Custo no Google AdsOrçamento
SiteFiltroPainelTráfegoRedesCases Solicitar orçamento
Custo e pagamento no Google Ads

Quanto custa anunciar no Google Ads
não é um preço. É um leilão
que você controla.

Aparecer não custa nada. A cobrança acontece no clique, com um teto que você define e uma fatura que sai no CNPJ da sua empresa.

Gestão a partir de R$ 1.500/mês · a verba do Google é paga por você, direto à plataforma

Um dia da sua campanha, linha por linha
Apareceu na busca de alguémR$ 0,00
Apareceu na busca de alguémR$ 0,00
Alguém clicou e entrou no seu sitecobrado
Apareceu na busca de alguémR$ 0,00
Apareceu na busca de alguémR$ 0,00
Quatro aparições de graça, uma cobrança1 clique
Como o leilão decide

Não ganha quem
paga mais.

1
Concorrente que paga maislance alto
Anúncio genérico, página lenta
2
Concorrente do meiolance médio
Anúncio razoável, página comum
#3
Sua empresalance menor
Anúncio que responde a busca, página rápida
Anúncio relevante mais página boa sobe de posição pagando menos por clique.
A resposta direta

Quanto custa anunciar
no Google Ads?

Anunciar no Google Ads não tem preço de tabela nem mensalidade cobrada pela plataforma. O custo se monta clique a clique, num leilão que acontece toda vez que alguém pesquisa. Você diz quanto aceita pagar por clique e quanto pode gastar por dia, e a cobrança só existe quando alguém realmente clica no anúncio e entra no seu site.

O valor de cada clique muda por setor, por cidade e até por horário, porque depende de quantos concorrentes disputam a mesma busca naquele momento. Por isso qualquer número nacional cravado numa página é chute. O que dá para explicar com precisão, e é o que esta página faz, é a mecânica: como o leilão decide, como o pagamento funciona e onde fica o teto.

Pega rápido
  • Aparecer na busca é de graça; a cobrança acontece no clique.
  • Não existe mínimo obrigatório: você define o orçamento diário.
  • A verba vai direto ao Google, no CNPJ da sua empresa, e a gestão é uma conta separada.
O que você está comprando

Uma presença que
trabalha enquanto
você atende.

Quem procura no Google já decidiu resolver alguma coisa. Aparecer nesse instante é a única forma de atração que não depende de você estar disponível, e é isso que o dinheiro compra: uma estrutura que fica de pé sozinha, buscando cliente às onze da noite e no domingo, enquanto você faz o trabalho que sabe fazer.

O que fica prontoO destino do cliqueUma página rápida e direta ao ponto, feita para transformar visita em conversa. Ela é montada uma vez e trabalha em todas as campanhas depois.
O que roda sozinhoA campanha na buscaOs anúncios ficam de pé o tempo todo, aparecendo para quem digita o que você vende, na sua região e nos horários que interessam.
O que não se perdeO contato que chegaQuem responde é atendido na hora e chega até você já triado. Anúncio que traz gente e deixa ela esperando é o mesmo que não ter anunciado.
Antes de começar

O medo não é o preço.
É o cheque em branco.

Quase ninguém trava por causa do valor do clique. Trava pelo medo de acordar com uma fatura que ninguém explicou, feita por uma configuração que ele não entende, num painel que fala outra língua. O medo é legítimo e tem endereço: quase toda página sobre o assunto explica leilão e esquece de explicar a cobrança.

1
A cobrança que aparece sem avisoNo modo automático o anúncio roda primeiro e a cobrança vem depois. Quem não sabe disso descobre pela fatura do cartão, e a sensação é de ter perdido o controle do próprio dinheiro.
2
A verba que some com curiosoPalavra ampla demais atrai quem procura coisa grátis, quem quer emprego e quem está em outra cidade. Cada um desses cliques é cobrado igual ao de quem ia comprar.
3
O boleto único da agênciaGestão e verba de mídia misturadas num número só, sem a nota do Google no meio. Sem separação não existe conferência, e sem conferência você acredita ou não acredita, mas não sabe.
Como o leilão funciona

Por que o concorrente
que paga mais nem
sempre aparece na frente.

O leilão do Google Ads não é ganho pelo maior lance. A cada busca, o Google combina o valor que o anunciante aceita pagar com a qualidade do anúncio e da página para onde ele leva. Anúncio que responde exatamente ao que a pessoa digitou, apontando para uma página rápida e coerente, pode aparecer acima de quem oferece mais dinheiro, e ainda pagar menos pelo clique.

A consequência prática é a que interessa ao dono: existem dois jeitos de melhorar posição. Um custa dinheiro e é aumentar o lance. O outro custa trabalho e é melhorar o anúncio e o destino. O segundo é o único que derruba o custo por clique em vez de subir.

O que exatamente conta como qualidade nesse leilão

Três coisas, e todas são verificáveis do lado de fora. A primeira é a relação entre a palavra pesquisada e o texto do anúncio: quem procura conserto de máquina de lavar precisa ver conserto de máquina de lavar, não uma frase institucional sobre assistência técnica em geral. A segunda é o comportamento de quem já viu esse anúncio antes, que o Google usa como sinal de que ele está respondendo à busca.

A terceira é a página de destino: velocidade, coerência com o anúncio e facilidade de encontrar o que foi prometido. É por isso que criar site e gerir anúncio na mesma casa muda a conta. Quando são duas empresas diferentes, a de anúncio não mexe na página e a de site não vê a campanha, e o custo do clique fica parado no meio das duas.

As formas de pagamento

Como se paga o Google
Ads no Brasil, hoje.

A forma de pagamento disponível depende da configuração da conta, do país e da moeda. E uma coisa mudou e quase nenhuma página sobre o assunto atualizou: segundo a central de ajuda do Google Ads, a opção de boleto está temporariamente indisponível para novas contas do Google Ads no Brasil.

O que está disponível em cada configuração de conta no Brasil
FormaComo funcionaQuando serve para o seu caso
Cartão, pagamento automáticoO anúncio roda primeiro e a cobrança vem depois da veiculaçãoQuando existe limite folgado no cartão e você quer comodidade
Cartão, pagamento manualVocê credita o valor antes e o anúncio consome esse saldoQuando o controle do desembolso importa mais que a comodidade
PixDisponível em contas com pagamento manual, faturamento no Brasil e moeda em realQuando você quer repor saldo na hora, fora do horário bancário
BoletoTemporariamente indisponível para novas contas no BrasilSó continua valendo para contas com faturamento mensal
Mercado PagoAparece como forma de pagamento em contas brasileirasQuando a empresa já opera por ali e quer concentrar

A disponibilidade é definida pelo Google e muda sem aviso. Confira na sua conta antes de planejar o mês, porque a opção que existia no ano passado pode não existir hoje.

As duas configurações

Pagar antes ou
pagar depois.

A configuração de pagamento é a decisão que mais muda a sua sensação de controle, e ela é escolhida no começo. No automático o anúncio roda e a cobrança vem depois; no manual o dinheiro entra antes e o anúncio gasta o que está lá. As duas funcionam; o que muda é onde fica o risco de susto.

Pagamento automáticopós-pago, no cartão
1
Os anúncios rodamA campanha entrega normalmente durante o período, sem você precisar fazer nada.
2
O Google soma o que foi clicadoO valor se acumula conforme as pessoas clicam, dentro do orçamento que você definiu.
3
A cobrança chega no cartãoA cobrança acontece depois da veiculação, o que exige limite disponível.

Mais cômodo, e é aqui que mora o medo da fatura surpresa.

Pagamento manualpré-pago, com Pix ou cartão
1
Você coloca o saldoCredita o valor que decidiu investir no mês, e o dinheiro fica na conta de anúncios.
2
Os anúncios consomem o saldoCada clique desconta do que está lá, e você acompanha o saldo cair.
3
Acabou o saldo, paraA veiculação simplesmente para até você repor. Nenhuma cobrança acontece sem saldo.

Menos cômodo, e impossível gastar mais do que você colocou.

Uma restrição documentada pela central de ajuda do Google Ads vale a pena saber antes: cartão pré-pago não é aceito na configuração de pagamentos automáticos.

O teto de gasto

Por que um dia
gasta mais que o outro,
e o mês fecha certo.

O orçamento diário do Google Ads é uma média, não um limite rígido de cada dia. Segundo a central de ajuda do Google Ads, o valor é usado como orçamento diário médio: a plataforma entrega mais em dias de mais procura e menos em dias fracos, equilibrando o período. Ver um dia acima do valor definido assusta quem não sabe disso, e é normal.

Quem quer teto absoluto tem o caminho do pagamento manual, onde o gasto simplesmente não pode passar do saldo creditado. É a diferença entre controlar a média e controlar o máximo.

Uma semana com orçamento diário definido
seg
ter
qua
qui
sex
sáb
dom
a média que você definiu

As barras sobem e descem com a procura de cada dia. O que fica estável é a média do período, e é ela que você controla ao definir o orçamento diário.

Quem paga quem

A verba é sua,
a conta é sua,
a nota é sua.

A Sturm Agency nunca recebe a verba de mídia. A conta de anúncios fica no CNPJ do seu negócio, o pagamento sai do cartão ou do Pix da sua empresa, e a nota fiscal do Google é emitida nesse mesmo CNPJ. A agência entra como gestora autorizada, com acesso para trabalhar e sem acesso ao seu dinheiro.

Isso não é generosidade, é estrutura. Com a fatura no seu nome você confere o gasto sem depender de ninguém, o histórico da conta continua com você se o contrato acabar, e o seu contador tem o documento certo para lançar.

Conta 1 · para o GoogleA verba de anúnciosDefinida com você a partir do objetivo e da região. Paga direto na plataforma, no cartão ou no Pix da sua empresa, com nota emitida pelo Google no seu CNPJ.
Conta 2 · para a Sturm AgencyA mensalidade de gestãoÉ o serviço: montagem da conta, escrita dos anúncios, rastreamento, otimização, o destino do clique e o relatório. Começa em R$ 1.500 por mês, sem fidelidade.
O que faz o clique subir

Três coisas encarecem
o clique. Duas são
suas.

A concorrência do seu setor você não controla. As outras duas causas do clique caro estão inteiramente do seu lado, e é nelas que a gestão trabalha para derrubar o custo sem precisar aumentar a verba.

1
Palavra ampla demaisAnunciar em termos genéricos coloca você na disputa com o país inteiro e atrai quem procura outra coisa. Palavra específica e lista de termos negativados fazem a verba parar de pagar por curioso.
2
Anúncio que não responde a buscaSe a pessoa digitou o serviço e o anúncio fala de institucional, o Google lê isso como pouca relevância. Menos relevância significa pior posição pelo mesmo dinheiro.
3
Página de destino lentaSegundo o Think with Google, mais da metade das visitas de celular são abandonadas quando a página passa de três segundos. Você paga pelo clique e perde a pessoa antes de qualquer texto convencer.
Por que anunciar antes de arrumar a página costuma sair mais caro

Porque a página entra na conta duas vezes. Na primeira, ela decide quantos dos visitantes que você já pagou viram conversa: página lenta ou confusa perde gente antes da primeira linha, e essa perda acontece com dinheiro já gasto. Na segunda, ela entra no próprio leilão, porque a qualidade do destino é um dos sinais que o Google usa para decidir posição e preço do clique.

Então o efeito é duplo e no mesmo sentido: destino ruim converte menos e ainda faz cada clique custar mais. Por isso, quando a página está claramente fraca, a recomendação honesta costuma ser arrumar o destino antes de subir verba. É a única situação em que gastar menos em mídia melhora o resultado.

O que mudou em 2026

O imposto novo é
da Meta, não
do Google.

Desde 1º de janeiro de 2026 a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os impostos indiretos que antes absorvia, PIS, Cofins e ISS, o que acrescenta cerca de 12,15% ao valor cobrado, segundo o comunicado da própria Meta. O Google seguiu caminho diferente e optou por absorver esse impacto por enquanto.

Muita página sobre custo de anúncio copiou o número da Meta e colou no Google. Não é o caso hoje, e isso muda a ordem da conta em 2026 quando a verba é curta.

Google Adssem acréscimoO Google optou por absorver o repasse tributário por enquanto. O que você define de verba é o que vira mídia na fatura.
Meta Ads+12,15%PIS e Cofins de 9,25% mais ISS de 2,9% repassados ao anunciante. O gerenciador continua mostrando só a verba líquida; o imposto aparece na fatura.

É um cenário que pode mudar, e a própria decisão do Google foi anunciada como temporária. Empresa no Simples Nacional normalmente não aproveita esse imposto como crédito, e quem confirma o seu caso é o seu contador.

Como muda por tipo de negócio

O mesmo clique vale
coisas diferentes.

O custo de um clique só faz sentido comparado ao que uma venda deixa. Um clique caro numa operação de tíquete alto é barato; um clique barato numa venda de margem curta pode ser prejuízo. É por isso que a conta começa pelo seu preço, não pelo preço do Google.

Serviço de urgênciaDesentupidora, ar condicionado, chaveiro, reformaA busca acontece no momento do problema, e o clique costuma custar mais justamente por isso. Em compensação a conversa começa quase pronta: quem procura com cano estourado não está pesquisando por lazer.
Clínica e consultórioOdontologia, estética, especialidadesA busca é por tratamento específico e o valor de uma venda é alto, o que abre espaço para um clique mais caro. O destino precisa passar segurança, porque a decisão envolve confiança e não só preço.
Advocacia e serviço B2BConsultoria, contabilidade, fornecedor de empresaCiclo mais longo e decisão que passa por mais de uma pessoa. O clique vale pela proposta que ele inicia, e a leitura do resultado demora mais para ficar confiável.
Reconheça o momento

Os três momentos
em que alguém procura
quanto custa o Google.

A pergunta sobre o custo do Google Ads costuma chegar junto de um acontecimento concreto no negócio. Reconhecer o momento ajuda a decidir se agora é hora ou se o dinheiro rende mais em outro lugar primeiro.

Momento 1Abriu a empresa ou lançou um serviçoNinguém conhece ainda e o boca a boca não tem como ajudar, porque não existe histórico. É o caso em que a busca faz o trabalho mais evidente: aparecer para quem já procura aquilo.
Momento 2As vendas caíram de repenteO mais comum e o mais arriscado. Com o caixa apertado a verba é pequena e a paciência é curta, e essa é exatamente a combinação que produz a conclusão errada sobre o canal.
Momento 3Decidiu parar de fazer testeDepois de um tempo impulsionando publicação sem medir, o dono decide profissionalizar. É o melhor momento, porque já existe repertório do que não funcionou e menos ilusão sobre o que é rápido.
Dois jeitos de fazer a mesma coisa

Campanha automática
contra campanha
montada.

O painel simplificado do Google promete subir um anúncio em minutos, e ele cumpre isso. O que ele não faz é impedir que a sua verba pague por busca errada, e é aí que a diferença aparece na fatura do fim do mês.

A prática velha
  • Anúncio no painel automático, sem palavra negativada
  • Verba e gestão misturadas num boleto único da agência
  • Clique caindo em perfil de rede social ou página lenta
  • Relatório de cliques e impressões, sem venda no meio
vs
Como a Sturm Agency trabalha
  • Lista de termos negativados desde o primeiro dia
  • Verba paga por você ao Google, gestão cobrada à parte
  • Destino do clique construído junto da campanha
  • Relatório que separa estimativa de venda confirmada
Como funciona

Três passos, e o
trabalho é nosso.

Do seu lado o serviço tem uma conversa e a liberação dos acessos. O resto acontece aqui.

Passo 1Conte o que vende e para ondeVocê diz o serviço, a região que atende, o preço médio e o que considera um bom mês. É daí que sai a verba recomendada e a lista de palavras.
Passo 2A gente monta e conecta o pagamentoCriamos a conta no CNPJ da sua empresa, configuramos a forma de pagamento com você, montamos as campanhas e conferimos o destino antes de gastar.
Passo 3Os contatos chegam triadosQuem clica e responde é atendido na hora e chega até você com a ficha pronta, e o mês fecha num resumo que você entende sem tradutor.
Planos e preços

A gestão tem preço.
A verba é sua.

O degrau muda com o tamanho da verba que vai rodar. Sem fidelidade e sem taxa de saída, e o que você paga ao Google nunca passa pela conta da agência.

Essencial
Para começar só no Google, onde a demanda já existe.
R$ 1.500/mês · 1 canal · verba até R$ 3.000
  • Conta montada no CNPJ da sua empresa
  • Campanhas escritas e estruturadas do zero
  • Termos negativados desde o primeiro dia
  • Rastreamento instalado antes de gastar
  • Relatório mensal em linguagem de dono
Profissional
Recomendado. Google e redes rodando juntos, com o contato atendido na hora.
R$ 2.500/mês · 2 canais · verba até R$ 10.000
  • Tudo do Essencial, em dois canais
  • Cada contato atendido e triado na hora
  • Painel com a origem de cada contato
  • Separação entre estimativa e venda confirmada
  • Ajuste do destino do clique junto da campanha
Avançado
Para verba grande, em três canais ou mais.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior · verba acima de R$ 10.000
  • Tudo do Profissional, em três canais ou mais
  • Estrutura de conta separada por linha de negócio
  • Leitura de resultado por campanha e por origem
  • Acompanhamento próximo da operação
  • Integração com o site e com o painel

A verba de anúncios não está incluída em nenhum dos planos e é paga por você direto ao Google. O limite de verba de cada degrau está escrito antes de você assinar.

O que dá para prometer

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

Ninguém controla quanto custa o clique no seu setor nem quantas pessoas vão comprar. O que dá para assumir é o que está dentro do nosso alcance, e a segunda coluna é o que dá crédito à primeira.

O que a Sturm Agency assume
  • Conta de anúncios criada e mantida no CNPJ da sua empresa
  • A verba paga por você ao Google, nunca pela agência
  • Termos negativados desde o primeiro dia de campanha
  • Rastreamento instalado e conferido antes de gastar
  • Relatório que separa estimativa de venda confirmada
  • Cobrança mensal, sem fidelidade e sem multa de saída
O que ninguém garante, aqui inclusive
  • Quanto vai custar o clique no seu setor
  • Qual posição o seu anúncio vai ocupar
  • Quantos contatos vão chegar no mês
  • Em quanto tempo o investimento se paga
  • Que o Google vai continuar absorvendo o repasse tributário
  • Que a forma de pagamento de hoje continue disponível amanhã
Antes de decidir

O que costuma travar
a decisão.

Quatro frases aparecem em quase toda conversa sobre anunciar no Google. Nenhuma delas é bobagem, e responder por cima é o que faz o dono desconfiar com razão.

Sobre o cartãoNão tenho limite no cartão para issoEntão o caminho é a configuração manual. Você credita o valor que couber no mês, por Pix ou cartão, e o anúncio consome só esse saldo. Sem limite disponível, sem cobrança surpresa e sem depender de aprovação de fatura.
Sobre o clique que não vira vendaE se as pessoas clicarem e não compraremParte disso é normal e entra na conta: nem todo visitante compra em nenhum canal. O que não é normal é pagar por quem nunca ia comprar, e é para isso que existem os termos negativados e o ajuste do destino do clique.
Sobre pagar a agênciaVale a pena pagar agência além do GoogleDepende de quanto vale a sua hora e de quanta verba está em jogo. Com verba pequena e agenda livre, fazer sozinho pode ser o começo certo, e a gente diz isso quando for o caso em vez de empurrar contrato.
Sobre o seu tempoNão quero virar especialista em internetNão precisa. O acompanhamento do seu lado é ler um resumo por mês e atender quem chega. Se um mês exigir uma decisão sua, ela chega escrita em português, com a recomendação junto.
Direto ao ponto

As perguntas que chegam
antes de qualquer conversa.

Estas são as quatro perguntas que mais chegam antes de a conversa começar. Ficam aqui as respostas mais frequentes sobre custo e pagamento no Google Ads, respondidas do mesmo jeito que a gente responderia no telefone.

?
Quanto custa para uma pequena empresa anunciar no Google Ads?Não existe preço fixo. O custo é montado por clique, num leilão, e depende do seu setor, da sua cidade e da qualidade do anúncio e da página. O que dá para calcular antes é o teto: a margem de uma venda dividida pelo número de contatos que você precisa para fechar uma. Esse teto é o que diz se a conta fecha.
?
Como o Google cobra o anúncio?No modelo mais usado por pequeno negócio, só quando alguém clica. Aparecer na busca não custa nada. A cobrança acontece de dois jeitos conforme a configuração: automática, depois da veiculação, ou manual, descontando de um saldo que você creditou antes.
?
Dá para pagar o Google Ads com Pix ou boleto?Pix sim, em contas com pagamento manual, faturamento no Brasil e moeda em real. Boleto está temporariamente indisponível para novas contas no Brasil, segundo a central de ajuda do Google Ads, e continua valendo apenas para contas com faturamento mensal.
?
Quanto uma agência cobra para cuidar do Google Ads?Varia por modelo: mensalidade fixa, percentual da verba ou uma combinação dos dois. Na Sturm Agency começa em R$ 1.500 por mês, com a verba de anúncios sempre à parte e paga por você direto ao Google. Se uma proposta não separa as duas contas com clareza, peça que separe antes de assinar.
Perguntas frequentes

Tudo que perguntam
sobre custo e cobrança.

Quanto custa anunciar no Google Ads?
Não existe preço de tabela nem mensalidade cobrada pelo Google. O custo é montado clique a clique num leilão: você define quanto está disposto a pagar por clique e um teto diário, e só é cobrado quando alguém realmente clica no seu anúncio. O valor de cada clique muda por setor, por cidade e por horário, então quem promete um número nacional está chutando.
É verdade que eu só pago quando a pessoa clica no meu anúncio?
É verdade nas campanhas de rede de pesquisa, que são as mais usadas por pequeno negócio. Aparecer na página de resultados não custa nada: a cobrança acontece no clique. Existem outros modelos de cobrança em outros tipos de campanha, mas o padrão de quem anuncia para ser encontrado na busca é o pagamento por clique.
Como funciona o leilão do Google Ads?
O leilão do Google Ads não é ganho por quem paga mais. Cada vez que alguém pesquisa, o Google combina o valor que você aceita pagar com a qualidade do seu anúncio e da página de destino. Anúncio relevante apontando para uma página boa pode aparecer acima de um concorrente que oferece mais dinheiro, e ainda pagar menos por clique.
Qual é o valor mínimo por dia que o Google aceita para começar?
O Google Ads não exige valor mínimo. Você define o orçamento diário médio que quiser, e a central de ajuda do Google trata esse valor como uma média, não um limite rígido do dia. O que existe é um piso prático: abaixo de certo volume a campanha não junta dados suficientes para melhorar, e o custo por contato fica instável.
Como funciona o pagamento do Google Ads no Brasil?
Existem duas configurações: pagamento automático, em que o Google cobra depois que os anúncios já rodaram, e pagamento manual, em que você credita saldo antes e os anúncios consomem esse crédito. A forma de pagamento disponível depende dessa configuração, do país e da moeda da conta.
Posso pagar o Google Ads com Pix?
Pode, com uma condição. A central de ajuda do Google Ads informa que o Pix está disponível para contas que usam a configuração de pagamentos manuais, com endereço de faturamento no Brasil e moeda em real. Você informa o valor, lê o QR code no aplicativo do banco e o saldo entra na conta de anúncios.
Ainda dá para pagar o Google Ads com boleto?
Para conta nova, não. A central de ajuda do Google Ads informa que a opção de boleto está temporariamente indisponível para novas contas do Google Ads no Brasil, e que quem usa cartão, Pix ou Mercado Pago também não consegue pagar por boleto. A restrição não se aplica a contas com faturamento mensal.
Qual a diferença entre pagamento automático e pagamento manual?
No automático o anúncio roda primeiro e a cobrança vem depois, no cartão de crédito ou débito. No manual você coloca o dinheiro antes e o anúncio gasta esse saldo até acabar. O automático é mais cômodo e exige limite disponível no cartão; o manual dá mais controle sobre o desembolso e é o modo que aceita Pix.
Existe risco de o Google cobrar um valor absurdo no meu cartão?
O que protege é o orçamento diário. Você define quanto a campanha pode gastar por dia e o Google usa esse valor como média do período, equilibrando dias de mais e de menos procura. No modo manual o risco some por construção: o anúncio só gasta o saldo que já está na conta, e para quando ele acaba.
Posso usar cartão pré-pago para anunciar?
Para pagamentos automáticos, não. A central de ajuda do Google Ads registra que cartões pré-pagos não são aceitos nessa configuração. Se a sua empresa trabalha com cartão pré-pago, o caminho é a configuração manual, creditando saldo antes de os anúncios rodarem.
Quem paga o Google: eu ou a agência?
Você paga, direto na plataforma, com o cartão, o Pix ou o meio disponível na sua conta. A Sturm Agency entra como gestora autorizada e nunca recebe a verba de mídia. A conta de anúncios fica no CNPJ do seu negócio, e é isso que mantém a fatura, o histórico e a nota fiscal do seu lado.
Como eu recebo a nota fiscal do investimento em anúncios?
A nota sai no CNPJ que estiver no perfil de pagamento da conta de anúncios, que é o da sua empresa. Por isso vale manter os dados do perfil de pagamento corretos desde o começo: endereço e CNPJ errados atrapalham a emissão e a conferência do seu contador no fim do mês.
Quanto custa a gestão da Sturm Agency, além do que vai para o Google?
A mensalidade de gestão começa em R$ 1.500 no plano Essencial, com um canal e verba de anúncios de até R$ 3.000. O Profissional custa R$ 2.500, com dois canais e verba de até R$ 10.000. O Avançado custa R$ 4.000 ou 20% da verba, o que for maior. A verba de anúncios é sempre à parte e nunca passa pela conta da agência.
Vale a pena pagar uma agência em vez de anunciar sozinho?
Depende de quanto vale a sua hora e de quanta verba está em jogo. Fazendo sozinho você economiza a mensalidade e paga com tempo e com os meses gastos aprendendo o que já é conhecido. Com verba pequena e agenda livre, fazer sozinho pode ser o começo certo, e a gente diz isso quando for o caso.
Se eu parar de pagar, meus anúncios saem do ar na hora?
Saem quando o saldo ou o orçamento acaba, e voltam quando você repõe. No modo manual a parada é imediata assim que o crédito zera. No automático, pausar ou remover as campanhas interrompe a veiculação e, a partir daí, não há novos custos, embora o que já foi veiculado ainda seja cobrado.
Preciso ter um site pronto antes de anunciar no Google?
Precisa de um destino que converta, e ele pesa no preço do clique. Como o Google avalia a qualidade do anúncio e da página de destino no leilão, mandar tráfego pago para uma página lenta ou genérica costuma sair mais caro por duas vias: você perde visitante e ainda disputa o leilão em pior posição.
O que faz o clique ficar mais caro?
Três coisas, principalmente: concorrência alta na sua palavra e na sua região, anúncio pouco relevante para o que a pessoa pesquisou e página de destino ruim. As duas últimas estão sob o seu controle, e são exatamente as que a gestão trabalha para derrubar o custo sem precisar aumentar a verba.
Os impostos que a Meta passou a cobrar em 2026 valem para o Google também?
Não. A Meta passou a repassar PIS, Cofins e ISS aos anunciantes brasileiros a partir de 1º de janeiro de 2026, o que acrescenta cerca de 12,15% ao valor cobrado. O Google optou por absorver esse impacto por enquanto, então a fatura do Google Ads não carrega esse acréscimo hoje. É um cenário que pode mudar.
Qual a diferença entre aparecer no topo pago e aparecer na busca orgânica?
O topo pago é comprado e aparece no dia em que a campanha sobe; some no dia em que ela para. A posição orgânica é conquistada por relevância e conteúdo, demora meses e continua rendendo depois. Um resolve o caixa deste trimestre, o outro reduz o custo do próximo ano, e negócio nenhum deveria depender só de um.
Quanto tempo demora para os primeiros contatos chegarem?
Em campanha de busca é comum aparecerem contatos nos primeiros dias, porque a demanda já existe: você está aparecendo para quem já procurava. O que demora é o custo por contato estabilizar, e a Sturm Agency não crava prazo de retorno, porque ele depende de verba, preço e concorrência do seu mercado.
Como eu acompanho se está funcionando sem precisar entender relatório técnico?
Por um painel com a origem de cada contato e um resumo mensal escrito em linguagem de dono, separando o que é estimativa da plataforma do que é venda confirmada por você. Você vê quantas pessoas chamaram, quanto custou cada uma e de qual anúncio vieram, sem precisar abrir o Google Ads.
Continue por aqui

O custo é uma
das perguntas.
Existem outras três.

Cada guia abaixo responde uma delas por completo, com a mesma conta aberta.

‹ Voltar para gestão de tráfego pago

A conta aberta,
antes de você decidir.

Uma conversa sobre o que você vende, para qual região e quanto cabe no mês. Se o Google não for o melhor primeiro canal para o seu caso, a gente diz isso também.