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Tipos de chatbot

Tipos de chatbot:
a lista útil é por função, não por tecnologia.

Saber se um chatbot é de regras ou de inteligência artificial não ajuda você a decidir nada. O que decide é em que momento da venda ele entra: qualificar na entrada, agendar, recuperar quem sumiu, fazer follow-up ou cuidar do pós-venda. A Sturm Agency monta o tipo certo para o seu momento e mantém depois.

A partir de R$ 600/mês · entrada única de R$ 800

Atendimento
● online agora
Oi! Me conta o que você precisa que eu já te ajudo.
queria marcar uma avaliação
Claro. Prefere de manhã ou de tarde? E é a primeira vez que você vem?
de manhã, e é a primeira vez
✓ horário encaminhado com a ficha, sem ocupar a recepção
Prova viva

Um tipo para cada momento.

SAtendimento Sturmonline agora
oi, vi o anúncio de vocês
Que bom! O que você procura hoje: site, tráfego ou atendimento automático?
site. mas queria conversar com alguém antes
Perfeito. Tenho quinta de manhã e sexta à tarde. Qual encaixa melhor pra você?
Quinta às 9h marcado. Já vou avisando o time.
Escreva uma mensagem...
O problema da lista

Por que a lista de tipos de chatbot não ajuda a decidir?

A lista de tipos que circula na internet não ajuda porque ela classifica por tecnologia, e tecnologia não é o que você está tentando resolver. Chatbot de regras, chatbot com inteligência artificial e modelo híbrido são três respostas para a pergunta "como ele funciona por dentro", quando a sua pergunta de verdade é outra: o que exatamente eu quero que ele faça pelo meu negócio?

A prova de que a classificação por tecnologia não decide nada é simples: os três tipos abaixo podem, todos, atender um pedido de orçamento. E os três podem fazer isso mal. O que muda o resultado não é a tecnologia por trás, e sim se alguém escreveu as perguntas certas, se existe um destino para o contato depois da conversa e se alguém mantém aquilo funcionando quando o seu preço muda.

Esta página propõe outra lista, com cinco tipos, organizada pelo momento da venda em que cada um entra. É a lista que dá para usar numa decisão: você olha o seu gargalo de hoje e sabe qual tipo resolve.

Como o mercado chama
Chatbot de regras
Funciona por menu e caminhos fixos. A pessoa escolhe uma opção da lista e segue por ali.
Não diz em que momento da venda usar
Como o mercado chama
Chatbot com IA
Entende texto livre e responde no contexto, sem depender de a frase caber numa opção.
Não diz o que ele faz depois de entender
Como o mercado chama
Modelo híbrido
Junta as duas coisas: entende qualquer frase e conduz por um caminho comercial definido.
É quase sempre a resposta, e ainda assim não é uma decisão
De onde vem essa confusão de nomes

A confusão vem de quem escreve sobre o assunto: plataformas de software explicam a própria arquitetura, porque é isso que elas vendem. Termos como processamento de linguagem natural, árvore de decisão e modelo de linguagem descrevem engenharia, não resultado comercial, e viraram o vocabulário padrão das páginas sobre chatbot.

Para quem compra, esses nomes só atrasam a decisão. Nenhum dono de negócio tem um problema chamado "falta de processamento de linguagem natural". Ele tem um problema chamado "ninguém responde à noite" ou "meu vendedor passa o dia marcando horário". São esses os nomes que organizam a lista útil.

A lista que decide

Os cinco tipos de chatbot,
por função.

Existem cinco funções distintas dentro de uma operação comercial, e cada uma vira um tipo de atendimento automático diferente. A comparação que ajuda é com uma equipe de vendas: ninguém espera que a mesma pessoa prospecte, marque agenda, corra atrás de quem sumiu e cuide do cliente antigo com a mesma qualidade.

Cada cartão abaixo tem uma página inteira explicando aquele tipo por dentro: quando ele vale, o que ele não faz e como é montado. A maioria dos negócios começa por um só, resolve o gargalo mais caro e depois acrescenta o próximo. Ninguém precisa dos cinco no primeiro mês.

O diagnóstico

Qual tipo de chatbot o seu negócio precisa primeiro?

O tipo certo é o que resolve o gargalo mais caro que você tem hoje, e o gargalo tem sintoma. Se as mensagens ficam sem resposta à noite, o problema está na entrada. Se a sua equipe passa o dia oferecendo horário, o problema está na agenda. Se as propostas somem no vácuo, o problema está depois da proposta.

A tabela abaixo liga o sintoma ao tipo. Leia a primeira coluna procurando a frase que descreve o seu mês, e a linha inteira te diz o resto. Se mais de uma linha parecer sua, comece pela que custa mais caro, que quase sempre é a de cima.

Do sintoma que você tem hoje ao tipo de atendimento que resolve
O sintoma no seu mêsO tipo que resolveO que muda na prática
Mensagem entra à noite e só é respondida de manhã SDR de IA, na entrada Quem chega é atendido na hora e chega no vendedor já separado
Sua equipe passa o dia oferecendo e confirmando horário Agendamento O compromisso volta marcado, sem ninguém digitando disponibilidade
Muita conversa aberta que parou no meio Recuperação Quem sumiu recebe uma retomada com contexto, em vez de virar lista morta
Proposta enviada e silêncio depois Follow-up A conversa continua viva entre a proposta e a decisão
Cliente antigo só volta quando tem problema Pós-venda Dúvida resolvida na hora e a próxima compra lembrada por alguém
Dá para começar com mais de um tipo ao mesmo tempo?

Dá, e às vezes faz sentido, mas raramente é a melhor primeira decisão. Cada tipo tem uma régua própria, escrita a partir do seu jeito de vender, e essa régua leva algumas semanas de conversa real para ficar afinada. Começar por dois ao mesmo tempo dobra o ajuste e atrasa os dois.

A ordem que costuma render mais é: resolva a entrada primeiro, porque tudo que vem depois depende de quem chegou. Com a entrada organizada, o segundo tipo aparece sozinho no seu relatório: é o lugar onde a conversa continua parando.

A janela

Por que todo tipo
tem que ser imediato?

Todo tipo tem que ser imediato porque a chance de aproveitar um contato cai nos primeiros minutos, não nas primeiras horas. O estudo mais citado sobre o assunto mediu a queda: ligar para um contato de internet em até cinco minutos, em vez de trinta, deixa a empresa 21 vezes mais propensa a qualificar aquele contato, medido em mais de 15 mil contatos por James Oldroyd, da MIT Sloan, com a InsideSales, no Lead Response Management Study.

Vale a precisão que quase todo material erra: esse número não é da Harvard Business Review, é do estudo de Oldroyd de 2007, e trata de ligação para contato vindo de formulário. A ordem de grandeza serve de referência para conversa no WhatsApp, e a leitura prática é a mesma para qualquer tipo de atendimento automático.

Daí sai um critério simples de comparação entre tipos: o que gasta os minutos da pessoa é ruim, mesmo quando parece funcionar. Um menu que obriga a navegar por três níveis até chegar em vendas consome exatamente o intervalo que decide a conversa, e no fim entrega a mesma informação que uma pergunta direta entregaria.

Nos primeiros minutos
A pessoa ainda está no problema
Ela acabou de decidir procurar, está com o assunto na frente e responde qualquer pergunta sem reclamar.
Meia hora depois
A queda medida pelo estudo
É o intervalo que o Lead Response Management comparou, e onde a chance de qualificar despenca.
No dia seguinte
O contexto mudou
A pessoa não mudou de ideia: mudou de assunto. Sua mensagem chega para comparar, não para vender.
Onde os tipos se separam

O que acontece com a conversa que o robô não entendeu?

A conversa que o robô não entendeu tem três destinos possíveis, e é aqui que os tipos de atendimento automático se separam de verdade. O automático comum encerra com uma frase educada e a conversa morre ali, sem que ninguém saiba que ela existiu. O que a Sturm Agency monta faz outra coisa: marca o caso, guarda a conversa inteira e devolve para uma pessoa decidir.

Essa diferença não aparece em nenhuma tabela de recursos, porque ela só acontece quando dá errado. E dá errado em toda operação, todo mês: alguém escreve uma pergunta que ninguém previu, um pedido fora do padrão, uma dúvida que precisa de gente. O que define a qualidade do tipo escolhido não é o que ele faz no caso fácil, é o que ele faz no caso difícil.

Os três destinos abaixo valem para qualquer um dos cinco tipos. Nenhum contato é descartado em silêncio, e nenhuma classificação é definitiva.

Resolvido na conversa
A pessoa foi atendida, respondida e encaminhada para o destino certo, com o resumo do que ela contou.
segue o fluxo
Ficou em dúvida
O caso é marcado com o motivo escrito e entra na fila de revisão, para uma pessoa da sua equipe decidir.
revisão humana
Pediu para falar com alguém
A saída para uma pessoa fica aberta o tempo todo. Quem pede é encaminhado, não devolvido para o começo.
encaminhado na hora
A régua

Seis exigências que valem para qualquer tipo de chatbot

Seis exigências separam um atendimento automático que ajuda de um que atrapalha, e elas valem para os cinco tipos, com qualquer tecnologia por baixo. Leve a lista para qualquer proposta que você receber, inclusive para a nossa. A primeira sozinha já elimina boa parte do mercado: no CX Trends, da Octadesk com o Opinion Box, 62% dos consumidores brasileiros disseram que o atendimento fica insatisfatório quando o robô não entende o que foi pedido.

  1. Ele entende quem escreve em texto livre, sem obrigar a escolher uma opção?Se a resposta for "opção inválida", a conversa já começou perdendo os minutos que decidem.
  2. Quem pede para falar com uma pessoa consegue, na hora?Saída para humano é obrigatória em qualquer tipo, inclusive nos que funcionam muito bem sozinhos.
  3. O que ele não conseguiu resolver vai para revisão ou some?Peça por escrito. "Encerra a conversa" e "marca e devolve para alguém" são serviços diferentes com o mesmo nome.
  4. Quem escreve as perguntas, e eu vejo antes de ir para o ar?Se a resposta for "você mesmo configura no painel", o trabalho continua sendo seu, todo mês.
  5. Quando o meu preço ou serviço mudar, quem atualiza e quanto custa?Automação sem manutenção envelhece em semanas e passa a responder informação errada.
  6. O custo cresce por conversa? E se eu encerrar, o que fica comigo?Peça a simulação com o dobro do seu volume atual, e peça o que dá para levar embora.
Como funciona

Três passos,
e a escolha do tipo é nossa.

São três passos até o atendimento estar no ar, e nenhum deles pede que você escolha entre tecnologias. A Sturm Agency identifica o tipo que resolve o seu gargalo, escreve o roteiro, coloca no ar e mantém depois. Você não configura nada e não precisa entender a diferença técnica para contratar.

1
Conte onde a sua venda trava
Uma conversa sobre o seu mês: onde as mensagens param, o que a equipe repete todo dia e o que costuma esfriar no meio.
2
A gente escolhe o tipo e escreve
O tipo que resolve aquele gargalo, o roteiro, as respostas do seu negócio e os limites do que pode ser dito. Você lê e aprova antes.
3
Entra no ar e continua sendo ajustado
O atendimento roda dia e noite, o contato chega pronto no seu WhatsApp e a régua é afinada com as conversas reais.
O custo escondido

Por que o tipo importa menos do que quem é dono da ferramenta?

Quem é dono da ferramenta importa mais porque é isso que define se a sua conta muda sem você mexer em nada. A documentação de preços da Meta mostra a direção: a cobrança das conversas de WhatsApp deixou de ser por janela de 24 horas e passou a ser por mensagem em 1º de julho de 2025, e as respostas dentro da janela aberta pelo cliente, hoje gratuitas, passam a ser cobradas a partir de 1º de outubro de 2026, inclusive as geradas por inteligência artificial.

Quando a régua de cobrança é de outro, o tipo de chatbot que você escolheu vira detalhe: o que manda é a cláusula. A Sturm Agency trabalha com ferramenta própria e a conversa roda na sua página, e é por isso que a coluna da direita da tabela não tem linha de tarifa por conversa.

O que muda entre operar em plataforma alugada e em ferramenta própria
O que mudaPlataforma alugadaFerramenta própria da Sturm Agency
Quem define a régua de cobrançaA plataforma e o canal oficialEstá no plano que você assina
Custo por conversaExiste, e muda por categoria e por paísNão existe
Seu número de WhatsAppFica conectado à ferramentaContinua só seu, sem conexão nenhuma
Quando a regra do canal mudaA sua conta muda juntoO seu plano continua o mesmo
Se você encerrarO fluxo fica na plataformaRégua escrita, roteiro e histórico ficam com você
Isso quer dizer que a Sturm não usa o canal oficial do WhatsApp?

Quer dizer exatamente isso, e é melhor deixar claro antes de qualquer proposta. A conversa acontece na sua página, dentro do seu domínio, e o WhatsApp recebe só o contato que já passou pela triagem, com o resumo. Não existe robô conectado ao seu número.

A consequência boa é não ter tarifa por conversa nem número preso a ferramenta. A consequência ruim também está na mesa: quem te chama direto no WhatsApp continua sendo respondido por você, porque essa conversa não passa pelo atendimento automático. Se o que você precisa é responder dentro do próprio número, este não é o serviço certo.

Por tipo de negócio

Qual tipo rende mais
em cada operação.

O tipo que rende mais muda conforme o que a sua operação vende, e a diferença é grande o suficiente para mudar a primeira contratação. Em três formatos de negócio que a Sturm Agency atende, o gargalo aparece em lugares diferentes do mesmo funil.

O canal, esse, é o mesmo nos três: o WhatsApp está em praticamente todo smartphone brasileiro e é onde a conversa termina, como mostram as pesquisas do Panorama Mobile Time com o Opinion Box sobre mensageria. O que muda é o momento em que o automático entra antes disso.

Agência e criação de sites
  • Pedido de orçamento chega a qualquer hora
  • A faixa de preço só aparece depois de muita digitação
  • Proposta enviada e silêncio depois
  • Começa pela entrada, e o follow-up vem em seguida
Prestador de serviço e consultoria
  • O dono responde entre uma reunião e outra
  • As mesmas dúvidas de preço e horário todo dia
  • Agenda montada no braço, mensagem por mensagem
  • Começa pelo agendamento, que é o que consome o dia
Clínica, escritório e comércio de serviço
  • Volume alto de conversa simultânea na recepção
  • Muita pergunta simples ocupando quem atende
  • Cliente antigo só volta quando tem problema
  • Começa pelo agendamento, e o pós-venda vem depois
Planos e preços

Quanto custa cada tipo
de atendimento automático.

O preço não muda por tecnologia: muda por quantos serviços são atendidos e por volume de conversa. Uma entrada única, que paga o levantamento e a escrita, e uma mensalidade, que paga a operação e os ajustes. Sem tarifa por conversa e sem fidelidade.

Essencial
Um tipo, resolvendo o gargalo mais caro.
R$ 600/mês · entrada única de R$ 800
  • 1 serviço atendido
  • Até 300 conversas por mês
  • Roteiro escrito com você
  • Fila de revisão para os casos em dúvida
  • Contato pronto no seu WhatsApp, com resumo
Profissional
Recomendado. Mais de um tipo trabalhando junto.
R$ 1.200/mês · entrada única de R$ 1.500
  • Até 5 serviços atendidos
  • Até 1.500 conversas por mês
  • Roteiro diferente por serviço
  • Ajuste incluído na mensalidade
  • Origem do contato registrada na ficha
Avançado
Para operação com volume alto e vários times.
R$ 2.000/mês · entrada única de R$ 3.000
  • Sem limite de serviços
  • Volume alto de conversas
  • Roteiro por time ou por unidade
  • Encaminhamento para mais de um destino
  • Acompanhamento contínuo da régua

O limite de conversas de cada degrau está escrito antes de você assinar. Quando o volume passa do degrau, a gente avisa e você decide se troca de plano.

O extrato aberto

O que vale para os cinco tipos,
e o que nenhum deles faz.

Os cinco tipos compartilham o mesmo combinado, e a coluna da direita é a que dá crédito à da esquerda. Toda página de chatbot lista funcionalidades; quase nenhuma lista o que a automação não vai fazer, e é aí que nasce a discussão do terceiro mês.

A linha mais importante da direita é a última. Nenhum tipo de atendimento automático negocia valor. Ele leva a conversa até o ponto de decisão e chama alguém. Fornecedor que promete fechamento automático está prometendo o que não controla, e é essa promessa que costuma virar cancelamento.

Vale para os cinco tipos
  • Roteiro escrito e limites definidos, para você aprovar antes
  • Fila de revisão para todo caso que ele não resolveu
  • Saída para falar com uma pessoa, sempre aberta
  • Ajuste sempre que o seu preço ou serviço mudar
  • Sem tarifa por conversa, sem fidelidade e sem taxa de saída
Nenhum deles faz
  • Garantia de venda, de faturamento ou de reunião
  • Zero erro de resposta, em qualquer tecnologia
  • Disparo em massa para lista de contatos
  • Substituir o vendedor na negociação
  • Fechar preço ou condição no lugar de gente
Para quem faz sentido

Quando contratar qualquer tipo, e quando não contratar nenhum

Contratar faz sentido quando o volume de conversa já passou do que a sua equipe atende com atenção. Antes disso, qualquer tipo de automação resolve um problema que você ainda não tem, e o mesmo dinheiro rende mais em site e em tráfego, que é o que faz o volume existir.

A coluna da direita existe porque a recomendação nem sempre é comprar. Se ela descreve o seu momento, a resposta honesta é não contratar nada agora, mesmo com o orçamento aprovado. Volte quando o volume subir, e a conta fecha sozinha.

Faz sentido quando
  • Chega mais mensagem do que dá para responder na hora
  • Boa parte dos contatos cai à noite ou no fim de semana
  • A mesma pessoa atende, agenda, vende e faz orçamento
  • Você investe em anúncio e o contato cai no WhatsApp
  • Você já perdeu negócio por demora, e sabe disso
Não faz sentido quando
  • Você responde tudo na hora, sem esforço
  • A sua venda é consultiva desde a primeira conversa
  • O seu tíquete deixa pouca margem por venda
  • Não existe ninguém para atender quem passar
  • O problema de hoje é falta de contato, não excesso

Automatizar uma fila vazia não faz a fila encher. Quando o problema é falta de contato, o dinheiro rende mais em site e em tráfego.

Quando procurar

Os três momentos em que essa decisão vira urgente

Três momentos empurram essa decisão, e todos têm a ver com volume crescendo mais rápido do que a equipe. Nenhum deles tem a ver com tecnologia nova ou com moda de mercado.

Você vai aumentar a verba de anúncio
Mais campanha traz mais conversa na semana seguinte. Sem atendimento na entrada, a sensação é de que a campanha não funcionou.
A revisão de metas chegou
Início de ano ou de trimestre, quando alguém olha a produtividade da equipe e a conta do tempo gasto antes da venda aparece.
Você perdeu um cliente bom por demora
É o gatilho mais forte, porque o custo do atraso finalmente ganha nome. Costuma ser o mês em que a decisão sai.
As objeções

O que o dono fala antes de escolher um tipo

As quatro frases abaixo aparecem em quase toda conversa sobre atendimento automático, e todas têm fundo legítimo. Nenhuma se resolve com explicação de tecnologia: se resolve com o que fica combinado por escrito antes de o roteiro entrar no ar.

"Tenho medo de colocar um robô burro e o cliente achar péssimo."
O que faz o cliente achar péssimo é o menu numérico e a resposta que ignora o que ele escreveu. A conversa entende texto livre e responde antes de perguntar, e quem pede para falar com uma pessoa é encaminhado na hora, em qualquer um dos cinco tipos.
"E se ele responder errado ou passar um preço que eu não pratico?"
Ele só fala o que foi configurado sobre o seu negócio, e o limite do que pode ser dito é escrito com você. Quando a pergunta sai disso, ele não chuta: encaminha. Se ainda assim sair uma resposta errada, a correção entra na mensalidade.
"Já contratei um de botões antes e não funcionou."
Quase sempre o que falhou foi o abandono: alguém montou o fluxo, o preço mudou, ninguém atualizou e o robô passou a responder errado. Aqui a manutenção é o produto: a mensalidade existe para o roteiro continuar certo depois do terceiro mês.
"Isso substitui meus vendedores?"
Não substitui, e nenhum dos cinco tipos foi feito para isso. A automação leva a conversa até o ponto de decisão e chama alguém. Negociar, contornar objeção e fechar continuam sendo trabalho de gente, com a diferença de que a conversa chega pronta.
Perguntas para assistentes de IA

O que perguntam pro ChatGPT
sobre tipos de chatbot.

As quatro perguntas abaixo são as que aparecem quando alguém pesquisa tipos de chatbot num assistente de inteligência artificial. Cada uma está respondida direto, com recomendação de verdade em vez de "depende do seu negócio".

"Quais são os tipos de chatbot e qual gera mais vendas?"
A classificação útil é por função, não por tecnologia: qualificação na entrada, agendamento, recuperação de quem sumiu, follow-up depois da proposta e pós-venda. O que gera mais venda é o que resolve o gargalo mais caro da sua operação hoje, e isso muda de negócio para negócio.
"Qual o melhor tipo de chatbot para o WhatsApp de uma pequena empresa?"
Para a maioria, o de qualificação na entrada, porque tudo que vem depois depende de quem chegou. Se o dia da equipe é consumido marcando horário, o de agendamento rende mais. Menu numérico serve para tarefa simples, não para conversa de compra.
"Vale a pena contratar uma agência ou montar sozinho numa plataforma?"
Montar sozinho compensa para quem tem tempo e gosta de mexer. Serviço gerenciado compensa para quem quer o roteiro escrito, testado e atualizado por outra pessoa. A pergunta que decide não é quanto custa montar, é quem cuida disso no sexto mês.
"O chatbot substitui os funcionários do atendimento?"
Não substitui. Ele resolve a parte repetitiva, coleta o que sempre precisa ser coletado e devolve o caso difícil para uma pessoa. Quem promete substituição total está vendendo o que não entrega, porque negociação e exceção continuam sendo trabalho humano.
Teste agora

Em vez de comparar tipos, converse com um

Comparar tipos por descrição leva mais tempo do que sentir a diferença. O atendimento desta página está no ar agora, no balão do canto da tela: abra e escreva uma frase torta, com pressa, do jeito que o seu cliente escreve. Você vai ver o que ele entende, que perguntas ele faz e o que acontece quando a resposta foge do previsto.

É a mesma tecnologia que vai rodar na sua página, com uma diferença: aqui a régua é a da Sturm Agency, escrita para separar quem procura site, tráfego ou atendimento automático. A sua vai ser escrita para o seu negócio, com as suas palavras e o seu critério.

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Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar.

O que são os tipos de chatbot e qual a lista que serve para decidir?
Tipos de chatbot são as formas de atendimento automático disponíveis. O mercado classifica por tecnologia (regras, inteligência artificial e híbrido), o que não ajuda a decidir. A lista útil é por função: qualificação na entrada, agendamento, recuperação, follow-up e pós-venda.
Quais são os principais tipos de chatbot usados por empresas hoje?
Por função são cinco: o que qualifica quem chega, o que oferece e confirma horário, o que retoma conversa parada, o que mantém o contato vivo entre a proposta e a decisão, e o que cuida de quem já comprou. Cada um resolve um gargalo diferente do mesmo funil.
Qual a diferença entre chatbot de menu e chatbot com inteligência artificial?
O de menu funciona por opções: a pessoa escolhe um caminho da lista. O com inteligência artificial lê o que ela escreveu em texto livre e responde aquilo. O de menu serve para tarefa repetitiva; conversa de compra quase sempre foge das opções previstas.
Como funciona um chatbot no site e no WhatsApp ao mesmo tempo?
No modelo da Sturm Agency, a conversa acontece na sua página e o WhatsApp recebe o contato já atendido, com o resumo do que foi conversado. O seu número não fica conectado a ferramenta nenhuma, e quem chama direto no WhatsApp continua sendo respondido por você.
Por que escolher o tipo errado faz perder cliente?
Porque cada tipo resolve um momento diferente. Um atendimento de entrada não conserta proposta que esfriou, e um follow-up não adianta se ninguém responde quem chega à noite. Escolher pelo gargalo mais caro é o que evita pagar por uma automação que não muda o mês.
Como escolher o melhor tipo de chatbot para o meu negócio?
Olhe onde a conversa para hoje. Mensagem sem resposta à noite pede atendimento na entrada. Dia consumido marcando horário pede agendamento. Proposta seguida de silêncio pede follow-up. Se mais de um sintoma for seu, comece pelo que custa mais caro.
Quanto custa implementar um chatbot profissional no WhatsApp e no site?
Na Sturm Agency são duas partes: uma entrada única a partir de R$ 800, que paga o levantamento e a escrita do roteiro, e uma mensalidade a partir de R$ 600, que paga a operação e os ajustes. Os degraus seguintes são R$ 1.500 mais R$ 1.200 e R$ 3.000 mais R$ 2.000.
O preço muda conforme o tipo de chatbot escolhido?
Não muda por tecnologia nem por tipo. O que define o degrau é quantos serviços são atendidos e o volume de conversas por mês. Um atendimento de agendamento e um de qualificação custam o mesmo no mesmo degrau.
Quanto tempo demora para o chatbot começar a funcionar?
O prazo é combinado por escrito na proposta, antes de você pagar a entrada, e não é publicado aqui porque depende do seu caso. A maior parte do tempo não é técnica: é descobrir e escrever o que decide a venda no seu negócio.
O que está incluído no serviço da Sturm Agency?
Levantamento do seu gargalo, escolha do tipo, escrita do roteiro e das respostas, definição por escrito dos limites do que pode ser dito, instalação na sua página, fila de revisão dos casos duvidosos e ajuste sempre que o seu preço ou serviço mudar.
Vale a pena para quem tem baixo volume de mensagens?
Se você responde tudo na hora e não lembra de ter perdido negócio por demora, ainda não vale. O momento de contratar é quando chega mensagem fora do horário em quantidade que incomoda, ou quando você vai aumentar a verba de anúncio e sabe que o volume sobe.
Qual tipo funciona melhor para quem vende serviço de alto valor?
O de qualificação na entrada, seguido do follow-up. Em venda de tíquete alto o custo de atender quem não tem verba é maior, e a decisão demora mais, o que faz a proposta esfriar. Os dois juntos cobrem a entrada e o intervalo até a decisão.
O cliente se irrita ao perceber que é uma automação?
Irrita quando o atendimento devolve menu numérico ou ignora o que foi escrito. Uma conversa que responde a dúvida na hora costuma ser lida como empresa organizada. E a saída para falar com uma pessoa fica aberta o tempo todo, em qualquer um dos tipos.
E se a inteligência artificial responder errado ou passar orçamento incorreto?
Ela só fala o que foi configurado sobre o seu negócio, e o limite do que pode ser dito é escrito com você antes de entrar no ar. Quando a pergunta sai disso, ela encaminha em vez de chutar. Se ainda assim sair errado, a correção entra na mensalidade.
Preciso de equipe técnica ou saber programar?
Não precisa. A escrita, a configuração, os limites e os testes são nossos. O seu trabalho é uma conversa contando onde a venda trava e depois ler e aprovar o roteiro. Se você precisar abrir um painel para consertar alguma coisa, o serviço falhou.
Já contratei um chatbot de botões antes e não funcionou. O que muda?
Quase sempre o que falhou foi o abandono: o fluxo foi montado, o preço mudou, ninguém atualizou e o robô passou a responder errado. Aqui a manutenção é o produto, e é para isso que existe mensalidade, e não só uma entrada única.
O chatbot substitui os meus vendedores?
Não substitui. Ele resolve a parte repetitiva, coleta o que sempre precisa ser coletado e leva a conversa até o ponto de decisão. Negociar, contornar objeção e fechar continuam com gente, com a diferença de que a conversa chega pronta.
Como os contatos qualificados chegam até o meu time de vendas?
No WhatsApp que a equipe já usa, com o resumo do que a pessoa respondeu: o que precisa, para quando, o que já tem em mãos e quem decide. Não existe painel novo para abrir nem aplicativo para instalar.
O que acontece com a conversa que o robô não entendeu?
Fica marcada com o motivo e entra na fila de revisão, para uma pessoa da sua equipe decidir. Nada é encerrado em silêncio e nenhuma classificação é definitiva. É esse destino que separa um tipo de atendimento automático bem feito de um comum.
Como funciona a manutenção se meus preços ou serviços mudarem?
Nós atualizamos, dentro da mensalidade e sem chamado avulso. Mudança de preço, de serviço, de horário ou de critério faz parte da manutenção, porque automação desatualizada responde informação errada, que é pior do que não responder.
Tem custo por mensagem ou cobrança em dólar?
Não tem. O valor é a entrada única mais a mensalidade do degrau, em real, sem tarifa por conversa. Existe limite de conversas por degrau, escrito antes de você assinar, e a gente avisa quando o seu volume se aproxima dele.
Se eu encerrar o contrato, o que fica comigo?
Ficam a régua de qualificação escrita, o roteiro das perguntas e o histórico das conversas. Não existe fidelidade nem taxa de saída. O que é seu continua seu, e é isso que dá para levar para qualquer outro fornecedor.
Ferramentas de gestão

Trazer cliente é metade.
A outra metade é saber o que fazer com ele.

Ver as nove ferramentas ›

Nove ferramentas de gestão para o mesmo dono de negócio que a Sturm atende. Todas partem do mesmo princípio: os sistemas do mercado te entregam um relatório e te deixam sozinho com ele. Estas fazem a conta e dizem o que fazer com o resultado - qual preço cobrar, o que repor, quem cobrar, o que está dando prejuízo. E você pergunta falando, sem digitar nada.

Controle de caixa

Seu saldo aguenta quantos dias?

Ter R$18 mil na conta não quer dizer nada se R$14 mil já têm dono. A ferramenta olha o que entra, o que sai e responde em dias - e avisa antes de o mês apertar, não depois.

"Vendi quatrocentos e vinte hoje"
18dias
zona segura
Mostra os próximos dias de fôlego do caixa e puxa o alerta antes de apertar.
Contas e cobranças

Existe juro que você paga por desorganização

O boleto estava no e-mail, ninguém viu, e o valor cresceu num mês em que o dinheiro estava lá. A ferramenta mostra o que vence, cobra quem atrasou sozinha e avisa qual dia vai faltar.

"O que eu tenho pra pagar essa semana?"
Dia 15 · faltam R$ 5.300
Lista o que vence, cobra o atrasado sozinha e aponta o dia que vai faltar.
Formação de preço

Comprar por 10 e vender por 15 não é 50% de lucro

Depois de imposto, cartão, comissão e a fatia do aluguel, sobram 2%. 89% dos empresários não se sentem seguros ao formar preço - e o sistema que a maioria usa nem converte saco de 25 quilos em pão. Aqui o preço aparece pronto enquanto você cadastra.

"Por quanto eu vendo o pão francês?"
R$ 15,00
R$ 19,23
imposto 6%cartão 3,2%fixo 21%margem 15%
Você cadastra o custo e o preço com margem real aparece pronto, sem planilha.
DRE gerencial

Vendeu mais e sobrou menos

Acontece quando o custo do que você vende sobe mais rápido que o preço que você cobra - e é invisível para quem só olha o total do dia. A ferramenta monta o resultado sozinha e mostra a linha que mudou.

"Quanto sobrou em abril?"
Faturamento ↑14%
Lucro ↓6%
Monta o resultado do mês sozinha e destaca a linha que corroeu o lucro.
Controle de estoque

Um terço do seu dinheiro pode estar dormindo na prateleira

Falta o que vende e sobra o que não vende, ao mesmo tempo. E nenhum sistema comum funciona no balcão, porque exige lançar cada venda. Aqui você conta a prateleira uma vez por semana e o resto a ferramenta calcula.

"Quanto tem de farinha?"
12 produtos = 79% do faturamento
R$ 9.700 parados há 90 dias
Você conta a prateleira uma vez por semana e ela cuida do resto.
CRM de vendas

Venda pequena se perde no esquecimento, não na objeção

O orçamento foi enviado na terça, ninguém voltou nele, e trinta dias depois ele comprou de outro. Venda pequena se perde no follow-up que ninguém fez, não no preço.

"Quem não responde há mais de uma semana?"
14 paradas · R$ 31 mil
Mostra quem parou de responder e há quanto tempo, pra você voltar antes de perder.
Ordens de serviço

“E o meu, como está?”

É a ligação mais frequente e a mais cara: alguém para o que está fazendo, vai até a bancada e volta para responder. A ferramenta mostra tudo por fase, manda o link de acompanhamento e abre a OS por voz - com a mão suja de graxa.

"Abre uma OS pro Carlos, moto não liga"
Aberta
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Cada serviço por fase, link de acompanhamento pro cliente e abertura por voz.
Agenda online

A terça vazia custa igual à sexta lotada

O aluguel não sabe que dia é. A ferramenta mostra a ocupação da semana inteira, confirma na véspera para derrubar a falta pela metade, e diz quanto cada hora trabalhada realmente rende.

"Marca a Maria quinta às três"
SEG
TER40% ocupada
QUA
QUI
SEX
Ocupação da semana, confirmação na véspera e quanto cada hora rende.
Cobrança recorrente

Tem cliente pagando o valor de três anos atrás

A data do reajuste passou e ninguém lembrou. O custo do seu negócio subiu; o que ele paga, não. A ferramenta gera a cobrança sozinha, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e quanto isso custou.

"Quanto tenho garantido esse mês?"
R$ 12.400já garantido
3 cancelaram · R$ 890
Gera a cobrança, avisa o reajuste antes e mostra quem cancelou e o custo.

Feitas para quem está no balcão, não para o escritório do contador.

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Cada tipo, por dentro

Um tipo para o gargalo
que está te custando caro.

Conte onde a sua venda trava e a gente escolhe o tipo, escreve o roteiro e coloca no ar. A entrada paga o levantamento; a mensalidade mantém tudo certo depois.