Vale, e a razão não é estética. O perfil chama atenção, mas quem decide quanto do seu público vê o seu post é a plataforma, e um dia ela pode simplesmente bloquear a conta. O site é o endereço que continua no ar quando isso acontece, e é onde o negócio de valor se fecha.
A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês
A sua empresa, explicada por inteiro
O que você faz, para quem, quanto custa e como começa. Escrito uma vez, disponível todo dia.
Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Essa pesquisa começa quase sempre num buscador, não numa rede social, e um perfil não aparece na busca do mesmo jeito que uma página aparece.
A diferença entre os dois canais é essa, e ela não é de tamanho, é de momento. No feed a pessoa está se distraindo e o seu post interrompe. Na busca ela já decidiu resolver o problema e está procurando quem resolve. Quem só existe no feed participa da primeira cena e some na segunda.
Quem depende só de rede social costuma passar pelos mesmos três momentos, na mesma ordem. Não é azar nem falta de esforço: é como a plataforma funciona.
Publicação todo dia, seguidor entrando, comentário chegando. A empresa passa a existir na cabeça de quem já a conhece.
O que ninguém repara: o direct enche de "qual o valor?" e a maioria some depois da resposta.
De um mês para o outro as visualizações despencam, sem aviso e sem explicação. O mesmo trabalho passa a render menos.
E existe a versão pior: a conta é restringida ou invadida, e o negócio fica dias sem nenhum canal.
O perfil continua, com a função de atrair. O site passa a receber quem procura pelo serviço na busca, explica e leva pro WhatsApp.
Nos dias em que ninguém publica nada, o site continua trabalhando.
Porque aqui não se publica relato de cliente sem resultado medido e autorizado. Os três atos acima descrevem o padrão que se repete no mercado, não a história de uma pessoa específica, e é por isso que não aparece nome de clínica, número de agendamento nem porcentagem de crescimento.
Relato inventado com foto e cargo é exatamente o que a gente critica em quem faz site por aí. Quando houver resultado medido, ele entra aqui com nome, ramo, número e autorização, e não antes. Até lá, a prova desta página são os dados de mercado com fonte e o que dá pra conferir na própria tela.
A taxa média de engajamento orgânico do Instagram em contas comerciais está em torno de 0,5% por publicação, segundo o estudo anual de benchmarks da SocialInsider. Na prática, a cada mil pessoas que seguem a sua empresa, cerca de cinco interagem com o que você publica sem dinheiro de impulsionamento.
O número de seguidores mede quantas pessoas já conhecem a empresa. Ele não mede quantas estão procurando o que ela vende hoje, e essas duas coisas quase nunca são a mesma. Por isso um perfil grande convive com um mês fraco sem contradição nenhuma.
O caminho não é abandonar o perfil, é dar um destino pra atenção que ele gera. Em vez de mandar a pessoa pro direct, onde a conversa começa do zero e o dono responde a mesma pergunta trinta vezes, o perfil manda pra uma página que já explica o serviço, mostra o preço e leva pro WhatsApp com contexto.
A rede social é um canal de interrupção: a pessoa entrou pra se distrair e o seu conteúdo aparece no meio disso. A busca é um canal de intenção: a pessoa digitou exatamente o problema que quer resolver agora. São dois públicos em dois estados de espírito, e só um deles está com a decisão em mãos.
Vale a mesma lógica pra conferência final. 88% dos brasileiros compram online pelo menos uma vez por mês e 59% pretendem comprar mais, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. Esse público já sabe conferir uma empresa antes de pagar, e a conferência acontece fora da rede social.
Um post de rede social é feito pra viver horas dentro do aplicativo. Ele não tem endereço próprio que o buscador possa recomendar, não tem título de página, não tem descrição e o texto quase sempre está dentro de uma imagem ou de um vídeo, onde nenhum buscador lê.
Uma página de site é o oposto: tem endereço próprio, título, descrição e o texto em letra de verdade, que o Google e as inteligências artificiais conseguem ler, entender e citar. É por isso que quem procura "eletricista de urgência" cai num site e não num carrossel.
O perfil da sua empresa pertence à plataforma que o hospeda. Ela decide quanto do seu público vê cada publicação, muda essa regra quando quer e pode restringir ou desativar a conta por engano, por denúncia ou por invasão. Quando isso acontece, a empresa perde de uma vez o canal, o histórico e a lista de conversas.
O site funciona ao contrário. O domínio fica registrado no CNPJ da sua empresa, a página continua no ar independente de qualquer rede, e quem chega por busca chega direto, sem passar por algoritmo nenhum. Ter os dois não é gastar duas vezes: é parar de apostar tudo num canal que não é seu.
O endereço. Quem já conhece a empresa digita o site e encontra. Cartão, anúncio impresso e assinatura de e-mail continuam apontando pra um lugar que existe.
A busca. As páginas que respondem as dúvidas do seu cliente continuam aparecendo no Google e nas respostas de inteligência artificial, e continuam trazendo gente nova.
O caminho até você. O botão de WhatsApp da página continua abrindo conversa, com o contexto do que a pessoa estava lendo.
Nada disso substitui a rede social. Só faz com que a queda dela deixe de ser o fim do mês.
A proposta não é trocar uma coisa pela outra. É parar de pedir que a rede social faça um trabalho que ela não faz.
| O que muda | Só perfil em rede social | Só site | Os dois juntos |
|---|---|---|---|
| De quem é o canal | Da plataforma | Da sua empresa | A empresa tem uma base própria e usa a rede pra atrair |
| Quem decide o alcance | O algoritmo, e ele muda | A relevância da página pra busca | Duas fontes, e nenhuma delas sozinha |
| Estado de quem chega | Se distraindo | Procurando resolver agora | Descobre no feed, decide na página |
| Aparece na busca | Pouco, e sem endereço próprio | Sim, uma página por dúvida | Sim, e a rede reforça a marca |
| Citação por inteligência artificial | Praticamente nenhuma | Sim, quando o texto responde | Sim, com a marca aparecendo nos dois lados |
| Se a conta cair | A empresa some | Nada muda | O site segura enquanto a conta volta |
| Trabalho do dono | Publicar sempre, ou o alcance cai | Quase nenhum depois de pronto | Publica menos, porque a página responde |
Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.
A gente não constrói site pra você abandonar a rede social. Constrói a base que a rede social não dá, e conecta as duas: o perfil continua atraindo, e a página passa a fazer o trabalho de explicar, provar e levar pro WhatsApp.
Mostra o dia a dia, cria desejo e mantém a empresa na memória de quem já a conhece.
Continua sendo o melhor canal de lembrança que existe.Quem digita o problema no buscador não encontra o seu perfil, encontra a página de quem respondeu a dúvida.
É esse público que chega com a decisão quase tomada.Serviço, preço, como funciona e o que está incluído, escrito uma vez e disponível todo dia.
A conversa no WhatsApp começa no ponto de fechar.Hoje o link da bio costuma levar pra um agrupador de links ou pro direct, onde a conversa recomeça do zero. Com o site no meio do caminho, a pessoa já chega sabendo o que você faz, quanto custa e por que vale.
O link da bio deixa de ser uma lista de botões e passa a ser um endereço com o nome da sua empresa.
O serviço que ela procurou
O WhatsApp está em 99% dos smartphones brasileiros e é o canal preferido para falar com empresas, segundo o Panorama Mobile Time com o Opinion Box.
A preocupação mais comum de quem já cuida de um perfil todo dia é ter mais uma coisa pra administrar. Não tem. A parte técnica é toda nossa, e a parte que é da sua empresa fica registrada no CNPJ dela.
Causa de valor alto não se decide num carrossel. O cliente quer ler sobre a área de atuação e entender o processo antes de escrever.
Uma página por área de atuação, com contato discreto.O trabalho já feito é o melhor argumento, e no perfil ele fica enterrado embaixo das publicações novas.
Portfólio organizado por tipo de obra, que aparece na busca da região.A mesma pergunta, todo dia, e a maior parte some depois da resposta, sem marcar nada.
A página explica o procedimento e o valor antes da conversa começar.Vou ter que parar de alimentar o Instagram?
Não. O perfil continua igual, só muda o destino de quem clica. Em vez de mandar a pessoa pro direct, onde a conversa começa do zero, você manda pra uma página que já explica o serviço e o preço, e ela chega no WhatsApp pronta.
Não tenho tempo de cuidar de site e perfil ao mesmo tempo.
O site não pede o seu tempo. Ele não tem publicação diária, não tem algoritmo pra agradar e as alterações são feitas por nós dentro da mensalidade. Na prática ele tira trabalho, porque responde antes as perguntas que hoje chegam uma a uma.
Meus clientes são jovens e só usam rede social.
Eles usam rede social pra se distrair e usam a busca pra resolver. São os mesmos dedos e o mesmo celular, em dois momentos diferentes. O site é feito primeiro pra tela pequena justamente porque é de lá que vem quase todo mundo.
Já gasto com anúncio. O site vai encarecer a campanha?
O contrário. Mandar tráfego pago pra um perfil ou pro direct é pagar por clique que ainda precisa ser explicado à mão. Mandar pra uma página que responde antes faz a mesma verba render mais conversa e menos pergunta repetida.
Tenho poucos seguidores, vale a pena mesmo assim?
Vale, e talvez mais. Quem tem poucos seguidores depende ainda mais de ser encontrado por quem não conhece a empresa, e é exatamente isso que a busca faz. O site não depende de audiência acumulada pra funcionar.
E se eu fizer o site e continuar vendendo só pelo perfil?
Aí você continua vendendo pelo perfil, com uma diferença: existe um lugar pra onde mandar quem pede informação, e existe um canal que continua no ar se a conta cair. O site não tira venda de lugar nenhum, ele soma.
Vale a pena, porque os dois fazem trabalhos diferentes. A rede social atrai e mantém a marca na memória de quem já conhece a empresa, mas o alcance é decidido pela plataforma. O site é um canal próprio, aparece para quem está pesquisando o serviço e continua no ar se a conta for restringida.
Não substitui. Um perfil não tem endereço próprio que o buscador possa recomendar, o texto costuma estar dentro de imagem ou vídeo e o conteúdo não é indexado como uma página. Por isso quem pesquisa um serviço no Google encontra sites, e não publicações de rede social.
A diferença é a intenção. Quem chega pela rede social estava se distraindo e foi interrompido pelo conteúdo. Quem chega pela busca digitou o problema que quer resolver agora. O segundo grupo costuma chegar com a decisão mais adiantada e com menos perguntas básicas.
Na Sturm Agency, R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 por mês acima de sessenta páginas com camada de cidade. Fora do projeto, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br.
O faturamento fica abaixo da meta e fica claro que a rede social sozinha não sustenta o mês.
Alguns dias sem publicar, sem responder e sem nenhum outro canal. É o gatilho mais forte de todos.
Planejamento novo, marca mais madura e a percepção de que a estrutura digital ficou pra trás do tamanho do negócio.
Você não precisa parar de atender nem aprender nada técnico. O trabalho é do nosso lado.
O prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber o tamanho do site. A gente prefere dizer a data que dá pra cumprir a prometer uma data curta e atrasar.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.
Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.
O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.
Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.
Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.
Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
Quando o site resolve de verdade e quando ele é cedo demais pro tamanho do negócio.
Qual formatoUma página só focada em campanha ou várias páginas que respondem várias dúvidas.
Como construirO que muda entre plataforma pronta e site feito à mão, e quando cada uma serve.
Conte como o seu negócio funciona numa conversa. A gente volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, antes de qualquer pagamento.