Estar publicado e ser encontrado são duas coisas diferentes, e quase todo site que "não aparece" cai numa de sete causas conhecidas. Esta página lista as sete, mostra como conferir cada uma sozinho e faz a conta do que custa continuar invisível mais um ano.
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Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. E a atenção nessa lista é curtíssima: o estudo de taxa de cliques da Backlinko, com milhões de resultados de busca, mede que o primeiro colocado recebe cerca de 27,6% dos cliques, e a queda para as posições seguintes é acentuada.
A conclusão prática é dura e é o ponto de partida desta página. Estar publicado não coloca você na disputa: ter um endereço no ar e não responder nenhuma pergunta que as pessoas digitam é o mesmo, para efeito de cliente novo, que não ter site.
Quase todo site invisível cai numa destas sete, e várias vezes em mais de uma ao mesmo tempo. Cada item traz o jeito de conferir sozinho, no seu celular ou no seu computador, sem depender da palavra de ninguém.
É a causa número um. O site tem página inicial, sobre e contato, e nenhuma delas responde o que o cliente digita. Quem procura não digita o nome da sua empresa, digita o problema dele.
Confira assimListe as cinco perguntas que você mais responde no WhatsApp. Existe uma página do seu site para cada uma?Site novo ou refeito leva tempo até ser lido e catalogado, e às vezes existe uma configuração antiga pedindo ao buscador para não indexar aquelas páginas.
Confira assimPesquise no Google: site:seudominio.com.br. Se não aparecer quase nada, o problema é de leitura, não de posição.Mais da metade das pessoas abandona uma página no celular que passa de três segundos, segundo o Think with Google, e o buscador usa a versão mobile do site para indexar, conforme a documentação do Google Search Central.
Confira assimAbra o site pelo 4G, longe do wi-fi. Se deu tempo de pensar em outra coisa, é lento.Chamada, tabela de preço e lista de serviços em forma de figura são invisíveis para o buscador, que lê letra e não enxerga foto. É comum em site montado como se fosse um folder.
Confira assimTente selecionar o texto da página com o mouse. Se não dá para marcar, é imagem.Título e descrição são o que aparece na lista de resultados. Quando todas as páginas repetem o nome da empresa, nenhuma delas fica associada a uma busca específica.
Confira assimAbra duas páginas diferentes e compare o texto na aba do navegador. Se for igual, é este o caso.Site publicado uma vez e nunca mais tocado envelhece na comparação com quem publica. Não é castigo: é que quem responde mais perguntas ocupa mais lugares na busca.
Confira assimQual foi a última vez que uma página nova entrou no seu site? Se você não lembra, é este.Muita gente pesquisa o nome da própria empresa, vê o site aparecer e conclui que está tudo certo. Aparecer pelo próprio nome é o mínimo, e não traz cliente novo.
Confira assimPesquise o SERVIÇO que você vende, não o nome da empresa, e numa aba anônima.A conta que quase ninguém faz não é quanto custa consertar: é quanto já está sendo pago para não acontecer nada. O exemplo abaixo é declarado e simples de refazer com os seus números, e é por isso que ele está aberto.
58% das pessoas começam a pesquisa no Google, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box, e existem dois jeitos de estar lá: pagando por cada clique ou sendo encontrado por uma página que responde. Os dois funcionam, e eles têm contas opostas.
O anúncio entrega visita hoje e some quando você pausa. A página que responde continua trazendo gente todo mês depois de escrita, e o que já foi feito não precisa ser pago de novo. Um é aluguel de atenção, o outro é acúmulo. Quem depende só do primeiro tem a torneira nas mãos de outra pessoa.
Se a sua empresa vive de anúncio hoje, desligar para investir em busca orgânica é trocar caixa de curto prazo por promessa de médio prazo, e ninguém paga conta com promessa. Anúncio resolve hoje; conteúdo resolve o ano que vem.
O caminho que faz sentido é somar: manter a verba que já funciona e, em paralelo, construir as páginas que respondem as buscas do seu ramo. Quando elas começarem a trazer gente sozinhas, aí sim dá para decidir se o anúncio diminui, e essa decisão passa a ser sua, não da necessidade.
A comparação é por critério de conta, não por preferência. A terceira coluna existe porque, na prática, é onde quase toda empresa termina depois de um ano.
| Critério | Só anúncio pago | Só busca orgânica | Os dois juntos |
|---|---|---|---|
| Quando começa a trazer | No mesmo dia | Depois de meses | Hoje pelo anúncio, e cresce por baixo |
| Quando você pausa | Para de trazer na hora | Continua trazendo | O acervo segura a queda |
| Custo por visita | Se repete a cada clique | Se dilui com o tempo | Cai conforme o acervo cresce |
| O que fica no fim do ano | A fatura | As páginas, e elas continuam | Caixa no curto prazo e acervo no longo |
| Quem controla | A plataforma e o leilão | O buscador decide a posição | Duas fontes, e nenhuma sozinha |
| Garantia de posição | Você compra espaço, não posição orgânica | Não existe, para ninguém | Também não. O que existe é estar na disputa |
| O que a Sturm faz | A verba e a campanha são um serviço à parte | Escreve e estrutura as páginas | O site é a base dos dois caminhos |
Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.
Aparecer na busca não é uma configuração que se liga: é conteúdo publicado que o buscador precisa ler, comparar e passar a confiar. A linha do tempo abaixo é honesta e vale para qualquer fornecedor, inclusive para nós.
As páginas entram no ar e começam a ser lidas. Aparecem buscas pelo nome da empresa e pouca coisa além disso. É a fase em que a maioria desiste.
Começam a chegar pessoas por buscas de serviço, não de marca. Costuma ser pouco volume e alta intenção: gente que já queria resolver.
Cada página publicada continua trabalhando, e o conjunto cresce sem precisar recomeçar. É quando a conta do investimento começa a fechar.
Encurta quando o site já tem histórico no ar, quando o ramo tem pouca concorrência escrevendo, e quando as páginas cobrem perguntas específicas em vez de temas genéricos.
Estica quando o site é novo em folha, quando o assunto é disputado por empresas grandes que publicam há anos, e quando o conteúdo para de crescer depois da entrega.
O que ninguém controla é a decisão final do buscador. Quem promete primeiro lugar ou prazo para ranquear está prometendo o que não é dele, e essa promessa costuma vir junto com contrato de fidelidade.
O mercado de busca é cheio de promessa de posição, e ela é o sinal mais confiável de que alguém está vendendo o que não controla. A posição é decidida pelo buscador, com critérios que mudam e que ninguém de fora acessa. O que dá para prometer é o trabalho, e o trabalho está listado na próxima cena.
Nenhum item abaixo é promessa de resultado: são as tarefas que colocam a sua empresa na disputa. Elas estão no escopo escrito, antes de qualquer pagamento, e você confere item por item.
O site fala da estrutura e da equipe, e ninguém digita isso. As buscas são por procedimento, por sintoma e por preço.
O trabalho: uma página por procedimento, com o que ele resolve e quanto custa.Todas as páginas com o nome do escritório na aba, então nenhuma fica associada a trabalhista, cível ou tributário.
O trabalho: uma página por área, com título e descrição próprios.Tabela de preço e lista de produtos publicadas como figura, invisíveis para o buscador e ilegíveis para quem usa leitor de tela.
O trabalho: transformar a figura em conteúdo de verdade, com preço em letra.Já paguei um site e ele não aparece. Vou pagar de novo?
Antes de qualquer orçamento, a primeira conversa serve para descobrir em qual das sete causas o seu caso está. Em parte dos casos o problema é de conteúdo e a estrutura atual se aproveita. Quando refazer é mais barato que consertar, a gente diz, mesmo sendo notícia ruim.
Não seria mais rápido só pagar anúncio?
É mais rápido, e é uma boa decisão para agora. O que ele não faz é acumular: no dia em que a verba pausa, a visita para junto. O caminho que costuma render é somar os dois, não trocar um pelo outro.
Meu concorrente aparece e ele nem tem site bonito.
Provavelmente ele responde perguntas que você não responde. Aparência decide se a pessoa fica depois de chegar; o que decide se ela chega é ter uma página que trate exatamente do que foi digitado.
Vocês garantem que eu vou aparecer em primeiro lugar?
Não, e ninguém pode garantir. A posição é decidida pelo buscador, com critérios que mudam. O que a gente garante é o trabalho: as páginas existirem, responderem e serem legíveis. Promessa de posição costuma vir com fidelidade junto.
Não tenho tempo de escrever conteúdo todo mês.
Você não escreve. A redação está inclusa e sai de uma conversa sobre o seu negócio, e páginas novas dentro do tamanho contratado entram na mensalidade, sem custo novo e sem depender de você lembrar.
Isso demora meses. Vale a pena mesmo assim?
Vale quando existe procura pelo seu serviço na busca, e não vale quando não existe. A gente confere isso na primeira conversa e diz qual é o caso. Se a busca não for o seu canal, a recomendação vai ser outra.
Quase sempre por uma de sete causas: o site não tem página que responda o que as pessoas digitam, o buscador ainda não leu o site, a página é lenta no celular, o texto está dentro de imagem, todas as páginas têm o mesmo título, o conteúdo nunca muda, ou a pessoa está pesquisando o nome da própria empresa em vez do serviço.
Pesquise no Google o comando site: seguido do endereço do seu site, sem espaço. O buscador mostra quais páginas daquele domínio ele já leu. Se aparecerem poucas ou nenhuma, o problema é de indexação, e não de posição.
Costuma levar meses, não dias. Nos primeiros três meses aparecem principalmente buscas pelo nome da empresa; entre o quarto e o sexto mês começam as primeiras visitas de quem procura o serviço; a partir do sétimo o acervo de páginas passa a trazer gente sozinho. Ninguém controla a decisão final do buscador.
Não existe, para nenhum fornecedor. A posição é definida pelo buscador com critérios que mudam e que não são acessíveis de fora. O que dá para garantir é o trabalho: páginas que respondam perguntas reais, com título próprio, texto legível, dados estruturados e velocidade no celular.
O dono digita o próprio serviço, encontra três concorrentes e nenhuma linha da própria empresa. É o gatilho mais comum de todos.
Fica visível que a torneira está na mão da plataforma, e que nada foi acumulado nos meses de campanha.
O site existe, foi pago, está bonito e nunca gerou um contato. A pergunta deixa de ser estética e vira conta.
A primeira conversa serve para achar em qual das sete causas o seu caso está, antes de qualquer orçamento.
Se a conferência mostrar que ninguém procura o seu serviço na busca, a recomendação vai ser outra frente, e a gente diz isso na primeira conversa.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.
Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.
O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.
Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.
Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.
Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
A busca deixou de ser só uma lista de links, e quem não publicou resposta não é citado.
O prazoO que realmente atrasa um projeto, e por que a conta não começa no dia da entrega.
Antes de contratarOs sete itens que você deve exigir de qualquer proposta, com a pergunta exata para fazer.
Conte o endereço do seu site e o serviço que você vende. A gente confere as sete causas e volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, sem prometer posição nenhuma.