Se o seu cliente te procura no Google e não te acha, você já está perdendo para quem tem site, todo dia. Mas a pergunta que resolve não é "preciso de site?": é o que exigir de quem for construir. Esta página entrega a checklist de sete itens que separa uma proposta séria de uma que vai travar no meio.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. A pesquisa sobre o seu serviço acontece de qualquer jeito. A única coisa em jogo é se a sua empresa aparece nela ou se aparece só o concorrente.
É por isso que "preciso de site?" quase nunca é a pergunta que resolve. A pergunta que resolve é o que exigir de quem vai construir, porque site mal contratado custa duas vezes: o dinheiro que foi e o tempo até perceber que não vai funcionar.
Nem toda empresa precisa de site agora, e a gente diz isso na cara quando é o caso. Mas quando dois destes sinais aparecem juntos, a conta já está correndo contra você.
Quase todo site que não deu certo caiu numa destas quatro, e nenhuma delas é sobre talento. Todas são sobre o que ficou combinado antes de alguém pagar.
A agência manda um formulário gigante pedindo os textos de cada página. O dono não tem tempo nem é redator, e o projeto para por meses esperando um arquivo que nunca fica pronto.
Pergunte antes: quem escreve os textos?Some com metade do valor pago, sem entregar acesso nem arquivo. Sem escopo escrito, não há o que cobrar, e a empresa volta pro começo com prejuízo.
Pergunte antes: o que está escrito na proposta?Fica no ar, bonito, e nunca trouxe uma mensagem. Não foi feito pra ser achado: é uma página só, falando da empresa, sem responder nenhuma dúvida de quem procura.
Pergunte antes: quantas páginas, e respondendo o quê?O domínio fica registrado no nome de quem fez. Trocar de fornecedor vira negociação, e às vezes o endereço da empresa fica com outra pessoa.
Pergunte antes: em nome de quem fica o domínio?Esta checklist serve para avaliar qualquer proposta de site, inclusive a nossa. Cada item vem com a pergunta exata que você faz ao fornecedor. Se ele não responder de forma clara, a resposta já é o item.
É o item que mais atrasa projeto no Brasil. Se a redação não está inclusa, o site fica parado esperando você escrever, e você não vai escrever, porque tem uma empresa pra tocar.
Pergunte assimOs textos de cada página são escritos por vocês ou eu preciso mandar tudo pronto?Não basta "funcionar no celular". A página tem que ser desenhada a partir da tela pequena, porque é de lá que vem quase todo o acesso à internet no Brasil, segundo a TIC Domicílios, do Cetic.br.
Pergunte assimO site é desenhado primeiro no celular ou adaptado depois?Site de uma página responde uma pergunta. Quem procura digita a dúvida dele, não o nome da sua empresa, então cada dúvida coberta é uma porta de entrada a mais na busca.
Pergunte assimQuantas páginas o projeto tem e qual pergunta cada uma responde?O contato precisa estar à mão em qualquer ponto da rolagem, e a mensagem precisa chegar com o contexto do que a pessoa estava lendo. Formulário escondido no rodapé é contato que não acontece.
Pergunte assimComo o contato chega até mim, e ele vem com o contexto da página?O domínio é o endereço da sua empresa na internet. Quando ele fica no nome do fornecedor, sair vira negociação. No CNPJ da sua empresa, sair é só avisar.
Pergunte assimO domínio fica registrado no CNPJ da minha empresa? Está escrito onde?Modelo pronto vem preparado pra atender mil casos diferentes, então carrega o que serve pra todos e não serve pra você. É a causa mais comum de site lento e de site com cara de site de qualquer um.
Pergunte assimO layout é feito pra minha empresa ou é um modelo adaptado?Site não é obra que termina. Certificado vence, o navegador aperta as regras, o preço muda. Se ninguém combinou quem cuida disso, quem cuida é ninguém.
Pergunte assimDepois de no ar, quem corrige, quem hospeda e quanto custa alterar?Três dos sete itens dão pra checar em dois minutos, no seu próprio celular, sem depender da palavra de ninguém. Faça isso com o site do fornecedor e com o portfólio que ele mandar.
Se você teve tempo de pensar em outra coisa enquanto carregava, o cliente já teria voltado. Mais de metade das pessoas abandona uma página no celular que passa de três segundos, segundo o Think with Google.
Item 2 e item 6 da checklistSe você precisa dar dois dedos na tela pra ler, o site foi feito no computador e empurrado pro celular depois. E se rolar pro lado, pior ainda.
Item 2 da checklistDigite o serviço que a empresa vende, do jeito que um cliente digitaria, e veja se o site do fornecedor aparece. Quem não consegue se colocar na busca dificilmente coloca você.
Item 3 da checklistNão a apresentação bonita: o escopo. Quantas páginas, quem escreve, o que está incluído, quanto custa manter e em nome de quem fica o domínio. Se demora a chegar, já respondeu.
Itens 1, 5 e 7 da checklistO calote em projeto de site quase nunca começa com má fé. Começa com um combinado que não existia: nada escrito sobre o que seria entregue, nenhuma data, nenhum acesso no nome da empresa. Quando o fornecedor some, não há o que cobrar, porque não havia o que conferir.
O escopo, em número. Quantas páginas, quais, e o que cada uma cobre. "Site institucional completo" não é escopo, é adjetivo.
Quem produz o conteúdo. Se a redação é sua, o prazo é seu também, e isso muda o combinado inteiro.
Em nome de quem fica o domínio. No CNPJ da sua empresa, desde o primeiro dia, para que sair seja sempre possível.
O que acontece depois. Quem hospeda, quem corrige, quanto custa alterar e se existe fidelidade. Aqui não existe: sem multa e sem taxa de saída.
A comparação abaixo é entre combinados, não entre empresas. Ela usa exatamente os itens da checklist, para você aplicar em qualquer proposta que receber.
| Item da checklist | Montar por conta em plataforma pronta | Contratar sem escopo escrito | Na Sturm Agency |
|---|---|---|---|
| 1. Quem escreve os textos | Você, nos fins de semana | Você, e o projeto para até chegar | A agência, a partir de uma conversa |
| 2. Feito primeiro para o celular | Limitado pelo modelo escolhido | Varia conforme quem montou | Sim, e você confere no seu aparelho |
| 3. Uma página por dúvida | Depende de você entender de busca | Prometido de boca, sem número | Escrito no escopo, página por página |
| 4. Caminho até a conversa | Botão solto, sem contexto | Formulário genérico no rodapé | Contato à mão, com o contexto junto |
| 5. De quem fica o domínio | Da plataforma, enquanto você pagar | Às vezes no nome do fornecedor | No CNPJ da sua empresa, sempre |
| 6. Desenho exclusivo | Modelo compartilhado com milhares | Tema comprado e adaptado | Feito à mão, só com o que a página usa |
| 7. Depois da entrega | Você mantém, corrige e atualiza | Costuma virar orçamento novo | Correção e alteração na mensalidade |
Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.
96,54% das pessoas leem avaliações antes de decidir onde ir, e apontam a localização como o fator menos importante da escolha, segundo pesquisa da Harmo com o Reclame Aqui com mais de mil e quinhentos consumidores. A conferência que decide acontece na tela, antes de alguém sair de casa.
Vale comparar as duas contas com honestidade. O ponto físico é uma conta que roda todo mês independente de vender, e ainda limita a empresa a quem passa na frente e ao horário em que a porta abre. A presença digital não tem nenhum desses dois limites: ela atende de madrugada, no domingo, e alcança quem está procurando o serviço a quilômetros dali.
Os sete itens valem para qualquer empresa, mas o que pesa mais muda conforme quem decide a compra no seu ramo. Quatro exemplos de onde apertar na hora de contratar.
A decisão passa por marcar sem depender de horário comercial. O caminho até a conversa precisa estar em qualquer ponto da página.
E no item 1: explicar procedimento é trabalho de redação.Cada área de atuação é uma dúvida diferente do cliente, e cada dúvida merece a sua própria página para ser encontrada.
E no item 6: sobriedade não sai de modelo de prateleira.O trabalho já feito é o argumento, e ele precisa de um desenho que mostre antes e depois sem virar álbum bagunçado.
E no item 2: quem procura serviço urgente está no celular.Catálogo e especificação mudam o tempo todo, e alteração que vira orçamento novo faz a página envelhecer parada.
E no item 5: nenhum comprador aceita depender de terceiro.Mais da metade das pessoas abandona uma página no celular se ela demora mais de três segundos para abrir, segundo o Think with Google. É o único item da checklist que qualquer pessoa consegue medir sozinha, sem entender nada de tecnologia, e é o mais ignorado nas propostas.
Um modelo de prateleira precisa servir para uma loja de roupa, um escritório de contabilidade e uma banda de rock ao mesmo tempo. Para isso ele carrega recurso para todos os casos, e o navegador do seu cliente baixa tudo, inclusive o que a sua página nunca vai usar.
Some a isso os complementos instalados para resolver detalhes: cada um traz código próprio que roda no celular de quem visita. Construir à mão evita os dois de uma vez, porque só entra na página o que a página realmente usa. Não é capricho de programador, é o item 2 e o item 6 da checklist se resolvendo juntos.
Não tenho os textos nem as fotos prontas.
Você não precisa ter. A redação está inclusa e sai de uma conversa sobre o seu negócio, e a seleção visual é nossa. O que sobra pra você é revisar e aprovar antes de ir pro ar. É o item 1 da checklist, e é o que mais trava projeto por aí.
Já paguei por um site e não recebi nada. Como me proteger?
Exigindo escopo escrito antes de pagar: quantas páginas, quais, quem escreve, o que está incluído e em nome de quem fica o domínio. Aqui isso vem por escrito na proposta, e o domínio sai no CNPJ da sua empresa desde o começo.
Vou ficar preso à agência para sempre?
Não. Não existe fidelidade nem taxa de saída, e o domínio é da sua empresa. Se um dia você quiser levar o site pra outro lugar, você leva. A mensalidade paga a operação de manter o site vivo, não o direito de continuar usando o que você já pagou.
Preciso entender de tecnologia pra manter o site?
Não precisa. Alteração de texto, preço e foto é pedida por mensagem e feita por nós, dentro da mensalidade. Nenhuma etapa exige que você mexa em painel, escolha modelo ou entenda termo técnico.
E se eu não gostar do visual durante a criação?
Você vê a página antes de ela ir pro ar e pede ajuste. O texto também passa pela sua aprovação. Ajuste dentro do escopo combinado não vira cobrança nova, e nada é publicado sem o seu aval.
Tenho medo de contratar e o site ficar parado sem dar resultado.
É o medo certo, e a resposta é a checklist. Site que fica parado quase sempre falha no item 3: é uma página só, falando da empresa, sem responder nenhuma dúvida de quem procura. Por isso o escopo diz quantas páginas e qual pergunta cada uma cobre.
Antes de contratar um site, verifique sete pontos: quem escreve os textos, se a página é desenhada primeiro para o celular, quantas páginas responderão as dúvidas do cliente, como o contato chega até você, em nome de quem fica o domínio, se o desenho é exclusivo ou um modelo de prateleira e o que acontece depois da entrega.
Precisa quando o cliente pesquisa o serviço antes de contratar, o que acontece na maioria dos ramos. O sinal mais claro é este: pesquise o seu próprio serviço no Google e veja se a sua empresa aparece. Se aparecerem só concorrentes, a decisão já está sendo tomada sem você.
Na Sturm Agency, R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 por mês acima de sessenta páginas com camada de cidade. Fora do projeto, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br.
São dois: a mensalidade de manutenção, que cobre hospedagem, certificado de segurança, correções e alterações, e o registro do domínio, cerca de R$ 40 por ano. Na Sturm Agency não existe taxa de instalação escondida, fidelidade nem taxa de saída.
É o momento em que dá pra fazer certo desde o começo, sem depois ter que refazer o que ficou torto.
A proposta era boa e mesmo assim ele hesitou. Quase sempre é o gatilho mais forte, porque tem valor colado nele.
Planejamento novo, orçamento aprovado e a decisão de organizar os canais de venda de uma vez.
Do primeiro contato até o site no ar, o seu trabalho é falar sobre o negócio uma vez e aprovar o resultado.
O prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber o tamanho do site. A gente prefere dizer a data que dá pra cumprir a prometer uma data curta e atrasar.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.
Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.
O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.
Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.
Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.
Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
Por que o perfil não substitui o endereço próprio, e o que muda quando a conta é restringida.
Qual formatoUma página só focada em campanha ou várias páginas que respondem várias dúvidas.
Como construirO item 6 da checklist na prática: modelo de prateleira contra desenho feito à mão.
Conte como o seu negócio funciona numa conversa. A gente volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, para você conferir os sete itens antes de qualquer pagamento.