Existem três modelos de cobrança no mercado e cada um se comporta de um jeito quando o seu negócio cresce. Aqui estão os três, com a conta de cada um.
Gestão a partir de R$ 1.500/mês · verba de anúncios à parte, paga direto às plataformas
O preço depende do modelo de cobrança, e existem três. Mensalidade fixa, percentual sobre a verba de anúncios e o híbrido, que soma um fixo menor a um percentual. Antes de comparar valores, é preciso saber qual modelo cada proposta está usando, porque o mesmo número significa coisas diferentes em cada um.
Na Sturm Agency a mensalidade começa em R$ 1.500, com um canal e verba de anúncios de até R$ 3.000. E existe uma segunda pergunta que decide mais que o preço: o que está incluído. Duas propostas com o mesmo valor podem terminar o mês com custos totais muito diferentes, dependendo do que cada uma deixou de fora.
Uma observação honesta sobre médias de mercado: não existe pesquisa pública confiável sobre quanto se cobra por gestão de tráfego no Brasil. As faixas que circulam em artigos são estimativas de quem escreveu, e esta página prefere não repetir número que não tem origem verificável.
A conversa que quase todo dono de PME já teve tem sempre a mesma forma. Fecha por um valor confortável, e na primeira semana a lista de pré-requisitos aparece: não faço as artes, não escrevo os textos, não configuro a página, a instalação do rastreamento é serviço à parte. Nada disso foi escondido. Só não estava escrito.
A diferença entre os modelos aparece na hora de escalar, não na hora de assinar. O fixo cobra igual em verba pequena e grande; o percentual acompanha a verba para cima, o que é confortável no começo e pesa quando o negócio decola. O híbrido fica no meio dos dois.
| Modelo | Verba de R$ 2.000 | Verba de R$ 10.000 | O que perguntar antes de assinar |
|---|---|---|---|
| Mensalidade fixa | O mesmo valor combinado, seja qual for a verba | O mesmo valor combinado, mesmo com a verba cinco vezes maior | O que exatamente está incluído nesse valor |
| Percentual da verba | Uma fatia pequena, porque a base é pequena | Uma fatia cinco vezes maior, pela mesma regra | Se existe piso, se existe teto e o que muda quando a verba sobe |
| Híbrido | O fixo pesa mais que o percentual | O percentual passa a pesar mais que o fixo | A partir de qual verba o percentual começa a valer |
Nenhum dos três modelos é desonesto por natureza. O que separa uma proposta boa de uma ruim não é o modelo escolhido: é o modelo estar escrito, com as regras de mudança, antes de você assinar.
A maior parte das surpresas financeiras cabe em oito perguntas. Uma proposta que responde as oito por escrito raramente produz cobrança inesperada, independente do valor. Uma que deixa qualquer uma em aberto vai produzir, mais cedo ou mais tarde, uma conversa desconfortável no meio do mês.
| O item | Por que ele produz surpresa | O que exigir por escrito |
|---|---|---|
| Valor da gestão | Fixo, percentual e híbrido são comparados como se fossem a mesma coisa | O modelo, o valor e a regra de mudança quando a verba subir |
| Verba de mídia | Vem misturada no mesmo número e o dono não sabe o desembolso total | O valor recomendado, separado, e quem paga a plataforma |
| Criação dos anúncios | Muita proposta cobre a operação da conta e não o material | Quem faz a arte, o vídeo e o texto, e se tem limite por mês |
| Destino do clique | Anúncio bom em página ruim gasta verba e ninguém assume | Quem responde pelo ajuste do destino quando ele converte mal |
| Rastreamento | Aparece como serviço extra ou simplesmente nunca é conferido | Quem instala, quem confere e se está incluído no primeiro mês |
| Relatório | Chega como exportação crua da plataforma e não responde nada | A frequência e o que ele mostra, em português |
| Taxa de entrada | Não é citada na conversa e aparece na primeira fatura | Se existe, quanto é e o que ela cobre |
| Condições de saída | Fidelidade e multa só são lidas quando o cliente quer sair | Prazo de aviso, multa se houver e de quem ficam as contas |
A régua abaixo vale contra qualquer agência, inclusive esta. Se a proposta que está na sua mesa responde os seis pontos, o preço dela pode ser comparado com honestidade. Se não responde, o número que está lá ainda não é o custo.
A conta que quase ninguém faz é a do outro lado da mesa. Um profissional que cobra pouco por conta precisa de muitas contas para viver disso, e o tempo dedicado a cada uma cai na mesma proporção. Não é uma acusação: é divisão. E o tempo por conta é justamente o insumo do serviço.
Os valores acima são um exemplo com números redondos, para você refazer com o valor da proposta que recebeu. O ponto não é o preço: é perguntar quantas contas o profissional atende hoje, porque essa é a resposta que diz quanto tempo sobra para a sua.
Existe gente muito boa cobrando pouco, geralmente por dois motivos legítimos: está começando e precisa de portfólio, ou trabalha com uma carteira pequena e escolhida. Nos dois casos você pode conseguir um trabalho melhor do que o de agência grande, e seria desonesto desta página fingir que não. A diferença é que essas duas situações são temporárias por natureza, e quando elas mudam a conta muda com elas.
O risco real não é o preço baixo: é o preço baixo somado a escopo não escrito. Um profissional que cobra pouco e deixa claro que entrega apenas a operação da conta é um fornecedor honesto, e pode ser exatamente o que o seu momento pede. O que produz o prejuízo é achar que aquele valor cobria tudo, e descobrir na primeira semana que não cobria.
A mensalidade de gestão compra tempo qualificado aplicado à sua conta, e não acesso a uma ferramenta. Qualquer pessoa consegue abrir uma conta de anúncios de graça. O que se paga é a decisão de onde colocar a verba, a escrita do que vai ser dito, o cuidado de não reiniciar o que já aprendeu e a leitura do que aconteceu depois.
Seria fácil escrever uma página inteira contra o modelo de percentual e esconder que usamos ele em um caso. Usamos: no plano Avançado, para verba acima de R$ 10.000, a mensalidade é de R$ 4.000 ou 20% da verba, o que for maior. Nos planos Essencial e Profissional a cobrança é fixa, sem percentual nenhum.
A razão é a mesma que o mercado usa e ela é honesta: gerir uma verba de trinta mil exige mais trabalho que gerir uma de três mil. A diferença que importa é que essa regra está escrita na tabela pública desta página, e não numa cláusula descoberta no terceiro mês.
Cobrar pela montagem inicial é defensável, porque o primeiro mês tem trabalho que os outros não têm. O problema nunca foi a taxa existir: é ela aparecer depois da assinatura, ou cobrir exatamente o que a mensalidade já dizia cobrir. A pergunta que resolve isso é uma só, e ela é feita antes.
O item que fica de fora do escopo muda com o setor, e quase sempre é o que aquele negócio mais precisa. Saber qual é o seu ajuda a perguntar a coisa certa na primeira conversa, antes de o valor virar assunto.
A pesquisa por preço de gestor quase nunca é curiosidade. Ela chega junto de uma decisão que já está sendo tomada, e o momento muda o que você deveria estar comparando.
A diferença entre as duas não está no valor da primeira linha. Está em quantas perguntas você ainda precisa fazer depois de ler, e é por isso que a proposta mais barata quase nunca é a mais barata no fim do mês.
Do seu lado o serviço tem uma conversa e a liberação dos acessos. A proposta sai escrita, com as oito linhas respondidas.
O degrau muda com o tamanho da verba que vai rodar. Sem taxa de entrada, sem fidelidade e sem cobrança por alteração. A verba de anúncios é sempre à parte, paga direto às plataformas.
A verba de anúncios não está incluída em nenhum dos planos e nunca passa pela conta da agência. Criação de site e produção nova de foto ou vídeo são serviços próprios e orçados à parte.
Previsibilidade de custo é uma promessa que dá para cumprir. Previsibilidade de resultado não é. A primeira coluna é o que está sob o nosso controle, e a segunda é o que dá crédito à primeira.
Quatro frases aparecem em quase toda conversa sobre preço de gestão. Nenhuma delas é bobagem, e responder por cima é o que faz o dono desconfiar com razão.
Uma página sobre preço que só argumenta a favor de contratar não está informando, está vendendo. Existem situações em que a resposta certa é esperar, e elas são fáceis de reconhecer antes de gastar o primeiro real.
Estas são as quatro perguntas que mais chegam antes de a conversa começar. Ficam aqui as respostas, do mesmo jeito que a gente responderia no telefone.
Cada guia abaixo responde uma delas por completo, com a mesma conta aberta.
Uma conversa sobre o que você vende e quanto pretende investir, e uma proposta em que não sobra pergunta. Se ainda não for hora de contratar, a gente diz isso também.