Qualquer pessoa abre uma conta no LinkedIn Ads numa tarde. O dinheiro não some por falta de acesso: some em opções que alargam o seu público para muito além de quem você escolheu.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
O acesso ao LinkedIn Ads é gratuito e aberto: qualquer empresa cria a conta e sobe uma campanha no mesmo dia. O que separa uma conta que rende de uma que queima verba não é permissão, é decisão de configuração, e as duas mais caras de todas ficam escondidas atrás de um link chamado opções avançadas.
A própria documentação de boas práticas do LinkedIn recomenda a ampliação de público e a Audience Network para campanhas de reconhecimento de marca. Quem está atrás de contato comercial e deixa as duas marcadas está usando uma configuração que a plataforma indica para outro objetivo. Não é armadilha escondida: está escrito. Só que quase ninguém lê a documentação antes de gastar.
Anunciar no LinkedIn é criar campanhas no gerenciador da plataforma escolhendo o público por atributos de trabalho, e não por interesse. Essa é a diferença que define o canal: em vez de adivinhar quem decide compra numa empresa, você marca o cargo, a senioridade, o setor e o tamanho da companhia. É o único lugar onde essa informação está declarada pela própria pessoa e mantida atualizada por ela.
A cobrança acontece por clique ou por mil exibições, e o clique costuma custar bem mais que nas outras plataformas. A troca é essa: você paga mais caro por pessoa alcançada e alcança exatamente quem assina o contrato. Num negócio de tíquete alto, o clique caro se paga; num de tíquete baixo, ele não fecha conta de jeito nenhum, e a página diz isso mais abaixo em vez de esconder.
O contato do formulário nativo esfria rápido porque ele chega sem esforço nenhum. O formulário abre por cima do feed já preenchido com os dados do perfil, e a pessoa envia com dois toques, sem digitar nada e às vezes sem ler o que estava baixando. Quando o vendedor liga dois dias depois, ela realmente não lembra, e não está mentindo.
Tem um detalhe que piora e quase ninguém confere: o e-mail que vem preenchido é o do cadastro da pessoa, que muitas vezes é o pessoal e não o corporativo. Isso não é defeito da plataforma, é o preço da facilidade. O que resolve não é abandonar o formulário: é reduzir o intervalo entre o envio e o primeiro contato, e aceitar que esse canal exige resposta rápida mais do que qualquer outro, porque o contato aqui é o mais caro de todos.
Uma página que compara contratar com fazer sozinho tem um jeito fácil de convencer, que é assustar. Quatro números aparecem em quase todo material de LinkedIn Ads no Brasil e nenhum deles entrou aqui, porque nenhum tem estudo aberto atrás. Se um fornecedor usar qualquer um deles para te apressar, peça a fonte.
O LinkedIn tem valor mínimo diário por campanha e lance mínimo por clique, e os dois costumam ser citados no mercado brasileiro em torno de R$ 20 por dia e R$ 4 por clique. Vale saber de onde vêm esses números: eles se repetem em material de agência e não em documentação aberta da plataforma, então o certo é conferir no painel antes de planejar o mês, porque o valor muda com a moeda e com o tipo de lance.
O que não muda é a ordem de grandeza. O clique do LinkedIn é o mais caro entre os canais grandes, e é por isso que a conta aqui se faz ao contrário: em vez de perguntar quanto dá para investir, pergunte quanto vale um contrato fechado. Se um cliente novo vale dezenas de milhares, o clique caro é barato. Se vale poucas centenas, nenhuma otimização salva a conta, e o canal certo é outro.
A tabela compara os dois caminhos nos pontos em que eles se separam de verdade. A última coluna não é o que a agência faz de mágico: é o que precisa acontecer toda semana, faça você ou faça a gente.
| O que precisa acontecer | Fazendo por conta própria | Com a gestão da Sturm Agency |
|---|---|---|
| As duas opções avançadas | Costumam passar despercebidas na pressa | Decididas antes do primeiro real, com motivo escrito |
| Quem fica de fora | Só se pensa em quem incluir | Exclusões de cargo, setor e concorrente montadas junto |
| Oferta do anúncio | Institucional, do tipo conheça a empresa | Material que o cargo alvo quer receber |
| Velocidade de resposta | O contato espera na fila do comercial | Atendido na hora, antes de esfriar |
| Leitura da conta | Mexe muito nos primeiros dias, por ansiedade | Lê quase todo dia e mexe em lote |
| Custo | O seu tempo, mais o aprendizado pago com verba | Mensalidade a partir de R$ 1.500, com a verba à parte |
Aqui está a lista inteira, sem cobrar por ela. São as cinco decisões que mais mudam o resultado de uma conta de LinkedIn Ads, e todas ficam disponíveis para qualquer pessoa dentro do painel. Uma página que defende contratar deveria ter medo de publicar isso; a nossa não tem, porque quem consegue fazer as cinco toda semana deveria mesmo fazer sozinho.
Existem três casos em que contratar gestão de LinkedIn Ads não se paga, e eles são ditos na primeira conversa. Numa página cujo assunto é contratar ou não contratar, essa é a parte que dá crédito ao resto: se a resposta fosse sempre contratar, isso não seria diagnóstico, seria propaganda.
O contato do LinkedIn é o mais caro que uma empresa pequena compra, e é o que mais espera na fila. A combinação é péssima: um formulário que a pessoa preencheu sem digitar, num canal onde cada envio custou muitas vezes o preço de um contato do Instagram, chegando num comercial que responde quando dá. Cada hora de demora aqui vale mais dinheiro do que em qualquer outro canal desta família.
Por isso o anúncio aqui nunca é entregue sozinho: o contato cai num atendimento que responde na hora e qualifica antes de chegar no seu comercial, com cargo, empresa e necessidade já definidos. Não é sofisticação: é a única forma de o clique mais caro do mercado não virar um cadastro esquecido numa planilha.
Medição errada aqui é mais cara porque cada otimização feita em cima de dado ruim é aplicada num clique caro. Se a conta registra o envio do formulário como resultado final, ela aprende a buscar mais gente que envia formulário, e é justamente esse o público que preenche sem prestar atenção. O relatório melhora, o custo por contato cai, e o número de contratos não se mexe.
A correção é a mesma das outras plataformas e continua sendo a parte chata: registrar como resultado o que acontece depois do formulário, marcar a origem de cada contato e devolver para a conta o sinal de quem virou conversa de verdade. Num canal barato o erro demora meses para aparecer. Aqui ele aparece na fatura do primeiro mês.
O que muda de um ramo para outro é qual combinação de cargo, setor e tamanho de empresa realmente decide a compra, e qual exclusão evita a maior parte do desperdício. Ache o seu caso abaixo.
A mensalidade é a gestão. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto ao LinkedIn, no CNPJ da sua empresa.
Sem fidelidade, sem multa de saída e sem taxa de entrada. Se a conta do seu caso não fechar no LinkedIn, a gente diz isso antes de você assinar.
A lista dos dois lados, escrita antes de você decidir. Se um fornecedor prometer qualquer coisa da coluna da direita, peça para escrever no contrato e veja o que acontece.
A procura por gestão de LinkedIn Ads aparece em quatro momentos bem definidos, e o momento muda o que precisa ser conferido antes de ligar a campanha.
Conte quem decide a compra e quanto vale um contrato fechado. Se o seu tíquete não comportar o clique deste canal, a gente diz isso na primeira conversa.