Primeiro anúncioOrçamento
SiteFiltroPainelTráfegoRedesCases Solicitar orçamento
Anúncios que levam ao WhatsApp

O anúncio é a última
coisa a ser feita.

Quem começa escolhendo a foto já perdeu o jogo. Cinco decisões vêm antes do criativo, e são elas que separam a campanha que enche o WhatsApp de conversa boa da que enche de "quanto custa?".

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

Criar campanha
tudo decidido antes de publicar
Destino
Conversa no WhatsAppescolhido antes de existir foto ou texto
Mensagem que já vem escrita
Quero instalação. Bairro: ___ . Quando: ___o único filtro antes da conversa começar
Região
A cidade e 20 km em voltao raio que você atende de verdade
Faixa de preço no texto
A partir de R$ 450afasta quem não pode pagar, antes do clique
Criativo
A foto do serviço sendo feitopor último, e é o que quase todo mundo faz primeiro
As quatro primeiras linhas decidem quem vai chegar. A quinta só decide se ela para para olhar.
Publicar
Os mesmos R$ 300

Duas trilhas, o mesmo dinheiro, quinze dias depois.

Trilha do botão azul
Três toques e no ar
Dia 1
Escolhe a foto que ficou bonita e aperta impulsionar
Dia 3
Chegam mensagens, quase todas perguntando o preço
Dia 8
Metade é de fora da área atendida e some sem responder
Dia 15
A verba acabou e ninguém sabe dizer o que deu certo
O que fica
A conclusão errada: "anúncio não funciona para o meu ramo"
Trilha das cinco decisões
Meia hora antes, e no ar
Dia 1
Destino, mensagem, região e faixa de preço definidos
Dia 3
Chegam menos mensagens, e cada uma já diz o que quer
Dia 8
Dá para ver qual anúncio trouxe conversa e qual não trouxe
Dia 15
A verba acabou com uma resposta na mão para o próximo mês
O que fica
Uma conta que dá para repetir, corrigir e aumentar
A ordem que quase ninguém segue

Cinco decisões vêm
antes do criativo.

A pergunta que quase todo dono faz primeiro é qual foto usar. É a pergunta certa no lugar errado: ela é a quinta da fila, e as quatro anteriores já decidiram quem vai ver esse anúncio e o que essa pessoa vai escrever quando chegar. Trocar a foto de uma campanha mal apontada muda quase nada; acertar as quatro primeiras muda tudo, inclusive com a mesma foto.

Esta página inteira é essa lista, na ordem, e ela está aberta de graça. O que se contrata depois não é a lista: é fazer as cinco toda semana enquanto o negócio continua funcionando.

A ordem certa, de cima para baixo
1
Onde a pessoa cai depois do toque
Conversa direta no WhatsApp ou uma página antes. Decide o resto.
destino
2
A frase que já vem escrita para ela
É o único filtro que age antes de a conversa começar.
mensagem
3
Até onde você atende
Bairro, cidade ou raio de quilômetros, do tamanho real da operação.
região
4
A faixa de preço dentro do texto
O filtro mais impopular e o que mais economiza verba.
preço
5
A foto ou o vídeo
Importa, e só depois que as quatro de cima estiverem resolvidas.
quase todo mundo começa aqui
Nenhuma dessas cinco exige ferramenta paga, agência ou conhecimento técnico. Todas exigem uma decisão que só o dono do negócio pode tomar, e é por isso que elas costumam ser puladas.
Decisão 1

Mandar direto para a
conversa ou passar
por uma página antes?

Essa é a primeira bifurcação e ela muda todo o resto da campanha. Levar direto para o WhatsApp encurta o caminho ao máximo: um toque e a conversa abre. Levar para uma página curta primeiro coloca uma explicação no meio, o que filtra sozinho e reduz o volume de pergunta repetida. Não existe resposta única: existe a resposta certa para o que você vende.

Direto para a conversa
Quando o serviço é simples e decidido rápido
Caminho de um toque, sem carregar página nenhuma
Funciona bem para urgência, agendamento e orçamento por foto
Exige que a frase pré-preenchida faça o trabalho de filtrar
Traz mais volume, inclusive fora do horário comercial
Página curta antes
Quando o preço é alto ou o serviço precisa ser entendido
A página explica, mostra preço e afasta quem não se encaixa
Chega menos gente, e cada uma já leu o essencial
Exige uma página que responda de verdade, não uma vitrine
É o caminho de quem cansou de repetir a mesma explicação
Decisão 2

A frase que já vem
escrita para ela enviar.

Quando o anúncio leva direto ao WhatsApp, o aplicativo abre com uma mensagem já digitada na caixa, e essa frase é escolhida por você dentro do anúncio. É o único filtro que existe antes de a conversa começar, e é onde quase todo mundo deixa o texto padrão. Trocar essa frase é o ajuste mais barato e mais rentável da campanha inteira.

O princípio é simples: a frase deve dar um pouco de trabalho. Quem só estava olhando não completa os espaços em branco e desiste no meio; quem quer comprar completa e chega com metade da conversa pronta. A página sobre tráfego pago para WhatsApp destrincha essa mecânica com mais exemplos.

Não use
"Olá, tenho interesse."
Vem pronta na plataforma. Não diz o serviço, nem a região, nem o prazo, e custa o mesmo clique de quem quer comprar.
Use
"Quero orçamento de ___ . Bairro: ___ . Quando: ___"
Nomeia o serviço, pede a região e o prazo. Dá trabalho de propósito, e o trabalho é o filtro.
Efeito esperado
Menos mensagem, mais fechamento
O número de conversas cai, e isso é sinal de acerto. Quem espera mais mensagem depois da troca se assusta à toa.
Decisões 3 e 4

A região real e o preço
escrito no anúncio.

Essas duas são as mais fáceis de configurar e as mais evitadas. A região porque dá vontade de aparecer para o máximo de gente possível, e o preço porque assusta escrever. As duas decisões têm o mesmo efeito e é justamente esse: reduzir quem chega. Num canal onde cada conversa custa o mesmo clique, reduzir quem chega errado é o que faz a verba render.

A regra da região é a mais direta que existe nesta página: o raio precisa ser do tamanho da equipe que atende, não do tamanho da ambição. Contato de fora da área é a conversa mais frustrante que existe, para os dois lados, e ela foi paga igual.

Região aberta demais
O anúncio de uma reforma em Gravataí aparece para alguém em outra cidade. Ela manda mensagem, descobre que não é atendida e some. Você pagou aquele clique igual.
Região do tamanho da operação
Bairro, cidade ou raio de quilômetros em volta do endereço. Menos gente vê, e a proporção de quem consegue mesmo contratar sobe muito.
Preço escondido
Todo mundo pergunta, e a conversa começa e morre no mesmo lugar. O tempo do seu atendimento vira o custo real, e ele não aparece em relatório nenhum.
Faixa de preço no texto
"A partir de R$ 450" afasta quem não pode pagar antes do clique. É o filtro mais impopular de todos e o que mais economiza no fim do mês.
Decisão 5

Só agora a foto
entra na conversa.

Depois das quatro decisões anteriores, o criativo tem uma função só: fazer a pessoa certa parar e ler. Ele não precisa ser bonito, precisa ser reconhecível. A foto que funciona para negócio local quase sempre é a do trabalho acontecendo ou do resultado pronto, tirada no celular, sem edição. Foto de banco de imagens é o oposto disso: ela parece anúncio, e anúncio a pessoa pula.

A coisa concreta, não o conceito
O serviço sendo feito, o produto na bancada, a obra entregue. O olho reconhece em menos de um segundo, e é só isso que o criativo precisa fazer.
O antes e depois, quando existe
É o formato que mais prende em serviço, porque mostra o resultado sem precisar de nenhuma promessa escrita.
A cidade escrita na peça
Quem está fora entende que não é para ele e não clica. Um filtro a mais, de graça, no lugar em que ele custa zero.
Um convite só, sempre o mesmo
Duas ofertas no mesmo anúncio dividem a atenção e não fecham nenhuma. Uma ação por peça, repetida em todas.
Onde a maioria começa

O que o botão de
impulsionar não deixa
você escolher.

O botão de impulsionar existe para ser fácil, e ele é. O problema não é ele funcionar mal: é ele esconder justamente as quatro decisões que decidem o resultado. Você aperta, escolhe um público genérico, define quanto quer gastar e pronto. As perguntas que importam nunca são feitas, então elas ficam no padrão da plataforma.

A tabela abaixo compara o que cada caminho deixa na sua mão. Não é sobre um ser melhor: é sobre saber o que você está abrindo mão quando escolhe o caminho de três toques.

A decisão
Impulsionar
Gerenciador
Escrever a frase que já vem digitada
limitado
sim
Definir o raio exato de atendimento
limitado
sim
Escolher o objetivo da campanha
quase nenhum
sim
Montar público a partir da sua lista de clientes
não
sim
Separar públicos diferentes para comparar
não
sim
Marcar a origem de cada contato
não
sim
Impulsionar é legítimo quando o objetivo é dar alcance a uma publicação. Vira caro quando o objetivo era vender, porque as decisões que fazem vender simplesmente não aparecem na tela.
Lado a lado

Os três caminhos
para o primeiro anúncio.

A tabela compara o que muda entre apertar impulsionar, montar no gerenciador por conta própria e contratar a gestão. A última coluna não é mágica: é o que precisa acontecer toda semana, faça você ou faça a gente.

Os três caminhos, nos pontos que separam
O que mudaImpulsionarGerenciador sozinhoCom a gestão
Tempo até publicarTrês toquesUma tarde de aprendizadoUma conversa de meia hora
As cinco decisõesQuase nenhuma apareceAparecem, e é preciso saber responderRespondidas com você e escritas antes
Quem chegaPúblico amplo, muita pergunta de preçoDepende do quanto foi apertadoFiltrado antes do clique e na frase
MediçãoCurtida e alcanceO que foi configurado, se foiOrigem marcada em cada botão
Ajuste ao longo do mêsNenhum, roda até acabarCostuma mexer todo dia por ansiedadeLeitura frequente, mudança em lote
CustoSó a verba, e o aprendizado sai caroA verba mais o seu tempoMensalidade a partir de R$ 1.500, verba à parte
Verba

Com quanto dá
para começar?

Nem o Meta nem o Google publicam valor mínimo obrigatório para começar, então tecnicamente dá para ligar uma campanha com quase nada. O piso que importa é outro e é o mesmo de sempre: a conta entre quanto vale um cliente novo e quantas conversas você precisa para fechar um. Se esse resultado não cabe na sua margem, nenhuma configuração salva.

Existe também um piso invisível no Meta. A documentação da plataforma descreve a fase de aprendizado e indica que um conjunto de anúncios costuma estabilizar perto de cinquenta conversões em sete dias. Verba que não chega nem perto disso mantém a entrega oscilando, e nenhum número da campanha serve para decidir nada.

Pergunta errada
"Qual o mínimo por dia?"
Leva a começar com o mínimo, gastar o mínimo e não juntar conversa suficiente para concluir coisa alguma em nenhum sentido.
Pergunta certa
"Quanto vale um cliente novo?"
É o número que diz quanto uma conversa pode custar. Sem ele, qualquer verba parece cara ou barata demais.
A conta que decide
Quantas conversas até uma venda
Multiplique pelo custo da conversa e compare com o seu tíquete. Se não fecha, a gente diz antes de você assinar.
O que queima o primeiro mês

Quatro erros que
aparecem sempre juntos.

Quando alguém chega aqui dizendo que já tentou e não deu certo, a campanha antiga costuma ter os quatro erros abaixo ao mesmo tempo. Nenhum deles é técnico, e todos são corrigíveis antes de gastar o primeiro real da próxima tentativa.

1
Mexer na campanha todo dia
A ansiedade dos primeiros dias faz trocar público, criativo e verba a cada manhã. Cada mudança grande joga o conjunto de volta para o começo do aprendizado, e ele nunca estabiliza.
O certo: ler quase todo dia e mexer poucas vezes, em lote.
2
Desligar no quinto dia
A campanha não teve tempo de juntar conversa suficiente para dizer nada, e o desligamento vira a prova de que "não funciona". Foi só um teste interrompido antes de existir resultado.
O certo: combinar o prazo mínimo antes de ligar, e respeitá-lo.
3
Deixar a frase no padrão
Todas as conversas chegam iguais, com "tenho interesse", e o atendimento precisa começar do zero em cada uma. A maioria some antes de dizer o que queria.
O certo: escrever a frase pedindo serviço, bairro e prazo.
4
Ninguém responder no fim de semana
Boa parte das mensagens chega à noite e no sábado, porque é quando a pessoa está no celular sem pressa. Quando a resposta sai na segunda, ela já resolveu com outro.
O certo: alguém ou algo respondendo na hora, sempre.
Por tipo de negócio

O que muda nas cinco
decisões, por segmento.

A ordem das decisões é sempre a mesma; o que muda é a resposta de cada uma. Ache o seu caso e veja o que costuma decidir o resultado no seu ramo.

Reforma, ar-condicionado, vidraçaria
Destino direto na conversa, e a frase pede o bairro e convida a mandar foto do local. Orçamento por foto elimina a visita perdida antes de qualquer deslocamento.
Clínica, odontologia, estética
A faixa de valor no texto é o que evita a agenda cheia de gente que descobre o preço só na cadeira. A frase pede o procedimento e o turno de preferência.
Loja e comércio local
O raio é a decisão mais importante de todas, porque venda de bairro não sobrevive a contato de outra cidade. O criativo mostra o produto que gira mais.
Serviço técnico e urgência
Aqui o destino direto ganha sempre, e o que decide é o quarto item da lista dos erros: alguém respondendo fora do horário comercial, que é quando a urgência acontece.
Como funciona

Do seu lado,
são três passos.

1
Você responde as cinco decisões numa conversa
Destino, mensagem, região, faixa de preço e o material que já tem no celular.
2
A gente monta, escreve a frase e marca a origem
Com a conta no CNPJ da sua empresa e nada publicado antes de você aprovar a verba.
3
Você atende conversa que já começou
Com serviço, bairro e prazo definidos, e sem precisar responder às dez da noite.
Planos e preços

O plano segue
o número de canais.

A mensalidade é a gestão. A verba dos anúncios é sempre à parte e paga direto à plataforma, no CNPJ da sua empresa.

Essencial
Um canal levando à conversa, verba até R$ 3.000.
R$ 1.500 / mês de gestão, verba à parte
  • As cinco decisões escritas antes de publicar
  • Frase de abertura testada e revisada
  • Raio de atendimento e faixa de preço no anúncio
  • Contato atendido e qualificado na hora
Profissional
Recomendado. Dois canais, verba até R$ 10.000.
R$ 2.500 / mês de gestão, verba à parte
  • Tudo do Essencial
  • Dois canais levando à mesma conversa
  • Comparação entre canais com a mesma régua
  • Painel de resultados e resumo por e-mail
Avançado
Três canais ou mais, verba acima de R$ 10.000.
R$ 4.000 / mês ou 20% da verba, o que for maior
  • Tudo do Profissional
  • Três canais ou mais em operação
  • Remanejamento de verba entre canais
  • Acompanhamento contínuo da operação

Sem fidelidade, sem multa de saída e sem taxa de entrada. A lista das cinco decisões está aberta nesta página: se você conseguir aplicá-la sozinho, aplique.

Antes de assinar

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

A lista dos dois lados, escrita antes de você decidir. Se um fornecedor prometer qualquer coisa da coluna da direita, peça para escrever no contrato e veja o que acontece.

A gente assume
Está escrito e vale desde o primeiro mês
A conta de anúncios no CNPJ da sua empresa, com o seu cartão
As cinco decisões escritas antes de a campanha ir ao ar
A frase de abertura revisada com você, nunca no padrão
Nenhuma verba gasta sem a sua aprovação
Avisar quando o gargalo for a resposta, e não o volume
Ninguém garante
Nem nós, nem quem promete
Número de mensagens, orçamentos ou vendas por mês
Custo por conversa, custo por venda ou retorno sobre o investimento
Que nenhum curioso vá passar pelos filtros
Prazo cravado para a campanha estabilizar
Que as plataformas não mudem regra ou preço no meio do ano
A resposta que perde contrato

Quando não vale
ligar a campanha.

Existem três situações em que a recomendação daqui é esperar, e elas são ditas na primeira conversa. Numa página que é um passo a passo de como começar, essa é a parte que dá crédito ao resto.

Primeiro caso
Ninguém consegue responder em minutos
Este é o canal que mais concentra mensagem fora do horário. Sem quem responda, mais anúncio só aumenta a fila e a fama de empresa que não responde.
Segundo caso
A faixa de preço ainda não foi decidida
Sem preço definido não dá para escrever o anúncio nem a frase de abertura, e a campanha inteira nasce sem o filtro que mais economiza.
Terceiro caso
A conta não fecha nem com a agenda cheia
Se a margem não cobre o custo de trazer um cliente novo, o anúncio só faz o prejuízo chegar mais rápido. Esse ajuste vem antes e não é com a gente.
Antes de decidir

O que costuma
segurar a decisão.

Sobre fazer sozinho
"A lista está aqui, por que eu contrataria?"
Se você conseguir aplicar as cinco toda semana, aplique: a página inteira é a lista, de graça. O que costuma pesar é outra coisa, e é honesta de dizer: as cinco não são difíceis, são recorrentes. Elas competem com o dia do dono, e é aí que costumam parar no segundo mês.
Sobre tentativas passadas
"Já impulsionei e só veio pergunta de preço"
Vale abrir a campanha antiga e conferir duas coisas: qual era a frase de abertura e qual era o raio. Na maioria dos casos que chegam aqui, a frase estava no padrão e a região estava aberta. Isso não garante que agora muda, mas explica o que faltava.
Sobre o tamanho da verba
"Tenho pouco para investir, vale a pena?"
Vale quando a verba concentra num canal só e num raio apertado. Não vale quando a mensalidade da gestão fica maior que a verba de mídia: aí a proporção está errada e é melhor juntar mais um pouco antes. A gente diz isso na primeira conversa.
Direto ao ponto

As perguntas que chegam
antes de qualquer conversa.

Como fazer anúncio na internet para atrair cliente para o WhatsApp?
Tomando cinco decisões, nesta ordem: onde a pessoa cai depois do toque, qual frase já vem escrita para ela, até onde você atende, qual faixa de preço aparece no texto e só então qual foto usar.
Posso só impulsionar uma publicação?
Pode, e é legítimo quando o objetivo é dar alcance a um post. Vira caro quando o objetivo era vender, porque as decisões que fazem vender não aparecem na tela do impulsionar.
Por que só chegam pessoas perguntando preço?
Porque a frase que abre a conversa costuma ficar no padrão e o preço não aparece no anúncio. As duas coisas são ajuste de configuração e texto, não de plataforma.
Com quanto dá para começar?
Não existe mínimo obrigatório publicado nas principais plataformas, mas existe um piso prático: quantas conversas você precisa para fechar uma venda, multiplicado pelo custo de cada conversa.
Reconheça o momento

Quando essa busca
costuma aparecer.

A procura por como fazer anúncio para o WhatsApp aparece em quatro momentos bem definidos, e o momento muda o que precisa ser resolvido antes de publicar.

O movimento caiu e a indicação parou
É o disparo mais comum. Nessa hora a verba é curta, então o raio apertado e a faixa de preço no texto valem mais do que qualquer capricho no criativo.
Você impulsionou uma vez e não deu em nada
Vale abrir a campanha antiga antes de refazer. A frase de abertura e o raio explicam a maioria dos casos, e os dois são corrigíveis sem gastar de novo.
Contratou alguém e a pessoa está parada
Tem quem atenda, que é a condição principal deste canal. É o cenário em que a campanha costuma render mais rápido, porque o gargalo do atendimento não existe.
Abriu unidade ou lançou serviço novo
Tem custo fixo entrando antes da receita e material visual fresco. É bom momento, desde que a faixa de preço do novo serviço já esteja decidida.
Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar antes.

Como fazer anúncio na internet para atrair clientes para o WhatsApp?
Tomando cinco decisões, nesta ordem: onde a pessoa cai depois do toque, qual frase já vem escrita para ela enviar, até onde você atende, qual faixa de preço aparece no texto e só então qual foto ou vídeo usar. O criativo é o último item, não o primeiro.
Por que o criativo é a última decisão e não a primeira?
Porque as quatro anteriores já definiram quem vai ver o anúncio e o que essa pessoa vai escrever ao chegar. Trocar a foto de uma campanha mal apontada muda pouco; acertar as quatro primeiras muda o resultado inteiro, inclusive com a mesma foto.
É melhor mandar direto para o WhatsApp ou passar por uma página antes?
Direto quando o serviço é simples e decidido rápido, porque encurta o caminho ao máximo. Página antes quando o preço é alto ou o serviço precisa ser entendido, porque ela explica e filtra sem você repetir a mesma coisa em cada conversa.
Posso só apertar o botão de impulsionar?
Pode, e é legítimo quando o objetivo é dar alcance a uma publicação. Vira caro quando o objetivo era vender: o impulsionar esconde justamente as decisões que decidem o resultado, como a frase de abertura, o raio exato e a marcação de origem.
Por que só chegam pessoas perguntando o preço?
Porque a frase que abre a conversa costuma ficar no padrão e o preço não aparece no anúncio. Quem tocou por curiosidade envia o mesmo texto de quem quer comprar. As duas coisas são ajuste de configuração e de texto.
O que escrever na mensagem que já vem preenchida?
Algo que dê um pouco de trabalho: o serviço nomeado, o bairro e o prazo, com espaços para a pessoa completar. Quem só estava olhando desiste no meio; quem quer comprar chega com metade da conversa pronta.
Com quanto dinheiro dá para começar?
As principais plataformas não publicam valor mínimo obrigatório, então o piso é outro: quantas conversas você precisa para fechar uma venda, multiplicado pelo custo de cada conversa. Se esse resultado não cabe na sua margem, nenhuma configuração salva.
Preciso ter site para anunciar para o WhatsApp?
Não, quando o anúncio leva direto à conversa. Site passa a fazer diferença quando o que você vende tem preço alto ou precisa ser explicado antes, porque aí a página faz um trabalho que você teria que refazer pessoa por pessoa.
Quanto tempo até chegar a primeira mensagem?
Costuma ser rápido, porque o caminho é curto e o aplicativo já está na mão da pessoa. O que demora é o custo por conversa estabilizar, e esta página não publica prazo em dias porque isso depende da sua verba e do seu mercado.
Qual o erro mais comum de quem faz sozinho pela primeira vez?
Mexer na campanha todo dia. A ansiedade dos primeiros dias faz trocar público, criativo e verba a cada manhã, e cada mudança grande joga o conjunto de volta para o começo do aprendizado, então ele nunca estabiliza.
Devo desligar a campanha se em cinco dias não vier nada?
Desligar cedo é o segundo erro mais comum. A campanha não teve tempo de juntar conversa suficiente para dizer nada, e o desligamento vira a prova de que não funciona. O certo é combinar o prazo mínimo antes de ligar e respeitá-lo.
Preciso aparecer nas fotos ou gravar vídeo?
Não. O que funciona para negócio local quase sempre é a foto do trabalho acontecendo ou do resultado pronto, tirada no celular. Foto de banco de imagens rende menos porque parece anúncio, e anúncio a pessoa pula.
Como evitar contato de gente de outra cidade?
Apertando o raio para o tamanho real da sua operação: bairro, cidade ou quilômetros em volta do endereço. É a configuração mais fácil de fazer e a mais evitada, porque dá vontade de aparecer para o máximo de gente possível.
Devo colocar o preço no anúncio?
Uma faixa, sim. É o filtro mais impopular e o que mais economiza: afasta quem não pode pagar antes do clique, e o clique de quem nunca ia comprar custa igual ao de quem ia.
Quanto custa contratar a Sturm Agency para fazer isso?
A gestão começa em R$ 1.500 por mês para um canal, com verba de anúncios até R$ 3.000. A verba é paga direto à plataforma pela sua empresa, e a agência não fatura sobre ela nos planos de entrada.
O que exatamente está incluído na gestão?
As cinco decisões escritas com você antes de publicar, a montagem da campanha, a escrita e o teste da frase de abertura, a marcação de origem em cada botão e o atendimento que qualifica quem chega antes de passar para você.
E se ninguém da minha equipe puder responder à noite?
É o quarto erro da lista, e o mais caro. Boa parte das mensagens chega à noite e no sábado. Aqui o contato passa por um atendimento que responde na hora, e se isso não existir de nenhuma forma, a recomendação é não abrir o canal ainda.
Como sei qual anúncio trouxe cada cliente?
Pela origem marcada em cada botão, para o contato chegar etiquetado com a campanha que o trouxe. Sem isso, conversa de WhatsApp é a coisa mais difícil de medir que existe, porque nenhum painel enxerga o que acontece dentro do aplicativo.
Fico preso a contrato?
Não existe fidelidade, multa de saída nem taxa de entrada. A conta de anúncios fica no CNPJ da sua empresa desde o primeiro dia, com o histórico, e continua sendo sua se a gente parar de trabalhar junto.
Vocês garantem quantas mensagens eu vou receber?
Não, e ninguém garante. O que se garante é o método: as cinco decisões escritas antes de gastar, a frase de abertura testada, o raio apertado, a origem marcada e o contato atendido antes de esfriar.
Quando vocês recomendam não ligar a campanha?
Em três casos: quando ninguém consegue responder em minutos, quando a faixa de preço ainda não foi decidida e quando a margem não cobre o custo de trazer um cliente novo. Nos três, isso é dito na primeira conversa.
Continue por aqui

O mesmo destino,
por outros caminhos.

‹ Voltar para Onde anunciar: Google, Meta ou TikTok

Responder as cinco
e publicar o primeiro.

Conte o que você vende, por quanto, até onde atende e quem responde. Se faltar alguma dessas quatro, a gente resolve isso antes de gastar o primeiro real.