Sua loja vendendo também no Mercado Livre, na Shopee e na Amazon, com estoque e pedido num lugar só. A Sturm Agency configura a ponte para você alcançar quem já compra por lá, sem virar bagunça de gestão. E o que está incluído está escrito item por item, antes de você assinar.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
De compradores online projetados para 2026 no Brasil, segundo a ABIACOM. Boa parte deles já procura dentro do próprio marketplace, com a busca e o cartão salvos. Estar lá é pegar demanda que já existe; ter loja própria é não depender dela.
Sem integração, cada canal tem a própria contagem. Você vende a última peça no site, esquece de baixar na Shopee, e o pedido entra lá dez minutos depois. A partir daí não existe saída boa: ou cancela e leva a punição, ou compra às pressas para não cancelar.
Duas vendas prometidas para um produto que já saiu. O erro não é seu: é a contagem que mora em três lugares.
Cancelar um pedido por falta de produto não devolve só o dinheiro: conta contra a sua reputação de vendedor. As regras de qualidade do Mercado Livre tratam cancelamento feito pelo vendedor como falha de operação, e reputação baixa significa menos exposição nos resultados e menos venda no mês seguinte. É uma punição que se paga por semanas.
O trabalho braçal vem junto. Cadastrar a mesma peça três vezes, conferir estoque à mão no fim do dia e copiar pedido de um painel para outro consome exatamente o tempo que deveria ir para vender. Muita empresa descobre que paga o salário de alguém só para copiar e colar entre plataformas.
A maior parte do serviço de integração vendido no mercado entrega a conexão e para por aí. A conexão leva alguns cliques. O que consome tempo é tudo que vem depois dela, e é justamente essa parte que costuma virar orçamento adicional.
Cor, tamanho, numeração e voltagem precisam ser vinculadas uma a uma na estrutura de cada canal. É o item que mais aparece como custo adicional depois do contrato assinado.
Aqui entra no escopo, sem cobrança por produto.Cada canal exige campos obrigatórios diferentes, e o anúncio simplesmente não publica sem eles. Quem só ligou a ponte devolve a lista de erros para você resolver.
Aqui a publicação é acompanhada até o anúncio ficar no ar.Sem markup configurado, o preço do site vai igual para o marketplace e a comissão come a margem. Quase nenhum serviço de integração trata disso.
Aqui a regra de preço por canal é parte da entrega.Conta antiga com histórico de vendas e reputação pode acabar duplicada ou substituída por anúncio novo, zerando o que levou anos para construir.
Aqui os anúncios existentes são vinculados, não recriados.Erro de sincronização aparece, e a resposta é que o problema é da plataforma. O empresário fica no meio de dois suportes que não se falam.
Aqui o acompanhamento das primeiras semanas está no combinado.O orçamento chega com uma linha só: "integração de marketplace". Tudo que não está escrito vira aditivo quando aparece.
Aqui a lista do que entra é escrita item por item antes de você assinar.Depois da integração, a sua rotina passa a ter um único lugar. O que muda não é o número de canais: é o número de painéis que você precisa abrir.
Você cadastra na sua loja e ele aparece no Mercado Livre, na Shopee e na Amazon, com a estrutura de variação que cada canal exige já vinculada.
Vendeu no site, a quantidade cai nos marketplaces. Vendeu na Shopee, cai no site. A contagem passa a existir num lugar só, que é o que evita o cancelamento.
O pedido de qualquer canal chega junto dos outros, com endereço e status. Acabam a planilha paralela e a conferência manual no fim do dia.
O preço do marketplace pode subir automaticamente para cobrir a comissão, sem mexer no preço da sua loja própria. A margem fica protegida nos dois lugares.
Marketplace cobra comissão sobre cada venda, e vender lá pelo mesmo preço do site significa entregar a diferença de graça. A regra de preço por canal resolve isso sozinha, e é a configuração que quase nenhum serviço de integração entrega.
Quem compra dentro do marketplace compara com os outros vendedores daquele mesmo canal, e todos eles carregam a mesma comissão no preço. O ponto de comparação não é a sua loja própria: é a vitrine ao lado. Vender no marketplace pelo preço da sua loja não te deixa mais competitivo, apenas transfere a comissão inteira para a sua margem.
A regra de preço por canal também abre uma vantagem que quase ninguém usa: o cliente que descobriu a sua marca no marketplace e depois procura pelo nome dela encontra a loja própria com o preço melhor. O canal caro vira porta de entrada, e a venda seguinte acontece onde não existe comissão.
Quem já vende no Mercado Livre há anos tem histórico de vendas, perguntas respondidas e reputação, e esse conjunto não se recompra. Integrar não significa recomeçar: o anúncio que já existe pode ser vinculado ao produto da sua loja em vez de virar um anúncio novo.
A baixa de estoque entre canais acontece em minutos, e não no mesmo segundo. Na prática isso resolve quase tudo, mas quem vende peça única ou estoque de uma unidade precisa saber que existe uma janela pequena em que dois canais ainda mostram o item disponível.
Mercado Livre e Shopee já têm o público que você quer alcançar, e é por isso que vender neles funciona. O preço disso é que a relação com o cliente é deles, e não sua. Usar o marketplace como entrada faz sentido, desde que a loja própria cresça junto.
As três colocam o produto no marketplace. A diferença aparece no primeiro erro de publicação e na primeira venda que não baixou no outro canal.
| Critério | Por conta própria | Quem só liga a ponte | Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| Escopo | Você descobre fazendo | Uma linha no orçamento | Lista item por item antes de assinar |
| Variações de cor e tamanho | Uma a uma, nas suas noites | Custo adicional por produto | Dentro do escopo, sem cobrança por item |
| Erro de categoria e atributo | Por sua conta | Devolvido como lista de pendências | Resolvido até o anúncio publicar |
| Preço por canal | Manual, produto a produto | Fora do escopo | Regra automática por canal |
| Anúncios antigos | Risco de duplicar | Costuma recriar do zero | Vinculados, com o histórico preservado |
| Teste antes de liberar | A primeira venda é o teste | Raro | Pedido de teste real, do canal ao painel |
| Depois da entrega | Suporte de cada plataforma | A culpa é sempre do outro | Acompanhamento das primeiras semanas |
Esta é a lista completa do que entra na integração. O que não estiver aqui é dito antes de você assinar, e não descoberto depois na fatura.
A integração é feita entre a plataforma da sua loja e os canais onde você quer vender. As duas pontas abaixo cobrem o que a maior parte das empresas brasileiras usa.
Canais de venda: Mercado Livre, Shopee, Amazon e outros marketplaces nacionais, conforme o que a sua plataforma permite conectar.
Toda integração tem um ponto que dá mais trabalho, e ele muda conforme o que a empresa vende. É esse ponto que separa a entrega completa da entrega pela metade.
O que complica: cada peça tem cor, tamanho e numeração, e cada canal organiza essa matriz de um jeito diferente.
O que precisa estar certo: a variação vendida no marketplace tem que baixar exatamente o item correspondente na loja, e não outro tamanho.
O que complica: código de barras, ficha técnica e compatibilidade são exigidos, e o anúncio nem publica sem eles.
O que precisa estar certo: os dados técnicos e fiscais preenchidos no padrão de cada canal, para o anúncio não ser rejeitado.
O que complica: um kit consome itens que também são vendidos separados, então a contagem precisa considerar as duas formas.
O que precisa estar certo: o kit deixar de aparecer quando faltar um dos itens que o compõem.
A procura por integração quase sempre nasce de um problema de operação, e não de um plano de expansão.
Black Friday, Natal ou Dia das Mães, com a percepção de que o volume não vai caber na conferência manual de estoque.
É quando o furo de estoque vira cancelamento em série.O movimento no site esfriou e a empresa precisa do público que os marketplaces já têm para segurar o caixa.
O canal de fora entra como reforço, não como substituto.Alguém da equipe passa o dia copiando pedido de um painel para outro e conferindo estoque no fim do expediente.
A integração devolve esse tempo para o atendimento e para a venda.Integrar a loja aos marketplaces é ligar o catálogo e o estoque da sua loja virtual às contas de vendedor do Mercado Livre, da Shopee e da Amazon, para que o produto seja publicado uma vez só, a venda em um canal baixe o estoque nos outros e todos os pedidos cheguem no mesmo painel. A integração não substitui a loja própria: ela soma canais a ela.
Conexão da loja com os canais, mapeamento de categorias e de variações de cor e tamanho, preenchimento dos campos obrigatórios de cada plataforma, estoque unificado, regra de preço por canal para cobrir a comissão, vínculo dos anúncios já existentes e um pedido de teste real do marketplace até o painel da loja.
Não, quando o vínculo é feito corretamente. O anúncio existente é ligado ao produto da sua loja em vez de ser recriado, então histórico de vendas, perguntas e reputação continuam no mesmo anúncio, que passa a receber estoque e preço da loja. Anúncio muito antigo com estrutura de variação diferente pode precisar de ajuste manual.
Dá, e é o que protege a margem. A regra de preço por canal aplica um acréscimo percentual automático nos anúncios do Mercado Livre e da Shopee para cobrir a comissão de cada plataforma, sem alterar o preço da sua loja própria. Quando o canal muda a comissão, basta ajustar o parâmetro.
Do retrato do catálogo ao pedido de teste aprovado, sem interromper a venda em canal nenhum.
A plataforma da loja, as contas que já existem nos marketplaces e o tamanho do catálogo. Daí sai a lista do que entra, escrita item por item.
Conexão, categorias, variações, campos obrigatórios, estoque unificado, regra de preço por canal e o vínculo dos anúncios que você já tem.
Uma compra real feita no marketplace percorre o caminho até o painel da sua loja, e o estoque é conferido nos três canais antes de a integração ser considerada entregue.
O que define o degrau é o número de páginas da loja, contando categorias e fichas de produto. Sem letra miúda e sem orçamento sob consulta para saber a faixa.
O degrau é dado pelo número de páginas do catálogo, contando categorias e fichas. O escopo da integração é o mesmo em qualquer degrau e está listado item por item nesta página. Acima disso, o projeto sai por orçamento, e não há fidelidade nem taxa de saída.
A reclamação mais comum de quem já montou loja com agência é descobrir custo depois. Esta é a lista inteira, com o que é nosso e o que é de terceiro.
Manter uma loja que cresce é operação viva, e é por isso que a mensalidade é o próprio produto, e não um extra. Uma loja virtual não é um folheto que fica pronto: ela tem meio de pagamento que muda de regra, plataforma que atualiza, produto que entra e sai, categoria nova que precisa nascer quando o catálogo cresce e correção que aparece numa terça-feira qualquer.
Quem vende loja por valor único e sem mensalidade está dizendo que depois da entrega o problema é seu. A mensalidade é o que garante que existe alguém responsável pela loja no mês seguinte. O que a gente não faz é prender ninguém: não há fidelidade nem taxa de saída, e o domínio e a loja ficam no nome da sua empresa.
Os dados que a loja coleta são do seu cliente e da sua empresa, tratados conforme a LGPD, com política de privacidade publicada e canal de contato do responsável.
As perguntas que aparecem em toda conversa, com a resposta antes da explicação.
O marketplace traz o comprador novo. A loja própria é onde a venda acontece sem comissão, e é ela que precisa estar de pé.
Conte qual é a plataforma da sua loja e onde você já vende hoje. A gente devolve a lista do que entra na integração, item por item, e o degrau de preço do projeto.