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Redes sociais para restaurante

Gestão de redes sociais para
restaurante, sem parar a cozinha.

Parece complicado porque estão pedindo a coisa errada. Em restaurante, o conteúdo que roda não é o que precisa de produção: é o que já está acontecendo às onze e quarenta, na chapa e no salão. O que trava não é falta de tempo, é a ideia de que é preciso parar a operação para produzir conteúdo. Não é. O conteúdo é a operação.

A partir de R$ 1.200/mês, sem fidelidade

10h30
A mise en place

Legume sendo cortado, molho no fogo, massa sendo aberta. Trinta segundos de vídeo que já estão acontecendo.

11h40
O prato do dia saindo

O momento de maior apelo do dia inteiro, e o único que precisa ir ao ar naquela hora.

12h20
O salão cheio

Movimento é prova. Ninguém precisa dizer que a comida é boa quando a casa está cheia.

nada disso exige parar para produzir

Três momentos que já existem na sua rotina e que hoje não viram nada. O trabalho da gestão é saber qual deles vale e a que horas ele precisa estar no ar.

Por qual porta o pedido entra

O mesmo prato,
margens diferentes.

Faturamento do deliverypor canal
Aplicativo e marketplace54%a maior fatia, e a que paga comissão sobre cada pedido
WhatsApp26%canal direto, presente em 63% dos estabelecimentos
Aplicativo ou site próprio12%canal direto, e o que mais depende do link da bio
Telefone8%ainda existe, e ainda funciona em bairro
Já entra sem intermediário38%e quem decide para qual dessas portas o cliente vai é o link do seu perfil
De onde vem esse número

Pesquisa da Abrasel com 2.176 donos de bares e restaurantes de todo o Brasil, sobre a composição do faturamento com delivery.

Por que isso é uma conversa de margem

Cada pedido que sai do intermediário e entra pelo canal direto muda o que sobra daquele mesmo prato, sem mudar o preço para o cliente.

O que a rede social decide aqui

O perfil é onde a pessoa que já quer comer no seu restaurante escolhe por onde vai pedir. Link para o marketplace ou link para a sua conversa é uma decisão de caixa.

De onde vem esse número

Pesquisa da Abrasel com 2.176 donos de bares e restaurantes de todo o Brasil, sobre a composição do faturamento com delivery.

Por que isso é uma conversa de margem

Cada pedido que sai do intermediário e entra pelo canal direto muda o que sobra daquele mesmo prato, sem mudar o preço para o cliente.

O que a rede social decide aqui

O perfil é onde a pessoa que já quer comer no seu restaurante escolhe por onde vai pedir.

O que trava de verdade

Por que parece complicado
cuidar das redes do restaurante?

Porque três crenças erradas se juntam, e nenhuma delas é sobre falta de tempo. A primeira é achar que conteúdo exige produção separada da operação. A segunda é achar que precisa de equipamento. A terceira é achar que precisa aparecer. Nenhuma das três é verdade em restaurante, e é por isso que o dono adia.

O que se acredita
Precisa parar a cozinha para gravar
Precisa de câmera, luz e alguém filmando
Precisa que o dono apareça falando
Precisa de tempo que ninguém tem no serviço
O que acontece na prática
O material bruto é o serviço acontecendo
Celular apoiado no balcão resolve a maior parte
O rosto que importa é o do prato, não o do dono
São segundos, e quem edita e publica somos nós

A coluna da esquerda é o motivo real do adiamento. Nenhum dos quatro itens dela é exigência de quem faz o trabalho direito.

Existe um quarto travamento, e ele é o único legítimo: quem vai responder as mensagens que chegarem. Em restaurante a conversa que entra é urgente por natureza, porque a pessoa está com fome agora. Esse é o ponto que precisa ser resolvido antes, e a gente trata dele mais abaixo.

Quanto material bruto uma cozinha gera numa semana comum

Uma cozinha de restaurante pequeno gera, sem esforço nenhum, mais material do que o calendário do mês consegue publicar. Mise en place, prato saindo, chapa, forno, sobremesa sendo montada, a caixa de hortifrúti chegando, o salão enchendo, a fila na porta no fim de semana. São dezenas de momentos por semana, cada um com dez a trinta segundos de duração.

O que falta não é material, é combinado. A pessoa que já está na cozinha precisa saber quais três ou quatro momentos daquela semana valem trinta segundos de celular, e precisa ter onde largar isso sem virar tarefa. Um grupo de WhatsApp resolve, e é assim que a gente faz.

Quando esse combinado existe, o gargalo deixa de ser produção e passa a ser seleção, que é trabalho nosso. É a inversão que faz o dono do restaurante perceber que nunca foi complicado: era só desorganizado.

O que roda em restaurante

Que conteúdo faz a pessoa
querer comer agora?

O que roda é o prato sendo feito e o movimento da casa, não o cardápio fotografado em cima da mesa. A diferença é que um mostra processo e o outro mostra catálogo, e processo é o que dá fome e o que se manda para o grupo.

Formato 1O preparo em movimento

Queijo derretendo, molho caindo, corte na tábua, massa entrando no forno. É o formato de maior alcance em alimentação e o mais encaminhado, porque a pessoa manda para quem ela quer levar junto.

Formato 2O prato do dia, no horário do dia

Publicado antes das onze e meia, com o preço e o que acompanha. Simples, direto, e é o conteúdo que mais gera pedido no mesmo dia em casa de almoço executivo.

Formato 3O movimento da casa

Salão cheio, fila na porta, mesa sendo servida. A casa cheia dispensa depoimento: quem vê conclui sozinho que ali vale a pena.

Formato 4O que responde a dúvida logística

Horário, se entrega no bairro, se aceita reserva, se tem estacionamento, até que hora a cozinha fica aberta. Sem apelo visual nenhum, e é o mais salvo do mês.

Formato 5Quem faz

A mão do cozinheiro, o dono no salão, a equipe abrindo a casa. Humaniza sem exigir que ninguém fale com a câmera, e é o que diferencia a sua casa da de baixo.

O que quase nunca funciona é a foto do prato parada, bem iluminada, sem contexto e publicada em horário aleatório. Ela é bonita e não dá fome, porque fome é reação a movimento, a vapor, a som e a horário.

A janela

Que horas publicar
para encher o salão?

Em restaurante o horário não é detalhe: é metade do resultado. A decisão de onde almoçar acontece numa janela de minutos, e a de jantar ou pedir delivery acontece em outra. Publicar fora dessas janelas é publicar para quem já decidiu, e é o erro mais caro do setor.

O dia de uma casa de almoço
manhã10h30 às 12htarde

A pessoa decide onde almoçar entre a última reunião e a saída. Publicação que sobe às quinze horas chegou depois do almoço e antes de a fome do jantar existir.

O dia de uma casa de jantar e delivery
dia18h às 21hnoite

A decisão do delivery é mais longa e mais disputada, porque é quando todo mundo publica. Presença na janela inteira vale mais que uma publicação no pico.

As faixas mudam com o público e com a região. O que não muda é que existe uma, e que ela é curta.

A consequência prática é que restaurante é o ramo em que agendamento importa mais do que em qualquer outro. Não adianta ter o melhor conteúdo do bairro se ele sobe quando a pessoa já está comendo em outro lugar.

Como descobrir qual é a janela da sua casa

A janela da sua casa já está registrada em dois lugares que você tem hoje. O primeiro é o próprio caixa: pegue os horários de abertura de comanda de uma semana comum e veja onde a curva começa a subir. O pico do caixa acontece depois da decisão, então a janela é a faixa que vem imediatamente antes dele.

O segundo lugar é o histórico de mensagens. Olhe a que horas chegam as perguntas de horário, cardápio e entrega. Esse é o momento em que as pessoas estão decidindo, e é onde a publicação precisa já estar no ar, não subir junto.

Com esses dois dados, a janela aparece sozinha e costuma ser mais cedo do que o dono imagina. É o ajuste mais barato que existe em conteúdo de restaurante: a mesma peça, publicada quarenta minutos antes, muda de resultado.

Por tipo de casa

O que muda entre uma
hamburgueria e um quilo?

Muda a janela e muda o conteúdo que ocupa ela. Casa de almoço executivo vende de segunda a sexta numa faixa de noventa minutos; hamburgueria vende à noite e no fim de semana. Aplicar o calendário de uma na outra é o erro mais comum de agência que atende restaurante sem entender o setor.

Tipo de casaA janela que importaO conteúdo que ocupa elaO sinal de que funcionou
Quilo e almoço executivoSegunda a sexta, do meio da manhã até meio-diaPrato do dia com preço, publicado cedo, e o salão enchendoMesas ocupadas antes das doze e meia
Hamburgueria e pizzariaNoite, e principalmente de quinta a domingoPreparo em movimento, montagem, e a condição do dia no deliveryPedidos chegando pelo canal direto
À la carte e alto tíqueteSemana inteira, com antecedência de diasAmbiente, insumo, carta, e o que a casa faz que ninguém fazReservas com data marcada, não pergunta de preço
Cafeteria, doceria e padariaMeio da manhã e meio da tardeCafé sendo tirado, bolo sendo fatiado, a vitrine cheiaMovimento nos horários que costumavam ser vazios
Bar e casa noturnaFim de tarde de quinta a sábadoMovimento, música, o que está rolando hojeGente chegando cedo, e não só na hora do pico

A coluna da direita é a única que interessa medir. Curtida em foto de prato não diz nada sobre mesa ocupada.

Para onde vai o clique

O link da bio decide
quanto sobra do pedido.

Segundo pesquisa da Abrasel com 2.176 donos de bares e restaurantes, os marketplaces respondem por 54% do faturamento do delivery, o WhatsApp por 26%, aplicativo ou site próprio por 12% e o telefone por 8%. Somando os canais diretos, 38% do faturamento de entregas já entra sem intermediário, e o link do seu perfil é quem decide para qual lado o cliente vai.

Marketplace54%
WhatsApp26%
App ou site próprio12%
Telefone8%

Participação no faturamento do delivery, na mesma pesquisa citada acima. A penetração do WhatsApp nos estabelecimentos é de 63%, atrás dos marketplaces, que estão em 78%.

O marketplace continua sendo necessário, porque é onde está quem ainda não conhece a sua casa. A conversa é outra: quem já conhece, já seguiu e está no seu perfil não precisa passar por intermediário para pedir. Esse cliente é o mais barato que existe, e o caminho dele começa no link da bio.

Como levar o cliente do marketplace para o canal direto sem brigar com ninguém

A migração não acontece por confronto, acontece por caminho mais curto. Quem chega pelo marketplace é cliente novo; a partir da segunda vez, se ele souber que existe um jeito direto e igualmente fácil, boa parte migra sozinha. O que trava não é lealdade ao aplicativo, é não saber que existe alternativa.

Na prática isso é conteúdo e configuração de perfil, não promoção agressiva. Link da bio que abre a conversa com o pedido já iniciado, destaque com o cardápio atualizado, publicação que diz de forma natural que dá para pedir por ali. O cliente que já conhece a casa não precisa ser convencido, precisa ser lembrado.

E vale a honestidade que fecha o assunto: nenhuma agência garante quanto do seu faturamento vai migrar, porque isso depende do seu preço, da sua entrega e da sua região. O que dá para garantir é que quem não tem caminho direto no perfil não migra nada.

O que entra e o que sai

O que o cliente quer saber
antes de escolher a sua casa.

Em restaurante as dúvidas são poucas, práticas e sempre as mesmas, e quase nenhum perfil responde todas. A coluna da direita reúne o que costuma ser publicado no lugar, e que não avança nenhuma decisão.

A dúvida do clienteO que responde e enche mesaO que costuma ser publicado no lugar
Está aberto agora?Horário no destaque e no perfil, atualizado em feriadoPost de bom dia sem mencionar horário
Tem o que eu quero hoje?Prato do dia publicado antes da hora da decisãoCardápio inteiro fotografado numa arte só
Quanto custa?Preço na própria publicação, sem mandar chamar no directConsulte valores no direct
Entrega aqui?Área de entrega dita com nome de bairroFoto do prato sem nenhuma informação de entrega
Como peço?Link que abre a conversa com o pedido já começadoLink para uma lista de links com seis opções
Vale a pena?Movimento da casa e preparo em vídeoFrase sobre o sabor da nossa comida

A terceira linha é a mais cara de todas: mandar o cliente com fome perguntar preço no direct perde o pedido para quem já tinha o preço na tela.

Por que esconder o preço custa mais caro em restaurante que em qualquer outro ramo

Esconder preço funciona, quando funciona, em venda de ticket alto e decisão longa, onde a conversa serve para construir valor antes do número. Restaurante é o oposto disso: a decisão dura minutos, o ticket é conhecido e a pessoa está comparando três casas ao mesmo tempo, com fome.

Nesse cenário, pedir para chamar no direct adiciona uma etapa a uma decisão que não tem paciência para etapas. Quem tinha o preço na tela leva o pedido, mesmo custando um pouco mais, porque resolveu na hora. E o custo não aparece em lugar nenhum: o pedido perdido nunca chegou a existir.

Existe uma exceção legítima, que é o preço que muda todo dia em casa de peixe ou de prato por peso. Nesses casos o que resolve é publicar a faixa e a forma de cobrança, não omitir o assunto.

Como funciona

Três passos,
e a cozinha não para.

A rotina foi desenhada para caber num serviço de restaurante, onde ninguém tem trinta minutos livres entre onze e três. Você entra no começo e depois só manda material bruto quando der.

Passo 1Conte da casa e do movimento

O que vocês vendem mais, qual é o horário de pico, qual é a área de entrega e quem responde as mensagens. É a única etapa que exige você por inteiro, e ela define a janela do calendário.

Passo 2A gente combina o que sai da cozinha

Uma lista curta de momentos que valem trinta segundos de celular, e um grupo onde a equipe larga o material sem virar tarefa. O resto é nosso: seleção, edição, texto e horário.

Passo 3Você aprova pelo celular

O mês inteiro chega num link só. Você aprova ou pede ajuste, e cada publicação sobe na janela que faz sentido para a sua casa.

Se numa semana ninguém mandar nada, o conteúdo continua saindo, porque o calendário base é montado com antecedência. O material bruto da semana melhora o resultado, não é condição para existir.

O travamento legítimo

Quem responde a mensagem
que chega no meio do serviço?

Essa é a única preocupação da lista que é de verdade, e ela precisa de resposta antes de o conteúdo começar. Em restaurante, a mensagem que entra é urgente por natureza: a pessoa está com fome agora e vai comer em algum lugar nos próximos vinte minutos.

O que acontece sem combinado
A mensagem chega no pico e ninguém vê
Quem perguntou preço espera e come em outro lugar
A resposta sai às quinze horas, quando não serve mais
O conteúdo funcionou e o pedido se perdeu
O que resolve, e é simples
Preço e horário na própria publicação, para reduzir pergunta
Cardápio e área de entrega nos destaques do perfil
Resposta rápida configurada para as três perguntas de sempre
Alguém do salão com o celular durante a janela

A coluna da direita não custa dinheiro nenhum e resolve a maior parte do problema. Os três primeiros itens você faz hoje mesmo, sem contratar ninguém.

Existe ainda o caminho de automatizar a triagem da primeira mensagem, que é outro produto e é orçado à parte. A gente não empurra isso junto com gestão de perfil, e para a maioria das casas os quatro itens acima já dão conta.

A hora de não contratar

Quando esse trabalho
não vale a pena para a casa.

São três situações, e em restaurante a primeira é a mais comum de todas. Dizer isso antes é mais barato do que descobrir no terceiro mês, e é o tipo de conversa que uma agência que vende volume não tem.

Caso 1Ninguém consegue olhar o celular na janela

Se durante o almoço ou o jantar não existe uma pessoa que possa responder, o conteúdo vai gerar mensagem que esfria. Encher a caixa de entrada de gente que não é respondida é pior do que não publicar.

Caso 2A cozinha não dá conta do movimento atual

Restaurante com fila de espera e cozinha no limite não precisa de mais demanda, precisa de operação. Trazer mais gente para uma casa que já não entrega piora a reputação em vez de melhorar o caixa.

Caso 3A casa abre semana que vem e precisa lotar no sábado

Conteúdo constrói ao longo de meses. Para abertura e evento com data marcada, o caminho que responde no prazo é anúncio com raio de bairro, e a gente diz isso mesmo sendo a venda menor.

Planos e preços

Quanto custa a gestão de
redes sociais para restaurante.

Preço na tela, sem reunião para descobrir a faixa. Em restaurante o plano recomendado costuma ser o de volume, porque a janela é diária. Todos são mensais, sem fidelidade e sem taxa de saída.

Essencial
Para casa que abre poucos dias na semana ou está começando.
R$ 1.200/mês · sem fidelidade
  • 3 publicações por semana
  • 1 rede social
  • Pauta, texto e arte de tudo que vai ao ar
  • Publicação na janela do seu tipo de casa
  • Organização de bio, destaques e caminho até o pedido
Profissional
Recomendado. Para casa que abre todo dia e tem delivery.
R$ 2.400/mês · sem fidelidade
  • 5 publicações por semana
  • 2 redes sociais
  • Mistura de formatos, com vídeo curto de preparo
  • Calendário montado sobre a janela de decisão da sua casa
  • Relatório mensal com salvamentos, envios e conversas iniciadas
Avançado
Para casa com movimento diário e mais de uma unidade.
R$ 4.800/mês · sem fidelidade
  • Publicação diária
  • 2 redes sociais
  • Identidade visual premium aplicada em todo o conteúdo
  • Atendente no perfil, com as regras de resposta combinadas antes
  • Relatório mensal com salvamentos, envios e conversas iniciadas

Verba de anúncio, quando houver, é paga direto à plataforma e não passa por aqui. A estratégia de outros setores está na página de redes sociais por nicho.

O que a gente assume

O compromisso de um lado,
o que ninguém garante do outro.

Em restaurante a coluna da direita é a mais importante, porque o setor é o que mais recebe promessa de resultado. A régua vale contra quem escreveu esta página também.

O que a gente assume
Publicação sobe na janela da sua casa, não em horário aleatório
Preço e horário aparecem na peça, sem mandar chamar no direct
Nenhum conteúdo vai ao ar sem a sua aprovação
Sem fidelidade e sem taxa de saída, em todos os planos
Todo conteúdo produzido fica com você se a parceria acabar
Se a recomendação for não contratar, ela é dita antes
O que ninguém garante
Número de mesas ocupadas ou de pedidos por dia
Quanto do faturamento vai migrar do aplicativo para o canal direto
Alcance mínimo por publicação
Que uma publicação vai viralizar
Que a regra da plataforma não vai mudar no meio do caminho
Resultado sem alguém respondendo durante a janela

A segunda linha da direita é a que mais aparece em proposta de agência para restaurante, e é a que ninguém consegue cumprir, porque depende do seu preço e da sua entrega.

Perguntas frequentes

As dúvidas de quem
está decidindo agora.

Respostas diretas, na ordem em que elas costumam aparecer numa conversa de orçamento.

Preciso parar a cozinha para gravar conteúdo?
Não. O material bruto de um restaurante é o serviço acontecendo: mise en place, prato saindo, chapa, salão enchendo. São trinta segundos de celular apoiado no balcão, feitos por quem já está ali. O que a agência faz é selecionar, editar, escrever e publicar na hora certa.
Que horas devo publicar para encher o salão?
Dentro da janela de decisão da sua casa. Em almoço executivo, a decisão acontece do meio da manhã até meio-dia, então a publicação precisa estar no ar antes das onze e meia. Em jantar e delivery, a janela é do fim da tarde até por volta das nove. Publicar às quinze horas é publicar fora da janela.
Que tipo de conteúdo funciona para restaurante?
O prato sendo feito e o movimento da casa, não o cardápio fotografado em cima da mesa. Preparo em movimento tem o maior alcance e é o mais encaminhado; prato do dia com preço gera pedido no mesmo dia; e as informações práticas de horário e entrega são as mais salvas do mês.
A foto bonita do prato não funciona?
Funciona menos do que se imagina, porque fome é reação a movimento, vapor e horário, não a catálogo. A foto parada tem lugar no perfil e no cardápio, mas não é o que faz alguém decidir almoçar ali hoje. O vídeo curto do preparo costuma render várias vezes mais.
Vale mais a pena o marketplace ou o WhatsApp?
Os dois, com papéis diferentes. Segundo pesquisa da Abrasel com 2.176 donos de estabelecimentos, os marketplaces respondem por 54% do faturamento do delivery e o WhatsApp por 26%. O aplicativo traz quem ainda não conhece a casa; o canal direto atende quem já conhece, sem intermediário.
Como faço o cliente pedir direto em vez de pelo aplicativo?
Pelo caminho mais curto, não por promoção agressiva. Link da bio que abre a conversa com o pedido já iniciado, cardápio atualizado nos destaques e publicações que lembram que dá para pedir por ali. Quem já conhece a casa não precisa ser convencido, precisa ser lembrado.
Quanto custa a gestão de redes sociais para restaurante?
Na Sturm Agency os planos são R$ 1.200, R$ 2.400 e R$ 4.800 por mês, sem fidelidade. Em restaurante o recomendado costuma ser o de cinco publicações por semana, porque a janela de decisão é diária e a casa gera material bruto todos os dias.
O dono precisa aparecer em vídeo?
Não. Em restaurante o rosto que importa é o do prato. Os cinco formatos que mais rendem são preparo em movimento, prato do dia, movimento da casa, informação prática e a mão de quem cozinha. Nenhum deles exige que alguém fale com a câmera.
Quem responde as mensagens que chegam na hora do almoço?
Nos planos Essencial e Profissional, alguém da sua equipe, e isso precisa estar combinado antes de começar. Em restaurante a mensagem é urgente: quem perguntou e não foi respondido come em outro lugar. No plano Avançado o atendimento no perfil entra com regras combinadas.
Como reduzo o volume de perguntas repetidas no direct?
Colocando a resposta na própria publicação. Preço na peça, horário no perfil e no destaque, área de entrega dita com nome de bairro, e resposta rápida configurada para as três perguntas de sempre. Isso não custa nada e resolve a maior parte do problema.
Em quanto tempo aparecem os resultados?
A organização do perfil e a presença na janela certa mudam nas primeiras semanas, e em casa de almoço isso costuma aparecer rápido, porque a decisão é diária. Alcance em gente nova depende de acumular vídeos de preparo que as pessoas encaminhem, e isso leva mais tempo.
Como sei se está funcionando, se ninguém diz que veio do Instagram?
Pelo sinal do próprio salão e pelo tipo de mensagem. Mesas ocupadas antes das doze e meia, movimento em horário que costumava ser vazio, e pedido chegando pelo canal direto citando o que foi publicado. Vale também perguntar a origem no atendimento, que leva dez segundos.
Sorteio e promoção funcionam para restaurante?
Trazem volume e quase nunca trazem cliente que volta. Atraem quem busca o gratuito e desvalorizam o preço para quem já paga. Condição de verdade, com prazo e motivo, funciona; sorteio recorrente vira o único motivo pelo qual as pessoas acompanham o perfil.
Preciso estar no Instagram e no TikTok?
Não necessariamente. Uma rede bem cuidada dentro da janela certa rende mais que duas pela metade. O plano de entrada cobre uma rede por isso, e a segunda entra quando a cozinha já está gerando material suficiente para as duas sem repetir.
Tem contrato de fidelidade?
Não. Todos os planos são mensais, sem fidelidade e sem taxa de saída. Se você encerrar, a conta, os acessos, os seguidores e todo o conteúdo já produzido continuam sendo seus. O que para de existir é a produção do mês seguinte.
Vocês garantem que meu faturamento vai migrar do aplicativo para o direto?
Não, e ninguém consegue garantir. Quanto migra depende do seu preço, da sua entrega e da sua região. O que dá para afirmar é o contrário: restaurante que não tem caminho direto no perfil não migra nada, porque o cliente não sabe que a alternativa existe.
Continue por aqui

Outros setores,
outras janelas.

Aqui a decisão dura minutos e tem hora marcada. Em outro ramo ela leva semanas, e o calendário muda com ela.

Quer o seu prato aparecendo
na hora em que dá fome?

Conte da casa e do movimento. A gente diz qual é a sua janela, o que sai da cozinha para o perfil e qual plano encaixa.