Site ou InstagramOrçamento
SiteFiltroPainelTráfegoRedesPreços Solicitar orçamento
Site ou Instagram

Vale a pena ter site
se eu já tenho Instagram?

Vale, e a razão não é estética. O perfil chama atenção, mas quem decide quanto do seu público vê o seu post é a plataforma, e um dia ela pode simplesmente bloquear a conta. O site é o endereço que continua no ar quando isso acontece, e é onde o negócio de valor se fecha.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

@suaempresa22 mil seguidores · 412 publicações
PublicaçõesReelsMarcações
Conta temporariamente restringidaVocê não pode publicar, comentar nem responder mensagens.Restrição aplicada há 2 dias
tabela de preçosantes e depoispromoçãobastidoresnovidadedepoimento
Seis dias sem o único canal da empresa, e nada disso pode ser mostrado.
suaempresa.com.br
InícioServiçosPreçosContato

A sua empresa, explicada por inteiro

O que você faz, para quem, quanto custa e como começa. Escrito uma vez, disponível todo dia.

O que fazemos4 serviços
Quanto custapreço na página
Perguntas frequentesrespondidas
Falar no WhatsApp
No ar o tempo todo, no seu nome, e achado por quem procura.
Onde a pesquisa começa
93%

pesquisam antes
de decidir a compra.

Noventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Essa pesquisa começa quase sempre num buscador, não numa rede social, e um perfil não aparece na busca do mesmo jeito que uma página aparece.

A diferença entre os dois canais é essa, e ela não é de tamanho, é de momento. No feed a pessoa está se distraindo e o seu post interrompe. Na busca ela já decidiu resolver o problema e está procurando quem resolve. Quem só existe no feed participa da primeira cena e some na segunda.

A mesma história, sempre

Três atos que se repetem
em quase todo negócio.

Quem depende só de rede social costuma passar pelos mesmos três momentos, na mesma ordem. Não é azar nem falta de esforço: é como a plataforma funciona.

Ato 1

O perfil cresce e parece que está tudo certo

Publicação todo dia, seguidor entrando, comentário chegando. A empresa passa a existir na cabeça de quem já a conhece.

O que ninguém repara: o direct enche de "qual o valor?" e a maioria some depois da resposta.

Ato 2

O alcance cai e a agenda esvazia

De um mês para o outro as visualizações despencam, sem aviso e sem explicação. O mesmo trabalho passa a render menos.

E existe a versão pior: a conta é restringida ou invadida, e o negócio fica dias sem nenhum canal.

Ato 3

A empresa constrói a base que é dela

O perfil continua, com a função de atrair. O site passa a receber quem procura pelo serviço na busca, explica e leva pro WhatsApp.

Nos dias em que ninguém publica nada, o site continua trabalhando.

Por que esta página não traz nome, foto e número de cliente

Porque aqui não se publica relato de cliente sem resultado medido e autorizado. Os três atos acima descrevem o padrão que se repete no mercado, não a história de uma pessoa específica, e é por isso que não aparece nome de clínica, número de agendamento nem porcentagem de crescimento.

Relato inventado com foto e cargo é exatamente o que a gente critica em quem faz site por aí. Quando houver resultado medido, ele entra aqui com nome, ramo, número e autorização, e não antes. Até lá, a prova desta página são os dados de mercado com fonte e o que dá pra conferir na própria tela.

A métrica que engana

Seguidor não é cliente,
e alcance não é venda.

A taxa média de engajamento orgânico do Instagram em contas comerciais está em torno de 0,5% por publicação, segundo o estudo anual de benchmarks da SocialInsider. Na prática, a cada mil pessoas que seguem a sua empresa, cerca de cinco interagem com o que você publica sem dinheiro de impulsionamento.

200 pessoas que seguem1 interage
O que fazer com o perfil que tem muito seguidor e pouca venda

O número de seguidores mede quantas pessoas já conhecem a empresa. Ele não mede quantas estão procurando o que ela vende hoje, e essas duas coisas quase nunca são a mesma. Por isso um perfil grande convive com um mês fraco sem contradição nenhuma.

O caminho não é abandonar o perfil, é dar um destino pra atenção que ele gera. Em vez de mandar a pessoa pro direct, onde a conversa começa do zero e o dono responde a mesma pergunta trinta vezes, o perfil manda pra uma página que já explica o serviço, mostra o preço e leva pro WhatsApp com contexto.

A diferença que decide

Uma rede interrompe.
A busca atende.

A rede social é um canal de interrupção: a pessoa entrou pra se distrair e o seu conteúdo aparece no meio disso. A busca é um canal de intenção: a pessoa digitou exatamente o problema que quer resolver agora. São dois públicos em dois estados de espírito, e só um deles está com a decisão em mãos.

Vale a mesma lógica pra conferência final. 88% dos brasileiros compram online pelo menos uma vez por mês e 59% pretendem comprar mais, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box. Esse público já sabe conferir uma empresa antes de pagar, e a conferência acontece fora da rede social.

No feed: interrupção
Publicação da sua empresa aparecendo entre um vídeo e outro.
Ela não estava procurando nada. Passa, curte e continua.
Na busca: intenção
eletricista de urgência hoje
A sua página de serviçoexplica, mostra o preço e leva pro WhatsApp
Ela digitou o problema. Quer resolver agora.
Por que o conteúdo do perfil quase não aparece na busca

Um post de rede social é feito pra viver horas dentro do aplicativo. Ele não tem endereço próprio que o buscador possa recomendar, não tem título de página, não tem descrição e o texto quase sempre está dentro de uma imagem ou de um vídeo, onde nenhum buscador lê.

Uma página de site é o oposto: tem endereço próprio, título, descrição e o texto em letra de verdade, que o Google e as inteligências artificiais conseguem ler, entender e citar. É por isso que quem procura "eletricista de urgência" cai num site e não num carrossel.

O risco que ninguém calcula

O perfil não é seu.
O endereço é.

O perfil da sua empresa pertence à plataforma que o hospeda. Ela decide quanto do seu público vê cada publicação, muda essa regra quando quer e pode restringir ou desativar a conta por engano, por denúncia ou por invasão. Quando isso acontece, a empresa perde de uma vez o canal, o histórico e a lista de conversas.

O site funciona ao contrário. O domínio fica registrado no CNPJ da sua empresa, a página continua no ar independente de qualquer rede, e quem chega por busca chega direto, sem passar por algoritmo nenhum. Ter os dois não é gastar duas vezes: é parar de apostar tudo num canal que não é seu.

Terreno alugado
@suaempresa22 mil seguidores · 412 publicações
Quem vê cada publicação: a plataforma decide
Se a conta cair: o canal some junto
Histórico e conversas: ficam com ela
A plataforma decide quem vê, e pode restringir a conta a qualquer momento.
Endereço próprio
suaempresa.com.br
Registrado em: CNPJ da sua empresa
Se a rede cair: continua no ar
Quem chega pela busca: chega direto
Registrado no CNPJ da sua empresa. Continua no ar independente de qualquer rede.
O que continua funcionando quando a conta cai

O endereço. Quem já conhece a empresa digita o site e encontra. Cartão, anúncio impresso e assinatura de e-mail continuam apontando pra um lugar que existe.

A busca. As páginas que respondem as dúvidas do seu cliente continuam aparecendo no Google e nas respostas de inteligência artificial, e continuam trazendo gente nova.

O caminho até você. O botão de WhatsApp da página continua abrindo conversa, com o contexto do que a pessoa estava lendo.

Nada disso substitui a rede social. Só faz com que a queda dela deixe de ser o fim do mês.

Lado a lado

Cada um faz
um trabalho diferente.

A proposta não é trocar uma coisa pela outra. É parar de pedir que a rede social faça um trabalho que ela não faz.

Comparação entre o perfil em rede social, o site próprio e os dois trabalhando juntos.
O que mudaSó perfil em rede socialSó siteOs dois juntos
De quem é o canalDa plataformaDa sua empresaA empresa tem uma base própria e usa a rede pra atrair
Quem decide o alcanceO algoritmo, e ele mudaA relevância da página pra buscaDuas fontes, e nenhuma delas sozinha
Estado de quem chegaSe distraindoProcurando resolver agoraDescobre no feed, decide na página
Aparece na buscaPouco, e sem endereço próprioSim, uma página por dúvidaSim, e a rede reforça a marca
Citação por inteligência artificialPraticamente nenhumaSim, quando o texto respondeSim, com a marca aparecendo nos dois lados
Se a conta cairA empresa someNada mudaO site segura enquanto a conta volta
Trabalho do donoPublicar sempre, ou o alcance caiQuase nenhum depois de prontoPublica menos, porque a página responde

Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.

A solução

A rede capta atenção.
O site fecha negócio.

A gente não constrói site pra você abandonar a rede social. Constrói a base que a rede social não dá, e conecta as duas: o perfil continua atraindo, e a página passa a fazer o trabalho de explicar, provar e levar pro WhatsApp.

O que a rede faz bem

Desperta quem ainda não procurava

Mostra o dia a dia, cria desejo e mantém a empresa na memória de quem já a conhece.

Continua sendo o melhor canal de lembrança que existe.
O que a rede não faz

Aparecer pra quem está procurando

Quem digita o problema no buscador não encontra o seu perfil, encontra a página de quem respondeu a dúvida.

É esse público que chega com a decisão quase tomada.
O que o site resolve

Explica antes de você precisar explicar

Serviço, preço, como funciona e o que está incluído, escrito uma vez e disponível todo dia.

A conversa no WhatsApp começa no ponto de fechar.
Do perfil até a conversa

O que muda no celular
de quem te segue.

Hoje o link da bio costuma levar pra um agrupador de links ou pro direct, onde a conversa recomeça do zero. Com o site no meio do caminho, a pessoa já chega sabendo o que você faz, quanto custa e por que vale.

1. O perfil
suaempresa.com.br

O link da bio deixa de ser uma lista de botões e passa a ser um endereço com o nome da sua empresa.

2. A página

O serviço que ela procurou

O que está incluídona página
Quanto custaa partir de R$ 2.500
Como começa3 passos
Falar no WhatsApp
3. A conversa
Oi! Vi a página do serviço e queria fechar. Já entendi o preço.
Perfeito, consigo te atender esta semana.

O WhatsApp está em 99% dos smartphones brasileiros e é o canal preferido para falar com empresas, segundo o Panorama Mobile Time com o Opinion Box.

Sem trabalho técnico pra você

O que está incluído,
e o que fica no seu nome.

A preocupação mais comum de quem já cuida de um perfil todo dia é ter mais uma coisa pra administrar. Não tem. A parte técnica é toda nossa, e a parte que é da sua empresa fica registrada no CNPJ dela.

Por ramo

O que trava
em cada tipo de negócio.

Advocacia

O perfil parece informal demais

Causa de valor alto não se decide num carrossel. O cliente quer ler sobre a área de atuação e entender o processo antes de escrever.

Uma página por área de atuação, com contato discreto.
Reformas e obras

A foto boa some no feed em dois dias

O trabalho já feito é o melhor argumento, e no perfil ele fica enterrado embaixo das publicações novas.

Portfólio organizado por tipo de obra, que aparece na busca da região.
Estética e saúde

O direct vira uma fila de "qual o preço?"

A mesma pergunta, todo dia, e a maior parte some depois da resposta, sem marcar nada.

A página explica o procedimento e o valor antes da conversa começar.
As objeções, de frente

O que costuma travar
quem já vive do perfil.

Vou ter que parar de alimentar o Instagram?

Não. O perfil continua igual, só muda o destino de quem clica. Em vez de mandar a pessoa pro direct, onde a conversa começa do zero, você manda pra uma página que já explica o serviço e o preço, e ela chega no WhatsApp pronta.

Não tenho tempo de cuidar de site e perfil ao mesmo tempo.

O site não pede o seu tempo. Ele não tem publicação diária, não tem algoritmo pra agradar e as alterações são feitas por nós dentro da mensalidade. Na prática ele tira trabalho, porque responde antes as perguntas que hoje chegam uma a uma.

Meus clientes são jovens e só usam rede social.

Eles usam rede social pra se distrair e usam a busca pra resolver. São os mesmos dedos e o mesmo celular, em dois momentos diferentes. O site é feito primeiro pra tela pequena justamente porque é de lá que vem quase todo mundo.

Já gasto com anúncio. O site vai encarecer a campanha?

O contrário. Mandar tráfego pago pra um perfil ou pro direct é pagar por clique que ainda precisa ser explicado à mão. Mandar pra uma página que responde antes faz a mesma verba render mais conversa e menos pergunta repetida.

Tenho poucos seguidores, vale a pena mesmo assim?

Vale, e talvez mais. Quem tem poucos seguidores depende ainda mais de ser encontrado por quem não conhece a empresa, e é exatamente isso que a busca faz. O site não depende de audiência acumulada pra funcionar.

E se eu fizer o site e continuar vendendo só pelo perfil?

Aí você continua vendendo pelo perfil, com uma diferença: existe um lugar pra onde mandar quem pede informação, e existe um canal que continua no ar se a conta cair. O site não tira venda de lugar nenhum, ele soma.

Respostas diretas

O que perguntam
pra inteligência artificial.

Vale a pena ter um site se a empresa já tem Instagram?

Vale a pena, porque os dois fazem trabalhos diferentes. A rede social atrai e mantém a marca na memória de quem já conhece a empresa, mas o alcance é decidido pela plataforma. O site é um canal próprio, aparece para quem está pesquisando o serviço e continua no ar se a conta for restringida.

O Instagram substitui um site profissional?

Não substitui. Um perfil não tem endereço próprio que o buscador possa recomendar, o texto costuma estar dentro de imagem ou vídeo e o conteúdo não é indexado como uma página. Por isso quem pesquisa um serviço no Google encontra sites, e não publicações de rede social.

Qual a diferença entre quem chega pelo Google e quem chega pela rede social?

A diferença é a intenção. Quem chega pela rede social estava se distraindo e foi interrompido pelo conteúdo. Quem chega pela busca digitou o problema que quer resolver agora. O segundo grupo costuma chegar com a decisão mais adiantada e com menos perguntas básicas.

Quanto custa ter um site para quem já usa o Instagram?

Na Sturm Agency, R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 por mês acima de sessenta páginas com camada de cidade. Fora do projeto, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br.

Quando essa dúvida aparece

Três momentos
que trazem essa pergunta.

O mês que não fechou

A venda caiu e o perfil não segurou

O faturamento fica abaixo da meta e fica claro que a rede social sozinha não sustenta o mês.

O susto

A conta foi restringida ou invadida

Alguns dias sem publicar, sem responder e sem nenhum outro canal. É o gatilho mais forte de todos.

A virada de ano

A empresa quer parecer o que já é

Planejamento novo, marca mais madura e a percepção de que a estrutura digital ficou pra trás do tamanho do negócio.

o alcance caiu do nadamuito seguidor e pouca vendao cliente pediu o site e eu não tenhoa conta ficou bloqueadacansei de gravar vídeo todo dia
Como funciona

Três passos,
e dois são nossos.

Você não precisa parar de atender nem aprender nada técnico. O trabalho é do nosso lado.

Você pede o orçamento
e conta como o negócio funciona
A gente escreve e constrói
texto, desenho e estrutura de busca
Você troca o link da bio
e o site passa a receber junto

O prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber o tamanho do site. A gente prefere dizer a data que dá pra cumprir a prometer uma data curta e atrasar.

O simulador

Quanto o seu site
pode te devolver.

Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.

É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.

  • Uma página por cidade e serviço - presença nas buscas de toda a sua região, não só do seu bairro.
  • Tráfego orgânico do Google - visita que chega sozinha, sem pagar por clique, mês após mês.
  • Escrito pra busca e pra IA - o texto é otimizado pra ranquear no Google e aparecer nas respostas de IA.
  • Retorno que dá pra medir - visita vira contato, contato vira venda, e o simulador mostra o número.

Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.

Seu potencial por mês R$ 0
Retorno no 1º ano
Se paga em
150 portas de entrada no Google
Visitas por mês
Contatos por mês
Clientes por mês
Média do mercado: 1% a 3%.
Como isso cresce no primeiro anoo Google leva de 4 a 6 meses pra maturar
Mês 1Mês 6Mês 12

Quero um site assim
Projeção com os números que você informou. É estimativa, não promessa.
Investimento

O preço está aqui,
não numa reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.

Essencial
Até 10 páginas. Para existir e ser achado pelo essencial.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Todo o texto escrito por nós
  • Desenho exclusivo, feito pro celular
  • Estrutura de busca e dados para IA
  • Hospedagem e segurança inclusas
Profissional
De 11 a 60 páginas. Uma página por serviço e por dúvida.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Tudo do Essencial
  • Uma página por serviço e por pergunta
  • Blog e páginas novas dentro da mensalidade
  • Estrutura pronta pra crescer
Avançado
Mais de 60 páginas, com camada de cidade. Para uma região inteira.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Tudo do Profissional
  • Uma página por cidade atendida
  • Arquitetura de busca por região
  • Acompanhamento contínuo do conteúdo

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.

O que a gente assume

Três compromissos
que dá pra conferir.

Compromisso 1

O escopo fica escrito antes de você pagar

Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.

Compromisso 2

Sem fidelidade e sem taxa de saída

O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.

Compromisso 3

Nenhum depoimento inventado

Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.

Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.

Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.

Dúvidas

Tudo que perguntam
antes de trocar o link da bio.

Antes de decidir
Vale a pena investir num site se o meu perfil já tem muitos seguidores?
Vale, porque seguidor e comprador não são o mesmo grupo. O seguidor já conhece a empresa; quem pesquisa no buscador está procurando o serviço agora e ainda não sabe quem você é. O site alcança esse segundo grupo, que o perfil não alcança.
O Instagram não basta se eu vendo pelo direct e pelo WhatsApp?
Não basta como canal único. A venda pode continuar acontecendo no WhatsApp, mas hoje ela só começa se a pessoa já te seguia. Com site, começa também quando alguém digita o problema no buscador e encontra a sua página em vez da do concorrente.
Um site substitui o Instagram ou eles trabalham juntos?
Trabalham juntos, com funções diferentes. A rede social atrai e mantém a marca na memória; o site aparece na busca, explica o serviço por completo e leva a conversa pro WhatsApp já com contexto. Nenhum dos dois faz bem o trabalho do outro.
Qual a diferença entre quem chega pelo Google e quem chega pela rede social?
A intenção. Quem vem da rede social estava se distraindo e foi interrompido pelo conteúdo. Quem vem da busca digitou exatamente o que quer resolver. O segundo costuma chegar com a decisão mais adiantada e faz menos perguntas básicas.
O Google mostra perfil de rede social nos resultados de busca?
Mostra o perfil em si para quem procura pelo nome da empresa, mas quase nunca mostra as publicações para buscas de serviço. O texto do post costuma estar dentro de imagem ou vídeo, e cada publicação não tem endereço próprio que o buscador possa recomendar.
Preço e o que está incluído
Quanto custa ter um site comparado a impulsionar publicações?
O site tem entrada de R$ 2.500 e mensalidade a partir de R$ 125, e o resultado dele se acumula. O impulsionamento é um custo que se repete todo mês e para de trazer gente no dia em que você para de pagar. Um é obra, o outro é aluguel de atenção.
Quanto custa criar um site profissional para quem já usa Instagram?
R$ 2.500 mais R$ 125 por mês para até dez páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês de onze a sessenta páginas e R$ 12.000 mais R$ 600 por mês acima de sessenta páginas. Acima disso o projeto sai por orçamento.
Existe algum custo escondido depois que o site fica pronto?
Não. Hospedagem, certificado de segurança, correções e alterações estão dentro da mensalidade. O único custo fora do projeto é o registro do domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br, pago por você e registrado no nome da sua empresa.
Quem escreve os textos do site?
Nós escrevemos. A partir de uma conversa sobre o seu negócio, a gente redige cada título, cada explicação e cada chamada, com as palavras que o seu cliente usa quando procura. Você aprova antes de qualquer coisa ir para o ar.
Medos e objeções
Se eu fizer um site, meu Instagram vai vender menos?
Não. O perfil continua igual, só muda o destino de quem clica no link. Em vez de cair num direct onde a conversa começa do zero, a pessoa cai numa página que já explica serviço e preço, e chega no WhatsApp pronta para fechar.
Não tenho tempo de gerenciar site e perfil ao mesmo tempo. Vou ter mais trabalho?
Vai ter menos. O site não pede publicação diária nem tem algoritmo para agradar, e as alterações são feitas por nós dentro da mensalidade. Na prática ele tira trabalho, porque responde antes as perguntas que hoje chegam uma por uma.
Já gasto com tráfego pago. Ter um site vai encarecer minhas campanhas?
Não encarece, e costuma render mais. Mandar tráfego pago para um perfil é pagar por clique que ainda precisa ser explicado à mão. Mandar para uma página que responde antes faz a mesma verba gerar mais conversa e menos pergunta repetida.
Meus clientes são jovens e só usam rede social. Por que eles iriam para um site?
Porque são os mesmos dedos e o mesmo celular em dois momentos diferentes. A rede é para se distrair, a busca é para resolver. E o site é feito primeiro para a tela pequena, justamente porque é de lá que vem quase todo mundo que clica no seu perfil.
Se a minha conta for bloqueada ou hackeada, o site me protege?
Protege o canal, não a conta. O site continua no ar independente de qualquer rede social, porque o domínio fica registrado no CNPJ da sua empresa. Quem procura pelo serviço na busca continua encontrando você enquanto a conta não volta.
E se eu investir no site e continuar vendendo só pelo perfil?
Aí você continua vendendo pelo perfil, com um lugar para mandar quem pede informação e um canal que segue funcionando se a conta cair. O site não tira venda de canal nenhum, ele soma um caminho que hoje não existe.
Como funciona na prática
Quanto tempo leva para o site ficar pronto e ligado ao WhatsApp?
Depende do tamanho, e o prazo real sai na primeira conversa, depois que a gente souber quantas páginas o site terá. A ligação com o WhatsApp já vem pronta na entrega, não é uma etapa separada nem um custo à parte.
Como coloco o link do site no perfil de forma profissional?
O link da bio passa a ser o endereço da sua empresa, com o nome dela, em vez de uma lista de botões. Quem clica cai numa página que explica o serviço e leva para a conversa. A troca leva menos de um minuto e a gente indica exatamente o que colar.
Como direciono os anúncios da rede social para o site?
O anúncio passa a apontar para a página do serviço em vez do perfil. Assim o clique cai onde a oferta está escrita por inteiro, com preço e caminho até o WhatsApp, em vez de cair num feed onde a pessoa precisa procurar a informação sozinha.
Como acompanho quantas vendas vieram do perfil e quantas vieram do site?
Pelo acompanhamento que entra junto com o projeto, que mostra de onde chegou cada visita e quantos contatos saíram dali. O que interessa medir não é visita, é contato: visita é vaidade, contato é caixa.
Preciso de site se o meu foco é vender pelo WhatsApp?
Precisa, e é o caso em que o site mais ajuda. Ele é o que faz a conversa começar já com contexto, no lugar de começar em um oi seguido de dez perguntas. O WhatsApp continua sendo onde fecha; o site é o que enche ele de gente certa.
Continuar lendo

As perguntas que vêm
logo depois desta.

Voltar para o guia de criação de sites
Vamos?

Continue no perfil.
Só pare de depender dele.

Conte como o seu negócio funciona numa conversa. A gente volta com o escopo escrito, o prazo real e o preço fechado, antes de qualquer pagamento.