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Chatbot para loja

Ele vai sair de casa.
A dúvida é para qual loja.

Quem manda mensagem para uma loja física já decidiu comprar e está escolhendo onde ir. A Sturm Agency coloca um atendente que responde na hora se tem o produto, que horas fecha e como chegar, antes de a pessoa pegar o carro.

A partir de R$ 600/mês · entrada R$ 800

Atendimento
● online agora
Vocês têm aquele modelo da vitrine no 39?
Vou confirmar a numeração com a loja. Enquanto isso: a gente fica aberto até as 19h hoje e tem estacionamento na frente.
Ah ótimo, tô indo pra aí então
Perfeito, já vou avisar que você está a caminho.
✓ 17h48, respondido em 5 segundos
17h48

Ele está com a chave na mão.

SAtendimento Sturmonline agora
Boa tarde, vocês fecham que horas?
Boa tarde! Hoje até as 19h, e sábado até as 13h.
E tem onde estacionar?
Tem, na frente e no estacionamento da esquina, que é conveniado.
Se quiser, já separo o produto pra você ver quando chegar.
Escreva uma mensagem...
A definição

O que é um chatbot
para loja física?

Um chatbot para loja é um atendimento que responde na hora quem chama a loja no WhatsApp antes de ir até lá: se tem o produto, que horas fecha, onde fica, se tem estacionamento e como dá para pagar. Ele resolve a conversa que decide se a pessoa entra na sua loja ou na do lado.

O QUE ELE FAZ
Responde antes de a pessoa sair de casa
Horário, endereço, estacionamento e formas de pagamento. São as quatro informações que decidem o deslocamento, e todas têm resposta pronta.
O QUE ELE FAZ
Atende quando a loja está fechada
Domingo, feriado e depois das 19h, que é quando muita gente planeja a compra do dia seguinte e manda mensagem para três lugares.
O QUE ELE FAZ
Passa o pedido de reserva para o balcão
Quem quer que separem um produto ou confirmem uma numeração chega escrito para a sua equipe, com o que ela precisa para conferir e responder.
O QUE ELE NÃO FAZ
Não consulta o seu estoque
Não se conecta ao seu sistema, não sabe o que tem na prateleira nem o preço de cada item, e não reserva nada sozinho. Ele conversa e encaminha.
Por que a conversa vale tanto num negócio que vende no balcão

Porque a decisão de ir até uma loja acontece longe dela. A pessoa está no sofá, no trabalho ou no carro, decidindo entre três endereços, e o que ela tem para decidir é o que aparece no celular. A vitrine não participa dessa parte.

E o custo de perder aqui é maior do que parece: quem foi até o concorrente não comprou só aquele item. Ele conheceu a loja, foi bem atendido no balcão e virou cliente de lá para as próximas vezes.

O que o vizinho já está fazendo

Não acredite nesta página.
Faça o teste hoje às 21h.

Existe muita estatística por aí sobre quantas lojas já automatizaram o atendimento, e nenhuma delas diz o que interessa: o que acontece na sua rua. Isso você descobre em dez minutos, sem contratar nada e sem acreditar em ninguém.

1
Escolha três concorrentes da sua região
Os que disputam o mesmo cliente que você, incluindo o que você acha mais organizado. Pegue o WhatsApp de cada um pelo Google ou pelo Instagram, do mesmo jeito que o seu cliente pegaria.
2
Mande a mesma pergunta para os três, às 21h
Algo simples e real, como "vocês abrem amanhã que horas?" ou "tem esse produto?". Depois das 21h é quando o cliente decide a compra do dia seguinte, e é a hora em que quase ninguém tem alguém no balcão.
3
Anote quem respondeu e em quanto tempo
Depois faça a mesma coisa com o seu próprio número, pedindo para alguém de fora testar. O resultado desse teste vale mais que qualquer número de pesquisa, porque é exatamente o que o seu cliente vive.

Os três resultados possíveis já dizem o que fazer. Se ninguém respondeu, existe uma vantagem inteira disponível na sua rua e ninguém pegou ainda. Se um respondeu na hora, é com ele que você está perdendo cliente sem saber. E se todos responderam, o atendimento deixou de ser diferencial na sua região e virou o mínimo para competir.

Por que esta página não estampa "X% das lojas já usam"

Porque esse número circula em material de venda sem fonte que dê para conferir, e porque ele não ajuda em nada na sua decisão. Saber que uma porcentagem qualquer de lojas do país automatizou não diz se a loja da esquina responde às 21h de um domingo.

O teste acima custa dez minutos e responde exatamente a pergunta certa. Vale fazer antes de pedir orçamento aqui, inclusive porque o resultado pode ser "a minha loja já responde melhor que todo mundo", e nesse caso a recomendação honesta é não contratar nada.

O que decide o deslocamento

Quatro informações separam
a visita da desistência.

Ninguém pega o carro sem saber quatro coisas, e todas elas são administrativas. Nenhuma exige conhecer o produto a fundo, e nenhuma exige uma pessoa no balcão para ser respondida.

1
"Que horas vocês fecham?"
A mais simples e a que mais custa caro ficar sem resposta, porque a pessoa está decidindo se dá tempo de ir hoje. Sábado e véspera de feriado são os dias em que ela mais aparece.
2
"Onde fica e tem estacionamento?"
Parece detalhe e não é: em rua movimentada, estacionamento decide entre a sua loja e a do shopping. Responder isso já é meio caminho da visita.
3
"Vocês têm esse produto?"
A conversa não consulta estoque, e mesmo assim ela resolve: coleta o que a pessoa procura e passa para o balcão conferir e responder, em vez de deixar a mensagem parada até alguém abrir.
4
"Aceita cartão, Pix, parcela em quanto?"
A última antes de sair de casa, e a que mais gera viagem perdida quando a resposta só aparece no balcão. Ela é informação fixa da loja e nunca deveria depender de alguém.
Por que ter isso no Google e no Instagram não elimina a pergunta

Porque a pessoa não confia no horário do Google sem confirmar, e ela tem razão: metade dos perfis está desatualizada e todo mundo já foi até uma loja fechada por causa disso. Perguntar é o jeito dela de não perder a viagem.

Ter a informação publicada é necessário e não é suficiente. No momento da dúvida ela quer alguém confirmando, e uma confirmação em cinco segundos é a diferença entre ela sair de casa e deixar para depois.

O que o relógio faz com a visita

Ela mandou para três lojas
ao mesmo tempo.

Quem procura um produto raramente pergunta em um lugar só, e a demora não é neutra. Segundo a OmniChat, que analisou 18 milhões de conversas de cerca de 400 marcas, conversas respondidas em até um minuto viraram venda em 23% dos casos, contra 1% nas que passaram de um dia.

Até 1 minuto
23 de cada 100 conversas viraram venda
Algumas horas
sem número publicado, mas já bem abaixo do topo
No dia seguinte
sem número publicado, a curva continua caindo
Mais de um dia
1 de cada 100

As duas faixas do meio ficam em cinza porque o estudo publicou as duas pontas e não os valores do meio, e esta página não inventa número para completar desenho. O estudo é de conversas comerciais em geral, não de loja física: no seu caso a janela costuma ser ainda mais curta, porque a pessoa decide antes de pegar o carro.

Um sábado no balcão

Quem está na loja ganha,
e está certo.

A mensagem de loja não fica sem resposta por descuido: fica porque quem responderia está atendendo alguém que já está dentro da loja. E atender quem está na frente é a decisão certa, todas as vezes.

SÁBADO, 11h20
"Vocês têm esse modelo no 39?" O celular está no caixa e tem três clientes no balcão.
Ela está decidindo se vem hoje.
11h24
Sem resposta, ela manda a mesma pergunta para outras duas lojas da região.
11h31
Uma responde na hora, diz que tem e ainda avisa que separa até as 18h.
Produto separado é visita quase garantida.
13h05
Alguém finalmente vê a mensagem no intervalo e responde "temos sim!".
Ela já saiu da outra loja com a sacola.
FIM DO SÁBADO
Movimento fraco no dia e dezenove mensagens não lidas no aparelho.
Ninguém vai relacionar as duas coisas na segunda-feira.
Por que colocar alguém só para o WhatsApp raramente compensa numa loja

Porque o pico do WhatsApp é o mesmo pico do balcão: sábado de manhã, véspera de feriado e fim de tarde. A pessoa contratada para responder mensagem vai ser puxada para o atendimento presencial exatamente nessas horas, porque quem está na loja tem prioridade.

E a mensagem não chega só no pico: ela chega às 21h de domingo, quando a loja está fechada e alguém está planejando a compra da semana. Ninguém contrata para esse horário, e é ali que a decisão de qual loja visitar é tomada.

O que este serviço faz, e o que não faz

A lista completa,
antes de você assinar.

Boa parte do que se vende como automação para varejo promete coisas que dependem do sistema da loja, e não do atendimento. A coluna da direita existe para você conferir agora se o que falta é justamente o que você procurava.

O que resolve
Tudo que acontece antes de alguém entrar na loja.
  • Horário, endereço, estacionamento e formas de pagamento, em segundos
  • O atendimento com a loja fechada, no domingo e no feriado
  • A pergunta sobre produto, coletada e passada para o balcão conferir
  • A dúvida repetida de troca, garantia e prazo de entrega
  • O registro da conversa fora do celular de qualquer vendedor
O que não resolve
E dizer isso agora vale mais que descobrir depois de assinar.
  • Não consulta estoque nem confirma disponibilidade sozinho
  • Não se integra ao seu sistema, ERP ou frente de caixa
  • Não envia catálogo, tabela de preço nem link de pagamento
  • Não reserva produto no sistema e não fecha venda
  • Não conecta o número da loja a ferramenta nenhuma
Por que a consulta de estoque fica de fora, e o que acontece no lugar

Porque saber o que tem na prateleira exige acesso ao seu sistema, e em loja física o sistema quase nunca reflete a realidade da gôndola: tem o que foi vendido e não baixou, o que está na reserva de outro cliente e o que sumiu. Um sistema respondendo "temos" com base em estoque errado gera viagem perdida, que é pior que não responder.

O que a conversa faz é coletar exatamente o que a pessoa procura, com modelo, cor e numeração, e passar isso para o balcão junto com o horário. Quem confere é quem enxerga a prateleira, e a resposta volta com segurança em vez de com chute.

Como funciona

Três passos,
e dois são nossos.

Ninguém da loja vai configurar sistema nem aprender ferramenta. Você conta como a loja atende hoje, a Sturm escreve e coloca no ar, e a partir dali a mensagem do sábado deixa de esperar o intervalo.

Você conta
horários, endereço, pagamento e o que sempre perguntam
A gente escreve e ativa
no tom da loja, com você aprovando antes
O balcão recebe pronto
e responde só o que precisa de olho na prateleira

Ele atende quem chega do seu Instagram, do Google da sua cidade e dos seus anúncios, e entrega o pedido organizado no WhatsApp da loja. Nada sobe sem você ter lido antes.

O que o balcão recebe

Só o que precisa
de alguém olhando a prateleira.

Com o atendimento na frente da fila, o que chega para a sua equipe deixa de ser dezenove mensagens misturadas e passa a ser um pedido específico. As perguntas de horário, endereço e pagamento já foram respondidas sem ocupar ninguém.

Por que separar o produto muda a taxa de visita

Porque tira o risco da viagem. A pessoa que sai de casa sabendo que o produto está separado no nome dela não está mais apostando, e quem já se deslocou dificilmente sai sem comprar, mesmo quando o item exato não serve.

E é uma decisão que continua sendo do balcão, não do sistema. A conversa coleta o pedido e avisa que a loja vai confirmar; quem separa de fato é quem sabe o que ainda está na prateleira e por quanto tempo dá para segurar.

O que muda por tipo de loja

A pergunta que decide a visita
muda com o que se vende.

A estrutura do atendimento é a mesma em qualquer loja, e o conteúdo não. O que segura uma visita numa loja de roupa não é o que segura numa loja de material de construção, e a tabela mostra o que muda.

O que muda por tipo de loja, da mensagem que chega à visita
Tipo de lojaO que mais chega hojeO que a conversa resolveO que chega pronto no balcão
Moda e calçado"Tem no meu tamanho?" com foto de um produto da vitrineColeta modelo, cor e numeração, e informa horário e endereçoPedido específico para alguém conferir na arara
Material de construçãoDúvida de quantidade, medida e se entrega na obraResponde entrega, prazo e pagamento, e coleta o que é para orçarPedido de orçamento com medida e local de entrega
Eletrônico e utilidadeComparação de modelo e pergunta de garantia e assistênciaInforma garantia, troca e formas de pagamento, sempre igualCliente decidido, faltando só ver o produto
Loja de bairro em geralHorário, endereço e "vocês abrem no feriado?"Responde as três em segundos, inclusive com a loja fechadaNada: essas nem precisam chegar no balcão
A conta da visita perdida

Quantas mensagens por semana
viraram visita na loja do lado?

O custo da mensagem sem resposta não aparece em lugar nenhum: ele aparece como um sábado mais fraco do que devia. Os três números abaixo são seus, e esta página não preenche nenhum.

Quantas mensagens por semana chegam no WhatsApp da loja
o seu número
Quantas ficam sem resposta por mais de uma hora, ou até o dia seguinte
o seu número
Qual o seu tíquete médio por venda no balcão
o seu valor
O segundo vezes o terceiro é o que estava em jogo naquela semana
por semana

Nem toda mensagem sem resposta viraria venda, então esse número é o teto e não a expectativa. Vale somar uma coisa que não entra na conta: quem foi até o concorrente não comprou só aquele item, conheceu a loja e pode ter virado cliente de lá. Essa parte não dá para medir e costuma ser a mais cara.

Quando isso vira urgente

Três momentos em que
a loja procura resolver.

A busca por automatizar o WhatsApp de uma loja quase nunca começa por planejamento. Ela começa quando o movimento não acompanha o esforço, e são sempre três situações parecidas.

GATILHO 01
Abriu concorrente perto
Uma loja nova na região e a disputa passa a ser por quem responde primeiro. Na fase de comparação, quem responde às 21h ganha a visita, e quem responde no dia seguinte descobre que a pessoa já foi conhecer a outra.
GATILHO 02
Começou a investir em Instagram ou anúncio
O direct e o WhatsApp lotaram e ninguém dá conta no balcão. Pagar para atrair gente e deixar a mensagem parada no sábado é o pior dos dois mundos, porque o custo aparece e o movimento não.
GATILHO 03
Chegou a temporada de pico
Natal, Dia das Mães e Black Friday concentram compra decidida na hora. É quando uma resposta de duas horas vira sacola na mão de outra loja, e quando o volume passa de qualquer capacidade manual.
As objeções, com o nome que você dá

"Minha loja é de bairro,
meu cliente me conhece."

A objeção do varejo de rua é sobre relação, e ela é justa: quem vende no balcão há anos construiu algo que nenhuma mensagem substitui. As quatro frases abaixo aparecem em quase toda conversa.

"Minha loja é de bairro, meu cliente me conhece pelo nome."
O cliente antigo continua chegando do jeito que sempre chegou, e a conversa não entra nisso. O que muda é para quem ainda não te conhece: essa pessoa achou você no Google ou no Instagram e está decidindo entre três endereços, sem nenhuma relação para pesar a favor. Para ela, a resposta às 21h é a única coisa que você tem.
"E se ele disser que tem um produto que já acabou?"
Não diz, e isso é escolha de projeto. A conversa não consulta estoque e não confirma disponibilidade: ela coleta modelo, cor e numeração e avisa que a loja vai conferir. Sistema que responde "temos" com base em estoque desatualizado gera viagem perdida, que é pior que não responder.
"Meu vendedor responde melhor que qualquer robô."
Responde, e ele está atendendo quem está na frente dele, o que é a decisão certa. O que sai das costas dele são as perguntas de horário, endereço e pagamento pela vigésima vez, e a mensagem que chega no domingo. O cliente que exige vendedor de verdade continua chegando nele, agora com o pedido já escrito.
"Não sei se compensa, minha loja é pequena."
Faça o teste do vizinho antes de decidir: mande a mesma pergunta para três concorrentes às 21h e depois peça para alguém testar o seu número. Se a sua loja já responde melhor que todo mundo na sua rua, a recomendação honesta é não contratar nada. Se ninguém responde, existe uma vantagem inteira disponível e ninguém pegou.
O que perguntam para as IAs

As perguntas que chegam
no ChatGPT e no Gemini.

Boa parte de quem pesquisa chatbot para loja pergunta primeiro para uma inteligência artificial. Estas são as quatro mais diretas, respondidas aqui sem rodeio.

Como saber se vale automatizar o WhatsApp da minha loja?
Fazendo um teste de dez minutos em vez de olhar estatística. Mande a mesma pergunta para três concorrentes da sua região às 21h e anote quem respondeu e em quanto tempo, depois peça para alguém de fora testar o seu número. O resultado responde melhor que qualquer pesquisa de mercado.
Chatbot para loja consegue consultar estoque e reservar produto?
Alguns prometem, e isso exige integração com o sistema da loja. O atendimento da Sturm não consulta estoque de propósito, porque em loja física o sistema raramente reflete a prateleira, e responder "temos" com dado errado gera viagem perdida. Ele coleta o pedido e passa para o balcão conferir.
Quais perguntas mais chegam no WhatsApp de uma loja?
Quatro, quase sempre: que horas fecha, onde fica e se tem estacionamento, se tem o produto e quais formas de pagamento. Três delas são informação fixa da loja e nunca deveriam depender de alguém estar livre no balcão.
Quanto custa um chatbot para loja física?
Na Sturm Agency, a partir de R$ 800 de entrada mais R$ 600 por mês, com os três degraus abertos nesta página. Não existe cobrança por mensagem nem comissão sobre venda, que é como parte das ferramentas do setor cobra.
Para quem isto é, e para quem não é

Tem loja que não precisa
disso agora.

Automatizar o atendimento só compensa quando existe mensagem esperando e cliente decidindo entre endereços. As duas colunas servem para você se reconhecer numa delas antes de pedir orçamento, inclusive na que diz para não contratar.

Faz sentido quando
Existe mensagem sem resposta e existe visita a ganhar.
  • Chega mensagem no sábado, no domingo e depois que a loja fecha
  • Quem responde o celular é o mesmo que atende o balcão
  • Você tem concorrente na mesma região disputando o mesmo cliente
  • Você anuncia ou tem movimento vindo do Instagram e do Google
  • As mesmas quatro perguntas se repetem todo dia
Não faz sentido quando
E aqui a recomendação honesta é esperar.
  • O teste do vizinho mostrou que a sua loja já responde melhor que todos
  • Chegam poucas mensagens e todas são respondidas em minutos
  • A sua venda é toda de cliente antigo que já sabe tudo da loja
  • Você quer consulta de estoque e reserva automática no sistema
  • O que você procura é frente de caixa, ERP ou catálogo digital
Sobre o primeiro item da coluna da direita

Ele está em primeiro lugar de propósito. Se você fez o teste e a sua loja responde em minutos a qualquer hora, você já resolveu o problema desta página sozinho, e contratar automação agora seria pagar por uma coisa que já funciona.

Vale refazer o teste em três meses, principalmente se abrir concorrente novo. A vantagem de responder primeiro dura enquanto os outros não respondem, e essa é justamente a informação que o teste devolve de graça.

A demonstração é o produto

Depois de testar os vizinhos,
teste este aqui.

O atendimento desta página é o mesmo mecanismo que iria para a sua loja, e ele está ligado agora. Se você fez o teste do vizinho, use exatamente a mesma pergunta aqui e compare o tempo com o que você anotou dos três concorrentes.

O que reparar enquanto conversa

Repare se ele responde antes de pedir qualquer dado, porque pedir nome e telefone antes de dizer o horário é o erro que mais afasta quem está decidindo se sai de casa. Repare também se a resposta cabe na tela sem precisar rolar.

E teste a pergunta de produto de propósito. Pergunte se tem alguma coisa específica. A resposta certa não é dizer que tem: é coletar o que você procura e avisar que a loja confere, e é isso que vale exigir de qualquer fornecedor, inclusive deste.

Planos e preços

Quanto custa ser
o que respondeu primeiro.

Entrada uma vez, para escrever o roteiro da loja, configurar e colocar no ar. Mensalidade depois, que é o serviço de operar e corrigir. Sem fidelidade, sem taxa de saída, sem cobrança por mensagem e sem comissão sobre venda.

Essencial
Para uma loja, com uma linha de produto.
R$ 600/mês · entrada única de R$ 800
  • 1 loja atendida
  • Até 300 conversas por mês
  • As quatro perguntas que decidem a visita
  • Atendimento com a loja fechada, todos os dias
  • Pedido organizado no WhatsApp da loja
Profissional
Recomendado. Para loja com várias linhas e volume de campanha.
R$ 1.200/mês · entrada única de R$ 1.500
  • Até 5 linhas de produto
  • Até 1.500 conversas por mês
  • Tudo do Essencial
  • Conversa diferente por linha de produto
  • Ajuste de roteiro incluído na mensalidade
Avançado
Para rede com mais de uma loja ou volume alto.
R$ 2.000/mês · entrada única de R$ 3.000
  • Sem limite de linhas
  • Volume alto de conversas
  • Tudo do Profissional
  • Encaminhamento por loja
  • Acompanhamento contínuo da operação

O limite de conversas de cada degrau está escrito antes de você assinar. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.

O extrato aberto

O que está incluído
e o que não está.

A segunda coluna é o que dá crédito à primeira. Ela existe porque prometer mais movimento na loja é fácil de escrever, e a parte cara é dizer antes de assinar o que a automação não vai fazer.

Está incluído na mensalidade
  • O roteiro da loja, com horários, endereço e pagamento que você informou
  • Atendimento com a loja fechada, no domingo e em feriado, sem adicional
  • Coleta do pedido de produto, sempre no mesmo formato
  • Correção de resposta errada, sem custo e sem janela de prazo
  • Sem cobrança por mensagem e sem comissão sobre venda
Não está incluído, e não vai estar
  • Consulta de estoque e confirmação de disponibilidade
  • Integração com sistema da loja, ERP ou frente de caixa
  • Reserva automática de produto e fechamento de venda
  • Catálogo, tabela de preço e link de pagamento
  • Garantia de aumento de movimento ou de faturamento
Por que não existe promessa de mais movimento

Porque o movimento de uma loja depende do seu mix, do seu preço, da sua vitrine, da rua e de quanta gente está comprando naquela semana. Nada disso está sob controle de quem escreve o atendimento, e prometer número nessas condições é vender o que não se pode cumprir.

O que dá para garantir é o que é verificável, e você mesmo pode conferir: a mensagem é respondida em segundos, inclusive com a loja fechada, e o pedido chega organizado. Refaça o teste do vizinho depois de um mês e compare, porque essa é a única medição que não depende da nossa palavra.

Perguntas frequentes

Tudo que perguntam
sobre chatbot para loja.

O que é um chatbot para loja física e o que ele resolve?
É um atendimento que responde na hora quem chama a loja no WhatsApp antes de ir até lá: horário, endereço, estacionamento, formas de pagamento e o que a pessoa procura. Ele resolve a conversa que decide se o cliente entra na sua loja ou na do lado.
Como sei se vale a pena para a minha loja?
Faça o teste do vizinho antes de decidir: mande a mesma pergunta para três concorrentes da sua região às 21h e anote quem respondeu e em quanto tempo. Depois peça para alguém de fora testar o seu número. Esse resultado vale mais que qualquer estatística de mercado.
O chatbot consulta o estoque e diz se tem o produto?
Não, e isso é escolha de projeto. Em loja física o sistema raramente reflete a prateleira, e responder "temos" com dado errado gera viagem perdida, que é pior que não responder. Ele coleta modelo, cor e numeração e passa para o balcão conferir.
Quais são as perguntas que mais chegam no WhatsApp de uma loja?
Quatro, quase sempre: que horas fecha, onde fica e se tem estacionamento, se tem o produto e quais formas de pagamento. Três delas são informação fixa da loja e nunca deveriam depender de alguém estar livre no balcão.
Quanto custa um chatbot para loja na Sturm Agency?
A partir de R$ 800 de entrada mais R$ 600 por mês no plano Essencial, que cobre uma loja e até 300 conversas mensais. O Profissional é R$ 1.500 mais R$ 1.200 por mês e o Avançado R$ 3.000 mais R$ 2.000, sem cobrança por mensagem e sem comissão sobre venda.
Minha loja é de bairro e meu cliente me conhece. Ainda serve?
O cliente antigo continua chegando do jeito que sempre chegou. O que muda é para quem ainda não te conhece: essa pessoa achou você no Google ou no Instagram e está decidindo entre três endereços, sem nenhuma relação para pesar a favor.
Ter o horário no Google não resolve a pergunta?
Não elimina, porque muita gente não confia no horário do Google sem confirmar, e tem razão: metade dos perfis está desatualizada. Perguntar é o jeito de não perder a viagem, e uma confirmação em cinco segundos é o que faz a pessoa sair de casa.
Ele reserva o produto para o cliente?
Não reserva no sistema. Ele coleta o pedido e avisa que a loja vai confirmar, e quem separa de fato é quem enxerga a prateleira e sabe por quanto tempo dá para segurar. Produto separado aumenta muito a chance de visita, e essa decisão continua sendo do balcão.
Integra com o meu sistema, ERP ou frente de caixa?
Não integra com nada, e vale dizer antes. Ele não lê estoque, não envia catálogo, não manda tabela de preço e não gera link de pagamento. O que ele faz é a conversa que acontece antes de a pessoa entrar na loja.
O que exatamente está incluído na contratação?
O roteiro da loja com horários, endereço e pagamento que você informou, o atendimento com a loja fechada e em feriado sem adicional, a coleta do pedido de produto sempre no mesmo formato, a correção de resposta errada sem custo e a atualização quando algo mudar.
Meu vendedor não vai ser substituído?
Não. Sai das costas dele as perguntas de horário, endereço e pagamento pela vigésima vez no dia e a mensagem que chega no domingo. O cliente que exige vendedor de verdade continua chegando nele, agora com o pedido já escrito e sem esperar.
Por que a mensagem fica sem resposta no sábado?
Porque o pico do WhatsApp é o mesmo pico do balcão, e quem responderia está atendendo alguém que já está dentro da loja. Atender quem está na frente é a decisão certa, e é por isso que a fila de mensagem não se resolve com mais empenho.
Vale contratar alguém só para responder o WhatsApp?
Raramente compensa, porque essa pessoa é puxada para o atendimento presencial justamente nas horas de pico. E ninguém contrata para trabalhar às 21h de domingo, que é quando muita gente planeja a compra da semana e manda mensagem para três lugares.
Quanto tempo demora para ficar pronto e rodando?
Não publicamos prazo cravado, porque ele depende de quantas linhas de produto serão atendidas e de quanto material a loja já tem escrito. A data combinada entra no orçamento, depois da conversa em que você conta como a loja atende hoje.
Preciso trocar o número de WhatsApp da loja?
Não, e o número também não é conectado a ferramenta nenhuma. A conversa acontece na página da loja e no link de atendimento, e o pedido pronto é entregue no WhatsApp de sempre, com o resumo do que foi conversado.
Minha equipe vai precisar aprender a mexer em algum sistema?
Não tem o que mexer. O pedido chega no WhatsApp da loja como uma mensagem e a equipe continua trabalhando do jeito que já trabalha. Escrever, configurar, testar e corrigir é trabalho da Sturm, e trocar sistema de caixa é outro projeto.
Quem atualiza quando muda horário, endereço ou forma de pagamento?
Você avisa e a gente atualiza, sem cobrança à parte. Mudança de horário, de endereço, de linha atendida e de forma de pagamento está dentro da mensalidade. Enquanto ela existir, manter o roteiro em dia é trabalho nosso.
Serve para loja de material de construção e de eletrônico?
Serve, e o que muda é a pergunta. Em material de construção, quantidade, medida e se entrega na obra. Em eletrônico, garantia, assistência e formas de pagamento. A estrutura é a mesma e o conteúdo é escrito para cada caso.
E nas datas de pico, como Natal e Black Friday?
O atendimento responde todo mundo na mesma velocidade, porque não depende de gente no balcão. O que muda é o limite de conversas do seu plano: no Essencial são até 300 por mês e no Profissional até 1.500. Se o seu mês de pico passa disso, o plano certo é o de cima.
Como eu acompanho quantas mensagens viraram visita?
Cada pedido chega no WhatsApp da loja com o horário da conversa, então o volume aparece sozinho. As conversas ficam registradas e você pode pedir o recorte que quiser ver, mas esta página não promete relatório mensal automático em formato fixo.
Vocês garantem mais movimento na loja?
Não, e ninguém deveria. O movimento depende do seu mix, do seu preço, da sua vitrine, da rua e de quanta gente está comprando naquela semana. O que dá para conferir é outra coisa: refaça o teste do vizinho depois de um mês e compare os tempos de resposta.
Por que esta página não diz quantas lojas já usam chatbot?
Porque esse tipo de número circula sem fonte que dê para conferir e não ajuda na decisão. Saber que uma porcentagem qualquer de lojas do país automatizou não diz se a loja da esquina responde às 21h de domingo, e o teste do vizinho responde isso em dez minutos.
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Cada ramo pergunta
uma coisa diferente.

Os guias das irmãs mostram o que muda em cada tipo de negócio.

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Amanhã às 17h55
alguém vai responder de novo.

Conte como a sua loja atende hoje e a gente devolve a proposta com o roteiro, o que dá para resolver, o que não dá e quanto custa.