Prazo de resultadoOrçamento
SiteFiltroPainelTráfegoRedesCases Solicitar orçamento
Prazo de resultado no tráfego pago

Em quanto tempo o tráfego pago
traz resultado? São dois
relógios, e eles não andam juntos.

O primeiro pedido pode entrar na mesma semana. O custo por pedido estável leva bem mais. Aqui está o calendário, com o que muda entre delivery, salão e almoço executivo.

Gestão a partir de R$ 1.500/mês · verba de anúncios à parte, paga direto às plataformas

Os dois relógios de uma campanha, na mesma escala
Relógio 1: as primeiras mensagens
Começa quando a campanha sobe, porque a entrega é imediata. É o relógio que quase toda página promete.
Relógio 2: o custo por pedido estável
Só começa depois que a campanha acumula conversões suficientes para parar de testar. É o relógio que decide se deu lucro.
dia 1dia 15dia 45dia 90
O que o tempo faz

O custo não cai.
Ele para de pular.

Dia0de campanha no ar
Cada barra é o custo de um pedido numa semana. No começo elas pulam; depois encostam no chão e ficam lá.
dias 1 a 15Teste: os números ainda não significam nada
dias 16 a 45Ajuste: horário, raio e oferta encontram o lugar
dia 46 em diantePrevisível: dá para decidir com número
Quem desliga no dia 20 paga o preço inteiro do teste e vai embora antes da parte que se paga.
A resposta direta

Em quanto tempo o
tráfego pago traz resultado?

São dois prazos diferentes, e confundir os dois é o que faz gente desistir cedo. O primeiro contato pode chegar nos primeiros dias, porque a campanha começa a entregar no mesmo dia em que sobe. Não existe fila de espera nem aprovação demorada: o anúncio ativa e passa a aparecer.

O segundo prazo é o do custo por pedido estável, e ele leva semanas. A plataforma precisa acumular conversões suficientes para parar de testar quem converte, e enquanto isso não acontece o número do dia não significa quase nada. Um restaurante que recebe cinco pedidos na primeira semana e trinta na sexta não ficou cinco vezes melhor: ele saiu do teste.

Pega rápido
  • Primeiro contato: pode acontecer nos primeiros dias, porque a entrega é imediata.
  • Custo por pedido estável: leva semanas, e depende do volume de conversões.
  • Julgar a campanha antes da estabilização é a forma mais cara de errar.
A cena de quarta-feira

Cozinha ligada,
salão vazio.

Sexta e sábado se resolvem sozinhos. O problema tem dia e hora: é a terça e a quarta às oito da noite, com o salão a trinta por cento, o motoboy encostado no balcão e a folha correndo igual. O insumo comprado para a semana inteira envelhece na geladeira, e o prejuízo do dia morto não aparece em nenhum relatório: ele some dentro da média do mês.

Uma semana comum, antes de qualquer anúncio
seg
ter
qua
qui
sex
sáb
dom

A curva acima é a forma que quase toda operação de gastronomia tem, e é o motivo pelo qual o anúncio de restaurante não serve para vender mais no sábado: serve para preencher os três dias vermelhos, que é onde a capacidade já está paga e ociosa.

O mecanismo por trás

Por que o primeiro
número não vale.

Toda campanha nova entra num período em que a plataforma testa entregas diferentes para descobrir quem converte, e enquanto ele dura o custo por resultado oscila muito. A Meta documenta que um conjunto de anúncios precisa de cerca de cinquenta conversões em sete dias para sair dessa fase. Abaixo desse volume, a campanha fica presa no teste por tempo indeterminado.

É por isso que a resposta honesta sobre prazo não é uma data: é um volume. O relógio da estabilização só anda quando as conversões chegam com regularidade, e quem tem verba pequena demais nunca vê esse relógio andar.

1
Semana 1: tudo parece caroA plataforma está mostrando o anúncio para gente muito diferente entre si, para descobrir quem responde. O custo do pedido nessa semana não representa nada do que vem depois.
2
Semana 3: começa a fazer sentidoCom conversões acumuladas, a entrega passa a mirar quem se parece com quem já pediu. O custo cai e, mais importante, para de pular de um dia para o outro.
3
Semana 7: dá para decidirA partir daí o número serve para tomar decisão: manter, aumentar a verba, mudar o cardápio anunciado ou parar. Antes disso, qualquer decisão é palpite com dinheiro.
O calendário, por fase

As três fases de
uma campanha nova.

Uma campanha de restaurante atravessa três fases com objetivos diferentes, e cobrar de uma fase o que só a próxima entrega é o erro mais caro do processo. Na primeira você compra informação; na segunda, ajuste; na terceira, previsibilidade.

Dias 1 a 15Teste e coleta

As campanhas sobem, os primeiros pedidos entram e a plataforma começa a descobrir quem responde. Custo instável e volume irregular são o comportamento esperado, não sinal de problema.

O que olhar
Se está chegando gente da região certa e no horário certo
O que ignorar
O custo por pedido do dia
Dias 16 a 45Ajuste e corte

Horários sem conversão saem, o raio é apertado para onde a entrega é boa, o item campeão de vendas assume os anúncios e o custo começa a encostar no chão.

O que olhar
Se o custo por pedido está parando de oscilar
O que ignorar
Comparações com a semana anterior isolada
Dia 46 em diantePrevisível

A campanha entrega volume parecido em dias parecidos, e aí a decisão sobre verba deixa de ser aposta. É quando faz sentido escalar, e não antes.

O que olhar
Quantos pedidos a mais por noite nos dias fracos
O que ignorar
A tentação de dobrar a verba de uma vez
Por que aumentar a verba de uma vez joga a campanha de volta na fase de teste

Porque a plataforma trata mudança grande de orçamento como cenário novo. O aprendizado acumulado vale para um determinado volume de entrega; quando o volume salta, ela precisa descobrir de novo quem converte naquela escala, e o custo por pedido volta a oscilar por alguns dias. O dono vê o custo subir logo depois de investir mais, conclui que a campanha piorou e desliga bem no meio do reaprendizado.

O caminho que evita isso é subir a verba em degraus, esperando o custo estabilizar entre um degrau e outro. É mais lento no papel e mais rápido na prática, porque a campanha nunca perde o que já aprendeu. O sinal verde para o próximo degrau não é ter vendido bem numa semana: é o custo por pedido parar de oscilar de um dia para o outro.

O prazo por tipo de operação

Delivery, salão e almoço
não andam no mesmo ritmo.

O prazo muda com a distância entre ver o anúncio e consumir. No delivery essa distância é de minutos; no salão, de dias; no almoço executivo, de semanas de hábito. Tratar os três como a mesma coisa é o que produz a expectativa errada e a desistência precoce.

O que muda no prazo entre os três formatos de operação gastronômica
FormatoDistância entre ver e consumirOnde aparece o primeiro sinalO que só estabiliza depois
Delivery e pedido diretoMinutos: a pessoa vê com fome e pede no mesmo aparelhoMensagens no canal de pedido, nos horários de pico anunciadosO custo por pedido, quando o cardápio campeão e o raio se firmam
Salão e reservaDias: precisa combinar com alguém e sair de casaPerguntas sobre horário, reserva e cardápio antes do fim de semanaA ocupação dos dias fracos, quando a marca já foi vista algumas vezes
Almoço executivoSemanas: é hábito, não impulsoGente nova aparecendo no balcão sem saber explicar de onde veioA recorrência, que é o que faz esse formato dar lucro

Os prazos acima descrevem o comportamento de compra de cada formato, não uma promessa de resultado da Sturm Agency. O prazo do seu caso depende de verba, tíquete, concorrência do bairro e capacidade de atendimento.

O que empurra o prazo para frente

Três coisas atrasam
o resultado, e nenhuma
delas é o anúncio.

O prazo que você vai viver não é decidido só pela campanha. Três fatores fora do anúncio decidem quanto do dinheiro vira pedido, e quando algum deles está quebrado a campanha parece lenta quando na verdade está sendo desperdiçada.

1
O tempo até alguém responderMensagem de fome não espera. Quem responde meia hora depois conversa com alguém que já pediu em outro lugar, e a verba daquele clique virou prejuízo silencioso.
2
A velocidade do destino do cliqueSegundo o Think with Google, mais da metade das visitas de celular são abandonadas quando a página passa de três segundos. Cardápio pesado perde a pessoa antes de ela ver o primeiro prato.
3
O apelo da ofertaAnúncio bonito sem motivo para agir agora atrasa tudo. Combo, item campeão ou condição de primeiro pedido dão à pessoa a razão que falta, sem precisar destruir a sua margem.
Onde o dinheiro vaza

O anúncio termina
no clique. A conta
só fecha na venda.

Entre um ponto e outro existe uma conversa, e é ali que a maior parte da verba se perde. Um estudo de Oldroyd, McElheran e Elkington publicado na Harvard Business Review auditou 2.241 empresas com contatos de teste e mediu o tempo até a primeira resposta: a média entre as que responderam foi de 42 horas, 23% nunca responderam, e quem tentou contato na primeira hora teve quase 7 vezes mais chance de qualificar o contato.

Numa operação de comida esse efeito é ainda mais duro, porque a janela de decisão é de minutos, não de horas. Quando o atendimento não acompanha, o prazo de resultado não é lento: ele simplesmente não existe.

O que muda quando o contato é atendido no minuto em que chega

Muda quem chega até você. Nos planos com atendimento, quem responde ao anúncio é recebido na hora, faz as perguntas básicas respondidas na hora e chega com a ficha pronta: o que quer pedir, para qual endereço, para quando. O trabalho de peneirar, que hoje acontece no meio do serviço com a cozinha cheia, deixa de ser seu.

O efeito no prazo é direto e mensurável dentro do painel: com a mesma verba e o mesmo anúncio, a proporção de contatos que viram pedido sobe, e conversão registrada é exatamente o combustível que a campanha precisa para sair da fase de teste. Arrumar o atendimento não é só recuperar venda perdida; é encurtar o tempo até a campanha ficar previsível.

O que anunciar

Anunciar a casa é lento.
Anunciar o prato
é rápido.

Campanha institucional demora mais porque não dá à pessoa nada para decidir. A escolha do que aparece no anúncio muda o prazo tanto quanto a verba, e a regra é simples: quanto mais concreto o motivo, mais curto o caminho entre ver e pedir.

Mais rápidoO item campeão, com preçoO prato que já vende sozinho, mostrado com preço e com a região de entrega. A pessoa reconhece, calcula e decide na mesma tela, sem precisar entender nada sobre a casa.
Meio do caminhoCombo ou condição de primeiro pedidoDá o motivo para agir hoje sem virar guerra de preço. Funciona bem para tirar o primeiro pedido de quem nunca comprou, que é a parte mais cara da conta.
Mais lentoA marca, o ambiente, a históriaTem valor e constrói desejo, mas não gera decisão imediata. Serve para salão e experiência, com prazo mais longo, e não deveria ser a primeira campanha de quem precisa de caixa agora.
Onde e quando aparecer

A hora da fome
e o raio que a
sua moto alcança.

Duas decisões encurtam o prazo mais que qualquer criativo. A primeira é o horário: anunciar comida às três da tarde é pagar para aparecer para quem não vai pedir. A segunda é o raio: anunciar para a cidade inteira quando a entrega boa cobre cinco quilômetros gasta verba com gente que você não consegue atender bem.

A horaVerba concentrada nos picosO investimento sobe nas janelas em que a decisão acontece, almoço e jantar, e recua nas horas mortas. A mesma verba entrega mais pedidos porque aparece quando a pessoa está resolvendo o que comer.
O raioSó onde a entrega chega bemO limite não é a distância que a moto percorre: é a distância em que a comida chega no ponto. Anunciar além disso traz pedido que gera reclamação, e reclamação custa mais caro que o clique.
Por que o prazo pesa mais no delivery

Cada pedido direto
vale mais que um
pedido no aplicativo.

O pedido que entra pelo seu canal direto não paga comissão de marketplace, e é isso que muda a conta do prazo de retorno. Segundo o iFood Parceiros, a comissão varia conforme o modelo de entrega escolhido, existe mensalidade em parte dos planos e o percentual não é negociável pelo restaurante.

A leitura prática: se o pedido direto deixa mais no caixa que o pedido do aplicativo, cada pedido que a campanha traz vale mais que o mesmo pedido vindo de lá. O prazo de retorno encurta pela margem, não pelo volume.

Um pedido de cem reais, por onde ele entra
O que incideAplicativo, entrega suaAplicativo, entrega da plataformaSeu canal direto
Comissão da plataformaPercentual menor, definido pelo planoPercentual bem maior, porque inclui a logísticaNenhuma
Taxa de pagamentoCobrada sobre o pedido pago no appCobrada sobre o pedido pago no appA taxa do seu próprio meio de pagamento
MensalidadeExiste em parte dos planos, acima de um faturamentoExiste em parte dos planos, acima de um faturamentoNenhuma
Quem fica com o clienteA plataforma, que controla o contatoA plataforma, que controla o contatoVocê, com o contato no seu canal

Os percentuais exatos mudam por plano, por categoria e por cidade, e são publicados pela própria plataforma. Antes de decidir, some no seu extrato a comissão, a taxa de pagamento e a mensalidade do último mês e divida pelo faturamento: o número efetivo costuma surpreender.

O erro que mais custa caro

Desligar no dia 20
é pagar o teste
e sair antes do jogo.

Tratar anúncio como bilhete de loteria é o que faz a maior parte das empresas desistir na pior hora possível. As primeiras semanas são as mais caras e as menos produtivas por construção, porque é quando a plataforma está descobrindo quem compra. Desligar ali significa ter pago a fase inteira do aprendizado e ir embora antes da fase que se paga.

Pior: quem desliga e volta dois meses depois não recomeça de onde parou. A campanha nova entra de novo na fase de teste, e a conta do aprendizado é paga outra vez. Parar cedo não economiza dinheiro; adia o resultado e dobra o custo de chegar nele.

Sinal de pararO teto por pedido não fechaQuando a margem de um pedido dividida pelos contatos necessários dá menos que o custo de trazer um contato, nenhuma verba resolve. O ajuste é de preço, de cardápio ou de tíquete, e vem antes.
Sinal de ajustarChega gente, mas fora do raioVolume alto e pedido ruim quase sempre é raio ou horário errado, não campanha ruim. Apertar o raio costuma derrubar o custo por pedido bom na mesma semana.
Sinal de esperarO custo ainda pula todo diaOscilação forte entre dias é o comportamento normal de quem ainda não saiu do teste. É o único caso em que a resposta certa é não mexer e deixar a campanha juntar dados.
Dois jeitos de fazer a mesma coisa

Prometer resultado
rápido contra
encurtar o caminho.

Prometer venda da noite para o dia é fácil e cobra caro depois, quando o dono descobre que o prazo não era aquele. O que dá para fazer de verdade é reduzir tudo que empurra o prazo para frente, e isso é trabalho, não promessa.

A prática velha
  • Promessa de resultado imediato, sem falar em fase de teste
  • Anúncio para a cidade inteira, em qualquer horário
  • Relatório de alcance e impressão, sem pedido no meio
  • Contato entregue no seu celular e largado ali
vs
Como a Sturm Agency trabalha
  • Calendário escrito antes de começar, com o que esperar de cada fase
  • Raio real de entrega e verba concentrada nos horários de pico
  • Relatório que separa estimativa de pedido confirmado por você
  • Contato atendido e triado no minuto em que chega
Como funciona

Três passos, e o
trabalho é nosso.

Do seu lado o serviço tem uma conversa e a liberação dos acessos. O resto acontece aqui.

Passo 1Conte a operaçãoVocê diz o cardápio, o tíquete médio, o raio em que a entrega chega bem e quais dias estão fracos. É daí que saem horários, região e o que vai ser anunciado.
Passo 2A gente monta e acompanha as fasesCampanhas montadas, rastreamento instalado antes de gastar, destino do clique conferido, e o calendário das três fases combinado com você por escrito.
Passo 3Os pedidos chegam triadosQuem responde ao anúncio é atendido na hora e chega com a ficha pronta, e o mês fecha num resumo que separa estimativa de pedido confirmado.
Planos e preços

A gestão tem preço.
O prazo tem calendário.

O degrau muda com o tamanho da verba que vai rodar. Sem fidelidade e sem taxa de saída, e a verba de anúncios é sempre à parte, paga direto às plataformas.

Essencial
Para começar por um canal só, no formato que já tem demanda.
R$ 1.500/mês · 1 canal · verba até R$ 3.000
  • Um canal de anúncio, escolhido com você
  • Horários de pico e raio real definidos juntos
  • Rastreamento instalado antes de gastar
  • Calendário das três fases por escrito
  • Relatório mensal em linguagem de dono
Profissional
Recomendado. Dois canais rodando e o pedido atendido na hora que chega.
R$ 2.500/mês · 2 canais · verba até R$ 10.000
  • Tudo do Essencial, em dois canais
  • Cada contato atendido e triado na hora
  • Painel com a origem de cada pedido
  • Separação entre estimativa e pedido confirmado
  • Ajuste do destino do clique junto da campanha
Avançado
Para operação com mais de uma unidade ou verba grande.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior · verba acima de R$ 10.000
  • Tudo do Profissional, em três canais ou mais
  • Estrutura separada por unidade ou por linha
  • Leitura de resultado por campanha e por origem
  • Acompanhamento próximo da operação
  • Integração com o site e com o painel

A verba de anúncios não está incluída em nenhum dos planos e nunca passa pela conta da agência. O limite de verba de cada degrau está escrito antes de você assinar.

O que dá para prometer

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

Prazo de resultado depende de coisas que nenhuma agência controla. O que dá para assumir é o que está dentro do nosso alcance, e a segunda coluna é o que dá crédito à primeira.

O que a Sturm Agency assume
  • O calendário das três fases combinado por escrito antes de começar
  • Rastreamento instalado e conferido antes de gastar o primeiro real
  • Horários de pico e raio de entrega definidos com você, não no chute
  • Dizer o que travou quando o mês não fechar, item por item
  • Relatório que separa estimativa de pedido confirmado por você
  • Cobrança mensal, sem fidelidade e sem multa de saída
O que ninguém garante, aqui inclusive
  • Em quantos dias o primeiro pedido entra
  • Quantos pedidos por noite a campanha vai trazer
  • Quanto vai custar cada pedido no seu bairro
  • Em quanto tempo o investimento se paga
  • Que a concorrência do seu raio não vai aumentar
  • Que o custo de anunciar não vai subir por fatores de mercado
Antes de decidir

O que costuma travar
a decisão.

Quatro frases aparecem em quase toda conversa sobre prazo. Nenhuma delas é bobagem, e responder por cima é o que faz o dono desconfiar com razão.

Sobre a tentativa anteriorJá paguei alguém e não deu certoNa maioria dos casos que a gente vê, o anúncio funcionava e o furo estava depois dele: contato sem resposta, cardápio pesado, raio largo demais ou desligamento no meio do aprendizado. A pergunta que separa as coisas é qual dessas aconteceu com você.
Sobre o caixaNão posso esperar dois mesesNinguém pede para esperar dois meses sem nada. Contato costuma chegar nos primeiros dias; o que leva semanas é o custo estabilizar. Se o seu caixa não atravessa o período de teste, a resposta honesta é que ainda não é hora, e a gente diz isso.
Sobre a equipeMinha equipe não dá conta do volumeEntão o volume é ajustado antes de subir. Aumentar verba sem capacidade de atender produz cliente irritado e avaliação ruim, que custam mais caro que o pedido perdido. O atendimento é alinhado primeiro, e a verba sobe depois.
Sobre descontoVou ter que dar desconto o tempo todoNão. Oferta clara acelera, e ela não precisa ser desconto: item campeão com preço à vista, combo que aumenta o tíquete ou condição só para quem nunca pediu resolvem sem corroer a margem do cardápio inteiro.
Reconheça o momento

Quando começar muda
o prazo que você
vai viver.

Começar às vésperas de uma data forte é a receita mais comum de frustração. A fase de teste precisa acontecer antes do pico, não durante, porque na semana da data o custo do anúncio sobe para todo mundo e a campanha ainda está descobrindo quem compra.

Momento 1Abriu a casa ou mudou o modeloNinguém conhece ainda e o boca a boca não tem histórico para ajudar. É quando o anúncio faz o trabalho mais evidente, e também quando a paciência com a fase de teste precisa ser maior.
Momento 2Os dias fracos ficaram mais fracosConcorrente novo na rua, virada de estação ou queda no movimento local. O gatilho mais comum e o mais arriscado: caixa apertado costuma vir junto com pressa, e pressa desliga campanha cedo.
Momento 3Vem uma data forte pela frenteDia das Mães, Namorados, festas de fim de ano. O momento certo de começar é o mês anterior, com a campanha já estabilizada quando o pico chegar e o custo do anúncio subir para todo mundo.
Direto ao ponto

As perguntas que chegam
antes de qualquer conversa.

Estas são as quatro perguntas que mais chegam antes de a conversa começar. Ficam aqui as respostas, do mesmo jeito que a gente responderia no telefone.

?
Qual o tempo real para o tráfego pago dar resultado num restaurante?Dois tempos. O primeiro contato costuma acontecer nos primeiros dias, porque a entrega começa quando a campanha sobe. O custo por pedido estável leva semanas e depende do volume de conversões acumuladas: a Meta usa o critério de cerca de cinquenta conversões em sete dias por conjunto para tirar uma campanha da fase de aprendizado.
?
Em quantos dias eu recupero o que investi?Não existe número universal, porque depende do tíquete, da margem e de quantos pedidos a mais por noite a campanha traz. O que dá para calcular antes de começar é quantos pedidos cobrem a verba mais a gestão, e essa conta é feita com os seus números na primeira conversa.
?
Por que meu anúncio anterior não vendeu nos primeiros quinze dias?Quinze dias é dentro da fase de teste, então a leitura não era confiável de qualquer forma. As causas concretas costumam ser quatro: verba abaixo do volume necessário, contato sem resposta rápida, destino do clique lento e oferta sem motivo para agir agora.
?
Posso pausar a campanha nos dias fortes para economizar?Pode, e costuma ser má ideia. Ligar e desligar joga a campanha de volta na fase de teste toda vez, e o custo por pedido volta a oscilar. Se a intenção é gastar menos no fim de semana, o caminho é ajustar a distribuição do orçamento por horário, não desligar.
Perguntas frequentes

Tudo que perguntam
sobre prazo.

Em quanto tempo o tráfego pago traz resultados para empresas?
São dois prazos diferentes e confundir os dois é o que faz gente desistir cedo. O primeiro contato pode chegar nos primeiros dias, porque a campanha começa a entregar no mesmo dia em que sobe. O custo por pedido estável leva semanas, porque depende de a campanha acumular conversões suficientes para a plataforma parar de testar.
Em quanto tempo o tráfego pago dá resultado no delivery?
No delivery o primeiro sinal costuma ser o mais rápido de todos os formatos, porque a decisão de pedir comida acontece em minutos e a campanha entrega no horário da fome. O que continua levando semanas é a estabilização do custo por pedido, que é o número que decide se a operação ficou lucrativa ou só ficou movimentada.
É verdade que o tráfego pago traz cliente no mesmo dia?
Pode trazer, e isso não significa que a campanha está pronta. Aparecer e receber mensagem no primeiro dia é mecânica normal: a entrega começa quando a campanha é ativada. O que não existe é custo por pedido confiável no primeiro dia, porque a plataforma ainda está testando quem converte e o número oscila muito.
Quanto tempo demora a fase de aprendizado dos anúncios?
A fase de aprendizado dura enquanto a campanha não acumular conversões suficientes. A Meta documenta que um conjunto de anúncios precisa de cerca de cinquenta conversões em sete dias para sair dessa fase. Com verba pequena ou público estreito demais, esse volume não chega e a campanha fica presa no teste por tempo indeterminado.
Por que a minha campanha anterior não deu resultado nos primeiros quinze dias?
As causas mais comuns são quatro, e nenhuma delas é o prazo em si: verba abaixo do volume que a campanha precisa para aprender, contato sem resposta rápida, destino do clique lento e oferta sem apelo. Quinze dias é pouco para julgar custo, mas é suficiente para identificar qual dessas quatro está no caminho.
O tráfego pago funciona para restaurante pequeno de bairro?
Funciona, e costuma render mais que em operação grande, porque o raio é curto e a disputa dentro dele é menor. Restaurante de bairro anuncia para poucos quilômetros, nos horários de pico, para gente que já está com fome perto dali. O que limita não é o tamanho da casa: é a capacidade de atender o volume que chega.
Vale mais a pena tráfego pago para delivery ou para trazer gente ao salão?
Depende do que está ocioso hoje. Delivery responde mais rápido, porque a decisão é imediata e o pedido acontece no mesmo aparelho que viu o anúncio. Salão leva mais dias, porque a pessoa precisa reservar a noite, combinar com alguém e sair de casa, e o anúncio precisa aparecer com antecedência da data.
Quanto custa investir em tráfego pago para restaurante por mês?
A conta tem duas partes separadas. A mensalidade de gestão da Sturm Agency começa em R$ 1.500, com um canal e verba de anúncios de até R$ 3.000. A verba dos anúncios é à parte e paga direto às plataformas, e o valor certo sai do seu tíquete médio, do raio de entrega e de quantos pedidos você quer a mais por noite.
Em quanto tempo consigo pagar o investimento com as vendas dos anúncios?
A Sturm Agency não crava prazo de retorno, porque ele depende do seu tíquete, da sua margem e da concorrência do seu bairro. O que dá para calcular antes de começar é quantos pedidos a mais por dia cobrem a verba e a gestão, e essa conta é feita na primeira conversa, com os seus números.
Preciso dar desconto ou fazer promoção para o tráfego pago funcionar rápido?
Não precisa, mas oferta clara acelera. O anúncio compra a atenção; o que faz a pessoa agir é ter um motivo concreto naquele momento. Combo, item campeão e condição de primeiro pedido funcionam melhor que uma peça institucional bonita, e não exigem destruir a sua margem.
Como eu sei se o movimento veio do anúncio ou do fluxo normal da casa?
Pelo rastreamento e pela origem de cada contato. Cada botão carrega a marca de onde a pessoa veio, e o painel mostra quantos pedidos entraram por qual campanha. Sem isso, qualquer conclusão sobre o anúncio é chute, e é por isso que o rastreamento é instalado antes de gastar o primeiro real.
E se passar um mês e eu não tiver retorno, o que acontece?
A gente abre a conta e mostra onde travou, item por item: se foi verba abaixo do piso de aprendizado, tempo de resposta, destino do clique ou oferta. Não existe fidelidade nem multa, então você decide continuar ou parar com a informação na mão. Quando a leitura for preço ou capacidade de atendimento, a gente diz isso.
O que está incluído no serviço de gestão de tráfego da Sturm Agency?
Estão incluídos o planejamento das campanhas, a escrita dos anúncios, a montagem da conta, a instalação do rastreamento, a definição de horários e raio, a otimização contínua e o relatório em linguagem de dono. Nos planos com atendimento, entra a triagem do contato que chega. A verba de anúncios não está incluída.
Como funciona o início do trabalho depois que eu fecho?
O começo tem três partes: uma conversa em que você conta o cardápio, o raio de entrega e os horários; a preparação técnica, com rastreamento e conferência do destino do clique; e a subida das campanhas. Do seu lado, o trabalho é responder essa conversa e liberar os acessos das contas.
Com que frequência eu recebo relatório?
O fechamento é mensal, escrito em português, separando o que é estimativa da plataforma do que é pedido confirmado por você. Fora isso, o painel fica disponível o tempo todo com a origem de cada contato. Reunião semanal obrigatória não faz parte: se um mês exigir decisão sua, ela chega escrita com a recomendação junto.
O meu atendimento no WhatsApp precisa mudar quando os anúncios começarem?
Precisa estar preparado para responder rápido, porque é ali que a maior parte da verba vaza. Um estudo publicado na Harvard Business Review mediu tempo médio de 42 horas até a primeira resposta em empresas auditadas. Nos planos com atendimento, o primeiro contato é recebido e triado na hora, e chega até você já com as respostas básicas.
Qual a diferença entre impulsionar post no Instagram e contratar gestão de tráfego?
Impulsionar entrega o seu post para mais gente parecida com quem já te segue, sem escolher intenção, sem raio de entrega, sem horário e sem registrar conversão. A gestão escolhe as quatro coisas e corrige o rumo pelo que os números mostram. O mesmo dinheiro, gasto de um jeito que deixa aprendizado.
O que eu preciso ter pronto antes de os anúncios começarem?
Três coisas: um destino que converta, seja cardápio próprio ou página de pedido; alguém disponível para responder no horário em que o anúncio roda; e uma oferta clara para quem chegar. Faltando qualquer uma, o anúncio antecipa um problema em vez de resolver, e é mais barato arrumar antes.
Vale a pena anunciar para tirar pedido do aplicativo de delivery?
Vale quando a comissão do aplicativo pesa mais que o custo de atrair o pedido direto. Segundo o iFood Parceiros, a comissão muda conforme o modelo de entrega e existe mensalidade em parte dos planos. Cada pedido que entra pelo seu canal direto deixa essa comissão no seu caixa, e é isso que muda a conta do prazo de retorno.
Tráfego pago funciona em cidade pequena?
Funciona, com um detalhe que muda a estratégia: em cidade pequena o volume de busca é baixo, então a campanha de busca sozinha costuma não juntar conversões suficientes. As redes sociais viram a porta principal, com raio curto e criativo trocado com frequência, porque o mesmo público vê o anúncio muitas vezes.
Vocês garantem em quanto tempo eu vejo resultado?
Não. Prazo de retorno depende de verba, tíquete, margem, concorrência e capacidade de atendimento, e quem garante está prometendo o que não controla. O que a Sturm Agency assume é o que é dela: rastreamento antes de gastar, horários e raio definidos com você, otimização contínua e relatório que separa estimativa de pedido confirmado.
Continue por aqui

O prazo é uma
das perguntas.
Existem outras três.

Cada guia abaixo responde uma delas por completo, com a mesma conta aberta.

‹ Voltar para gestão de tráfego pago

O calendário antes,
não depois.

Uma conversa sobre o cardápio, o raio de entrega e os dias que estão fracos. Se o seu momento não atravessa a fase de teste, a gente diz isso também.