feminina perto de mim
RESPOSTA DA IA

Uma das opções com catálogo completo e entrega para a região é a sua loja, com descrição detalhada de numeração e material.

★ cita sualoja.com.br
1º LUGAR
sualoja.com.br › botas › couro
Bota de couro feminina, numeração 33 ao 41
Pix, cartão e frete calculado na hora.
marketplace.com.br
Resultado patrocinado de outro vendedor
A pesquisa é a venda
93%

Das pessoas pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Numa loja virtual essa pesquisa não é a antessala da venda: ela é a própria venda. Quem não aparece na busca do produto não perde por preço, perde antes de ser comparado.

R$ 235,5 bifaturados pelo comércio eletrônico brasileiro em 2025, com projeção acima de R$ 259 bilhões para 2026, segundo a ABIACOM
97 milhõesde compradores online projetados para 2026
R$ 562de ticket médio projetado por pedido em 2026
88%dos brasileiros conectados compram online pelo menos uma vez por mês
O tamanho do mercado em que a sua loja entra

O comércio eletrônico brasileiro fechou 2025 com R$ 235,5 bilhões de faturamento e crescimento de 15,3% sobre o ano anterior, distribuídos em 438,9 milhões de pedidos, com ticket médio de R$ 536,60 e 94,2 milhões de compradores ativos, segundo a ABIACOM, sucessora da ABComm no acompanhamento do setor. A projeção para 2026 é de R$ 259,8 bilhões, ticket médio de R$ 562,15 e 97,06 milhões de compradores.

O que esses números dizem para uma empresa pequena não é que o mercado é grande: é que o hábito já está formado. 88% dos brasileiros conectados compram online todo mês e 59% pretendem comprar mais, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. A loja não precisa convencer ninguém a comprar pela internet. Ela precisa estar no caminho de quem já está comprando.

Do zero ao ar

Ela se monta na tela.

sualoja.com.br
Coleção novaSua loja,
aberta sempre.
Catálogo pronto para o Google ler e para o cliente comprar.Comprar agoraVer catálogo
★★★★★4,9compra segurafrete calculado
Pix e cartãopagamento na horaNo Googleproduto por produtoFretecalculado no carrinho
© Sua Loja
no ar
O dia inteiro no celular

Vender no WhatsApp
é atender de graça.

Quem vende por mensagem responde a mesma pergunta dezenas de vezes por dia: quanto é, tem no meu tamanho, qual a cor, quanto fica o frete, aceita Pix. Cada uma dessas respostas é um trabalho que a loja virtual faz sozinha, sem tirar o dono do lugar dele.

Clientes
37 conversas não lidas
Oi, quanto é esse do post?
R$ 189, amor
Tem 38?
2 horas depois
E o frete pro meu bairro?
Me passa o CEP que eu calculo
no dia seguinte
Deixa pra próxima, achei em outro lugar
A venda não caiu pelo preço. Caiu pela demora.
Por que a demora derruba a venda que já estava fechada

Na venda por mensagem o cliente não decide sozinho: ele depende de você estar disponível. Quando a pergunta chega às onze da noite, no meio de um atendimento presencial ou no domingo, a resposta demora, e nesse intervalo ele continua procurando. O Panorama Mobile Time com Opinion Box mostra que o WhatsApp está em praticamente todos os smartphones brasileiros e é o canal preferido para falar com empresas, o que explica por que o volume de mensagens cresce até virar um gargalo.

Numa loja virtual, preço, numeração, cor, disponibilidade e frete já estão escritos na página do produto. O cliente resolve tudo sozinho, no horário dele, e o dono só recebe o pedido pago. O WhatsApp não some: ele deixa de ser a caixa registradora e volta a ser o canal do atendimento que realmente precisa de gente.

A conta que ninguém faz

De quem é a sua
venda de R$ 200?

Vender dentro de um marketplace parece de graça até a primeira nota fechar o mês. A comissão sai de cada pedido, todo pedido, para sempre. Numa loja própria o custo é fixo e conhecido, e a margem inteira fica com quem vendeu.

Venda dentro do marketplace
Preço do produtoR$ 200,00
Comissão da plataformade dois dígitos
Frete subsidiado para ganhar posiçãopor pedido
Anúncio patrocinado dentro da própria plataformapor clique
Nome do cliente e contatoda plataforma
Sobrao que der
Venda dentro da sua loja
Preço do produtoR$ 200,00
Taxa do meio de pagamentopor venda
Domínio próprio no Registro.brR$ 40/ano
Manutenção da lojamensalidade fixa
Nome do cliente e contatoseus
Sobraa margem inteira
Por que a loja própria não substitui o marketplace, e sim equilibra a conta

A comissão do marketplace não é abuso: é o preço do público que ele já tem. O problema começa quando ele é o único canal, porque aí cada real de crescimento passa por uma regra que a sua empresa não escreve. Mudança de política, suspensão de anúncio, disputa de preço com um vendedor que compra melhor que você, tudo isso acontece sem aviso e sem apelação.

A loja própria é o canal onde a regra é sua. O cliente que chega por ela vira base de contato, compra de novo sem comissão nova e pode ser chamado de volta por e-mail ou WhatsApp. Na prática, a maioria das empresas que atende bem mantém os dois: o marketplace como vitrine de descoberta e a loja própria como o lugar onde a margem fica. O que não se sustenta é ter só o primeiro.

O erro mais caro

Loja pronta
e mesmo assim vazia.

Montar uma loja virtual não é escolher um tema bonito. A maioria das agências entrega a loja configurada, ensina a cadastrar produto e some, sem pensar em como o Google vai achar aquele catálogo. O resultado é uma loja no ar que ninguém encontra, com produto que não aparece em busca nenhuma.

bota de couro feminina numeração 39
marketplace.com.br › calcados
Bota couro feminina, várias marcas
Anúncio patrocinado. Mais de 4 mil ofertas.
outraloja.com.br › botas
Bota de couro legítimo, do 33 ao 41
Ficha completa, medidas e prazo de entrega.
blogdemoda.com.br
As 10 melhores botas de couro de 2026
Comparativo de modelos e faixas de preço.
A sua loja não está aquiEla existe, está no ar e tem o produto. Só não foi construída para ser encontrada.
O que faz uma loja ser invisível mesmo estando no ar

Uma loja fica invisível por motivos que não aparecem na tela. O catálogo é cadastrado com o nome interno do produto, do jeito que a nota fiscal chama, e não do jeito que o cliente digita. As categorias são criadas por conveniência do estoque, e não pelas buscas que existem. A descrição vem copiada do fornecedor, igual à de outras trezentas lojas, e o Google não tem motivo para escolher a sua. As fotos entram pesadas e a página demora a abrir no celular.

Nada disso se resolve depois com anúncio. Anúncio compra visita enquanto você paga; a estrutura do catálogo é o que traz visita quando você não está pagando. É por isso que a arquitetura da loja é decidida antes do primeiro produto ser cadastrado, e não depois que as vendas não vêm.

O que muda

Cada produto
é uma porta.

Uma loja com cem produtos e vinte categorias não é uma página: são cento e vinte portas de entrada, cada uma respondendo a uma busca diferente. Loja com poucas páginas está fechando portas que já existem no catálogo e que não custam nada para abrir.

Amazon, Mercado Livre, Magalu e Shopee provaram que a disputa não é de vitrine, é de presença na hora da procura. Uma loja nova entra nessa disputa desde o primeiro dia, desde que o catálogo tenha sido construído para isso.

Como uma categoria bem escrita vira tráfego que não se paga

Cada categoria da loja responde a uma busca ampla, do tipo bota de couro feminina, e cada ficha de produto responde a uma busca específica, do tipo bota de couro feminina cano curto numeração 39. As duas coisas juntas cobrem a jornada inteira: quem ainda está escolhendo e quem já sabe o que quer. Numa loja bem montada, as fichas de produto costumam trazer menos visitas cada uma, mas somadas passam a página inicial com folga.

Esse é o trabalho que separa uma loja que vende de uma loja que existe. Ele é feito antes: definindo quais categorias criar, como nomear cada uma, que perguntas a ficha de produto precisa responder e como o texto some com a dúvida que faria o cliente abrir o WhatsApp. 58% das pessoas começam a pesquisa no Google e a segunda parada é o site da própria empresa, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. Numa loja, essas duas paradas são o caminho inteiro até o carrinho.

Qual a diferença

Instagram, marketplace
e loja própria.

Os três vendem. O que muda é de quem é o cliente, de quem é a margem e o que acontece quando a plataforma muda de ideia. A comparação abaixo é a mesma que a gente faz na primeira conversa.

Comparação entre os três canais de venda online mais usados por pequenas empresas no Brasil.
CritérioInstagram e WhatsAppMarketplaceLoja virtual própria
Quem atendeVocê, mensagem por mensagemA plataforma, com regra delaA página do produto, sozinha
Horário de funcionamentoEnquanto você está no celularSempreSempre
Custo por vendaSeu tempoComissão de dois dígitos, todo pedidoSó a taxa do meio de pagamento
De quem é o clienteDa rede socialDa plataformaSeu, com contato e histórico
Aparece no GoogleQuase nadaAparece a plataforma, não a sua marcaCategoria por categoria, produto por produto
Concorrência na mesma telaO resto do feedDezenas de vendedores do mesmo itemNenhuma
Se a plataforma mudar a regraAlcance cai e não há recursoAnúncio pode ser suspensoNada muda, a loja é sua
RecompraDepende de você lembrar de chamarNova comissão em cada pedidoHistórico salvo, recompra em um clique
Os três juntos, e não um no lugar do outro

A comparação não existe para você abandonar o Instagram nem sair do marketplace. Ela existe para deixar claro qual é o papel de cada um. O Instagram é onde a marca é vista e desejada. O marketplace é onde quem nunca ouviu falar de você tropeça no seu produto. A loja própria é onde a venda acontece sem comissão e onde o cliente vira base.

Na prática, o caminho mais comum é usar os três: o post no Instagram leva para a página do produto, o marketplace traz o comprador novo e a loja recebe quem já conhece a marca e volta. O que quebra a conta é depender só dos dois primeiros, porque neles a empresa cresce alugando um espaço que nunca vai ser dela.

O que quase ninguém entrega

Seis falhas que se
repetem no mercado.

A gente auditou as páginas das agências que mais aparecem quando alguém procura como criar uma loja virtual, das globais às daqui do Rio Grande do Sul. As mesmas seis lacunas apareceram em quase todas.

01

Preço escondido atrás de formulário

A maior parte das agências não publica valor nenhum e obriga o interessado a preencher um formulário longo e esperar dois dias por uma faixa de preço.

Aqui o preço está escrito na página, com o que separa um degrau do outro.
02

Custo recorrente que aparece depois

Vende-se a criação da loja e cala-se sobre mensalidade, domínio, taxa por venda e hospedagem. O cliente descobre quando a primeira cobrança chega.

Aqui todos os custos estão listados antes da assinatura, inclusive os que não são nossos.
03

Loja entregue e catálogo invisível

Entregam a loja configurada, ensinam a cadastrar produto e vão embora. Ninguém pensou em como o Google e as IAs vão achar aquele catálogo.

Aqui a arquitetura de categorias e fichas é decidida antes do primeiro produto entrar.
04

Recurso técnico no lugar do resultado

As páginas falam de servidor, linguagem e banco de dados. O dono não quer saber disso, quer saber quanto tempo ganha e quanto para de perder.

Aqui a conversa é sobre pedido que entra sozinho e hora que volta pro seu dia.
05

Prova social genérica

Depoimento sem nome, logo de marca gigante que não tem nada a ver com quem está lendo, número que ninguém consegue conferir.

Aqui todo dado tem produtor nomeado dentro da própria frase, e o que não tem fonte não entra.
06

FAQ que não responde a vida real

Respondem prazo e layout. Ninguém responde nota fiscal, troca, devolução, embalagem, frete de item pesado nem o que fazer quando o pedido some.

Aqui o FAQ tem a parte chata da operação, que é onde a dúvida de verdade mora.
Por dentro

O que uma loja precisa
ter funcionando.

Loja virtual não é vitrine com foto. É um conjunto de peças que precisam conversar entre si, senão o pedido trava exatamente no lugar em que o cliente já tinha decidido comprar.

Pagamento

Pix, cartão e boleto sem sair da página

O checkout aceita os meios que o brasileiro usa, com parcelamento configurado e confirmação automática. O Pix é o meio que mais cresce no comércio eletrônico brasileiro e o que tem a menor taxa por venda.

Frete

Cálculo no ato, pelo CEP do cliente

O frete aparece na página do produto e no carrinho, com prazo estimado. Nada de pedir CEP no WhatsApp e voltar depois com o valor, que é onde a maior parte das vendas esfria.

Catálogo

Categorias pensadas para a busca

Cada categoria nasce de uma busca real e cada ficha responde à dúvida que faria o cliente abrir o WhatsApp: medida, material, compatibilidade, prazo, política de troca.

Estoque e pedidos

Um lugar só para ver o que entrou

Pedido pago, endereço, status e estoque no mesmo painel. Sem planilha paralela e sem risco de vender o que já acabou.

Velocidade no celular

Abre antes de a pessoa desistir

É no celular que a maior parte das compras é fechada. A chance de a pessoa abandonar a página aumenta 32% quando o carregamento vai de um para três segundos, segundo o Google.

Confiança

Os sinais que destravam o cartão

Certificado de segurança ativo, políticas de troca e devolução escritas, dados da empresa visíveis e canal de contato real. Sem isso o carrinho enche e não fecha.

O caminho até o carrinho tem que caber em três cliques

A regra que a gente segue na arquitetura é simples: de qualquer produto, o cliente chega ao checkout em no máximo três cliques. Cada clique a mais é uma chance de ele parar para pensar, receber uma mensagem, trocar de aba. A ficha de produto precisa ter tudo o que ele perguntaria: numeração ou medida, o que vem na caixa, prazo de envio, política de troca e o frete calculado ali mesmo.

96,54% das pessoas leem avaliações antes de escolher onde comprar, e a localização é o fator menos importante, segundo o levantamento da Harmo com o Reclame Aqui com mais de 1.500 consumidores. No varejo online isso deixa de ser vantagem competitiva e vira regra do jogo: quem não tem reputação visível e informação completa perde para quem tem, mesmo estando mais perto e mesmo custando menos.

Casos de uso

O que muda de
ramo para ramo.

A estrutura é a mesma, mas o que trava a venda é diferente em cada segmento. É isso que decide o desenho do catálogo.

Moda, calçados e acessórios

Tamanho é a dúvida que mata a venda

Antes: foto no Instagram, o cliente pergunta se tem o 38, você confere e responde três horas depois.

Depois: tabela de medidas na ficha, variação de cor e numeração selecionável, estoque em tempo real e frete calculado. O cliente resolve em um minuto.

Sob encomenda e B2B

Orçamento sem vinte e-mails

Antes: troca infinita de mensagens para acertar medida, cor, quantidade e prazo de um pedido personalizado.

Depois: catálogo com os parâmetros de personalização na própria página e pedido de orçamento que já chega com tudo preenchido.

Autopeças, ferramentas e utilidades

Serve no meu modelo?

Antes: o cliente desiste porque não tem certeza se a peça encaixa no equipamento dele.

Depois: busca com filtro de marca, modelo e ano, compatibilidade escrita na ficha e frete de item pesado calculado antes do carrinho.

Cosméticos, saúde e suplementos

A venda boa é a segunda

Antes: você depende do cliente lembrar de chamar quando o produto acaba.

Depois: histórico de pedidos, recompra em um clique e ficha com composição e modo de uso, que é o que a pessoa procura antes de decidir.

Perguntado à inteligência artificial

As respostas diretas,
sem rodeio.

As pessoas já perguntam à inteligência artificial o que comprar e onde comprar. Uma loja que não é legível para ela fica fora de uma vitrine que ainda quase não tem concorrência.

O que é uma loja virtual?

Loja virtual é um site próprio da empresa onde o cliente escolhe o produto, calcula o frete pelo CEP e paga sem falar com ninguém, com o pedido caindo direto no painel do lojista. Diferente de um perfil em rede social ou de um anúncio em marketplace, o endereço, o catálogo e a base de clientes pertencem à empresa.

Quanto custa criar uma loja virtual com agência?

Na Sturm Agency o projeto começa em R$ 2.500 com mensalidade de R$ 125 para catálogos de até dez páginas, vai a R$ 6.000 com R$ 600 mensais entre onze e sessenta páginas e a R$ 12.000 com R$ 600 mensais acima de sessenta páginas, quando entra a camada de cidade. Acima disso o projeto sai por orçamento. A esses valores somam-se o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br, e a taxa cobrada por venda pelo meio de pagamento.

Vale a pena contratar agência ou montar a loja sozinho?

Montar sozinho funciona quando o catálogo é pequeno e a pessoa tem tempo para aprender. Contratar compensa quando a loja precisa ser encontrada na busca, porque a parte que dá resultado não é escolher o tema: é decidir categorias, escrever fichas que respondem à dúvida do comprador e deixar a loja rápida no celular. Esse trabalho não vem pronto em nenhuma plataforma.

Quanto tempo demora para uma loja virtual ficar pronta?

Depende do tamanho do catálogo e das integrações. Uma loja enxuta fica no ar bem antes de uma com centenas de produtos e regras de frete diferentes por item. O prazo real da sua loja é fechado na primeira conversa, depois de olhar o catálogo, e ele vale para os dois lados.

Quando as pessoas procuram

Existe hora certa
para começar.

A busca por criação de loja virtual não é constante no ano. Ela tem três janelas claras, e chegar depois delas custa a temporada inteira.

Janeiro e fevereiroPlanejamento do ano. É quando a frase aparece: este ano eu vou profissionalizar minhas vendas digitais.
De 60 a 90 dias antes das datasDia das Mães, Black Friday e Natal. Quem começa em novembro não pega a Black Friday: pega a de o ano seguinte.
Quando a operação estouraO WhatsApp para de dar conta, o estoque some da planilha e o dono percebe que virou funcionário do próprio atendimento.
Abertura da empresaPrimeira contratação para atenderComissão do marketplace apertando a margemConcorrente que apareceu no GoogleAlcance da rede social caindo
Por que começar fora da janela sai mais caro

Uma loja virtual não vende no dia em que entra no ar. Categoria e ficha de produto levam semanas para serem lidas e posicionadas pelo Google, e é justamente esse tráfego que não se paga por clique. Começar sessenta a noventa dias antes da data forte é o que dá tempo de a estrutura amadurecer e de o anúncio, se houver, pousar numa loja que já converte.

Quem começa com a data em cima entra na pior combinação possível: paga anúncio caro no pico, joga a visita numa loja recém-nascida e conclui que loja virtual não funciona. O problema não era a loja: era o calendário.

Nas palavras de quem procura

A gente escuta isso
toda semana.

Quero parar de vender só no um a um pelo WhatsApp
Quer que a loja atenda a parte repetitiva e sobre tempo para o que precisa de gente.
Preciso de um site profissional que passe confiança e não pareça amador
Quer autoridade visual para não ter vergonha de mandar o link.
Já tentei fazer sozinho e ficou horrível, não vendia nada
Quer que alguém assuma a parte técnica, com a estrutura decidida antes do tema.
Quero colocar minha loja na internet para vender até enquanto eu durmo
Quer receber pedido fora do horário comercial, que é onde a venda por mensagem morre.
Não tenho tempo de ficar configurando sistema complicado
Quer a loja entregue funcionando, não um painel para aprender do zero.
Como coloco o botão de comprar no meu site?
Está pedindo checkout com meio de pagamento integrado, com o nome que ele conhece.
As dúvidas que travam

O que costuma
segurar a decisão.

Acho que uma loja virtual vai dar muito trabalho para manter
A estrutura é desenhada para trabalhar por você. Pedido, pagamento, cálculo de frete e baixa de estoque acontecem sozinhos. O seu trabalho passa a ser embalar e despachar, que é a parte que só você pode fazer.
Eu já vendo bem pelo Instagram, não preciso de loja
A loja não substitui o Instagram, ela tira do seu ombro a parte repetitiva. O cliente que já decidiu compra sozinho, e você fica livre para os atendimentos que valem conversa. E continua vendendo quando você não está online.
Tenho medo de investir e não ter visita nenhuma
É um medo justo, e é exatamente por isso que a arquitetura de categorias vem antes do design. A loja é construída para que cada categoria e cada ficha de produto respondam a uma busca real, e não para ficar bonita e invisível.
E se eu não souber mexer depois de pronta?
Você não fica dependente. A operação do dia a dia é cadastrar produto, mudar preço e acompanhar pedido, e isso é feito em telas simples. O que é técnico continua com a gente, coberto pela mensalidade.
Preciso ter CNPJ para ter uma loja virtual?
Para receber pagamento como empresa e emitir nota fiscal, sim, e o MEI já resolve na maioria dos casos. A construção da loja pode começar antes disso, mas a abertura do meio de pagamento pede o cadastro da empresa.
E se a loja cair ou der algum problema?
Correção de problema na loja é nossa e está dentro da mensalidade, sem cobrança à parte. A mensalidade existe justamente para isso: alguém responsável pela loja depois que ela entra no ar.
Como funciona

A gente monta.
Você despacha.

Do primeiro papo à primeira compra real testada, sem você precisar entender de tecnologia.

1

Conta o que você vende

Você mostra o catálogo, o público e como funciona o seu envio. A gente escuta e desenha a arquitetura da loja a partir das buscas que existem.

2

A gente constrói e integra

Loja montada, categorias e fichas escritas para a busca, meio de pagamento, frete e checkout configurados e testados com uma compra real de ponta a ponta.

3

No ar, recebendo pedido

A loja entra no ar, começa a ser encontrada e os pedidos chegam pagos no painel. Você embala e despacha.

O simulador

Quanto o seu site
pode te devolver.

Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.

É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.

  • Uma página por cidade e serviço - presença nas buscas de toda a sua região, não só do seu bairro.
  • Tráfego orgânico do Google - visita que chega sozinha, sem pagar por clique, mês após mês.
  • Escrito pra busca e pra IA - o texto é otimizado pra ranquear no Google e aparecer nas respostas de IA.
  • Retorno que dá pra medir - visita vira contato, contato vira venda, e o simulador mostra o número.

Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.

Seu potencial por mês R$ 0
Retorno no 1º ano
Se paga em
150 portas de entrada no Google
Visitas por mês
Contatos por mês
Clientes por mês
Média do mercado: 1% a 3%.
Como isso cresce no primeiro anoo Google leva de 4 a 6 meses pra maturar
Mês 1Mês 6Mês 12

Solicitar orçamento
Projeção com os números que você informou. É estimativa, não promessa.
Planos e preços

O tamanho é dado
pelo catálogo.

O que define o degrau é o número de páginas da loja, contando categorias e fichas de produto. Sem letra miúda e sem orçamento sob consulta para saber a faixa.

Essencial
Catálogo enxuto, para começar a ser achado.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas, entre categorias e produtos
  • Pagamento, frete e checkout integrados
  • Categorias e fichas escritas para a busca
  • Estrutura rápida no celular
Profissional
O tamanho da maioria das lojas com catálogo real.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas de catálogo
  • Arquitetura de categorias por intenção de busca
  • Filtros, variações e ficha completa de produto
  • Integração com gestão de estoque e envio
Avançado
Catálogo grande, com camada de cidade.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Acima de 60 páginas de catálogo
  • Camada de páginas por cidade e por região
  • Estrutura para busca por marca, modelo e aplicação
  • Preparada para crescer sem refazer a loja

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as correções do dia a dia. Não há fidelidade nem taxa de saída.

Sem pegadinha

Tudo que custa,
inclusive o que não é nosso.

A reclamação mais comum de quem já montou loja com agência é descobrir custo depois. Esta é a lista inteira, com o que é nosso e o que é de terceiro.

Construção da loja, uma vez sóProjeto, arquitetura do catálogo, escrita das categorias e fichas, integrações e testes.
R$ 2.500 a R$ 12.000
Manutenção mensalHospedagem, correção, ajustes do dia a dia e a loja continuando de pé. É o que faz a loja crescer em vez de envelhecer.
R$ 125 ou R$ 600/mês
Domínio próprioPago direto no Registro.br, no nome da sua empresa. Não passa por nós.
cerca de R$ 40/ano
Taxa do meio de pagamentoCobrada por venda pela empresa de pagamento. Pix é a mais barata, cartão parcelado a mais cara. Só existe quando você vende.
por venda
FretePago aos Correios ou à transportadora, e normalmente repassado ao cliente no checkout.
por envio
Por que a loja tem mensalidade, e por que isso é bom para você

Manter uma loja que cresce é operação viva, e é por isso que a mensalidade é o próprio produto, e não um extra. Uma loja virtual não é um folheto que fica pronto: ela tem meio de pagamento que muda de regra, plataforma que atualiza, produto que entra e sai, categoria nova que precisa nascer quando o catálogo cresce e correção que aparece numa terça-feira qualquer.

Quem vende loja por valor único e sem mensalidade está dizendo que depois da entrega o problema é seu. A mensalidade é o que garante que existe alguém responsável pela loja no mês seguinte. O que a gente não faz é prender ninguém: não há fidelidade nem taxa de saída, e o domínio e a loja ficam no nome da sua empresa.

O que fica combinado

O que está escrito
antes de você pagar.

A loja é da sua empresaDomínio registrado no Registro.br no nome do seu CNPJ, e o acesso é seu. Se um dia você quiser levar a loja para outro lugar, ela vai com você.
Sem fidelidade e sem taxa de saídaA mensalidade se sustenta pelo serviço prestado, não por contrato que prende. Você fica porque compensa ficar.
Só entra no ar depois de uma compra realA loja é considerada entregue quando um pedido de teste passa do começo ao fim: produto no carrinho, frete calculado, pagamento aprovado e pedido no painel.

Os dados que a loja coleta são do seu cliente e da sua empresa, tratados conforme a LGPD, com política de privacidade publicada e canal de contato do responsável.

Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar.

Inclusive a parte chata da operação, que quase nenhuma página de agência responde.

Antes de decidir
O que é preciso para ter uma loja virtual funcionando de verdade no Brasil?
É preciso quatro coisas: um domínio próprio, uma loja com catálogo organizado, um meio de pagamento habilitado para receber Pix, cartão e boleto, e uma forma de calcular e postar o frete. O cadastro da empresa é o que destrava o meio de pagamento e a emissão de nota. O resto é estrutura, e é a parte que a gente faz.
Qual a diferença entre vender no Instagram ou no marketplace e ter uma loja virtual própria?
Na rede social e no marketplace, o cliente e as regras são da plataforma. Na loja própria, o endereço, o catálogo e a base de clientes são da sua empresa, e cada venda não deixa comissão. A diferença aparece na margem e no que acontece quando a plataforma muda a política sem avisar.
Qualquer tipo de negócio físico pode ter uma loja virtual?
Quase todos. Quem vende produto pronto vende direto pelo carrinho; quem trabalha sob encomenda usa a loja como catálogo com pedido de orçamento; quem presta serviço usa como vitrine com agendamento. O que muda é o desenho do catálogo, não a existência da loja.
Vale a pena criar uma loja virtual para quem está começando pequeno?
Vale, e começar pequeno costuma ser o caminho certo. Uma loja enxuta, com o catálogo que você realmente tem em estoque, já resolve preço, tamanho, frete e pagamento sem você responder mensagem. A estrutura é feita para crescer depois sem refazer nada.
Quando é a melhor época para colocar a loja no ar?
De sessenta a noventa dias antes da data forte do seu ramo. Categoria e ficha de produto levam semanas para serem encontradas pelo Google, e é esse tráfego que não se paga por clique. Quem começa com a data em cima acaba pagando anúncio caro para uma loja que ainda não converte.
Preço e o que está incluído
Quanto custa para uma agência criar uma loja virtual completa?
Na Sturm Agency, R$ 2.500 com R$ 125 mensais para até dez páginas, R$ 6.000 com R$ 600 mensais de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 com R$ 600 mensais acima de sessenta páginas, quando entra a camada de cidade. Acima disso, o projeto sai por orçamento. O que define o degrau é o tamanho do catálogo.
O que exatamente está incluído no serviço?
A arquitetura do catálogo, a escrita das categorias e das fichas de produto para a busca, o desenho da loja, a integração de pagamento e frete, o checkout testado com uma compra real e a loja no ar. Depois disso, a mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as correções do dia a dia.
Vou ter taxa sobre cada venda que eu fizer?
Da nossa parte, não. A taxa por venda existe, mas é da empresa de pagamento, cobrada sobre o valor recebido e diferente para Pix, cartão à vista e cartão parcelado. É um custo variável que só aparece quando a venda acontece, e é bem menor que a comissão de um marketplace.
Quanto vou gastar por mês para manter a loja no ar?
A mensalidade do plano, mais o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br, mais a taxa cobrada por venda pelo meio de pagamento. Não existe cobrança nossa fora da mensalidade, e todos os custos de terceiro estão listados na seção de custo total desta página.
Por que a loja tem mensalidade se outras agências vendem por valor único?
Porque manter uma loja que cresce é operação viva. Meio de pagamento muda de regra, plataforma atualiza, produto entra e sai, categoria nova precisa nascer e correção aparece. Quem vende sem mensalidade está dizendo que, depois da entrega, o problema é seu. Aqui não há fidelidade nem taxa de saída.
Qual a diferença entre contratar uma agência e montar a loja sozinho em plataforma pronta?
Fazer sozinho resolve o tema e o cadastro. O que não vem pronto em plataforma nenhuma é a arquitetura: quais categorias criar, como nomear cada uma, o que a ficha precisa responder e como deixar a loja rápida no celular. É essa parte que decide se a loja é encontrada ou fica invisível.
Prazo, entrega e operação
Quanto tempo demora para a loja ficar pronta para vender?
Depende do tamanho do catálogo e das integrações. Uma loja enxuta fica no ar bem antes de uma com centenas de produtos e regras de frete diferentes por item. O prazo real sai na primeira conversa, depois de olhar o seu catálogo, e não é chute.
Quem cadastra os produtos?
O lote inicial de produtos é cadastrado dentro do projeto, com as fichas escritas para a busca. Depois disso, cadastrar um produto novo é uma tarefa simples do dia a dia, feita por você em telas comuns, e a gente continua disponível para a parte estrutural.
Como eu atualizo o estoque e mudo os preços no dia a dia?
Pelo painel da loja, direto no celular ou no computador. Alterar preço, editar descrição, esgotar um item ou publicar um produto novo são ações de poucos cliques. O estoque baixa sozinho a cada pedido pago, então não existe planilha paralela.
A loja já vem pronta para aceitar Pix, cartão de crédito e boleto?
Sim. O checkout é entregue integrado aos meios de pagamento usados no Brasil, com parcelamento configurado e confirmação automática do pedido. O Pix é o meio de menor taxa e o que mais cresce no comércio eletrônico brasileiro.
Como funciona a entrega e o cálculo do frete para o meu cliente?
O frete é calculado pelo CEP na própria página do produto e no carrinho, com prazo estimado, e a loja se integra aos serviços de envio para gerar a etiqueta de postagem. O cliente vê o valor antes de decidir, que é o ponto onde a maior parte das vendas por mensagem esfria.
Como recebo o dinheiro das vendas feitas na loja?
O valor cai na conta cadastrada no meio de pagamento, no prazo de repasse daquele meio: Pix costuma ser o mais rápido e cartão parcelado o mais demorado. O dinheiro não passa pela agência em momento nenhum.
Como funciona nota fiscal, troca e devolução?
A loja se conecta aos sistemas de gestão que emitem nota fiscal e etiqueta de envio, então a emissão fica no seu fluxo normal. Troca e devolução seguem a política que a sua empresa publica na loja, que a gente ajuda a escrever para ficar de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
Medos e objeções
E se eu não souber mexer na loja depois de pronta? Vou ficar dependente da agência?
Não. A operação do dia a dia é cadastrar produto, mudar preço e acompanhar pedido, e isso é feito em telas simples. O que é técnico continua com a gente, dentro da mensalidade. Dependência acontece quando o acesso não é do cliente, e aqui ele é.
A loja funciona bem no celular ou fica travando?
É construída primeiro para a tela pequena, porque é nela que a maior parte das compras é fechada. Peso de imagem, tamanho de fonte e alvo de toque são tratados antes do desenho da versão de computador. A chance de a pessoa abandonar a página aumenta 32% quando o carregamento vai de um para três segundos, segundo o Google.
Preciso ter CNPJ para criar uma loja virtual?
Para receber pagamento como empresa e emitir nota fiscal, sim, e o MEI resolve na maioria dos casos. A construção da loja pode começar antes, mas a habilitação do meio de pagamento pede o cadastro da empresa.
O que acontece se a loja cair ou der algum problema técnico?
A correção é nossa e está dentro da mensalidade, sem cobrança à parte. É exatamente para isso que a manutenção existe: alguém responsável pela loja depois que ela entra no ar, e não só até o dia da entrega.
Como garantir que a minha loja vai ter visitantes depois do lançamento?
Nenhuma loja vende sozinha por mágica. O que a gente faz é construir cada categoria e cada ficha para responder a uma busca real, que é o tráfego que não se paga por clique. Quando existe verba de anúncio, ela rende mais porque cai numa loja que já está pronta para converter.
A loja e o domínio ficam no meu nome?
Ficam. O domínio é registrado no Registro.br no CNPJ da sua empresa e o acesso à loja é seu. Se um dia você decidir trabalhar com outra pessoa, a loja vai junto. Domínio no nome da agência é uma armadilha comum, e a gente não trabalha assim.
Vale a pena ter loja própria se eu já vendo no marketplace?
Vale, e o mais comum é manter os dois. O marketplace traz o comprador que nunca ouviu falar da sua marca; a loja própria é onde a venda acontece sem comissão e onde o cliente vira base de contato para comprar de novo. O que não se sustenta é depender só do primeiro.
Ferramentas de gestão

Trazer cliente é metade.
A outra metade é saber o que fazer com ele.

Ver as nove ferramentas ›

Nove ferramentas de gestão para o mesmo dono de negócio que a Sturm atende. Todas partem do mesmo princípio: os sistemas do mercado te entregam um relatório e te deixam sozinho com ele. Estas fazem a conta e dizem o que fazer com o resultado - qual preço cobrar, o que repor, quem cobrar, o que está dando prejuízo. E você pergunta falando, sem digitar nada.

Controle de caixa

Seu saldo aguenta quantos dias?

Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.

"Vendi quatrocentos e vinte hoje"
18dias
zona segura
Mostra os próximos dias de fôlego do caixa e puxa o alerta antes de apertar.
Contas e cobranças

Existe juro que você paga por desorganização

O boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava lá. A ferramenta mostra o que vence, cobra quem atrasou sozinha e avisa qual dia vai faltar.

"O que eu tenho pra pagar essa semana?"
Dia 15 · faltam R$ 5.300
Lista o que vence, cobra o atrasado sozinha e aponta o dia que vai faltar.
Formação de preço

Comprar por 10 e vender por 15 não é 50% de lucro

Depois de imposto, cartão, comissão e a fatia do aluguel, sobram 2%. 89% dos empresários não se sentem seguros ao formar preço - e o sistema que a maioria usa nem converte saco de 25 quilos em pão. Aqui o preço aparece pronto enquanto você cadastra.

"Por quanto eu vendo o pão francês?"
R$ 15,00
R$ 19,23
imposto 6%cartão 3,2%fixo 21%margem 15%
Você cadastra o custo e o preço com margem real aparece pronto, sem planilha.
DRE gerencial

Vendeu mais e sobrou menos

Acontece quando o custo do que você vende sobe mais rápido que o preço que você cobra - e é invisível para quem só olha o total do dia. A ferramenta monta o resultado sozinha e mostra a linha que mudou.

"Quanto sobrou em abril?"
Faturamento ↑14%
Lucro ↓6%
Monta o resultado do mês sozinha e destaca a linha que corroeu o lucro.
Controle de estoque

Um terço do seu dinheiro pode estar dormindo na prateleira

Falta o que vende e sobra o que não vende, ao mesmo tempo. E nenhum sistema comum funciona no balcão, porque exige lançar cada venda. Aqui você conta a prateleira uma vez por semana e o resto a ferramenta calcula.

"Quanto tem de farinha?"
12 produtos = 79% do faturamento
R$ 9.700 parados há 90 dias
Você conta a prateleira uma vez por semana e ela cuida do resto.
CRM de vendas

Venda pequena se perde no esquecimento, não na objeção

O orçamento foi enviado na terça, ninguém voltou nele, e trinta dias depois ele comprou de outro. Quem responde primeiro costuma levar a venda, e não quem cobra mais barato.

"Quem não responde há mais de uma semana?"
14 paradas · R$ 31 mil
Mostra quem parou de responder e há quanto tempo, pra você voltar antes de perder.
Ordens de serviço

“E o meu, como está?”

É a ligação mais frequente e a mais cara: alguém para o que está fazendo, vai até a bancada e volta para responder. A ferramenta mostra tudo por fase, manda o link de acompanhamento e abre a OS por voz - com a mão suja de graxa.

"Abre uma OS pro Carlos, moto não liga"
Aberta
Em reparohá 10 dias
Pronta
Entregue
Cada serviço por fase, link de acompanhamento pro cliente e abertura por voz.
Agenda online

A terça vazia custa igual à sexta lotada

O aluguel não sabe que dia é. A ferramenta mostra a ocupação da semana inteira, confirma na véspera para derrubar a falta pela metade, e diz quanto cada hora trabalhada realmente rende.

"Marca a Maria quinta às três"
SEG
TER40% ocupada
QUA
QUI
SEX
Ocupação da semana, confirmação na véspera e quanto cada hora rende.
Cobrança recorrente

Tem cliente pagando o valor de três anos atrás

A data do reajuste passou e ninguém lembrou. O custo do seu negócio subiu; o que ele paga, não. A ferramenta gera a cobrança sozinha, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e quanto isso custou.

"Quanto tenho garantido esse mês?"
R$ 12.400já garantido
3 cancelaram · R$ 890
Gera a cobrança, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e o custo.

Feitas para quem está no balcão, não para o escritório do contador.

Conhecer todas as ferramentas
Guias sobre loja virtual

Cada dúvida tem
uma página inteira.

Se a sua pergunta é mais específica que esta página, ela provavelmente tem um guia próprio aqui embaixo.

Pronto para ter uma loja
que trabalha sem você?

Conte o que a sua empresa vende e como você entrega hoje. A gente desenha a loja que é achada na busca, atende sozinha e deixa a margem com quem vendeu.