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Como anunciar no Instagram

Você e o concorrente
na mesma tela. A frente
começa depois do toque.

No Instagram não existe primeiro lugar para comprar: cada pessoa vê um feed diferente, montado na hora. O que dá para disputar é parar o dedo, e depois responder antes de quem apareceu junto com você.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

O feed de uma cliente da sua cidade, terça-feira à noite
AM
Uma amiga dela
Foto do fim de semana
C
O seu concorrente Patrocinado
Mesma oferta, mesma cidade, mesma noite
RE
Um perfil que ela nem segue
Vídeo recomendado pelo aplicativo
SN
A sua empresa Patrocinado
O anúncio que ela vê logo depois
Os dois anúncios estão na mesma tela, com poucos segundos de diferença. Nenhum dos dois comprou uma posição: os dois entraram no mesmo leilão pela atenção da mesma pessoa.
Mesma cidade, mesmo minuto

Três pessoas, três feeds. Nenhum igual ao outro.

Pessoa 1
Já visitou o seu site
Post de um amigo
O seu anúncio
Vídeo recomendado
Anúncio do concorrente
O seu apareceu primeiro porque ela já teve contato com a sua empresa.
Pessoa 2
Nunca ouviu falar de nenhum dos dois
Story de família
Anúncio do concorrente
Receita salva semana passada
O seu anúncio
A ordem inverteu, e não foi porque alguém pagou mais por um lugar.
Pessoa 3
Fora do público que você escolheu
Post de um amigo
Vídeo recomendado
Anúncio do concorrente
Perfil que ela segue
O seu anúncio simplesmente não entrou aqui. E tudo bem: ela não ia comprar.
Como a tela é montada

Existe primeiro lugar
no Instagram? Não existe.

Não existe primeiro lugar no Instagram, e essa é a diferença mais importante em relação à busca do Google. O próprio Instagram explica isso na página Instagram Ranking Explained: não há um algoritmo único, e cada parte do aplicativo ordena de um jeito. O feed é montado pessoa por pessoa, misturando quem ela segue, contas que ela não segue mas o sistema acha que ela vai gostar, e anúncios.

O resultado prático derruba metade do que se vende no mercado. Ninguém compra a primeira posição no Instagram, porque não existe uma tela onde alguém é o primeiro: existem milhões de telas diferentes, montadas ao mesmo tempo. Quem promete colocar a sua empresa em primeiro está prometendo uma coisa que a plataforma não vende.

O que dá para disputar
E é onde o trabalho acontece
Entrar no leilão da atenção das pessoas certas, na sua região
Aparecer com frequência para o mesmo público ao longo do mês
Ter um anúncio que segura o dedo antes da pessoa rolar
Responder primeiro quando ela chama
O que não está à venda
Em nenhuma agência, por nenhum preço
Posição fixa no feed ou nos stories
Aparecer sempre antes de um concorrente específico
Impedir que o concorrente apareça para o mesmo público
Um lugar garantido na tela de quem você escolher
Sem sigla

Como anunciar no
Instagram, na prática?

Anunciar no Instagram é criar campanhas no gerenciador de anúncios da Meta, que distribui o mesmo anúncio em quatro lugares diferentes do aplicativo: o feed, os stories, os reels e a aba de explorar. Cada um desses lugares tem um comportamento próprio, porque as pessoas usam cada um por um motivo diferente, e o Instagram ordena o conteúdo de forma distinta em cada um deles.

A escolha de onde aparecer não é uma questão de gosto. Nos stories a pessoa passa rápido e o anúncio ocupa a tela inteira, então ele precisa dizer tudo em segundos. No feed ela rola devagar e aceita ler um pouco mais. Nos reels ela está ali para se distrair, e um anúncio com cara de comercial é pulado antes de terminar a primeira frase. É por isso que o mesmo material não serve para os três.

Preciso de muitos seguidores antes de começar a anunciar?
Não. O anúncio não é distribuído para os seus seguidores: ele é distribuído para o público que a campanha define, sendo a maior parte gente que nunca ouviu falar da sua empresa. Um perfil com trinta seguidores e um anúncio bem apontado alcança mais gente da sua cidade do que um perfil com dez mil seguidores que só publica sem anunciar. O que o perfil precisa é estar apresentável: quem se interessa pelo anúncio costuma abrir o perfil antes de mandar mensagem.
A armadilha mais cara

Por que postar todo dia
parou de trazer cliente?

Postar todo dia parou de trazer cliente porque o alcance de uma publicação comum é pequeno e ficou menor com o tempo. A SocialInsider, que analisa desempenho de perfis em rede social, mede a taxa de interação de contas comerciais no Instagram na casa de meio por cento das pessoas alcançadas. Publicar é útil para quem já conhece a empresa, mas não é um canal de aquisição: ele fala com quem já está lá dentro.

O botão de turbinar parece resolver e costuma piorar. Ele pega uma publicação pronta e mostra para mais gente, com poucas opções de público e um objetivo que tende a perseguir interação. O resultado é o mesmo em quase todo negócio: sobem as curtidas, sobem os seguidores, chega alguma mensagem perguntando preço e o caixa não se mexe. O empresário conclui que anúncio não funciona para o ramo dele, e quase nunca é o ramo.

Publicação comum
Fala com quem já segue
Serve para manter a empresa viva na memória de quem já conhece. Não é canal para trazer gente nova, e cobrar por isso como se fosse é o erro do mercado.
Botão de turbinar
Compra alcance, não compra intenção
Distribui a publicação para um público genérico atrás de interação. É legítimo quando o objetivo é dar alcance a um post, e caro quando o objetivo era vender.
Campanha montada
Escolhe objetivo, público e destino
Define o que conta como resultado, para quem o anúncio aparece e para onde a pessoa vai depois do toque. É a diferença entre acelerar e dirigir.
Onde a frente existe

Aparecer na frente é
uma corrida de três trechos.

Aparecer na frente do concorrente no Instagram não acontece num lugar só, e nenhum dos três trechos é uma posição no feed. O primeiro é o dedo: o seu anúncio precisa segurar a rolagem antes que ela continue. O segundo é a memória: aparecer uma vez não constrói nada, e é a repetição para o mesmo público ao longo das semanas que faz a marca ser lembrada quando a necessidade aparece.

O terceiro trecho é onde quase todo mundo perde, e ele acontece fora do Instagram: a resposta. Se os dois anúncios apareceram na mesma noite e ela chamou os dois, quem responde primeiro leva. Não adianta ganhar os dois primeiros trechos e perder o terceiro por demorar quatro horas para ver a mensagem.

Trecho 1
O dedo
Os primeiros segundos decidem se o anúncio existe ou não. É o único trecho que depende do criativo.
Trecho 2
A memória
Aparecer com frequência para o mesmo público. Quem anuncia um mês e para não constrói lembrança nenhuma.
Trecho 3
A resposta
Acontece no WhatsApp, não no Instagram, e é onde a maior parte da verba se perde todo mês.
Trecho 1

O que faz o dedo
parar na rolagem.

O que faz o dedo parar é reconhecimento imediato, e ele acontece nos primeiros segundos. A pessoa não decide assistir ao anúncio: ela decide não rolar. Por isso a primeira imagem precisa mostrar a coisa concreta que você vende, e a primeira linha precisa nomear o problema com a palavra que ela usaria. Marca no topo, frase de efeito e logo grande são exatamente o que faz o polegar continuar.

O formato importa tanto quanto o conteúdo. Vídeo vertical gravado no celular costuma render mais que produção caprichada com cara de comercial de televisão, porque parece conteúdo e não parece propaganda. Isso é uma boa notícia para empresa pequena: o que ela tem à mão, o produto real, a obra pronta, o antes e depois do serviço, é matéria-prima melhor que estúdio.

Segundo 1
A coisa aparece
O produto, o serviço sendo feito ou o resultado. Nada de logo, nada de abertura.
Segundo 2
O problema é nomeado
Com a palavra que o cliente usa, não com o termo do setor.
Segundo 3
A cidade aparece
Anúncio local que diz o bairro ou a cidade filtra sozinho quem não interessa.
Segundo 4
O convite é único
Uma ação só, sempre a mesma. Duas ofertas no mesmo anúncio dividem a atenção e não fecham nenhuma.
Lado a lado

Feed, stories ou reels:
onde colocar o anúncio?

A resposta curta é que o anúncio costuma rodar nos três ao mesmo tempo, e o material é adaptado para cada um. A tabela abaixo mostra por que o mesmo vídeo não funciona igual nos três lugares, e para que serve cada um dentro da campanha.

Os lugares do anúncio dentro do Instagram
O que mudaFeedStoriesPara que serve na campanha
Como a pessoa estáRolando devagar, aceita lerPassando rápido, tela cheiaFeed explica, stories interrompe
Tempo de atençãoAlguns segundos, se prenderMenos de um segundo por telaA primeira imagem carrega tudo
Formato que rendeFoto boa ou vídeo curtoVertical, gravado no celularMaterial adaptado, não repetido
TextoPode explicar preço e condiçãoUma frase, letra grandeDetalhe no feed, impacto no story
Ação do clienteToca e vai para a conversaArrasta e vai para a conversaO destino é o mesmo nos dois
ReelsA pessoa está ali para se distrair, e pula qualquer coisa com cara de comercialAlcance barato, exige vídeo nativo
Trecho 3

O anúncio traz a conversa.
Depois disso, ele sai de cena.

O Instagram entrega a mensagem no seu WhatsApp e a responsabilidade dele acaba ali. Se a conversa cai numa caixa que ninguém acompanha, cada real investido virou notificação não lida, e o relatório da campanha vai continuar bonito enquanto o caixa não se mexe. É o trecho em que a maior parte das agências não entra, porque ele não acontece dentro da plataforma que elas gerenciam.

A urgência aqui é maior que na busca. Quem chega pelo feed não estava procurando nada: mandou mensagem por impulso, ainda está com o celular na mão e, em minutos, já está em outra tela. Por isso o contato aqui cai num atendimento que responde na hora e qualifica antes de chegar em você, inclusive de madrugada e no domingo, que é quando boa parte dessas mensagens acontece.

A mesma pessoa, dois caminhos possíveis depois do toque
21:14
Ela vê o anúncio nos stories e arrasta para cima
a campanha fez o trabalho
21:15
Manda uma mensagem curta perguntando preço
contato recebido
21:16
Sem atendimento: a mensagem entra na fila com as outras
verba parada aqui
09:40
Você responde no dia seguinte e ela já resolveu
clique pago, venda perdida
21:16
Com atendimento: ela é respondida na hora e diz o que precisa
conversa qualificada
O erro mais caro

Rastreamento mal instalado
faz a campanha melhorar
e a venda cair.

Rastreamento mal instalado é o erro mais comum e o mais caro de uma conta de Instagram. O sistema continua entregando normalmente, então nada parece quebrado, mas ele passa a perseguir o sinal errado: se a conta registra clique como resultado, a entrega vai ficando cada vez melhor em encontrar gente que clica e não compra. O custo por mensagem cai, o relatório melhora, e o faturamento fica parado. Parece que está funcionando, e é por isso que demora meses para alguém perceber.

A correção é chata e não aparece em anúncio de agência nenhuma: registrar como resultado o pedido de orçamento de verdade e marcar a origem em cada botão, sempre do mesmo jeito, para o contato chegar já com a etiqueta de onde veio. Depois disso a campanha passa a caçar o perfil certo sozinha, e o efeito colateral esperado é receber menos mensagens.

Sinal errado
A conta aprende a comprar clique
Público cada vez mais barato e cada vez mais frio. O número que melhora no painel é o que menos importa no caixa.
Sinal certo
A conta aprende a comprar conversa
O sistema procura mais gente parecida com quem pediu orçamento de verdade, e não com quem só tocou no anúncio.
Aviso honesto
O volume cai de propósito
Quem espera mais mensagens depois da correção se assusta. A gente avisa antes, porque é o efeito esperado do filtro.
A pergunta difícil

E se o concorrente
copiar o meu anúncio?

Ele provavelmente vai copiar, e não existe como impedir. Todo anúncio que está no ar é público: qualquer pessoa consegue ver os anúncios ativos de qualquer empresa na biblioteca de anúncios da própria Meta, e isso vale para os dois lados, porque você também consegue ver os dele. Prometer exclusividade de criativo seria vender uma proteção que a plataforma não oferece.

O que não se copia é o que está atrás do anúncio. A lista de quem já comprou de você, que alimenta o público da campanha, é sua. O histórico que a conta acumulou ao longo dos meses é seu. E o tempo de resposta da sua equipe é seu. Um concorrente copia a arte numa tarde e continua sem nada disso, que é exatamente o motivo de duas empresas com o mesmo anúncio terem resultados diferentes.

Copia numa tarde
E não adianta tentar impedir
A imagem, o vídeo e o texto do anúncio
A oferta que você está anunciando
O formato e o jeito de gravar
Não copia de jeito nenhum
E é o que decide o resultado
A sua lista de clientes, que monta o público da campanha
O histórico que a conta acumulou nos últimos meses
O tempo que a sua equipe leva para responder
O que acontece na conversa depois da primeira mensagem
A pergunta mais comum

Preciso gravar vídeo e
aparecer na câmera?

Não precisa aparecer na câmera. A maior parte dos anúncios que funcionam para empresa pequena não tem ninguém falando: tem o produto, o serviço sendo executado, o antes e depois, a vitrine, a obra pronta, o prato saindo. Rosto ajuda em alguns ramos e é irrelevante na maioria, e nenhuma campanha depende do dono virar apresentador do próprio negócio.

A criação das peças é nossa: imagem, vídeo, texto e configuração. O que precisa vir de você é o material bruto que só existe aí dentro, e ele costuma caber num álbum do celular: foto do que você vende, registro de um trabalho pronto, o espaço da loja. Quando nem isso existe, o anúncio começa com peça montada em cima de foto de produto e vai ganhando material real com o tempo.

Por que a produção caprichada às vezes rende menos
Porque anúncio com cara de comercial avisa que é anúncio, e a pessoa pula antes do fim da primeira frase. Vídeo gravado no celular, na vertical, com a mão tremendo um pouco, parece o resto do conteúdo que ela está vendo e por isso passa pelo filtro de atenção. Não é uma regra absoluta, e existe ramo em que acabamento importa: joalheria e imóvel de alto padrão são os exemplos mais claros. Mas para a maioria das empresas pequenas, esperar ter dinheiro para produzir bonito é adiar o que já dava para fazer hoje.
Por tipo de negócio

O que muda no anúncio
conforme o que você vende.

A estratégia no Instagram muda bastante entre uma clínica, uma loja de rua e uma empresa que faz projeto sob medida. O que muda não é a ferramenta: é o que o anúncio precisa provar antes de a pessoa mandar mensagem, e qual filtro evita a conversa que não vai a lugar nenhum.

Saúde e estética
Clínica, odontologia, dermatologia, estética
O anúncio mostra o resultado do procedimento e convida para avaliação, com a faixa de valor dita antes da conversa. Em profissão com conselho, a revisão do que pode ser publicado é sempre do profissional responsável.
Comércio local
Vestuário, calçados, óticas, decoração
Campanha por raio de quilômetros em volta da loja, com produto de giro alto e a novidade da semana. O filtro é a distância: mensagem de quem está a duas cidades daqui não vira visita.
Serviço e projeto
Reforma, arquitetura, advocacia, consultoria
O anúncio mostra trabalho concluído, e o filtro é o escopo: metragem, prazo e faixa de investimento antes da conversa, para não gastar horas montando orçamento para quem só queria comparar preço.
Verba

Quanto custa anunciar
no Instagram por dia?

O Instagram não publica valor mínimo de entrada, então tecnicamente dá para começar com quase nada, e é isso que engana. O piso real é medido em conversões: a documentação da Meta descreve a fase de aprendizado e indica que um conjunto de anúncios costuma estabilizar perto de 50 conversões em sete dias. Verba que não chega perto disso deixa a campanha oscilando, e nenhum número dela serve para decidir coisa alguma.

Existe também um detalhe do Brasil que muda a conta do mês. Desde 1º de janeiro de 2026 a Meta repassa aos anunciantes brasileiros PIS/Cofins e ISS, algo perto de 12,15% a mais sobre o mesmo investimento, segundo o comunicado enviado às contas do país. O gerenciador continua mostrando só a verba líquida, então quem planeja olhando a tela fecha a conta errada.

Exemplo declarado: R$ 1.000 de mídia no Instagram
Verba que o gerenciador mostra
R$ 1.000,00
Tributos repassados na fatura
R$ 121,50
O que sai do caixa
R$ 1.121,50
Número arredondado a partir das alíquotas do comunicado. Refaça com a sua verba real antes de fechar o orçamento do mês.
Como funciona

Do seu lado,
são três passos.

1
Você conta o que vende e manda o material que já tem no celular
Foto do produto, trabalho pronto, a loja. Não precisa gravar nada com você na frente da câmera.
2
A gente cria as peças, monta a campanha e marca a origem
Material adaptado para feed, stories e reels, com a conta no CNPJ da sua empresa.
3
Você recebe conversa já qualificada, com a origem marcada
Atendida na hora, inclusive fora do horário comercial, que é quando boa parte das mensagens chega.
Planos e preços

O plano segue
o número de canais.

A mensalidade é a gestão. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto à Meta, no CNPJ da sua empresa.

Essencial
Só o Instagram, verba de anúncios até R$ 3.000.
R$ 1.500 / mês de gestão, verba à parte
  • Campanhas em feed, stories e reels
  • Criação das imagens, vídeos e textos
  • Segmentação por região da sua empresa
  • Contato atendido e qualificado na hora
Profissional
Recomendado. Dois canais, verba até R$ 10.000.
R$ 2.500 / mês de gestão, verba à parte
  • Tudo do Essencial
  • Um segundo canal junto do Instagram
  • Comparação entre canais com a mesma régua
  • Painel de resultados e resumo por e-mail
Avançado
Três canais ou mais, verba acima de R$ 10.000.
R$ 4.000 / mês ou 20% da verba, o que for maior
  • Tudo do Profissional
  • Três canais ou mais em operação
  • Remanejamento de verba entre canais
  • Acompanhamento contínuo da operação

Sem fidelidade, sem multa de saída e sem taxa de entrada. Quando a verba passa a faixa do plano, a gente avisa antes e você decide se troca.

Antes de assinar

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

Página de Instagram é onde mais se promete liderança de mercado, então aqui vão os dois lados. Se um fornecedor prometer qualquer coisa da coluna da direita, peça para escrever no contrato e veja o que acontece.

A gente assume
Está escrito e vale desde o primeiro mês
A criação das imagens, dos vídeos e dos textos dos anúncios
A conta, a base de público e o histórico no CNPJ da sua empresa
A verba paga direto à Meta, sem passar pela agência
Sem fidelidade, sem multa de saída, sem pedido de senha do perfil
Aviso antes de mudar de degrau, não depois da fatura
Ninguém garante
Nem nós, nem quem promete
Primeiro lugar no feed, nos stories ou em qualquer tela
Aparecer sempre antes de um concorrente específico
Número de mensagens, agendamentos ou vendas por mês
Impedir que o seu anúncio seja copiado
Que a conta nunca vá passar por revisão ou bloqueio
A resposta que perde contrato

Quando o Instagram não é
o canal certo para você.

O Instagram é o lugar de criar vontade em quem não estava procurando nada, e existem negócios em que isso é a estratégia errada. Nesses casos a recomendação daqui é começar por outro canal, mesmo que o contrato fique menor, e a comparação entre Google, Meta e TikTok abre o critério inteiro.

Primeiro caso
O que você vende é resolvido no susto
Ninguém rola o feed procurando chaveiro ou desentupidora. Quando o problema aparece, a pessoa escreve na busca, e é lá que a verba rende.
Segundo caso
Não existe quem responda quem chega
O Instagram traz volume, e volume sem atendimento vira fila de mensagem ignorada e reputação ruim. Primeiro o atendimento, depois a verba.
Terceiro caso
A margem não cobre o custo de um cliente novo
Se a conta não fecha nem com a loja cheia, o anúncio só acelera o prejuízo. Esse ajuste vem antes e não é com a gente.
Antes de decidir

O que costuma
segurar a decisão.

Sobre tentativas passadas
"Já impulsionei e só veio curtida de gente de longe"
Curtida de longe costuma ser sintoma de duas coisas: objetivo de interação em vez de conversa, e região aberta demais. As duas são configuração, não plataforma. Isso não é promessa de que agora vai dar certo, é a explicação do que faltava, e você pode conferir cada item nesta página.
Sobre o seu ramo
"O meu negócio é muito específico para o Instagram"
O que decide não é o ramo, é o momento da decisão de compra. Se o seu cliente compra por vontade, e ela nasce quando ele vê, o Instagram serve. Se ele compra por urgência, quando o problema aparece, a busca serve melhor, e a gente diz isso antes de vender o canal errado.
Sobre o compromisso
"E se não aumentar as vendas no primeiro mês?"
Não existe fidelidade nem multa de saída, então essa decisão continua sua mês a mês. Vale saber que o primeiro mês costuma ser o de calibragem: é quando a conta junta conversões suficientes para a entrega parar de oscilar. Prometer resultado no primeiro mês seria prometer o que não se controla.
Direto ao ponto

As perguntas que chegam
antes de qualquer conversa.

Como fazer minha empresa aparecer em primeiro no Instagram?
Não dá, e ninguém consegue. O próprio Instagram explica que o feed é montado pessoa por pessoa e que cada parte do aplicativo ordena de um jeito. O que dá para fazer é entrar no leilão da atenção do público certo, com frequência, e responder primeiro quando a pessoa chama.
Vale a pena contratar agência para anunciar no Instagram?
Vale quando o gargalo está fora do botão: qual público a campanha usa, o que ela registra como resultado e quem atende quem chega. Se o seu problema é só publicar, o painel é público e você aprende. Se é vender, o trabalho é outro.
Quanto custa contratar uma agência para anunciar no Instagram?
A gestão começa em R$ 1.500 por mês para um canal, com verba de anúncios até R$ 3.000. A verba é sempre à parte, paga direto à Meta pela sua empresa, e a agência não fatura sobre ela nos planos de entrada.
Qual a diferença entre turbinar e anunciar profissionalmente?
Turbinar pega um post pronto e mostra para mais gente, com objetivo de interação e público genérico. A campanha montada escolhe o objetivo, monta o público a partir de quem já comprou e define para onde a pessoa vai depois do toque.
Reconheça o momento

Quando essa busca
costuma aparecer.

A procura por gestão de anúncios no Instagram aparece em quatro momentos bem definidos, e cada um deles muda o tamanho certo da verba e a pressa da decisão.

Você viu o anúncio do concorrente no seu próprio feed
É o gatilho mais forte e também o mais útil, porque é verificável. O que você viu na tela é exatamente o que os seus clientes estão vendo, e a biblioteca de anúncios da Meta mostra tudo que ele tem no ar.
Trinta a quarenta e cinco dias antes de uma data forte
Dia das Mães, Black Friday e Natal enchem o leilão. Entrar em cima da data, sem histórico de conta, é a hora mais cara de aprender, e vale saber disso antes de decidir.
O alcance das publicações despencou
É o momento em que fica claro que publicar não é canal de aquisição. O que muda não é postar mais: é começar a falar com quem ainda não segue o perfil.
Abriu unidade, chegou coleção ou contratou vendedor
Tem custo fixo novo entrando antes da receita e gente parada esperando cliente. É quando o volume do feed compensa, desde que exista quem atenda o que chega.
Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar antes.

Como anunciar no Instagram pode fazer minha empresa vender mais que a concorrência?
Anunciar no Instagram coloca a sua empresa na tela de quem tem o perfil dos seus clientes, mesmo que essa pessoa não estivesse procurando nada. Vender mais que o concorrente não vem de uma posição no feed: vem de aparecer com frequência para o público certo e responder antes dele quando a pessoa chama.
Existe primeiro lugar no Instagram?
Não existe. O próprio Instagram explica que não há um algoritmo único e que o feed é montado pessoa por pessoa, misturando quem ela segue, recomendações e anúncios. Não existe uma tela onde alguém é o primeiro: existem milhões de telas diferentes montadas ao mesmo tempo.
Qual a diferença entre turbinar a publicação e anunciar profissionalmente?
Turbinar pega um post pronto e mostra para mais gente, com poucas opções de público e um objetivo que tende a perseguir interação. A campanha montada escolhe o objetivo, define o público a partir da sua lista de clientes e decide para onde a pessoa vai depois do toque.
Minha empresa é pequena e atende só o meu bairro. Funciona para mim?
Funciona, e negócio de bairro costuma ser o caso mais fácil. A campanha pode ficar num raio de poucos quilômetros em volta do endereço, o que reduz o desperdício e concentra a verba em quem consegue mesmo chegar até você.
Preciso ter muitos seguidores antes de começar a anunciar?
Não. O anúncio não é distribuído para os seus seguidores: ele vai para o público que a campanha define, quase todo formado por gente que nunca ouviu falar da sua empresa. O que o perfil precisa é estar apresentável, porque quem se interessa costuma abrir o perfil antes de mandar mensagem.
Quanto custa anunciar no Instagram para uma pequena empresa?
A gestão da Sturm Agency começa em R$ 1.500 por mês para um canal, com verba de anúncios até R$ 3.000. A verba é sempre à parte e paga direto à Meta pela sua empresa. O Instagram não publica valor mínimo, mas verba muito baixa deixa a campanha oscilando sem estabilizar.
Qual o valor mínimo por dia para anunciar no Instagram?
Não existe mínimo obrigatório publicado. O piso real é medido em conversões: a documentação da Meta indica que um conjunto de anúncios costuma estabilizar perto de 50 conversões em sete dias. A verba certa é a que chega perto disso no seu mercado, e ela sai do seu tíquete.
Quanto tempo demora para chegar mensagem no meu WhatsApp?
As primeiras mensagens costumam chegar rápido, porque o anúncio começa a ser entregue no mesmo dia. O que demora é o custo por resultado estabilizar. Esta página não publica prazo em dias, porque ele depende do volume de conversões que a sua verba produz por semana.
Preciso gravar vídeo e aparecer na câmera?
Não precisa aparecer na câmera. A maior parte dos anúncios que funcionam para empresa pequena mostra o produto, o serviço sendo feito, o antes e depois ou a obra pronta. A criação das peças é nossa; de você vem o material bruto, que costuma caber num álbum do celular.
Vale mais a pena anunciar no Instagram ou no Google Ads?
Depende do momento em que o seu cliente decide. O Google atende quem já está procurando e escreveu o nome do que você vende. O Instagram cria vontade em quem não procurava nada. Com verba curta, comece pelo canal onde a decisão do seu cliente nasce.
Feed, stories ou reels: onde devo colocar o anúncio?
Nos três, com o material adaptado para cada um. No feed a pessoa rola devagar e aceita ler; nos stories ela passa rápido e o anúncio ocupa a tela inteira; nos reels ela está ali para se distrair e pula qualquer coisa com cara de comercial.
Como garantir que o anúncio apareça para quem tem dinheiro para comprar?
Garantir ninguém garante, e quem promete isso está vendendo o que não controla. O que reduz muito o desperdício é montar o público a partir da lista de quem já comprou de você, apertar a região e dizer a faixa de preço no próprio anúncio, que filtra sozinho.
E se meus concorrentes copiarem meus anúncios?
Provavelmente vão copiar, e não existe como impedir: todo anúncio ativo é público na biblioteca de anúncios da Meta, para os dois lados. O que não se copia é a sua lista de clientes, o histórico que a conta acumulou e o tempo que a sua equipe leva para responder.
Já paguei para impulsionar e só veio curtida de gente de longe. Por que seria diferente?
Curtida de longe costuma ser sintoma de duas coisas: objetivo de interação em vez de conversa, e região aberta demais. As duas são configuração, não plataforma. Isso não é promessa de resultado, é a explicação do que faltava, e dá para conferir item por item.
Vou ficar preso a um contrato longo se não vender no primeiro mês?
Não existe fidelidade, multa de saída nem taxa de entrada, então a decisão continua sua mês a mês. Vale saber que o primeiro mês costuma ser o de calibragem, que é quando a conta junta conversões suficientes para a entrega parar de oscilar.
Como sei que o valor investido está indo mesmo para os anúncios?
Porque a verba não passa pela agência. Você paga a Meta direto, no cartão ou boleto da sua empresa, e a fatura sai no seu nome, com o extrato aberto no seu gerenciador. A mensalidade da gestão é um pagamento separado.
Preciso passar a senha do meu perfil do Instagram?
Não. O acesso é dado como parceiro dentro do gerenciador de negócios, sem troca de senha, e pode ser removido por você a qualquer momento. Agência que pede senha do perfil está criando uma dependência que não precisa existir.
O que preciso fornecer para a campanha começar?
Três coisas: o que você vende com a faixa de preço, a região que atende e o material bruto que já tem no celular. Se existir uma lista de clientes antigos, mesmo em caderno ou planilha, ela é o item mais valioso, porque monta o melhor público da plataforma.
Como acompanho se estou aparecendo mais que os concorrentes?
Comparação de posição não existe, porque não existe posição. O que dá para acompanhar é o que importa: quantas conversas o anúncio trouxe, quanto custou cada uma e quantas viraram venda, com a origem marcada em cada botão.
Quem vai atender os clientes que chegarem pelos anúncios?
O primeiro contato é atendido na hora e qualificado antes de chegar em você, inclusive de madrugada e no domingo. A sua equipe entra na conversa já com serviço, região e prazo definidos, em vez de responder qual o preço para quem some.
Posso aumentar o investimento em datas comemorativas?
Pode, e é comum. Vale planejar com antecedência: em semana de data forte o leilão fica mais caro em todas as plataformas, e subir a verba de uma vez faz o conjunto voltar para a fase de ajuste. O aumento acontece em degraus, com motivo escrito.
Continue por aqui

O mesmo cliente,
em outra tela.

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Estar na tela certa
e responder primeiro.

Conte o que você vende e mande o material que já tem no celular. Se o Instagram não for o canal certo para o seu caso, a gente diz isso na primeira conversa.