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SEO para e-commerce

O seu concorrente
já está lá em cima.

Quase toda loja tem o mesmo problema escondido: produto e categoria que o Google não consegue ler direito, então a loja fica invisível por mais bonita que seja. A Sturm Agency estrutura o seu catálogo para cada categoria e cada produto aparecer na busca, no Google e nas inteligências artificiais.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

[produto] preço e onde comprar
1concorrente.com.brCategoria organizada e ficha completa39,8%
2outraloja.com.brDescrição escrita para o comprador18,7%
3marketplace.com.brResultado genérico da plataforma10,2%
8sualoja.com.brMesmo produto, mesmo preço, sem ninguém verquase nada
A taxa de clique por posição é do estudo de CTR do First Page Sage. A diferença entre a primeira e a oitava linha não é o produto.
O tamanho da diferença
39,8%

Dos cliques de uma busca comercial vão para o primeiro resultado orgânico, contra 18,7% para o segundo e 10,2% para o terceiro, segundo o estudo de taxa de clique do First Page Sage. Não é uma vantagem pequena do concorrente: é quase quatro vezes o que sobra para quem está em segundo.

53%do tráfego dos sites vem de busca orgânica, segundo a BrightEdge
93%pesquisam na internet antes de comprar, segundo a Hedgehog Digital com o Opinion Box
R$ 235,5 bifoi o varejo online brasileiro em 2025, com projeção acima de R$ 259 bilhões para 2026, segundo a ABIACOM
R$ 0é o que o primeiro lugar orgânico paga por clique
Do zero ao ar

Ela se monta na tela.

sualoja.com.br
Coleção novaSua loja,
aberta sempre.
Catálogo pronto para o Google ler e para o cliente comprar.Comprar agoraVer catálogo
★★★★★4,9compra segurafrete calculado
Pix e cartãopagamento na horaNo Googleproduto por produtoFretecalculado no carrinho
© Sua Loja
no ar
O problema escondido

O Google não consegue
ler o seu catálogo.

A loja invisível quase nunca é uma loja feia. É uma loja com o catálogo cadastrado do jeito que veio do fornecedor: nome interno de produto, categoria criada por conveniência do estoque e descrição idêntica à de outras trezentas lojas. O buscador lê tudo isso e não encontra motivo para escolher a sua.

Ficha que ninguém acha
TítuloREF 4471 PRETO 39
CategoriaColeção 02
DescriçãoCopiada do catálogo do fornecedor, igual à de outras lojas
O que não respondeMaterial, medida, prazo, política de troca
Ficha que é encontrada
TítuloBota de couro feminina cano curto, numeração 39
CategoriaBotas de couro femininas
DescriçãoEscrita para o comprador, com as palavras que ele digita
O que respondeMaterial, tabela de medidas, prazo de envio e troca em 7 dias
Por que a venda começa na ficha de produto, e não na página inicial

Numa loja, a maior parte das vendas começa numa busca por produto, e não pelo nome da empresa. 93% das pessoas pesquisam antes de comprar, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box, e quem procura já sabe o que quer: escreve o nome do item, a medida, a cor ou a aplicação. A página inicial não responde nada disso. Quem responde é a ficha do produto e a página da categoria.

É por isso que uma loja com cem produtos e vinte categorias tem cento e vinte portas de entrada, e não uma. Cada uma responde a uma busca diferente, e cada uma pode estar bem ou mal escrita. A soma dessas páginas costuma trazer mais visita que a home inteira, e é justamente a parte que quase nenhuma loja trabalha.

A diferença que ninguém mostra

O que acontece quando
a verba acaba.

A loja que só vende com anúncio tem um interruptor: no dia em que a campanha para, o movimento vai para zero. A loja que aparece na busca continua recebendo visita no mês seguinte, sem pagar por clique nenhum.

Anúncio pausado
Visitas: zero
Enquanto a verba roda, a loja vende. Quando ela para, ou quando o custo por clique sobe no leilão da data forte, a venda para junto. O canal não é seu: é alugado por clique.
Busca orgânica
Visitas: continuam
A categoria e a ficha de produto continuam sendo encontradas no mês seguinte, e no outro. O trabalho é feito uma vez e continua rendendo, com margem cheia em cada venda.
Por que os dois canais não são concorrentes

SEO não substitui anúncio, e anúncio não substitui SEO. O anúncio entrega visita hoje, na hora, e é o que segura o caixa enquanto a estrutura amadurece. A busca orgânica entrega visita daqui a alguns meses, mas continua entregando sem custo por clique. Quem tem os dois paga anúncio por escolha, e não por dependência.

Cerca de 53% do tráfego dos sites vem de busca orgânica, segundo a BrightEdge. Numa loja que só compra clique, essa metade simplesmente não existe, e a margem de cada venda carrega o custo do anúncio para sempre. É isso que separa a loja que cresce da loja que corre no lugar.

Por que a pressa importa

Cada mês parado
engorda o concorrente.

A vantagem de quem está no topo se alimenta sozinha. Mais posição traz mais visita, mais visita traz mais venda, mais venda traz mais avaliação e mais caixa para reinvestir. Quem começa depois não disputa só a posição: disputa contra o acúmulo de quem começou antes.

1O concorrente ocupa a primeira posição da categoria e recebe a maior parte dos cliques, sem pagar por eles.
2Mais venda vira mais avaliação e mais conteúdo, e o buscador entende aquilo como sinal de que ele é a melhor resposta.
3Com custo de aquisição menor, ele reinveste com folga e ainda pode brigar de igual para igual no anúncio.
O que quebra o ciclo: não disputar de frente a busca ampla, e sim ocupar as buscas específicas onde ele é genérico e você é exato.
Onde a loja pequena ganha

Três brechas que o
gigante deixa aberta.

Amazon, Mercado Livre e Magalu não venceram com vitrine bonita: venceram estando na frente da procura. Loja pequena não ganha deles no orçamento, ganha sendo específica onde eles são genéricos.

Brecha 1
A busca específica demais para eles

Grandes catálogos são organizados por padrão automático. Ninguém escreve uma página só para uma combinação exata de modelo, medida e aplicação, porque não escala para milhões de itens.

Uma loja de cem produtos escreve essa página em uma tarde.
Brecha 2
A dúvida que a ficha deles não responde

A página do gigante mostra especificação de fábrica. Ela não diz se serve no seu caso, o que costuma dar errado nem o que vem junto, porque não existe ninguém do ramo escrevendo aquilo.

Quem vende há anos sabe a dúvida de cor. Ela vale posição.
Brecha 3
A resposta que a inteligência artificial procura

As pessoas já perguntam à inteligência artificial o que comprar e onde. A IA cita quem responde de forma direta e específica, e o catálogo genérico não dá material para citação.

É uma vitrine que ainda quase não tem concorrência.
Qual a diferença

Três caminhos para
aparecer na busca.

A comparação abaixo separa o que a maioria vende como SEO do que realmente muda o faturamento de uma loja virtual.

Comparação entre depender só de anúncio, contratar SEO de relatório e estruturar o catálogo para a busca.
CritérioSó tráfego pagoSEO de relatórioCatálogo estruturado
Onde o trabalho aconteceNa plataforma de anúncioEm ajustes técnicos soltos e posts de blogNas categorias e fichas que vendem
O que é entregueCliques enquanto há verbaRelatório de impressõesPáginas escritas para busca de compra
Quando a verba paraA visita vai a zeroContinua sem venderA visita continua entrando
Custo por visitaSobe no leilão da data forteFixo, sem retorno claroCai conforme as páginas amadurecem
Blog e conteúdoNão se aplicaO foco do trabalhoComplemento, nunca o principal
Leitura por IANenhumaFora do escopoDados de produto estruturados para citação
O que sobra depois de um anoO extrato da plataformaUma pasta de relatóriosUm catálogo que trabalha sozinho
Escopo

O que a gente faz
no seu catálogo.

O trabalho acontece onde a venda acontece: nas categorias e nas fichas de produto. Nada aqui depende de você aprender a mexer em ferramenta nenhuma.

Levantamento do que o seu setor procura, com as palavras reais que o comprador digita, não o jargão do fornecedor.
Leitura do que o concorrente ocupa e das buscas específicas que ele deixou de fora.
Arquitetura de categorias e subcategorias, decidindo quais existem e como cada uma se chama.
Reescrita das fichas de produto, respondendo medida, material, compatibilidade, prazo e troca.
Dados de produto estruturados para o Google e para as inteligências artificiais lerem preço, estoque e avaliação.
Correção do que trava a leitura: página lenta no celular, endereço duplicado e imagem pesada.
Ligação entre as páginas, para que categoria, produto e conteúdo se apoiem em vez de disputar entre si.
Acompanhamento do que muda: posição das categorias, visitas e pedidos vindos da busca.
Funciona na sua loja

A plataforma não é
o que trava.

O trabalho de catálogo é o mesmo em qualquer plataforma, porque ele acontece no conteúdo e na organização, e não no sistema. O que muda é o limite de configuração que cada uma permite, e isso é dito na primeira conversa.

NuvemshopTrayLoja IntegradaShopifyWooCommerceVTEXMagentoPlataforma própria
O que muda de plataforma para plataforma

Toda plataforma permite escrever título, descrição e nome de categoria, e é aí que mora a maior parte do resultado. A diferença aparece nos detalhes: quanto controle existe sobre o endereço das páginas, se dá para criar categoria sem limite, quanto peso o tema carrega e quanto dos dados de produto a loja publica de forma estruturada.

Nenhuma dessas diferenças impede o trabalho, e nenhuma delas o substitui. Loja mal escrita em plataforma cara continua invisível, e loja bem escrita em plataforma simples aparece. Quando a limitação da plataforma realmente atrapalhar o crescimento, a gente diz, e aí a conversa passa a ser de migração, que é outro projeto.

A parte honesta

Ninguém garante
primeiro lugar.

Nenhuma agência séria promete a primeira posição do Google, porque a ordem dos resultados não é vendida nem controlada por ninguém de fora. O que dá para prometer é o trabalho: catálogo estruturado, páginas escritas para busca de compra e acompanhamento do que muda.

O que está no nosso controle: quais categorias existem, como cada uma se chama e o que cada ficha de produto responde.
O que está no nosso controle: os dados de produto publicados de forma legível para o Google e para as IAs.
O que está no nosso controle: mostrar o que mudou de posição, de visita e de pedido vindo da busca.
×O que não está: a posição exata. Ela depende do buscador, do concorrente e do que o setor inteiro está fazendo.
×O que não está: o prazo cravado. Busca é ativo de construção, e o movimento aparece em meses, não em semanas.
O que muda primeiro, e em que ordem

A primeira coisa que muda não é a posição, é a quantidade de páginas que o buscador consegue entender e listar. Depois vêm as buscas específicas, aquelas com três ou quatro palavras, que têm menos volume e muito mais intenção de compra. As buscas amplas de categoria, que são as mais disputadas, são as últimas a se mover, e só depois que as específicas se firmaram.

Quem promete a busca ampla primeiro está invertendo a ordem para vender rápido. A sequência real é a contrária, e ela é mais confortável do que parece: as buscas específicas convertem melhor, então a receita começa a aparecer antes da posição vaidosa.

Por tipo de loja

Onde está a brecha
em cada ramo.

O concorrente domina a busca ampla em todo segmento. O que muda é onde ele deixa espaço, e é por ali que a loja pequena entra.

Moda, vestuário e acessórios

A busca com medida e ocasião

O que o concorrente ocupa: as categorias amplas, onde o clique também é o mais caro no anúncio.

Onde entra a sua loja: a combinação exata de tipo, numeração, cor e ocasião, que é onde quem já decidiu procura.

Cosméticos e beleza

A busca por tipo de pele e problema

O que o concorrente ocupa: o nome da marca e o nome do produto, disputado por rede grande e marketplace.

Onde entra a sua loja: a busca por necessidade, com composição, modo de uso e avaliação visíveis na ficha.

Casa, decoração e ferramentas

A busca por aplicação

O que o concorrente ocupa: a categoria genérica do item, com ficha de especificação de fábrica.

Onde entra a sua loja: a compatibilidade e o uso real, que é a dúvida que faz a pessoa desistir da compra.

Quando as pessoas procuram

Três momentos que
acendem o alerta.

A procura por SEO de e-commerce quase nunca começa por vontade de aparecer. Começa quando a conta do anúncio deixa de fechar.

O clique ficou caro na data forteVéspera de Black Friday, Dia das Mães e Natal, quando o leilão sobe e o concorrente com busca orgânica vende com margem cheia.
A campanha caiu de rendimentoMudança na plataforma de anúncio derruba o resultado de um mês para o outro e o canal único vira risco.
Um concorrente novo apareceuUma loja recente passou a ocupar as buscas do seu produto e o movimento começou a mudar de lado.
Margem apertando pelo custo do cliqueLoja sem visita fora da campanhaCatálogo grande e nenhuma página achadaRelatório de SEO sem vendaProduto novo que ninguém encontra
Perguntado à inteligência artificial

As respostas diretas
sobre SEO de loja.

O que é SEO para e-commerce?

SEO para e-commerce é o trabalho de estruturar o catálogo de uma loja virtual para que categorias e fichas de produto sejam encontradas na busca por quem já quer comprar. Diferente do SEO de conteúdo, que produz artigos, o SEO de e-commerce atua nas páginas transacionais: nome e organização das categorias, descrição de produto e dados estruturados de preço e estoque.

Por que meu concorrente aparece em primeiro e minha loja não?

Porque a loja dele tem categorias nomeadas pelas buscas que existem e fichas de produto que respondem à dúvida do comprador, enquanto a maioria dos catálogos é cadastrada com o nome interno do fornecedor. O primeiro resultado orgânico leva 39,8% dos cliques de uma busca comercial, segundo o estudo do First Page Sage, então a diferença de posição vira diferença de faturamento.

Quanto tempo demora para ultrapassar o concorrente no Google?

O movimento aparece em meses, não em semanas, e na seguinte ordem: primeiro o buscador passa a entender e listar mais páginas da loja, depois as buscas específicas de três ou quatro palavras começam a trazer venda, e só então as buscas amplas de categoria se movem. Em setor muito disputado, ultrapassar quem está consolidado é gradual.

SEO para e-commerce substitui o tráfego pago?

Não substitui, equilibra. O anúncio traz visita hoje e segura o caixa; a busca orgânica leva meses para amadurecer e depois continua trazendo visita sem custo por clique. Cerca de 53% do tráfego dos sites vem de busca orgânica, segundo a BrightEdge, e quem só compra clique simplesmente não tem essa metade.

As dúvidas que travam

O que costuma
segurar a decisão.

Meu concorrente é muito maior, não tenho como competir
Não tem como competir na busca ampla, e não é lá que a briga precisa ser. Catálogo grande é organizado por padrão automático e ninguém escreve página para a combinação exata de modelo, medida e aplicação. É nessas buscas, com menos volume e muito mais intenção, que a loja pequena ganha.
Já paguei SEO por meses e só recebi relatório
É a queixa mais comum de todas, e ela tem uma causa: o trabalho ficou em ajuste técnico e post de blog, longe das páginas que vendem. Aqui o trabalho acontece nas categorias e nas fichas de produto, e o que a gente mostra é posição, visita e pedido vindo da busca.
SEO demora demais, meu caixa não aguenta esperar
Por isso a busca orgânica não substitui o anúncio no começo, ela reduz a dependência dele com o tempo. O anúncio segura o hoje; o catálogo estruturado é o que faz o custo por venda cair mês a mês, em vez de subir junto com o leilão.
Vocês garantem a primeira posição?
Não, e ninguém honesto garante. A ordem dos resultados não é vendida nem controlada por quem está de fora. O que garantimos é o trabalho: catálogo estruturado, páginas escritas para busca de compra e o acompanhamento do que muda, com número na mão.
Se eu parar o serviço, perco tudo o que conquistei?
Não. As páginas continuam suas e continuam sendo encontradas, porque o trabalho fica dentro da sua loja e não numa ferramenta alugada. O que para é a evolução: catálogo novo sem estrutura e concorrente avançando aos poucos corroem a posição, e é aí que a manutenção faz diferença.
Como funciona

Você mostra a loja.
A gente abre as portas.

Do retrato do catálogo às páginas reescritas, sem você precisar entender de busca.

1

Manda o endereço da loja

O catálogo atual, o que você vende mais e quem são os concorrentes que aparecem na sua frente. Daí sai o retrato do que está sendo desperdiçado.

2

A gente reestrutura o catálogo

Categorias decididas e nomeadas pelas buscas reais, fichas reescritas para responder a dúvida do comprador e dados de produto legíveis para o Google e as IAs.

3

As portas abrem e a gente acompanha

As páginas passam a ser encontradas, e você recebe o que mudou de posição, de visita e de pedido vindo da busca.

Planos e preços

O tamanho é dado
pelo catálogo.

O que define o degrau é o número de páginas da loja, contando categorias e fichas de produto. Sem letra miúda e sem orçamento sob consulta para saber a faixa.

Essencial
Catálogo enxuto, para começar a ser achado.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas, entre categorias e produtos
  • Pagamento, frete e checkout integrados
  • Categorias e fichas escritas para a busca
  • Estrutura rápida no celular
Profissional
O tamanho da maioria das lojas com catálogo real.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas de catálogo
  • Arquitetura de categorias por intenção de busca
  • Filtros, variações e ficha completa de produto
  • Integração com gestão de estoque e envio
Avançado
Catálogo grande, com camada de cidade.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Acima de 60 páginas de catálogo
  • Camada de páginas por cidade e por região
  • Estrutura para busca por marca, modelo e aplicação
  • Preparada para crescer sem refazer a loja

O degrau é dado pelo número de páginas do catálogo, contando categorias e fichas. Quando a loja já existe, vale o número de páginas a reestruturar. Acima disso, o projeto sai por orçamento, e não há fidelidade nem taxa de saída.

Sem pegadinha

Tudo que custa,
inclusive o que não é nosso.

A reclamação mais comum de quem já montou loja com agência é descobrir custo depois. Esta é a lista inteira, com o que é nosso e o que é de terceiro.

Construção da loja, uma vez sóProjeto, arquitetura do catálogo, escrita das categorias e fichas, integrações e testes.
R$ 2.500 a R$ 12.000
Manutenção mensalHospedagem, correção, ajustes do dia a dia e a loja continuando de pé. É o que faz a loja crescer em vez de envelhecer.
R$ 125 ou R$ 600/mês
Plano da sua plataformaPago por você direto à plataforma da loja, conforme o plano contratado. Não passa por nós.
mensal
Domínio próprioPago direto no Registro.br, no nome da sua empresa. Não passa por nós.
cerca de R$ 40/ano
Taxa do meio de pagamentoCobrada por venda pela empresa de pagamento. Pix é a mais barata, cartão parcelado a mais cara. Só existe quando você vende.
por venda
FretePago aos Correios ou à transportadora, e normalmente repassado ao cliente no checkout.
por envio
Por que a loja tem mensalidade, e por que isso é bom para você

Manter uma loja que cresce é operação viva, e é por isso que a mensalidade é o próprio produto, e não um extra. Uma loja virtual não é um folheto que fica pronto: ela tem meio de pagamento que muda de regra, plataforma que atualiza, produto que entra e sai, categoria nova que precisa nascer quando o catálogo cresce e correção que aparece numa terça-feira qualquer.

Quem vende loja por valor único e sem mensalidade está dizendo que depois da entrega o problema é seu. A mensalidade é o que garante que existe alguém responsável pela loja no mês seguinte. O que a gente não faz é prender ninguém: não há fidelidade nem taxa de saída, e o domínio e a loja ficam no nome da sua empresa.

O que fica combinado

O que está escrito
antes de você pagar.

A loja é da sua empresaDomínio registrado no Registro.br no nome do seu CNPJ, e o acesso é seu. Se um dia você quiser levar a loja para outro lugar, ela vai com você.
Sem fidelidade e sem taxa de saídaA mensalidade se sustenta pelo serviço prestado, não por contrato que prende. Você fica porque compensa ficar.
Só entra no ar depois de uma compra realA loja é considerada entregue quando um pedido de teste passa do começo ao fim: produto no carrinho, frete calculado, pagamento aprovado e pedido no painel.

Os dados que a loja coleta são do seu cliente e da sua empresa, tratados conforme a LGPD, com política de privacidade publicada e canal de contato do responsável.

Perguntas frequentes

Tudo sobre SEO
para e-commerce.

As perguntas que aparecem em toda conversa, com a resposta antes da explicação.

O concorrente e a busca
Por que meu concorrente aparece em primeiro no Google e minha loja nem aparece?
Porque a loja dele tem categorias nomeadas pelas buscas que existem e fichas de produto que respondem à dúvida do comprador, enquanto a maioria dos catálogos é cadastrada com o nome interno do fornecedor. O primeiro resultado orgânico leva 39,8% dos cliques de uma busca comercial, segundo o estudo do First Page Sage.
Dá para tomar a primeira posição de um concorrente que já faz SEO há anos?
Dá, mas não pela busca ampla de cara. O caminho é ocupar as buscas específicas de três ou quatro palavras, que o catálogo grande não cobre porque não escala. Elas têm menos volume e muito mais intenção de compra, e é o acúmulo delas que abre espaço nas buscas amplas depois.
Se o meu concorrente é uma grande marca ou um marketplace, uma loja pequena consegue competir?
Consegue onde ele é genérico. Catálogo gigante é organizado por padrão automático e ninguém escreve uma página para a combinação exata de modelo, medida e aplicação. Quem vende há anos conhece a dúvida que trava a compra, e é essa dúvida respondida que vale posição.
Como saber quais palavras os concorrentes usam para vender todo dia?
Lendo o que eles ocupam e, principalmente, o que deixaram de fora. O levantamento cruza as buscas do seu setor com as páginas que já existem no mercado, e o que sobra é a lista de buscas sem dono. É por essa lista que a reestruturação do catálogo começa.
Quanto tempo leva para a loja começar a ultrapassar os concorrentes?
O movimento aparece em meses, não em semanas, e sempre nessa ordem: primeiro o buscador passa a entender e listar mais páginas da loja, depois as buscas específicas começam a trazer venda, e por último as buscas amplas de categoria se movem. Quem promete a ampla primeiro está invertendo a ordem para vender rápido.
Investimento e retorno
Quanto custa o serviço de SEO para e-commerce da Sturm Agency?
O trabalho de catálogo entra no projeto da loja e segue os mesmos degraus: R$ 2.500 com R$ 125 mensais para até dez páginas, R$ 6.000 com R$ 600 mensais de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 com R$ 600 mensais acima de sessenta páginas. Quando a loja já existe, o degrau é definido pelo número de páginas do catálogo a reestruturar.
Vale a pena investir em SEO em vez de colocar tudo em tráfego pago?
Vale como equilíbrio, não como troca. O anúncio traz visita hoje e segura o caixa; a busca orgânica leva meses para amadurecer e depois continua trazendo visita sem custo por clique. Cerca de 53% do tráfego dos sites vem de busca orgânica, segundo a BrightEdge, e quem só compra clique não tem essa metade.
O que exatamente está incluído no serviço?
Levantamento das buscas do seu setor e do que o concorrente ocupa, arquitetura de categorias e subcategorias, reescrita das fichas de produto, dados de produto estruturados para Google e IAs, correção do que trava a leitura da loja e acompanhamento de posição, visita e pedido vindo da busca.
Qual o retorno esperado ao contratar SEO para a loja virtual?
O retorno aparece como queda no custo por venda, e não como um número mágico de faturamento. Cada página que passa a ser encontrada traz visita sem custo por clique, então a mesma venda passa a custar menos. Quem promete percentual de retorno em SEO está prometendo o que não controla.
Por quanto tempo preciso manter o serviço para não perder as posições?
As páginas continuam suas e continuam sendo encontradas mesmo se o serviço parar, porque o trabalho fica dentro da sua loja. O que para é a evolução: produto novo entrando sem estrutura e concorrente avançando corroem a posição aos poucos. A manutenção existe para isso, não para segurar refém.
Medos e operação
Já contratei agência de SEO, paguei meses e não vi aumento de vendas. Por que seria diferente?
Porque na maioria dos casos o trabalho ficou em ajuste técnico solto e post de blog, longe das páginas que vendem. Aqui o trabalho acontece nas categorias e nas fichas de produto, que são as páginas onde a compra acontece, e o que é mostrado é posição, visita e pedido vindo da busca.
A Sturm Agency garante a primeira posição do Google?
Não, e nenhuma agência séria garante. A ordem dos resultados não é vendida nem controlada por quem está de fora. O que garantimos é o trabalho: catálogo estruturado, páginas escritas para busca de compra, dados de produto legíveis e acompanhamento do que muda.
Vocês fazem as alterações no catálogo ou minha equipe precisa fazer?
As alterações de estrutura e de texto do catálogo são nossas, com você aprovando o que for escrito sobre os seus produtos. A sua equipe segue cuidando da operação normal, como publicar produto novo e ajustar preço, e o padrão de escrita fica definido para os próximos cadastros.
O SEO funciona na minha plataforma atual?
Funciona. O trabalho acontece no conteúdo e na organização do catálogo, e isso existe em qualquer plataforma, seja Nuvemshop, Tray, Loja Integrada, Shopify, WooCommerce, VTEX ou sistema próprio. O que muda é o limite de configuração de cada uma, e isso é dito na primeira conversa.
Como o meu e-commerce passa a ser recomendado pelas inteligências artificiais?
Publicando os dados de produto de forma estruturada, com preço, disponibilidade e avaliação legíveis, e escrevendo respostas diretas às perguntas reais do comprador. A IA cita quem é específico e verificável, e catálogo genérico não dá material para citação.
Continuar lendo

Antes de mexer
no catálogo.

Se a loja ainda vai nascer ou a plataforma ainda está em comparação, vale começar por aqui.

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Pronto para virar o jogo
na busca do seu produto?

Mande o endereço da sua loja e o nome de um concorrente que aparece na sua frente. A gente devolve onde o catálogo está deixando venda na mesa e o degrau de preço do trabalho.