O Wix é fácil de montar, mas prende e limita quando a empresa cresce. O WordPress dá controle e escala, mas exige ser bem feito para não virar dor de cabeça. Cada um tem um custo escondido que ninguém conta, e é isso que esta página abre: o que acontece nos bastidores depois que a página bonita fica pronta.
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As duas ferramentas entregam isso. Nesta camada elas empatam, e é por isso que a comparação normal não decide nada.
Falar no WhatsAppNoventa e três em cada cem pessoas pesquisam na internet antes de tomar uma decisão de compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com o Opinion Box. Nenhuma dessas pesquisas inclui em que ferramenta o site foi construído. O cliente olha se a página abre rápido, se ele acha o que procura e se dá para falar com alguém.
Daí sai a resposta honesta desta página: a escolha entre WordPress e Wix importa para quem MANTÉM o site, não para quem compra de você. O que muda de verdade é o custo, a liberdade e a dor de cabeça dos próximos anos, e é sobre isso que vale conversar.
58% das pessoas começam a pesquisa no Google, segundo o E-commerce Trends, da Octadesk com o Opinion Box, e nenhuma ferramenta sozinha garante um lugar nessa disputa. Aparecer depende do que está escrito na página, de quantas dúvidas ela cobre e de quão rápido ela abre no celular. Ferramenta nenhuma escreve texto bom por você.
É por isso que a comparação clássica entre as duas resolve pouco. Site ruim em WordPress perde para site bom no Wix, e o contrário também é verdade. O que a ferramenta define é outra coisa: quanto você paga por ano, quem manda no seu endereço e o que acontece quando a empresa cresce.
Nenhuma delas está na comparação de recursos que você encontra por aí, e todas as quatro custam dinheiro ou liberdade quando aparecem. Vale conferir as quatro em qualquer proposta, com qualquer ferramenta.
Numa plataforma fechada, o site vive dentro dela. Se você parar de pagar, a página sai do ar, e o conteúdo não é um arquivo que você leva embora.
Pergunte: se eu sair, o que exatamente eu levo?Tanto plataforma fechada quanto tema pronto de WordPress carregam recurso para mil casos diferentes. O celular do seu cliente baixa tudo, inclusive o que a sua página nunca usa.
Você mede sozinho: abra pelo 4G, longe do wi-fi.Recurso extra costuma significar plano maior. Agendamento, catálogo, mais espaço: cada função nova empurra a mensalidade para cima, e o reajuste chega na renovação.
Pergunte: quanto custa quando eu precisar de mais uma função?WordPress é aberto e livre, e isso tem um preço: alguém precisa atualizar, corrigir e manter. Sem esse alguém, ele vira o site que dá erro num domingo.
Pergunte: quem faz a manutenção, e ela está no valor?Mais da metade das pessoas abandona uma página no celular se ela demora mais de três segundos para abrir, segundo o Think with Google. O que causa essa demora quase nunca é a sua foto: é o que vem junto, escondido, para a página conseguir servir a qualquer tipo de negócio.
O peso não é culpa do WordPress nem do Wix: é culpa do modelo de prateleira. Uma plataforma fechada carrega o motor dela inteiro porque precisa funcionar para qualquer cliente. Um tema pronto de WordPress faz exatamente a mesma coisa, pelo mesmo motivo.
É por isso que WordPress mal feito perde para plataforma fechada bem configurada, e é por isso que a pergunta certa nunca foi "qual ferramenta". A pergunta certa é: esta página carrega só o que ela usa? Você confere isso sozinho, abrindo o site pelo 4G, longe do wi-fi.
O comparativo justo não é o do primeiro mês, é o do terceiro ano. E ele precisa incluir os dois lados por inteiro, sem esconder que aqui também existe mensalidade. A diferença não é ter ou não ter custo recorrente: é o que você acumula e o que você leva embora.
A comparação honesta tem uma terceira coluna que quase ninguém mostra: o WordPress mal feito. Ele é comum, é barato de contratar e costuma ser pior que a plataforma fechada. Ignorar isso seria vender uma ferramenta em vez de resolver o seu caso.
| Bastidor | Plataforma fechada | WordPress mal feito | Construído com cuidado |
|---|---|---|---|
| De quem é o endereço | Da plataforma, enquanto você pagar | Às vezes no nome de quem fez | No CNPJ da sua empresa, sempre |
| O que carrega junto | O motor inteiro da plataforma | Tema pronto mais dezenas de complementos | Só o que a página usa |
| Função nova | Costuma exigir plano maior | Mais um complemento, mais um risco | Entra no escopo, sem plano novo |
| Quem faz a manutenção | A plataforma, dentro dos limites dela | Ninguém, até quebrar | A gente, dentro da mensalidade |
| Aparecer na busca | Limitado pelo que ela deixa configurar | Possível, e quase nunca feito | Uma página por dúvida, escrita para isso |
| Custo recorrente | Mensalidade do plano, que sobe | Hospedagem barata e nenhum cuidado | Mensalidade publicada, sem fidelidade |
| Se você sair | A página sai do ar com você | Leva o arquivo, se tiver o acesso | Leva o endereço e o conteúdo |
Bastam cerca de 50 milissegundos para o olho formar uma opinião sobre uma página, segundo o estudo de Lindgaard, Fernandes, Dudek e Brown, publicado em Behaviour and Information Technology pela Carleton University.
Quem vende WordPress raramente diz isto: ele é aberto, e por isso aceita tudo, inclusive o que estraga. Tema comprado por trinta dólares, vinte complementos instalados para resolver detalhes e nenhuma manutenção combinada. O resultado é uma página lenta que um dia dá erro, e ninguém foi contratado para consertar.
Numa plataforma fechada, pelo menos alguém cuida do motor. A liberdade do WordPress só vale quando existe alguém responsável por ela. Se ninguém foi contratado para atualizar, corrigir e manter, a liberdade vira risco, e o barato sai caro do jeito mais chato: no domingo, com o site fora do ar.
Sem tema de prateleira. O desenho é feito para a sua empresa, então não existe recurso carregado para atender mil casos diferentes.
O mínimo de complementos. Cada peça instalada é código que roda no celular de quem visita e uma porta a mais para dar problema. Entra só o que a página realmente precisa.
Manutenção combinada por escrito. Atualização, certificado de segurança e correção estão dentro da mensalidade, e não dependem de você lembrar.
E a escolha não é obrigatória: quando o conteúdo muda pouco, um site feito à mão fica mais leve ainda. O preço é o mesmo nos dois, então a decisão é pelo seu caso, não pelo nosso.
O item mais caro dessa escolha não aparece na proposta: é o que a sua empresa leva embora quando muda de fornecedor ou de ferramenta. Numa plataforma fechada, o que você leva costuma ser a lembrança do que existia. Com endereço próprio e conteúdo seu, você leva o endereço, os textos e as posições que a busca já reconheceu.
A mensalidade daqui paga a operação de manter o site vivo, e não o direito de continuar usando o que você já pagou. Não existe fidelidade nem taxa de saída.
O WordPress está por trás de mais de 40% de todos os sites da web e detém a maior fatia entre os sistemas de gestão de conteúdo, segundo o levantamento contínuo da W3Techs. É o número preferido de quem vende WordPress, e ele é verdadeiro.
Só que popularidade mede adoção, não qualidade. Boa parte desses sites é exatamente o WordPress mal feito descrito acima. O que o número prova de útil é outra coisa: existe gente demais que sabe mexer, então você não fica preso a um único fornecedor no mundo, que é o oposto do que acontece numa plataforma fechada.
Sendo a plataforma mais usada da web, existe profissional e documentação em toda parte.
Na prática: você não depende de um fornecedor só.Popularidade mede adoção, não qualidade. Grande parte desses sites usa tema pronto e dezenas de complementos.
Na prática: a mesma ferramenta produz os dois extremos.O peso da página, o texto e a manutenção combinada mudam o resultado muito mais que a marca da ferramenta.
Na prática: a escolha é de responsável, não de logotipo.Sair de uma plataforma fechada não é copiar e colar: o conteúdo é reescrito e reconstruído no endereço novo. O que dá para preservar é o que importa, que é o endereço da empresa e o caminho de quem já encontrava você. Os cinco passos abaixo são a ordem em que isso acontece.
Quais páginas estão no ar, quais aparecem na busca e quais nunca receberam ninguém. Boa parte quase sempre pode ser descartada em vez de recriada.
Se o endereço estiver registrado na plataforma ou em nome de terceiro, a transferência é feita antes de qualquer outra coisa. Sem isso, a mudança não é sua.
O conteúdo é reescrito com as palavras que o seu cliente usa e a página é montada do zero, leve, com uma página por dúvida em vez de uma página só falando da empresa.
Cada endereço antigo passa a levar para o novo correspondente, para quem já tinha o link salvo e para o que a busca já conhecia continuar chegando.
O site novo entra no ar e o comportamento na busca é acompanhado nas semanas seguintes, com ajuste no que precisar.
Ninguém consegue garantir que a posição na busca fica idêntica depois de uma mudança de site, e quem promete isso está prometendo o que não controla. Oscilação nas primeiras semanas é normal, porque o buscador precisa reler e reindexar tudo.
O que dá para fazer, e é feito, é apontar cada endereço antigo para o novo, manter o conteúdo que já funcionava e melhorar o que estava fraco. Na prática, a maior parte das quedas em migração vem de sites que trocaram de endereço sem apontar nada, ou que aproveitaram a mudança para publicar menos conteúdo do que tinham antes.
Agendamento, galeria de procedimentos e formulário costumam ser os primeiros itens a exigir plano superior numa plataforma fechada.
Aqui essas peças entram no escopo, sem plano novo.Cada área de atuação é uma dúvida diferente e precisa da própria página. Estrutura engessada limita quantas páginas e como cada uma é escrita.
Uma página por área, escrita para a busca daquela área.Quem procura eletricista ou chaveiro está na rua, no 4G, com pressa. Cada peça carregada por precaução custa um cliente que desistiu.
Só o que a página usa, e você confere no seu celular.Dizem que WordPress quebra e precisa de manutenção constante.
Quebra quando é montado com tema pronto e dezenas de complementos e ninguém foi contratado para cuidar. Com o mínimo de peças instaladas e manutenção dentro da mensalidade, ele fica estável. A crítica é verdadeira, mas é sobre como foi feito, não sobre a ferramenta.
A plataforma fechada parece mais barata no primeiro mês.
É mais barata no primeiro mês e a conta muda no terceiro ano. Pegue a sua fatura atual, multiplique por 36 e some os aumentos de plano. Depois pergunte o que fica com a sua empresa no fim desse período, porque essa parte não aparece na conta.
Já tentei mexer no WordPress e achei complicado.
Você não precisa mexer. Alteração de texto, preço e foto é pedida por mensagem e feita por nós, dentro da mensalidade. O acesso ao painel é seu se você quiser usar, mas ele nunca é obrigação sua.
Tenho medo de o site ser invadido.
O risco existe em qualquer site que fica desatualizado, e é por isso que atualização e certificado de segurança entram na mensalidade em vez de dependerem de alguém lembrar. Ninguém pode prometer segurança absoluta, e quem promete não está sendo honesto.
E se eu já tiver site na plataforma? Perco meus clientes do Google?
Os endereços antigos passam a apontar para os novos, então quem já encontrava continua chegando. Oscilação nas primeiras semanas é normal e ninguém garante posição idêntica, porque a decisão é do buscador, não de quem constrói.
O WordPress cobra mensalidade como a plataforma?
O WordPress em si não cobra pelo uso. O que existe é o custo de manter o site vivo: hospedagem, segurança, correção e alterações. Aqui isso está na mensalidade publicada, com o domínio no nome da sua empresa e sem fidelidade.
Depende de quem vai manter o site, não de quem compra da empresa. O Wix é mais fácil de montar sozinho, mas o site vive dentro da plataforma e as funções extras costumam exigir planos maiores. O WordPress dá controle, endereço próprio e liberdade de estrutura, mas precisa de manutenção combinada para não virar um site lento e desatualizado.
Não é ruim por definição. O que limita é a estrutura engessada: quanto menos a plataforma deixa configurar título, endereço, dados estruturados e peso da página, menos margem existe para competir. Um site bem escrito numa plataforma fechada supera um WordPress mal feito sem manutenção.
Quem contrata não precisa. O painel do WordPress serve para publicar texto e trocar foto sem código. O que exige conhecimento é a construção inicial e a manutenção, e é justamente por isso que WordPress feito por amador costuma dar mais problema que plataforma fechada.
O conteúdo que você escreveu é seu, mas a página construída vive dentro da plataforma e depende da assinatura para continuar no ar. O domínio pode ser registrado no nome da empresa, e é o item mais importante a garantir em qualquer ferramenta, porque é o endereço que você leva embora.
Chega o aviso de reajuste anual e o dono percebe quanto já pagou sem acumular nada que seja da empresa.
Agendamento, catálogo ou mais espaço, e a conta pula de degrau por causa de um item só.
O que servia para validar não sustenta mais a imagem nem o volume, e a estrutura precisa acompanhar o tamanho do negócio.
Vindo de uma plataforma fechada ou começando do zero, o caminho do seu lado é o mesmo.
A escolha da ferramenta sai na primeira conversa e não muda o preço: o degrau é definido pelo número de páginas, não pela tecnologia usada para construir.
Cada página do seu site é uma porta de entrada no Google. Um site de uma página tem uma porta só. Um site com uma página pra cada cidade e cada serviço tem dezenas - e cada uma pode ranquear e trazer cliente sozinha.
É isso que a Sturm entrega na criação de sites com SEO local: no lugar de um cartão de visita parado, um site que trabalha o mês inteiro pra te colocar na frente de quem está perto e já procurando o que você vende.
Arraste os controles com os números do seu negócio e veja o potencial no mês.
O que define o degrau é o número de páginas, porque é o número de páginas que define quantas perguntas o seu site consegue responder. Cada página é uma porta de entrada a mais na busca.
Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, segurança, manutenção, alterações do dia a dia e as páginas novas. Fora dela, o único custo é o domínio, cerca de R$ 40 por ano, pago direto no Registro.br e registrado no nome da sua empresa. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o preço é o mesmo hoje e no mês que vem.
Quantas páginas, o que entra, o que não entra e quanto custa a manutenção. Se não está escrito, não foi combinado.
O domínio é registrado no nome da sua empresa e você pode parar quando quiser, levando o endereço com você.
Aqui não se publica número de cliente sem resultado medido. Quando houver, ele aparece com nome, ramo e autorização de quem foi atendido.
Também não prometemos primeiro lugar no Google, número de vendas nem resposta garantida da inteligência artificial. Ninguém controla isso, e quem promete está prometendo o que não entrega. O que dá pra garantir é o que depende da gente: a página funcionar no celular, ser rápida, estar escrita para busca e ter o escopo cumprido.
Os dados de quem preenche o formulário são tratados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados.
Os sete itens que você deve exigir de qualquer proposta, com a pergunta exata para fazer.
Antes da ferramentaO formato vem primeiro. A ferramenta é a segunda decisão, e a menos importante das duas.
Antes de tudoPor que o perfil não substitui o endereço próprio, e o que muda quando a conta é restringida.
A gente escolhe a ferramenta que serve ao seu caso e diz por quê, sem jargão. O preço não muda por causa dela: o escopo escrito, o prazo real e o valor fechado vêm antes de qualquer pagamento.