A plataforma aceita alguns reais por dia. O número que faz o telefone tocar é outro, e ele sai do seu tíquete e da sua meta, não de um artigo genérico.
Gestão a partir de R$ 1.500/mês · verba de anúncios à parte, paga direto às plataformas
São dois números, e confundir os dois é o erro que custa mais caro. O primeiro é o mínimo técnico: o menor valor que a plataforma deixa você ativar. Nas redes da Meta existe um mínimo diário por conjunto de anúncios, que muda conforme o objetivo da campanha e é validado na hora de ligar. No Google Ads não existe mínimo obrigatório nenhum: você define o orçamento diário médio que quiser, como está escrito na central de ajuda do Google Ads.
O segundo número é o mínimo que funciona, e ele não é publicado por plataforma nenhuma porque não existe um só. Ele sai do preço do que você vende, de quantos contatos você precisa para fechar uma venda e de quanto custa um clique no seu setor e na sua cidade. É uma conta do seu negócio, não uma tabela de internet.
Quem digita essa pergunta costuma estar decidindo se tira dinheiro do caixa de um negócio que ainda não sobra. A pergunta é sobre reais, mas o que está em jogo é outra coisa, e a maior parte das páginas sobre o assunto finge que não sabe disso.
A Sturm Agency não promete esse desfecho e nenhuma agência honesta promete. O que esta página faz é abrir a conta para que a decisão de investir seja tomada com número, e não com esperança.
Impulsionar publicação é o caminho mais comum e o mais caro. O botão entrega o seu post para mais gente parecida com quem já te segue, sem escolher intenção de compra, sem raio de entrega, sem registrar conversão e sem deixar rastro de qual anúncio trouxe qual pessoa. O dinheiro sai igual; o que volta é outra coisa.
A diferença entre esses três valores não é proporcional, e é aí que quase todo mundo se engana. Triplicar a verba não triplica o resultado: ela muda de patamar, porque em algum ponto a campanha para de tatear e começa a acertar. O que muda é a velocidade com que a plataforma descobre quem compra de você.
| Verba por dia | Alcance | Velocidade de aprendizado | O que dá para concluir no fim do mês |
|---|---|---|---|
| R$ 10 | Poucas exibições por dia, concentradas em um público estreito | Quase parada: a campanha junta conversão devagar demais para sair do teste | Quase nada. Os números oscilam tanto que qualquer leitura é chute |
| R$ 30 | Volume suficiente para aparecer todo dia na sua região | Lenta, mas real: dá para ver tendência depois de algumas semanas | Dá para saber se existe demanda e mais ou menos quanto custa um contato |
| R$ 50 | Presença constante, com espaço para testar mais de um anúncio | Rápida o bastante para a plataforma sair da fase de teste e estabilizar | Dá para decidir com segurança: manter, aumentar ou parar, com número |
Os três valores acima são cenários de leitura, não uma recomendação de verba. A faixa certa para o seu caso depende do custo do clique no seu setor e na sua cidade, e é calculada na primeira conversa.
Porque a plataforma decide para quem entregar comparando o seu anúncio com os concorrentes, e ela precisa de exemplos de gente que converteu para saber quem procurar. Com verba muito baixa, ela junta poucos exemplos por semana, e o pouco que aprende fica desatualizado antes de virar padrão. O resultado é que ela continua entregando para público amplo, que custa mais e converte menos.
Quando a verba passa do ponto em que as conversões chegam com regularidade, a entrega fica mais precisa e o custo por contato costuma cair, mesmo com o gasto total maior. É contraintuitivo e é o motivo pelo qual verba pequena demais é a forma mais cara de anunciar: você paga o preço do público amplo o mês inteiro, sem nunca chegar no público certo.
A fase de aprendizado é o período em que a plataforma testa entregas diferentes para descobrir quem converte, e enquanto ela dura o custo por resultado fica instável. A Meta documenta que um conjunto de anúncios precisa de cerca de cinquenta conversões em sete dias para sair dessa fase. Abaixo disso, a campanha fica presa no teste por tempo indeterminado.
É por isso que a resposta honesta para "quanto é o mínimo" não é um valor: é uma conta. O piso é o número que faz essas conversões chegarem com regularidade no seu setor.
A campanha não completa o ciclo. Ela recomeça o teste toda semana e nunca chega no público certo, então o custo por contato continua alto e imprevisível.
A campanha fecha o ciclo, sai da fase de teste e a entrega estabiliza. A partir daí os números do relatório passam a significar alguma coisa.
A escala acima ilustra o critério de cinquenta conversões documentado pela Meta, não um resultado de cliente da Sturm Agency.
São duas contas separadas, e as duas ficam à mostra. A maior parte da frustração no primeiro orçamento vem de as duas chegarem misturadas, num número só, sem ninguém explicar qual parte compra entrega e qual parte compra trabalho. Aqui elas vêm separadas desde a proposta.
É o serviço, e é o único valor que você paga à agência. Cobre o planejamento, a escrita dos anúncios, a montagem da conta, o rastreamento, a otimização contínua e o relatório do mês.
É o que compra a entrega, e ela nunca passa pela conta da agência. Vai direto às plataformas, e o valor é definido com você a partir do objetivo, do tíquete e da região que precisa ser coberta.
Por três motivos práticos. O primeiro é conferência: com a fatura no seu nome, você abre a plataforma e confere o gasto sem depender de ninguém, e nenhuma diferença entre o que foi dito e o que foi gasto passa sem aparecer. O segundo é propriedade: a conta de anúncio, o histórico e o aprendizado acumulado ficam no CNPJ do seu negócio, e continuam lá se o contrato acabar.
O terceiro é tributário. A nota fiscal da plataforma sai no CNPJ de quem paga, e dependendo do regime da sua empresa parte do imposto pode virar crédito. Se a verba passa pela agência, a nota sai no nome dela, e essa possibilidade some do seu lado. Quem confirma o seu caso é o seu contador, não a agência.
Desde 1º de janeiro de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os impostos indiretos que antes absorvia, PIS, Cofins e ISS, o que acrescenta cerca de 12,15% ao valor cobrado, segundo o comunicado da própria Meta aos anunciantes. O Google seguiu caminho diferente e optou por absorver o impacto por enquanto.
O detalhe que pega quase todo mundo: o Gerenciador de Anúncios continua mostrando só a verba de mídia. O imposto aparece na fatura e no cartão. Quem planeja pelo painel planeja errado por mais de um décimo.
O valor acima é um exemplo com verba redonda de mil reais, para você multiplicar pela sua. Empresa no Simples Nacional normalmente não aproveita esse imposto como crédito, e quem confirma o seu caso é o seu contador.
Muda o cálculo de duas formas. A primeira é direta: se você reservou mil reais de verba no mês, a saída real de caixa passa de mil e cem, e o piso de aprendizado precisa ser calculado sobre o valor líquido que vira mídia, não sobre o valor que sai da conta. Planejar pelo bruto entrega menos anúncio do que você imaginou, e a campanha pode ficar logo abaixo do piso sem ninguém perceber.
A segunda é de escolha de canal. Com o Google absorvendo o repasse por enquanto e a Meta repassando, o mesmo real rende diferente em cada plataforma em 2026. Isso não faz da busca a resposta certa para todo mundo, porque a busca só funciona onde já existe gente procurando. Mas muda a ordem da conta quando a verba é curta, e é o tipo de detalhe que quase nenhuma página sobre valor mínimo atualizou.
A verba certa é a que cabe entre dois limites: o piso técnico, que faz a campanha aprender, e o teto comercial, que é o máximo que você pode pagar por cliente sem perder dinheiro. O teto sai de uma conta de três linhas, e você consegue fazer ela hoje, com os números que já tem na cabeça.
Os valores acima são um exemplo de conta com números redondos, para você refazer com os seus. Se o seu teto por contato ficar abaixo do custo de um clique no seu setor, o problema não é a verba: é preço, oferta ou tíquete.
Com o teto na mão, o resto é multiplicação. Decida quantas vendas novas você quer no mês e multiplique pelo número de contatos que cada venda exige. Isso dá o total de contatos necessários. Multiplique esse total pelo que você aceita pagar por contato e chegou na verba mensal de mídia. No exemplo dos números redondos: dez vendas a cinco contatos cada dão cinquenta contatos, e cinquenta contatos a cem reais dariam cinco mil reais de verba.
Aí entra a checagem final, que é onde a conta costuma quebrar: essa verba precisa gerar conversões suficientes por semana para a campanha sair da fase de aprendizado. Quando as duas contas não se encontram, a saída não é forçar a verba: é reduzir o campo de batalha, com raio menor e palavras mais específicas, para o custo por contato caber no teto.
Verba pequena dividida em dois canais rende menos que a mesma verba concentrada em um. O motivo é o piso de aprendizado: dividido, nenhum dos dois alcança o volume mínimo, e você paga o preço do teste duas vezes sem terminar nenhum. A escolha do canal depende de uma coisa só: se já existe gente procurando pelo que você vende.
| O que muda | Busca no Google | Redes da Meta |
|---|---|---|
| Estado de quem vê | Já está procurando resolver agora | Ainda não estava procurando nada |
| O que limita | Quantas pessoas procuram aquilo na sua região | O quanto o material prende nos primeiros segundos |
| Material necessário | Texto bem escrito costuma bastar | Imagem e vídeo pesam muito no custo |
| Imposto repassado em 2026 | Absorvido pela plataforma por enquanto | Repassado ao anunciante, cerca de 12,15% |
| Quando é o primeiro canal | Serviço com urgência e demanda que já existe | Oferta e negócio que precisa ser descoberto |
Existe um piso abaixo do qual anunciar é gastar sem aprender, e existem situações em que a verba rende mais em outro lugar antes. A Sturm Agency prefere dizer isso na primeira conversa a fechar um contrato que vai terminar mal em três meses.
O piso de verba muda com o formato do negócio, e não com o tamanho da empresa. O que define é quantos contatos você precisa por venda e quanto vale cada venda, e esses dois números são muito diferentes entre um consultório, uma loja de rua e um prestador de tíquete alto.
A pergunta sobre valor mínimo quase sempre chega junto de um acontecimento no negócio, e o momento muda a resposta certa. Reconhecer em qual deles você está ajuda a decidir se agora é hora ou se o dinheiro rende mais em outro lugar primeiro.
A prática velha trata verba pequena como verba grande em miniatura: mesmo alcance, mesmo público amplo, só que com menos dinheiro. A prática que funciona faz o contrário: reduz o campo de batalha até o dinheiro virar suficiente dentro dele.
Do seu lado o serviço tem uma conversa e uma liberação de acesso. O cálculo do piso, a montagem e o acompanhamento acontecem aqui.
O degrau muda com o tamanho da verba que vai rodar. Sem fidelidade e sem taxa de saída, e a verba de anúncios é sempre à parte, paga direto às plataformas.
A verba de anúncios não está incluída em nenhum dos planos e nunca passa pela conta da agência. O limite de verba de cada degrau está escrito antes de você assinar: quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.
Nenhuma agência controla quanto você vai vender, e a Sturm Agency não vende garantia de resultado. O que dá para assumir é o que está dentro do nosso alcance, e a segunda coluna abaixo é o que dá crédito à primeira.
Três frases aparecem em quase toda conversa sobre valor mínimo. Nenhuma delas é bobagem, e responder por cima é o que faz o dono desconfiar com razão.
Estas são as quatro perguntas que mais chegam antes de a conversa começar. Ficam aqui as respostas mais frequentes sobre valor mínimo, respondidas do mesmo jeito que a gente responderia no telefone.
Cada guia abaixo responde uma delas por completo, com a mesma conta aberta.
Uma conversa sobre o que você vende, para qual região e quantas vendas novas quer no mês. Se o piso não couber no seu momento, a gente diz isso também.