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Base de clientes

Como trazer clientes
antigos de volta
para a sua empresa.

Quem já comprou de você uma vez é o cliente mais barato de vender de novo, e a maioria das empresas simplesmente esquece dessa lista. A gente reativa os seus clientes antigos com anúncio certeiro, lembrando eles de você na hora certa, e o atendimento conduz a recompra.

Enquanto a sua empresa não aparece, outra do mesmo ramo aparece. Não é conspiração: é como as plataformas funcionam. O público que uma concorrente monta por semelhança inclui gente que já comprou de você, e ela está pagando para falar com essa gente hoje.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

O feed do seu cliente antigohoje
Outra empresa do seu ramoPatrocinado
Agenda aberta para este mêsOrçamento no mesmo dia
Outra empresa do seu ramoPatrocinado
Parcelamos em até 12 vezesSem entrada
Aqui deveria estar a sua empresaÚltimo contato com este cliente: há 14 meses

Feed de exemplo. A vaga tracejada é o espaço que a sua empresa deixou de ocupar na cabeça de quem já comprou dela.

Um cliente seu, uma terça comum

Alguém está falando com ele.

14:26terça-feira, 12 de agosto
Outra empresa do ramo09:12

Abrimos agenda para setembro. Quer garantir a sua data?

Outra empresa do ramo11:40

Seu equipamento já passou de um ano. Revisão com desconto até sexta.

Outra empresa do ramo13:05

Fizemos um projeto no seu bairro. Quer ver como ficou?

Outra empresa do ramo14:22

Orçamento sem compromisso, resposta em minutos.

Sua empresanenhuma

Nada. O último contato foi há 14 meses, quando ele comprou de você e gostou.

O que está acontecendo aqui
Ninguém roubou nadaAs plataformas montam público por semelhança com quem compra. Quem já comprou de você tem exatamente o perfil que a concorrente está procurando.
A memória tem prazoDepois de meses sem contato, a pessoa não lembra o nome da empresa que fez o serviço. Ela lembra que ficou bom, e procura no Google.
Quem aparece primeiro levaNa hora em que a necessidade volta, a empresa que estava presente na semana anterior ganha a conversa antes de qualquer comparação.
A vaga é sua e está vaziaOcupar esse espaço custa uma fração do que custa conquistar alguém novo, porque a confiança já foi construída uma vez.
Direto ao ponto

Vender de novo para
quem já comprou é
outra conversa.

Vender para quem já comprou é mais provável porque a parte difícil já aconteceu uma vez: a pessoa já confiou, já pagou e já sabe como é o seu trabalho. No livro Marketing Metrics, de Paul Farris, Neil Bendle, Phillip Pfeifer e David Reibstein, a probabilidade de venda para um cliente existente aparece na faixa de 60% a 70%, contra 5% a 20% para alguém que nunca comprou.

Vale a ressalva que quase nenhuma página faz: os autores apresentam isso como faixa geral de referência, e não como resultado de um estudo público com amostra e método. O número serve para mostrar a ordem de grandeza da diferença, não para prometer que sete em cada dez clientes antigos vão comprar quando você chamar.

60 a 70% A faixa de probabilidade de venda para um cliente existente citada no livro Marketing Metrics, contra 5% a 20% para quem nunca comprou. É referência de ordem de grandeza, não medição do seu caso.
A pergunta que sempre vem primeiro

Quanto tempo sem
comprar conta
como sumido?

Não existe um número universal: cliente inativo é quem passou do ciclo normal de compra do seu ramo sem voltar. Em uma clínica de estética isso acontece em meses; numa empresa de reforma, o ciclo pode ser de anos. Usar o prazo errado faz a campanha chamar gente cedo demais ou tarde demais.

Quando o cliente passa a contar como inativo, por tipo de negócio
Tipo de negócioCiclo normal de voltaA partir de quando chamar
Clínica de estética e odontologiaDe um a seis meses, conforme o procedimentoAssim que passa a data prevista de manutenção ou retorno
Assistência técnica e manutençãoCerca de um ano, ligado à revisão do equipamentoNo mês em que a revisão vence, e não meses depois
Reforma, planejados e obraDe um a vários anos, por cômodo ou etapaDepois de concluída a etapa anterior, com o próximo ambiente como motivo
Escritório e consultoriaPor demanda, sem ciclo fixoQuando muda uma regra, um prazo legal ou a fase da empresa dele
Comércio e lojaDe semanas a meses, conforme o produtoQuando o que foi comprado costuma acabar ou precisar de reposição
Onde está a diferença

Como a concorrente
chega no cliente
que é seu.

A concorrente não precisa da sua lista para falar com quem comprou de você. Existem três caminhos, e todos são públicos, legais e usados todo dia. Entender os três explica por que ficar quieto não é neutro: é ceder espaço.

01Público por semelhança

As plataformas montam listas de pessoas parecidas com quem compra de uma empresa. Quem já comprou do seu ramo tem exatamente esse perfil, então entra naturalmente no alvo da concorrente que está anunciando.

02A busca no Google

Quando a necessidade volta e a pessoa não lembra o nome da sua empresa, ela pesquisa. Quem estiver pagando pela primeira posição naquele termo conversa com o seu cliente antigo antes de você.

03A presença constante

Empresa que aparece toda semana no feed vira a primeira lembrança quando alguém precisa. Não é sobre ser melhor: é sobre estar visível no dia em que a decisão acontece.

O patrimônio parado

A sua lista de
clientes vale mais
do que parece.

Base inativa é a parte da sua carteira que passou do ciclo normal de compra sem voltar. Quase toda empresa com alguns anos de estrada tem uma, e quase nenhuma sabe o tamanho dela. O primeiro trabalho é justamente esse: contar quantas pessoas estão paradas ali.

O extrato abaixo usa números redondos de exemplo para mostrar o formato. Refaça com os seus: quantos clientes a empresa já atendeu, quantos compraram nos últimos doze meses e quantos estão parados. A terceira linha é a que ninguém olha, e é a única que não custa verba de aquisição para ser trabalhada.

A carteira de uma empresa, com números de exemplo
Clientes já atendidos412
Compraram nos últimos 12 meses96
Parados há mais de um ano316
Quantos foram procurados neste ano0

Números redondos de exemplo. A proporção entre as duas primeiras linhas costuma surpreender quem faz essa conta pela primeira vez.

Como estimar quanto essa carteira parada pode valer
Estimar o valor de uma carteira parada leva cinco minutos e uma conta simples, feita com os seus números e não com média de mercado. Pegue quantos clientes estão parados além do ciclo normal, multiplique pelo seu tíquete médio e aplique uma taxa de resposta conservadora, algo entre três e dez por cento numa primeira rodada. O resultado é uma faixa, não uma promessa, e serve para uma coisa só: decidir se vale a pena organizar a lista. Duas ressalvas honestas acompanham essa conta. A primeira é que parte dessas pessoas voltaria sozinha em algum momento, então nem tudo o que entrar é ganho da campanha. A segunda é que a taxa da primeira rodada costuma ser a mais alta, porque pega o grupo mais quente, e as seguintes rendem menos. Quem projeta o resultado da primeira rodada para o ano inteiro está inflando o número.
O anúncio às cegas

Sem a base organizada,
reativação vira
aquisição cara.

Reativar cliente antigo depende da base e do registro. Sem isso, a campanha de reativação vira uma campanha de aquisição cara disfarçada: paga o preço de falar com desconhecido para falar com gente que já é sua. A diferença de custo entre uma coisa e outra é grande, e ela some quando ninguém sabe quem é quem.

O que precisa estar registrado é pouco: quem comprou, o que comprou, quando e por quanto. Com isso a lista se divide sozinha em grupos que merecem mensagens diferentes. Sem isso existe um grupo só, chamado "meus contatos", e ele recebe tudo igual, inclusive quem comprou na semana passada.

A lista como ela costuma estar
Onde estáEspalhada entre celular, caderno e notas
O que temNome e telefone
O que faltaO que comprou e quando
O que dá para fazerMandar a mesma coisa para todo mundo
A plataforma não distingue ninguém, e a campanha paga preço de aquisição para falar com quem já é cliente.
A lista depois de organizada
Onde estáNum só lugar, na sua conta
O que temNome, contato, compra e data
Como se dividePor tempo parado e por o que levou
O que dá para fazerUm motivo de contato por grupo
Cada grupo recebe o motivo que faz sentido para ele, e quem comprou ontem fica de fora.
E se meus cadastros antigos estiverem incompletos ou desatualizados?
Cadastro incompleto atrasa, não impede. A primeira etapa é juntar o que existe e separar o que dá para usar: contato válido, alguma referência do que a pessoa comprou e alguma noção de quando. Quem tem os três entra nos grupos finos, que recebem o motivo mais específico. Quem tem só nome e telefone entra num grupo mais neutro, com uma mensagem que funciona sem saber o histórico, e é justamente a resposta dessa pessoa que completa o cadastro dela. Número que não existe mais sai da lista na primeira rodada, e isso também é ganho: você para de contar com um contato que nunca vai responder. O que não se faz em nenhuma hipótese é completar buraco com lista comprada, porque aí deixa de ser a sua base e vira contato de estranho com cara de cliente.
O jeito velho

Toda mensagem
precisa de um motivo
que não seja você.

Mensagem de reativação sem motivo real vira desespero visível. "Sentimos sua falta" e "estamos com saudade" falam do vendedor, não do cliente, e a pessoa percebe na primeira linha que aquilo é sobre a meta do mês de outra empresa. O resultado é bloqueio, pedido de saída da lista e uma marca um pouco mais desgastada.

Motivo real é qualquer coisa que exista do lado do cliente: a revisão que vence, a etapa seguinte do que ele já fez, a novidade que serve para o que ele comprou, o horário que abriu. Com motivo, a mesma mensagem que seria incômodo vira serviço, e a resposta muda de tom junto.

Sem motivo2 respostas
Oi! Sentimos sua falta, volte a comprar com a gentesem resposta
Tudo bem? Faz tempo que você não aparecesem resposta
Temos novidades, dá uma olhadapediu para sair da lista
Promoção especial só hojebloqueou
Com motivo do lado do cliente11 respostas
A revisão do que você instalou vence este mêsagendou
Você fez a cozinha em 2024. A suíte costuma ser a etapa seguintepediu orçamento
Abriu horário na semana que vem, e você costuma vir nesta épocamarcou
Mudou a regra que afeta o que a gente fez para vocêrespondeu no mesmo dia

Mensagens de exemplo com a mesma lista dos dois lados. O que muda é de quem é o motivo do contato.

Quantas vezes dá para chamar a mesma pessoa em um ano
Chamar a mesma pessoa funciona enquanto existir motivo novo, e na prática isso dá entre duas e quatro vezes por ano na maioria dos ramos. O que cansa não é a quantidade em si: é a repetição do mesmo assunto. Duas mensagens por ano com o mesmo texto irritam mais do que quatro com quatro motivos diferentes. Por isso a base é dividida por data de compra e por produto, e cada grupo entra na janela dele em vez de a empresa falar com todo mundo toda semana. Existe também um limite que não se negocia, e ele vale para qualquer frequência: quem responde pedindo para não receber sai na hora, sem tentativa de retenção e sem mensagem de despedida. Insistir depois desse pedido é o que transforma uma lista boa numa lista queimada, e uma lista queimada não se recupera.
A ordem importa

Nem toda a base
é chamada no
mesmo dia.

Chamar a lista inteira de uma vez é o erro que transforma reativação em spam. A base se divide por tempo parado, e cada grupo tem uma chance diferente de responder e um motivo diferente para voltar. Começar pelo grupo certo faz a primeira rodada pagar as seguintes.

O grupo
Por que ele vem nesta ordem
O motivo de contato que funciona
Comprou uma vez e está no ciclo de voltar
Por que ele vem nesta ordemÉ quem tem a maior chance de responder e o menor esforço de convencimento
O motivo de contato que funcionaA etapa seguinte do que já foi feito, ou a manutenção que vence agora
Comprou mais de uma vez e parou
Por que ele vem nesta ordemJá demonstrou hábito de voltar, então algo mudou e vale entender o quê
O motivo de contato que funcionaUma novidade concreta e uma pergunta direta sobre o que mudou
Parado há mais de dois anos
Por que ele vem nesta ordemA memória da empresa esfriou e a chance de resposta é menor
O motivo de contato que funcionaUma reapresentação curta, com o trabalho que foi feito para ele como referência
Pediu orçamento e nunca fechou
Por que ele vem nesta ordemNão é cliente antigo, é outro caso, e entra em outra campanha
O motivo de contato que funcionaO anúncio de retorno para quem visitou e não comprou, que é assunto da página irmã
O que dá para fazer antes

Cada movimento da
concorrente tem
uma resposta.

Perder cliente antigo para outra empresa quase nunca acontece por preço. Acontece por presença: alguém apareceu no dia em que a necessidade voltou. Cada movimento comum da concorrência tem uma resposta que não depende de baixar o seu preço.

O movimento da outra empresa e a resposta que não custa margem
O que a outra empresa fazPor que funciona com o seu clienteA resposta que a sua empresa dá
Anuncia para público parecido com quem compraQuem já comprou de você tem exatamente esse perfilFalar com a sua base antes, porque ela é sua e custa menos para alcançar
Paga pela primeira posição na buscaSeu cliente esqueceu o nome da empresa e pesquisou o serviçoAparecer para ele por nome, antes de a busca acontecer
Manda oferta agressiva com descontoSem outra referência recente, preço vira o único critérioDar uma referência recente: presença com motivo, não com abatimento
Publica trabalho pronto toda semanaVira a primeira lembrança do ramo na cabeça deleMostrar o seu trabalho para quem já foi seu cliente, que já sabe que é bom
O detalhe que derruba tudo

Cliente antigo espera
ser bem atendido.
Ele já foi uma vez.

Reativar cliente antigo é a verba mais eficiente que existe, porque a confiança já foi construída. Também é a mais fácil de desperdiçar, porque ele já espera ser bem atendido: chamou de volta, respondeu e ficou esperando é pior do que nunca ter chamado. A comparação que ele faz não é com a concorrência, é com o atendimento que ele mesmo recebeu antes.

Por isso a campanha de reativação não sobe sem o atendimento pronto do outro lado. Quem responde precisa saber, antes de digitar a primeira frase, o que aquela pessoa comprou, quando e por quanto. Sem esse histórico na tela, a conversa recomeça do zero com alguém que já é cliente, e é isso que estraga a impressão.

O que ele espera de quem já conheceminutos

Ele já foi atendido bem uma vez e volta esperando o mesmo. A régua que ele usa é a sua própria empresa, na primeira compra.

O que ele recebe quando a campanha sobe sozinhahoras ou dias

A mensagem chega, ele responde animado e a conversa fica parada. Chamar de volta e não responder queima a lista inteira, não só aquele contato.

A leitura

Quantos da carteira
voltaram, e quanto
custou cada volta.

A campanha de reativação se julga por duas coisas: quantas pessoas da sua própria lista voltaram a falar com a empresa e quanto custou cada uma dessas conversas. Alcance e impressão entram como contexto, porque alcançar uma lista que já é sua é a parte barata do trabalho.

Existe um limite honesto na medição, e ele precisa ser dito: parte dessas pessoas voltaria sozinha em algum momento. Ninguém separa isso com precisão. O que dá para fazer é deixar um pedaço da base fora da rodada e comparar os dois grupos no fim do mês, que é a estimativa mais honesta que existe.

Reativação do mêscom números de exemplo
Pessoas na rodada120do grupo mais quente
Viram o anúncio104contexto
Responderam2625% da rodada
Custo por respostaR$ 11,20verba dividida
Voltaram a comprar?quem preenche é você
A última linha é sua. Nenhuma plataforma sabe quem pagou, e é ela que transforma custo por conversa em custo por cliente reativado.
Reconheça o momento

Três momentos em
que a lista parada
vira urgência.

A reativação quase nunca é a primeira coisa que se contrata. Ela entra quando alguma coisa aperta, e são sempre os mesmos três apertos. Reconhecer em qual deles você está ajuda a decidir com clareza em vez de decidir com pressa.

O mês veio fraco e não dá para esperar campanha longa de atraçãoa lista responde em dias
O custo do anúncio subiu e a verba não estica maisa base já foi paga uma vez
Um cliente antigo apareceu fechando com a concorrenteo aviso mais caro de todos
Nos três casos, a lista já existe e ninguém falou com elaé o único canal que não exige verba nova de aquisição
Minha base é pequena demais para valer a pena?
Base pequena muda o formato do trabalho, não a decisão. Com poucas dezenas de clientes, campanha de anúncio para a lista quase não roda, porque a plataforma precisa de um mínimo de gente para entregar. Nesse caso o caminho é mais simples e mais barato: contato direto, um por um, com motivo real e com o histórico na mão. O que a gente faz aí é montar a ordem de quem chamar, escrever o motivo de cada grupo e preparar o atendimento, e a execução do envio fica com você, que gasta uma tarde. A partir de algumas centenas de contatos, a campanha de anúncio para a base passa a valer a pena e o trabalho muda de forma. Nos dois casos a conta é a mesma: cada cliente antigo que volta custa menos que qualquer cliente novo que entra.
Antes de decidir

O que a gente assume
e o que ninguém
pode garantir.

Numa página que fala de reativar carteira, essa separação é o que sustenta o resto. Aparecer para a sua base com o motivo certo é método e depende de nós. Fazer a pessoa comprar de novo depende do que aconteceu na primeira compra, do preço e do momento dela, e nada disso fica do lado de quem faz o anúncio.

O que a gente assume

Organizar a lista e separar por tempo parado e por o que a pessoa comprou
Um motivo de contato do lado do cliente, nunca "sentimos sua falta"
Ordem de chamada por grupo, começando pelo mais provável
Saída imediata de quem comprou agora e de quem pediu para não receber
Atendimento com o histórico na tela, para a conversa não recomeçar do zero
A lista continua sua, na sua conta, e vai com você se a parceria acabar

O que ninguém pode garantir

Quantos clientes antigos vão voltar no mês
Recuperar quem saiu por causa de um problema na primeira compra
Impedir que a concorrente fale com a mesma pessoa
Que o seu preço seja aceito por quem voltar
Prazo cravado para a base começar a responder
Separar com precisão quem voltaria sozinho de quem voltou pelo anúncio
Se o concorrente já fechou com o meu cliente antigo, ainda dá tempo?
Dá tempo em boa parte dos casos, e o que muda é a expectativa. Se a pessoa acabou de fechar um serviço grande com outra empresa, insistir agora não adianta e ainda queima a próxima chance: o certo é marcar aquele contato para o fim do ciclo dele e voltar quando a necessidade renascer. Se o que ela fechou foi pontual ou pequeno, a conversa continua aberta, porque a comparação ainda está fresca e um motivo concreto costuma trazer de volta. E existe um caso em que a resposta é não: quando a pessoa saiu por causa de um problema na primeira compra. Aí nenhuma campanha resolve, e a coisa honesta a fazer é resolver o problema, não anunciar por cima dele. A gente diz isso quando encontra, mesmo custando a rodada.
Antes de decidir

As quatro perguntas
de quem já pensou
em chamar a base.

Estas quatro aparecem em toda conversa sobre reativar carteira, e nenhuma delas tem resposta confortável. É por isso que elas vêm antes de qualquer proposta.

Sobre a memória do cliente

Meus clientes sabem onde me achar. Se precisarem, eles voltam.

Parte volta mesmo, e essa parte é menor do que parece. O que costuma acontecer é a pessoa lembrar que gostou do serviço e esquecer o nome da empresa, e aí ela pesquisa. Quem estiver aparecendo naquele dia conversa com ela antes de você, sem ter feito nada de melhor.

Sobre a imagem

Tenho medo de mandar mensagem e o pessoal pedir para sair.

Alguns vão pedir, e isso é saudável: a lista fica menor e mais real. O que evita a debandada é o motivo do contato ser do lado do cliente e a frequência ter teto. Quem sai por causa de uma mensagem com motivo concreto provavelmente já não voltaria de qualquer forma.

Sobre o preço

Só vou conseguir trazer de volta se der um desconto grande.

Desconto traz resposta rápida e ensina a esperar a próxima oferta. Com quem já comprou e gostou, motivo funciona melhor que preço: a manutenção que vence, a etapa seguinte, o horário que abriu. O abatimento fica como exceção declarada, não como mecânica da campanha.

Sobre a concorrência

Se o concorrente já está falando com eles, não é tarde demais?

Raramente é. Cliente que fechou algo grande com outra empresa entra na fila para o fim do ciclo dele. Cliente que fechou algo pontual continua alcançável. O que realmente encerra a conversa é a pessoa ter saído por um problema com você, e aí o conserto não é anúncio.

Como funciona

Três passos, e
o trabalho é
do nosso lado.

Da primeira conversa até o primeiro cliente antigo voltando, o que se pede de você é a lista e uma aprovação.

1Você entrega a lista como ela está
caderno, celular, notas, planilha

A gente junta o que existe, tira o que não serve, separa por tempo parado e por o que cada pessoa comprou. Nenhuma organização precisa ser feita por você antes.

2A gente monta e coloca no ar
um motivo por grupo, na ordem certa

Anúncio para a sua base, com um motivo real por grupo, ordem de chamada definida e exclusão de quem comprou agora. Você aprova antes de qualquer verba ser gasta.

3Você atende quem voltou
ficha com a compra anterior

Quem responde cai no atendimento com o histórico junto, então a conversa continua de onde parou. Uma vez por mês você diz quem comprou de novo.

Planos e preços

O preço está aqui,
não numa reunião.

O que muda de um plano para o outro é quantos canais entram e o tamanho da verba acompanhada. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto às plataformas, com o seu cartão, na sua conta.

Essencial
Para começar reativando a sua carteira parada.
R$ 1.500/mês · para verba de até R$ 3.000
  • Um canal de anúncio
  • Base organizada e separada por tempo parado
  • Um motivo de contato por grupo da carteira
  • Exclusão de quem comprou agora e de quem pediu para sair
  • Contato respondido na hora, com ficha
Profissional
Recomendado. Para reativar a carteira e seguir trazendo gente nova.
R$ 2.500/mês · para verba de até R$ 10.000
  • Dois canais de anúncio
  • Tudo do Essencial
  • Campanha de reativação e de cliente novo, juntas
  • Rodadas por grupo, na ordem de quem responde mais
  • Relatório com quantos da carteira voltaram e a que custo
Avançado
Para operação com verba alta e mais de dois canais.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior
  • Três canais ou mais
  • Tudo do Profissional
  • Para verba acima de R$ 10.000
  • Acompanhamento mais frequente da conta
  • Leitura por grupo da carteira e por canal

Sem fidelidade e sem taxa de saída. A sua carteira de clientes continua sua, organizada e na sua conta, e vai com você se um dia seguir sem a gente.

Perguntas frequentes

Tudo que perguntam
sobre reativar
a carteira.

O que é reativação de clientes antigos e para que serve?
Reativação de clientes antigos é usar a sua própria carteira como público de anúncio e de contato, chamando de volta quem já comprou e passou do ciclo normal de retorno. Serve para gerar venda sem depender de conquistar gente nova, aproveitando a confiança que já foi construída.
Qual a diferença entre falar com cliente antigo sozinho e ter a Sturm Agency fazendo isso?
Sozinho, quase sempre vira a mesma mensagem para a lista inteira no mesmo dia. Aqui a base é organizada e separada por tempo parado e por o que a pessoa comprou, cada grupo recebe um motivo de contato próprio, existe ordem de chamada e quem comprou agora fica de fora.
Esse serviço funciona para prestador de serviço, clínica, escritório e comércio local?
Funciona em qualquer negócio em que a mesma pessoa possa comprar mais de uma vez, direto ou por um serviço complementar. O que muda de ramo para ramo é o ciclo: em clínica ele conta em meses, em obra pode contar em anos, e é esse ciclo que define quando chamar.
Quanto custa contratar a Sturm Agency para reativar minha base de clientes?
A mensalidade começa em R$ 1.500 para um canal e verba de até R$ 3.000. Com dois canais e verba de até R$ 10.000 são R$ 2.500. Acima disso, com três canais ou mais, são R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. A verba dos anúncios é sempre à parte.
Vale mais a pena reativar antigos ou colocar tudo em anúncio para gente nova?
Vale fazer os dois, com pesos diferentes. Falar com quem já comprou custa menos por pessoa e a decisão já foi tomada uma vez. Sem entrada de cliente novo, porém, a carteira não cresce e daqui a um ano não existe base parada para reativar. Uma alimenta a outra.
O que está incluído no serviço?
Estão incluídas a organização da lista, a separação por tempo parado e por compra, a definição da ordem de chamada, a criação das peças e dos motivos por grupo, as exclusões, o atendimento de quem responder e o relatório mensal. A verba de mídia é à parte.
Quanto tempo demora para os primeiros clientes antigos voltarem a comprar?
Depende do ciclo do seu ramo, e por isso não cravamos prazo. Como a lista já conhece a empresa, as primeiras respostas costumam aparecer nos primeiros dias da rodada. O que demora é fechar a conta do mês, porque depende de quantos grupos entraram e de quanto cada um respondeu.
Se meu concorrente já procurou o meu cliente antigo, ainda dá tempo?
Na maioria das vezes, sim. Se a pessoa acabou de fechar um serviço grande com outra empresa, o certo é marcar esse contato para o fim do ciclo dela em vez de insistir agora. Se o que ela fechou foi pontual, a conversa continua aberta e um motivo concreto costuma trazer de volta.
Meus clientes não vão achar incômodo receber uma mensagem da minha empresa?
Incomoda quando não existe motivo. Mensagem que fala de saudade fala do vendedor, e a pessoa percebe. Quando o contato traz um motivo do lado dela, como a revisão que vence ou a etapa seguinte do que ela fez, a reação muda. E quem pede para sair, sai na hora e não volta a ser incluído.
E se meus cadastros estiverem incompletos ou desatualizados?
Cadastro incompleto atrasa, não impede. Quem tem contato, compra e data entra nos grupos mais específicos; quem tem só nome e telefone entra num grupo mais neutro, e é a resposta dessa pessoa que completa o cadastro. Contato que não existe mais sai da lista na primeira rodada.
Como fazer o cliente voltar sem dar um desconto gigante?
Usando motivo em vez de preço. A manutenção que vence, a etapa seguinte do que já foi feito, o horário que abriu e a novidade que serve para o que ele comprou custam zero de margem e funcionam melhor com quem já confia na empresa. Desconto entra em caso pontual e declarado, nunca como mecânica principal.
Quanto tempo sem comprar um cliente é considerado inativo?
Não existe número universal: inativo é quem passou do ciclo normal de compra do seu ramo sem voltar. Em estética isso conta em meses, em manutenção costuma ser cerca de um ano e em obra pode levar anos. Usar o prazo errado faz a campanha chamar cedo demais ou tarde demais.
Minha base é pequena. Ainda assim vale a pena?
Vale, com outro formato. Com poucas dezenas de contatos a campanha de anúncio quase não roda, e o caminho passa a ser contato direto com motivo real e histórico na mão. A partir de algumas centenas, a campanha para a base começa a valer. Nos dois casos, o cliente antigo custa menos que o novo.
Como a abordagem evita queimar a imagem da minha empresa?
Com três regras: motivo real do lado do cliente, teto de quantas vezes a mesma pessoa é contatada e saída imediata de quem pede. Nada de mensagem em massa no mesmo dia para a lista inteira, que é o que transforma reativação em spam e faz a marca ser filtrada.
Como entrego minha lista de contatos com segurança?
A lista é carregada nas suas próprias contas, com o seu acesso, e continua sendo sua. Não trabalhamos com lista comprada nem com contato de terceiro, e a base não é usada para nenhum outro cliente. Se a parceria acabar, ela fica com você, organizada.
Como sei quais vendas do mês vieram da campanha de reativação?
Pelo relatório mensal, que mostra quantas pessoas da rodada responderam e quanto custou cada conversa, e pela sua confirmação de quem comprou. Existe um limite honesto: parte dessas pessoas voltaria sozinha. Deixar um pedaço da base fora da rodada e comparar os grupos é a estimativa mais justa.
Com que frequência a base é trabalhada?
Em rodadas, e não de uma vez. Cada mês entra um grupo, começando pelo mais provável de responder, com intervalo entre as rodadas. Isso evita cansar a lista inteira e permite medir o que funcionou antes de investir no grupo seguinte.
Quem atende o cliente antigo que responder?
O primeiro atendimento responde na hora, com o histórico da pessoa na tela, para a conversa não recomeçar do zero com alguém que já é cliente. A negociação continua com a sua equipe. Chamar de volta e demorar para responder é pior do que não ter chamado.
Vocês garantem quantos clientes antigos vão voltar?
Não, e ninguém garante. O que assumimos é método: base organizada, motivo real por grupo, ordem de chamada, exclusões e atendimento com histórico. O que depende do preço, do que aconteceu na primeira compra e do momento da pessoa não fica do lado de quem faz o anúncio.
E se o cliente antigo saiu porque teve um problema com a empresa?
Nesse caso nenhuma campanha resolve, e a coisa honesta é resolver o problema antes. Anunciar por cima de uma experiência ruim costuma piorar: a pessoa lembra do motivo de ter saído e a marca leva mais um arranhão. Quando encontramos esse padrão na base, avisamos, mesmo custando a rodada.
Fechei o contrato. Qual é o primeiro passo?
O primeiro passo é a entrega da lista do jeito que ela estiver, espalhada entre celular, caderno e planilha. Depois vem a organização, a separação por tempo parado e por compra, a definição da ordem de chamada e a escrita dos motivos, com a sua aprovação antes de qualquer verba ser gasta.
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a carteira parada.

Cliente antigo que passou do ciclo e sumiu é o assunto daqui. Quem está dentro do ciclo normal de voltar, quem só visitou e nunca comprou e quem já pediu orçamento são outros três casos, com outros anúncios e outros custos.

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