Em advocacia o clique é dos mais caros do mercado, então errar a mira queima dinheiro rápido. A captação é feita dentro do Provimento 205/2021, trazendo quem tem uma causa de verdade, e o atendimento faz a triagem antes de chegar até você.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
A conta é aritmética com números redondos, feita para você repetir com os seus. Não é levantamento de mercado: não existe pesquisa pública de custo por contato em advocacia no Brasil.
Quem quer solução de graça e garantia. A conversa morre na primeira pergunta sobre honorários.
Quem tem documento e quer falar com um advogado. O texto informativo é chato de propósito, e é isso que filtra.
Os quatro itens vedados são os quatro que atraem curioso. Cumprir a norma e filtrar são a mesma decisão.
Textos de exemplo escritos para esta página. As vedações apontadas estão no Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB.
Quem quer solução de graça e garantia. A conversa morre na primeira pergunta sobre honorários.
Quem tem documento e quer falar com um advogado. O texto informativo é chato de propósito, e é isso que filtra.
Os quatro itens vedados são os quatro que atraem curioso. Cumprir a norma e filtrar são a mesma decisão.
O clique de advocacia é caro porque tem muita gente comprando a mesma palavra. O Brasil tem mais de 1,3 milhão de advogados inscritos, segundo o Quadro de Advogados do Conselho Federal da OAB, e boa parte deles anuncia para o mesmo público da sua cidade.
de advogados inscritos na OAB, pelo Quadro de Advogados do Conselho Federal.
a média até a primeira resposta a um contato, no levantamento da Harvard Business Review com 2.241 empresas.
Os dois números juntos explicam o problema inteiro. O primeiro faz o clique ser caro; o segundo faz o clique caro ser desperdiçado. O estudo de Oldroyd, McElheran e Elkington também mediu que 23% das empresas auditadas nunca responderam, e que tentar contato na primeira hora deixa quase sete vezes mais perto de qualificar quem chegou.
Este é o dia que se repete quando o anúncio promete atendimento imediato e não filtra nada: o profissional que passou anos estudando gasta a tarde explicando de graça o que devia estar cobrando.
A diferença entre o jeito velho e o novo não está na plataforma nem na verba: está no que o anúncio promete. Uma promessa de resultado atrai quem quer resultado de graça; uma informação técnica atrai quem tem o caso.
| Etapa | O jeito velho | O que acontece | O jeito de dentro da norma |
|---|---|---|---|
| O que o anúncio diz | Fale com um advogado agora, garantia de resultado | Vira captação e promessa, as duas vedadas | Área de atuação, o que é analisado e quem atende |
| Quem clica | Quem quer resposta imediata e de graça | Paga o clique mais caro do mercado por curiosidade | Quem tem vínculo, documento ou processo em curso |
| O que chega no WhatsApp | Pergunta solta, sem contexto nenhum | Ocupa a tarde e não vira honorário | Situação descrita, com prazo e documento |
| Quem faz a triagem | O próprio advogado, entre prazos | Trabalho técnico dado sem contrato | O atendimento, antes de chegar no escritório |
| Qual o número acompanhado | Mensagens recebidas e cliques | Relatório sobe e o caixa não | Reuniões realizadas com quem pode contratar |
| Risco no Tribunal de Ética | Real, e o anúncio fica público e arquivado | Representação por captação ou promessa | Texto informativo, com identificação e sem promessa |
| Como o mês fecha | Verba gasta, agenda cheia, contrato nenhum | A conclusão errada de que anúncio não funciona | Poucos contatos, quase todos com caso viável |
O jeito velho contra o jeito de dentro da norma, etapa por etapa. A tabela não vale como promessa de resultado: ela existe para você conferir em qual das duas colunas está a proposta que te ofereceram.
A regra da OAB é tratada pelo mercado como limitação, e ela é o contrário disso. Cada item que o Provimento 205/2021 veda é exatamente um item que traria mais gente sem caso para dentro do escritório.
Escrever o anúncio dentro da norma não é abrir mão de resultado: é a forma mais barata de não pagar clique de quem nunca ia contratar. Um anúncio informativo é chato para quem está passeando e exato para quem tem um problema jurídico agora.
Permite. O Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB, que revogou o Provimento 94/2000, admite no artigo 4º a publicidade ativa com anúncios pagos, inclusive impulsionamento e links patrocinados, desde que não haja mercantilização, captação de clientela nem emprego excessivo de recursos financeiros, e apenas nos meios não vedados pelo Código de Ética.
O provimento também criou o Comitê Regulador do Marketing Jurídico, ligado à Diretoria do Conselho Federal, e deu às Seccionais a prerrogativa de conceder poderes de notificação à Comissão de Fiscalização. Ou seja: existe quem olha, e o anúncio fica público e arquivado enquanto roda.
O artigo 4º do Provimento 205/2021 veda o emprego excessivo de recursos financeiros na publicidade da advocacia. A norma não fixa um valor, e é exatamente por isso que a régua tem que sair da proporção com o seu escritório, não do que caberia no cartão.
O desenho mostra a lógica das três zonas, não valores. A régua concreta é montada com os números do seu escritório na primeira conversa.
Nenhuma agência que anuncia para advogado fala desta parte, e ela é a que mais interessa a quem tem a inscrição em jogo. Aqui a verba tem um teto argumentável, e esse teto entra na proposta por escrito.
O atendimento faz as perguntas que separam um caso de uma curiosidade, e só o que passa vira reunião na sua agenda. Nenhuma orientação jurídica é dada nessa etapa: o que se faz é coletar fato, prazo e documento.
Ficha de exemplo. As perguntas mudam por área: em inventário entram bens e herdeiros, em previdenciário entram tempo de contribuição e data do requerimento.
Um aviso honesto: com a triagem, o número de mensagens cai muito. É o objetivo. O que precisa subir é a quantidade de reuniões com quem pode assinar procuração, e é esse número que passa a ser mostrado no relatório.
A palavra que a pessoa escreve muda por completo entre uma área e outra, e com ela muda o canal, o formato do anúncio e o que a triagem precisa perguntar. Tratar todas as áreas com a mesma campanha é o erro mais comum em escritório que já anunciou antes.
| Área | O que a pessoa escreve na busca | Meta da campanha | O que a triagem precisa saber |
|---|---|---|---|
| Família e sucessões | Como funciona inventário, divórcio consensual, partilha de bens | Reunião presencial agendada | Se há bens, quantos herdeiros e se existe acordo entre as partes |
| Trabalhista, defesa da empresa | Defesa em reclamatória, audiência marcada, verbas rescisórias | Reunião com quem decide na empresa | Se o processo já foi distribuído e qual a data da audiência |
| Trabalhista, lado do trabalhador | O nome exato da situação, mais a cidade | Reunião com documento em mãos | Se houve vínculo registrado e se existe documento ou testemunha |
| Previdenciário | Revisão de benefício, planejamento de aposentadoria, benefício negado | Análise de extrato agendada | Se tem o extrato de contribuição e a data do requerimento |
| Empresarial e tributário | Termos técnicos da tese, quase sempre em horário comercial | Reunião com sócio ou diretor | Porte da empresa, regime tributário e quem assina o contrato |
| Cível e contratos | O problema descrito por inteiro, como uma pergunta longa | Consulta agendada | Se existe contrato escrito e qual o valor envolvido |
Como a busca e a triagem mudam por área do direito. A tabela não promete resultado: ela existe para você conferir se a campanha proposta foi desenhada para a sua área ou para advocacia em geral.
Google, na maior parte dos casos. Problema jurídico não é compra por impulso: a pessoa procura quando já está com a situação nas mãos, e ela escreve o problema na pesquisa, sozinha e em silêncio. O Instagram entra em outro papel, que é construir autoridade ao longo do tempo.
Escritório que está começando a anunciar quase sempre deve começar só na pesquisa do Google, com a área mais rentável e a cidade onde atende. Verba dividida em dois canais raramente gera contato suficiente para nenhum dos dois se estabilizar.
São coisas diferentes e podem conviver. Plataforma de indicação é aluguel de audiência: enquanto você paga, aparece; quando para, desaparece e não sobra nada. Campanha própria também para quando você desliga, mas o que ela constrói no caminho fica com o escritório.
O caminho honesto: se o escritório não tem verba para os dois, a campanha própria costuma render mais por real investido justamente porque você controla a palavra e a triagem. Mas plataforma de indicação não é fraude, e há área em que ela traz volume que a busca não traz.
Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede do escritório cabe numa conversa. Nenhum texto vai ao ar sem a sua leitura, porque quem responde perante o Tribunal de Ética é você.
Você diz em que atua, quanto vale um contrato médio, quantas reuniões cabem na semana e até onde atende. É a conversa que define a verba e o teto dela.
Pesquisa da área, escolha das palavras, texto informativo dentro do Provimento, página de destino com identificação e a triagem. Você lê e aprova antes de subir.
O caso chega com fato, prazo e documento, e com reunião marcada. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório do mês continuam do nosso lado.
Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Numa categoria em que o contato já era dos mais caros do mercado, cada contato mal aproveitado dói mais que no ano passado.
O painel continua mostrando só a verba líquida. A diferença aparece na fatura, e é ela que muda o custo real por reunião agendada.
O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que pesa a favor da pesquisa em advocacia, que já era o canal principal. É um detalhe recente e quase nenhuma página sobre marketing jurídico foi atualizada depois dele.
A procura por tráfego pago para advogado quase nunca nasce de curiosidade. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas o escritório está muda o que faz sentido contratar agora.
O escritório sempre viveu de quem indica, e o fluxo caiu. Aqui o primeiro mês não serve para escalar: serve para descobrir quanto custa uma reunião agendada naquela área, naquela cidade, com aquele tíquete.
Existe estrutura nova, custo fixo novo e nenhuma carteira herdada. É o caso em que a campanha precisa começar pela área mais rentável e mais estreita, não por advocacia em geral.
Entre dezembro e janeiro os prazos afrouxam e é quando a gestão do escritório entra na pauta. Começar a campanha no recesso significa chegar em fevereiro com a conta já estabilizada, em vez de começando.
Num escritório só dois números decidem se a campanha se paga: quanto custou cada reunião realizada com quem pode contratar, e quantas dessas reuniões viraram procuração assinada. Clique, alcance e seguidor não respondem nada disso.
As proporções são de exemplo, para mostrar onde a conta se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, com o dado vindo da sua agenda.
A última faixa é a mais barata de melhorar e a menos trabalhada: confirmação no dia anterior recupera reunião que já foi paga pelo clique, sem gastar mais um real de verba. Em advocacia, uma reunião recuperada pode ser o contrato do trimestre.
São quase sempre as mesmas cinco, ditas com as palavras de quem já pagou agência antes ou tem medo de pagar. Cada uma respondida de frente.
A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.
A terceira linha da direita é a mais importante e é a que ninguém escreve: interpretação de norma ética não é ciência exata, e nenhuma agência pode prometer imunidade disciplinar. O que se pode prometer é escrever dentro do texto do provimento, deixar tudo registrado e submeter à sua aprovação.
Circulam três estatísticas em quase toda página sobre marketing jurídico. Nenhuma delas entrou aqui, e o motivo de cada uma está escrito ao lado.
Também ficou de fora a afirmação de que o Brasil tem a maior proporção de advogados por habitante do mundo: o total de inscritos é público no Conselho Federal, mas a comparação internacional não foi possível confirmar. Preferimos uma página com menos números e com todos verificáveis.
A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome do escritório. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.
Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros.
Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.
A norma que limita o texto do anúncio é da advocacia. Em outros ramos o que limita tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.
Conte a área, a comarca e quanto vale um contrato médio. A gente responde o que faz sentido anunciar no seu caso, inclusive quando a resposta for que a busca da sua cidade ainda não sustenta.