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Tráfego pago para infoproduto

Tráfego pago para infoproduto:
a presença que continua
vendendo sem você.

Público frio não compra na primeira vez que vê, e num lançamento a verba é concentrada em poucos dias. Aqui se constrói a estrutura que aquece quem ainda não conhece você e continua vendendo depois, com o interessado conduzido na hora pelo atendimento em vez de esperar você sair de uma reunião.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

A mesma terça-feiradois lados
Onde você esteve
09:00Reunião de alinhamento com cliente
11:30Revisão de layout com o cliente novo
14:00Ajuste de campanha de cliente
17:00Proposta para orçamento pedido ontem
O que o curso fez sozinho
02:14Inscrição concluída
09:41Inscrição concluída
14:07Dúvida respondida e inscrição feita
21:55Inscrição concluída
Horas suas gastas na coluna da direitazero

Dia de exemplo, com horários redondos. O ponto não é o número de vendas: é que a coluna da direita não disputou agenda com a da esquerda.

Um ano de vendas

Evento tem pico. Presença tem base.

Vendas do infoproduto, mês por mêsdois modelos
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Presença contínua Só lançamento
Meses com venda no modelo de evento2
Meses com venda no modelo de presença12
Meses em que você parou tudo para lançar2

O pico é bonito e é caro

Nos dois meses de lançamento a verba é concentrada, o leilão fica disputado e você para de atender cliente para tocar o evento.

A base cresce porque acumula

Cada mês de conteúdo aquecendo deixa um público formado que o mês seguinte reaproveita. É por isso que a coluna colorida sobe sozinha.

Os dois modelos convivem

O melhor arranjo é base contínua com um pico por ano, e não pico sem base. Lançar sem presença é comprar atenção no prazo mais curto e no leilão mais caro.

As alturas são de exemplo, para mostrar a forma dos dois modelos. Não é projeção de faturamento nem promessa de resultado.

O pico é bonito e é caro

Nos dois meses de lançamento a verba é concentrada, o leilão fica disputado e você para de atender cliente para tocar o evento.

A base cresce porque acumula

Cada mês de conteúdo aquecendo deixa um público formado que o mês seguinte reaproveita. É por isso que a coluna colorida sobe sozinha.

Os dois modelos convivem

O melhor arranjo é base contínua com um pico por ano, e não pico sem base. Lançar sem presença é comprar atenção no prazo mais curto e no leilão mais caro.

Quem compra o seu curso

Ele pesquisa você
antes de pagar.

Quem compra conteúdo digital audita o vendedor antes de comprar, e é isso que joga a favor de quem entrega serviço de verdade todos os dias. No levantamento da CNDL e do SPC Brasil com a Offerwise Pesquisas, 86% dos compradores pesquisaram sobre o especialista antes de fechar, e 63% acharam superficial o conteúdo que receberam.

86%

pesquisaram sobre quem estava vendendo o curso antes de comprar.

63%

consideraram superficial o conteúdo do infoproduto que compraram.

Os dois números descrevem a oportunidade inteira para quem toca uma agência ou uma operação de sites. O mercado está cheio de curso feito por quem nunca entregou um projeto, e o comprador aprendeu a checar isso. Portfólio de cliente atendido é o argumento mais difícil de copiar que existe, e você já tem.

Reconheça o dia

Casa de ferreiro,
espeto de pau.

O dia que se repete em quase toda agência: o dono sabe montar campanha e página, faz isso para cliente a semana inteira, e a própria oferta continua sendo vendida à mão, uma conversa por vez, no intervalo entre duas reuniões.

Segunda
Você sobe a campanha do clientePúblico, criativo, rastreamento e página. Sai bem feito, porque é o que você faz.
Terça
Alguém pergunta sobre o seu treinamento no directVocê responde entre reuniões, manda o preço, a pessoa some. Nenhuma dessas conversas fica registrada em lugar nenhum.
Quinta
Você decide que semana que vem vai estruturar o seu funilÉ a terceira semana seguida que essa decisão é tomada. O cliente sempre tem prazo; você não.
Fim do mês
O faturamento veio todo de serviçoMargem espremida, hora vendida, e a mesma corrida começando de novo no dia primeiro.
A conta
O que faltou não foi conhecimentoFaltou alguém tocar a sua estrutura com a mesma disciplina que você toca a do cliente, porque a sua nunca tem prazo de entrega.
Onde está a diferença

Lançamento é evento.
Presença é ativo.

Um lançamento é um evento: consome o dono, concentra a verba em poucos dias e termina. Uma presença é um ativo: público aquecido, conta com histórico e página que converte continuam existindo no mês seguinte e no ano seguinte. A tabela compara os dois no mesmo produto.

CritérioSó lançamentoSó perpétuo sem basePresença construída
Quando vendeNos dias em que a inscrição está abertaTodo dia, mas pouco e instávelTodo dia, com um pico por ano em cima
Seu tempoSemanas paradas para tocar o eventoPouco, e sem ninguém cuidandoUma tarde de gravação por mês
Custo por alunoMais alto: leilão disputado no prazo curtoInstável, porque falta volume para aprenderCai conforme o público aquecido cresce
O que sobra depoisUma lista de compradores e nada maisQuase nada, porque não houve acúmuloPúblico formado, conta com histórico e página testada
Se você parar um mêsNão existe o que parar entre eventosAs vendas somem no mesmo diaA base segura o mês, e você retoma de onde parou
Risco concentradoAlto: um evento ruim compromete o semestreBaixo, mas o resultado também éDistribuído nos doze meses
Quando faz sentidoTurma com data, mentoria em grupoQuase nunca sozinhoQuase sempre, e é a base para o pico

Os três modelos comparados critério por critério. A tabela não promete resultado: ela existe para você decidir qual arranjo cabe na sua agenda antes de definir verba.

O que a palavra ativo significa aqui

Quatro coisas que ficam
com você para sempre.

Presença construída não é uma campanha ligada: são quatro ativos que se formam ao longo dos meses e continuam seus depois. É a diferença entre alugar atenção e acumular audiência, e é por isso que a conta melhora com o tempo em vez de piorar.

Ativo um

O público aquecido

Quem viu o seu conteúdo, abriu a página ou assistiu ao vídeo forma um grupo que a campanha do mês seguinte reaproveita. Esse grupo custa muito menos para alcançar do que gente nova, e ele só existe se alguém tiver alimentado antes.

Ativo dois

A conta com histórico

Conta de anúncios com meses de conversões registradas entrega melhor que conta nova, porque a plataforma já aprendeu quem compra o seu produto. Trocar de conta ou trocar de fornecedor que usa a conta dele apaga esse aprendizado.

Ativo três

A página que já foi testada

Uma página de vendas que passou por meses de tráfego real tem número próprio: quanto dela converte e onde as pessoas param. Isso não se copia de referência, se descobre com visitante de verdade.

Ativo quatro

A lista de quem comprou

Quem já comprou uma vez é o público mais barato do mundo para vender a segunda. Numa esteira de produtos, é essa lista que sustenta o produto de valor mais alto sem gastar mídia nova.

Nenhum dos quatro se compra pronto e nenhum dos quatro aparece em relatório de alcance. Eles são a razão pela qual uma operação de dois anos gasta menos por aluno que uma de dois meses, mesmo anunciando o mesmo produto.

O que entra no ar

Três frentes, e a do
meio é a esquecida.

Ninguém compra conhecimento na primeira vez que vê o anúncio, porque a decisão passa por checar quem ensina. A estrutura tem três frentes com funções diferentes, e a maioria das operações roda só a terceira.

Quem nunca ouviu falar de você

Aquecer

Conteúdo informativo impulsionado: um recorte do que você faz para cliente, uma explicação curta, um trecho de aula. Não vende nada e não pede nada. Serve para a pessoa saber quem você é antes de ver preço.

Quem já viu e não comprou

Conduzir

Volta para quem assistiu ao conteúdo ou abriu a página, com o programa e as datas. É a frente mais barata, a que sustenta a venda diária, e a que quase ninguém liga porque ela não parece campanha nova.

Quem está pronto agora

Fechar

Verba nos dias de decisão, com o atendimento respondendo dúvida na hora. Se houver turma com data, é aqui que a verba concentra, e cada hora de atraso na resposta vira venda perdida.

Rodar só a frente de fechar é o erro mais comum e o mais caro: a campanha tem que comprar atenção de quem nunca viu você, no leilão mais disputado, no prazo mais curto. Frente de aquecimento é o que faz o custo por aluno cair mês a mês, e ela é a única que precisa de tempo para funcionar.

Por que não dá para ligar e desligar

O sétimo dia
apaga o aprendizado.

Presença é ativo porque desligar tem custo documentado. A central de ajuda da Meta lista pausar um conjunto de anúncios por sete dias ou mais entre as edições significativas, e diz que o conjunto volta para a fase de aprendizado quando a pausa é retirada. Até o sexto dia você retoma de onde parou.

1Retoma
2Retoma
3Retoma
4Retoma
5Retoma
6Retoma
7Recomeça
Até o sexto dia de pausaO conjunto volta com o que já tinha aprendido. Pausar o fim de semana ou uma semana curta de viagem não cobra nada por isso.
Do sétimo dia em dianteA pausa entra na lista de edições significativas e o conjunto volta para a fase de aprendizado, que exige volume de conversões novo para estabilizar.

A régua é a leitura direta da documentação da Meta sobre fase de aprendizado, não uma estimativa nossa.

A mesma página da Meta lista o que reinicia o aprendizado sem pausar nada: trocar segmentação, trocar criativo, trocar o evento de otimização ou mudar a estratégia de lance. É por isso que a conta é lida quase todo dia e mexida poucas vezes, em lote. Quem mexe em tudo toda semana está recomeçando sem saber.

Como funciona

Três passos, e o
trabalho é nosso.

Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede de você é o conteúdo que você já sabe entregar. O resto é serviço, e é justamente o que você não consegue priorizar quando o cliente tem prazo.

1

Conte o produto e a agenda

Você diz o que ensina, para quem, quanto custa e quantas horas por mês consegue dedicar. É a conversa que define se o arranjo é base contínua, pico anual ou os dois.

2

A gente monta as três frentes

Aquecimento, condução e fechamento em campanhas próprias, página de vendas medida, evento de compra marcado com o valor e o atendimento conduzindo quem trava antes de pagar.

3

Você volta a atender cliente

As vendas do produto acontecem sem disputar a sua agenda. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório de custo por aluno continuam do nosso lado.

O que muda no seu dia

A dúvida não espera
você sair da reunião.

Quem está com o cartão na mão e não conclui quase sempre tem uma pergunta objetiva sobre escopo, formato ou prazo. Respondida em minutos, a inscrição acontece. Respondida quando você sai da reunião das 17h, a pessoa já fechou outra aba.

Conversa de uma inscrição travadarespondida em 4 minutos, num dia cheio

O treinamento serve para quem já tem agência ou é para quem está começando?

Serve para quem já atende cliente: os módulos partem de processo comercial e precificação, e o módulo de fundamentos é opcional.

E consigo aplicar sem ter equipe? Sou eu e um estagiário.

Consegue. Os modelos são desenhados para operação de uma a três pessoas. A turma começa dia 3 e o material fica disponível por 12 meses.

Inscrição concluída · sem você sair da reunião

Conversa de exemplo, escrita para esta página. O que se responde aqui é escopo, formato e prazo, e não consultoria de graça.

O intervalo entre a pergunta e a resposta é a variável mais barata de mudar nessa operação. A Harvard Business Review mediu média de 42 horas até a primeira resposta em 2.241 empresas, e num produto com turma e data 42 horas costumam ser a diferença entre entrar e não entrar.

Por tipo de produto

O que uma agência
consegue empacotar.

Quem entrega serviço já tem o conteúdo pronto: ele está no processo que você repete em todo cliente. A tabela separa os formatos por quanto tempo de aquecimento cada um exige e pelo que a campanha precisa entregar.

FormatoQuem compraAquecimento necessárioO que a campanha precisa entregar
Modelo e planilha de processoColega de mercado e agência pequenaQuase nenhum: decisão no mesmo diaVenda direta e a lista de quem comprou
Treinamento para o dono de PMEEmpresário que quer entender o próprio marketingDias, com amostra de aulaPrograma à vista e quem ensina identificado
Curso técnico com turmaQuem quer acompanhamento e materialSemanas, com conteúdo informativo antesVerba na janela e resposta em minutos
Molde de site guiadoPequeno negócio que quer resolver sozinhoCurto, mas exige demonstraçãoDemonstração do resultado final, não da ferramenta
Mentoria em grupo para agênciasDono de operação querendo estruturar gestãoSemanas, com conversa antes da compraConversa de seleção agendada, não checkout direto
Comunidade com mensalidadeQuem quer continuidade e redeO mais longo: a decisão é de relaçãoProva de movimento dentro dela, e não promessa

Como a campanha muda por formato de produto digital. A tabela é ponto de partida para a conversa e não promessa: o tempo real de aquecimento sai do seu preço e do seu público.

Antes de assinar qualquer proposta

Quem faz o quê,
escrito antes de começar.

A maior parte das propostas de gestão de tráfego não diz quem escreve o anúncio, quem mexe na página e quem instala o rastreamento. Como você entende do assunto, sabe que é exatamente aí que o trabalho trava e a culpa fica no ar.

Fica com a Sturm Agency
  • Escrever e produzir o anúncio, com o material que você já tem
  • Montar e medir a página de vendas do produto
  • Instalar a marcação da compra com o valor do pedido
  • Ler a conta, ajustar em lote e mostrar custo por aluno
  • Conduzir quem chega com dúvida antes de pagar
Fica com você
  • O conteúdo: aula, material e o que o aluno recebe
  • Uma tarde de gravação por mês, com roteiro pronto na mão
  • A decisão de preço e o que entra em cada produto
  • A entrega para quem comprou, que é a parte que ninguém terceiriza
  • Aprovar o que vai ao ar, porque a marca é a sua

Vale dizer o que não está em nenhuma das duas colunas: gravar vídeo todo dia, aparecer em transmissão semanal e responder direct de madrugada. Nenhuma dessas três é requisito, e vender que são é como esse mercado transforma um ativo em segundo emprego.

Reconheça o momento

Quando essa decisão
aparece na agência.

A decisão de empacotar o próprio conhecimento quase nunca nasce de curiosidade. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas a sua operação está muda o que faz sentido montar primeiro.

Situação um

A virada do ano, com a meta na mesa

Janeiro e fevereiro são quando a decisão de lançar produto próprio finalmente entra no planejamento. É a melhor janela para começar pela frente de aquecimento, porque ela é a que precisa de tempo e a que ninguém tem paciência de começar quando a meta já está apertada.

Situação dois

A contratação de serviço caiu

O mês fecha abaixo por falta de projeto novo, e a resposta reflexa é vender serviço mais barato. Empacotar o conhecimento é o caminho oposto: em vez de baixar o preço da hora, criar uma receita que não consome hora nenhuma.

Situação três

Você já explicou a mesma coisa dez vezes

Quando a mesma explicação é repetida em toda reunião de cliente, o conteúdo do produto já existe: falta só empacotar. É o sinal mais confiável de que dá para vender, porque a demanda apareceu antes da oferta.

O que mudou em 2026

A mídia ficou mais
de 12% mais cara.

Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Quando o orçamento é concentrado numa semana de lançamento, o mesmo valor compra menos gente do que comprava, e isso muda a conta inteira da turma.

A fatura de quem concentra R$ 5.000 numa semana
Verba que aparece no gerenciadorR$ 5.000,00
PIS e Cofins repassados (9,25%)R$ 462,50
ISS repassado (2,9%)R$ 145,00
O que sai da conta no fimR$ 5.607,50

O painel continua mostrando só a verba líquida. Quem calcula o custo por aluno pelo número do painel está errando por mais de doze por cento em cada turma.

O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que muda a comparação entre os dois canais. Isso pesa a favor da presença construída: quem tem público aquecido depende menos de comprar alcance novo na semana em que ele está mais caro.

O relatório que se entende

Custo por aluno, e
o custo que cai com o tempo.

Num produto digital o número que fecha a conta é quanto custou trazer cada aluno matriculado, com o repasse de tributo somado e a taxa da plataforma de pagamento descontada. Alcance, visualização e seguidor não entram no relatório como resultado.

Viram o conteúdo de aquecimentoa base, e a parte mais barata
Voltaram para a página do produtojá sabem quem está ensinando
Perguntaram algo antes de decidiré aqui que o atendimento decide
Concluíram a inscriçãoo número que paga a operação
Perguntaram e ninguém respondeu a tempopagos duas vezes e perdidos

As proporções são de exemplo, para mostrar onde o caminho se estreita. O relatório entregue mostra a sua proporção real, com o valor da inscrição voltando da plataforma.

O que esse relatório mostra e nenhum relatório de alcance mostra é a curva do custo por aluno mês a mês. Se a presença está sendo construída, essa curva desce, porque cada mês reaproveita o público que o anterior formou. Se ela está subindo, alguma coisa está sendo reiniciada sem necessidade.

Antes de decidir

As preocupações de quem
entende do assunto.

Quem toca agência faz perguntas melhores que o cliente médio, porque já sabe onde o serviço costuma falhar. São quase sempre as mesmas cinco, e cada uma respondida de frente.

“Eu faço isso para cliente. Por que contratar alguém?”
Porque o problema nunca foi conhecimento: foi prioridade. O cliente tem prazo contratado e a sua estrutura não, então ela fica para semana que vem por meses. Contratar aqui não é comprar know-how, é comprar disciplina de execução para uma frente que nunca vai ganhar da entrega do cliente na sua agenda. Se você tem alguém no time com horas livres e disciplina para isso, fazer internamente é legítimo e mais barato. A pergunta certa é se essas horas existem de verdade.
“Já perdi dinheiro com tráfego para o meu próprio produto.”
Na maioria dos casos que chegam assim, o que faltava era a frente de aquecimento e o evento de compra marcado com o valor. Sem aquecimento, a campanha tenta vender curso para quem nunca ouviu falar de você, e o comprador de conteúdo digital audita o vendedor antes de pagar. Sem o valor da compra voltando, a plataforma trata uma venda de R$ 97 e uma de R$ 1.997 como a mesma coisa e vai buscar a mais fácil. A primeira coisa feita aqui é abrir a conta antiga e conferir esses dois pontos.
“Meu produto ainda não existe. Começo pelo tráfego?”
Não. Sem o produto pronto, o que dá para fazer é a frente de aquecimento, que já constrói público enquanto você grava. Subir campanha de venda para um produto que não existe é a forma mais rápida de queimar verba e credibilidade ao mesmo tempo. A sequência que funciona é aquecer primeiro, validar o tema com conteúdo barato, e só depois montar o fechamento. Isso costuma economizar mais que qualquer desconto de mensalidade.
“E se eu quiser assumir depois de alguns meses?”
Pode, e é um cenário previsto. A conta de anúncios, o público formado, a página e a lista ficam no seu nome desde o primeiro dia, então assumir é continuar de onde está e não recomeçar. O contrato é mensal e sem multa. Vale saber que o custo por aluno tende a cair conforme o público aquecido cresce, então trocar de mão no meio dessa curva costuma custar mais do que parece.
“Não quero virar produtor de conteúdo.”
Não é o que se pede. O que sustenta o aquecimento é uma tarde de gravação por mês com roteiro curto pronto na mão, e existe caminho de menor exposição: anúncio de pesquisa no Google, que é texto puro, e conteúdo escrito impulsionado. Transmissão semanal, presença diária e vídeo todo dia não são requisito de nada aqui, e quem vende isso como obrigatório está descrevendo um segundo emprego, não um ativo.
O acordo, por escrito

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.

A Sturm Agency assume
  • Montar as três frentes, e não só a semana de venda
  • Deixar a conta, o público e a página no seu nome desde o primeiro dia
  • Marcar a compra com o valor, para a otimização saber o que buscar
  • Ler a conta quase todo dia e mexer poucas vezes, em lote
  • Mostrar o custo por aluno com o repasse de tributo somado
  • Dizer quando o certo for validar o tema antes de escalar
Ninguém garante
  • Número de alunos, faturamento ou retorno sobre o anúncio
  • Que o seu tema tenha demanda suficiente na sua região ou nicho
  • Que o custo por aluno vá cair num prazo determinado
  • Que quem perguntou vá concluir a inscrição
  • Que o conteúdo entregue vá agradar quem comprou
  • Que a plataforma não vá mudar a regra dela no meio do caminho

A penúltima linha da direita é a mais incômoda e é verdade: campanha traz aluno, não garante que a aula seja boa. No levantamento da CNDL e do SPC Brasil, 63% dos compradores acharam superficial o conteúdo que receberam, e nenhuma verba conserta isso depois da matrícula.

Direto ao ponto

Os números que esta
página não usa.

Quatro estatísticas circulam em quase toda página sobre tráfego para produto digital. Nenhuma delas entrou aqui, e o motivo de cada uma está escrito ao lado.

“A criação de produtos digitais cresceu 30% entre 2023 e 2024 no Brasil”
O número circula atribuído a uma pesquisa de instituição com plataforma de venda, mas não foi possível localizar o estudo, o recorte nem a metodologia. Sem isso, não entra.
“98% usam vários canais antes de comprar e as mensagens cresceram 80% em um ano”
O dado vem de relatório de uma empresa que vende plataforma de mensagens, ou seja, de quem tem interesse direto no resultado. Pode até estar certo, e não serve como fonte independente.
“Comece com R$ 20 por dia de verba no Meta”
A recomendação sai de blog de fornecedor e contradiz o que as outras páginas daqui já publicaram: o piso de verba sai do preço do que você vende e do volume de conversões necessário, nunca de um valor fixo por dia.
“A gestão de tráfego custa de tanto a tanto por mês no Brasil”
Não existe pesquisa pública de preço de gestão no Brasil, e as faixas que circulam são estimativa de quem escreveu. O preço desta página está na tabela abaixo, com número exato em vez de faixa.

Você trabalha no mercado e sabe como esses números viajam: alguém estima, um portal publica, e em três meses a estimativa virou dado. Numa página que fala com quem entende do assunto, repetir isso seria o jeito mais rápido de perder credibilidade.

Planos e preços

O degrau muda com
o número de canais.

A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no seu nome. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.

Essencial
Para um produto e um canal, com o aquecimento rodando.
R$ 1.500/mês · 1 canal · verba de até R$ 3.000
  • Frente de aquecimento com conteúdo informativo
  • Página de vendas montada e medida
  • Marcação da compra com o valor da inscrição
  • Leitura da conta e ajuste em lote
Profissional
Recomendado. Para quem quer as três frentes e o atendimento respondendo por você.
R$ 2.500/mês · 2 canais · verba de até R$ 10.000
  • Tudo do Essencial, em dois canais
  • Aquecer, conduzir e fechar em campanhas próprias
  • Atendimento respondendo escopo, formato e prazo na hora
  • Relatório de custo por aluno, com o imposto somado
Avançado
Para esteira de produtos ou base contínua com pico anual.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior · verba acima de R$ 10.000
  • Três canais ou mais, trabalhados juntos
  • Campanha separada por produto da esteira
  • Preparação do pico anual com meses de antecedência
  • Campanha própria para quem já comprou uma vez

Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros. Não existe cobrança de percentual sobre o faturamento das suas vendas.

Antes de assinar

A régua que vale
contra a gente também.

Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.

Como ler o resultado 0 de 6Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito, e a leitura muda conforme você marca.
Perguntas frequentes

Tudo que costumam
perguntar antes.

O que é tráfego pago para infoproduto e para que serve?
Tráfego pago para infoproduto é a compra de espaço no Google e nas redes da Meta para levar curso, treinamento, molde ou mentoria a quem quer aprender aquilo. Serve para transformar conhecimento que você já domina numa receita que não consome hora sua, com venda acontecendo enquanto você atende cliente.
Minha agência precisa criar um produto digital para crescer?
Não precisa, mas o produto digital resolve um problema específico: margem de serviço espremida e faturamento que depende de hora vendida. Se o seu mês fecha bem com projeto e você não sente teto, não há urgência. Se a mesma explicação é repetida em toda reunião, o conteúdo do produto já existe.
Posso vender infoproduto sem ter milhares de seguidores?
Pode, e é exatamente para isso que o anúncio serve. Seguidor não é requisito: o que o comprador checa é quem está ensinando, e no levantamento da CNDL e do SPC Brasil 86% pesquisaram sobre o especialista antes de comprar. Portfólio de cliente atendido pesa mais que número de seguidor.
Qual a diferença entre tráfego para infoproduto e tráfego para negócio local?
Negócio local vende para quem já procura o serviço na região, com decisão rápida e raio curto. Infoproduto vende para quem ainda não procurou nada, sem limite de região, e a decisão passa por confiar em quem ensina. Por isso a estrutura aqui tem uma frente de aquecimento que o negócio local dispensa.
Como escolher uma boa agência de tráfego pago para infoproduto?
Por quatro perguntas objetivas, respondidas por escrito: a conta de anúncios fica no seu nome, existe frente de aquecimento e não só a semana de venda, está dito quem escreve o anúncio e quem instala a marcação, e o relatório mostra custo por aluno em vez de alcance. Quem responde as quatro serve.
Vale mais a pena agência ou gestor freelancer?
Existe gente boa nas duas formas, e o que decide não é o formato: é o método e a disciplina. As perguntas de seleção são as mesmas para os dois. O que costuma diferenciar na prática é continuidade: operação que depende de uma pessoa só para quando ela para, e presença construída é justamente o que não pode parar.
Meta Ads ou Google Ads para infoproduto?
Os dois, em papéis diferentes. As redes da Meta aquecem quem ainda não procurou o assunto e é onde o conteúdo informativo circula. O Google alcança quem já digitou o nome do que quer aprender e converte mais rápido. Quem está começando geralmente aquece nas redes e fecha na busca.
Quanto tempo demora para a campanha começar a dar lucro?
Os primeiros acessos aparecem nos primeiros dias, porque a entrega do anúncio é imediata. O custo por aluno estabilizar depende de volume: a Meta documenta que um conjunto precisa de cerca de 50 conversões em sete dias para sair da fase de aprendizado. Em produto de valor mais alto isso demora mais, e aqui não se publica prazo cravado.
O que deve estar incluído no serviço de gestão?
As três frentes de campanha, a página de vendas montada e medida, a marcação da compra com o valor do pedido, os criativos a partir do material que você tem, a leitura da conta com ajuste em lote e o relatório de custo por aluno. Nos planos com atendimento, entra a condução de quem trava antes de pagar.
Quanto custa contratar tráfego pago para infoproduto?
A gestão começa em R$ 1.500 por mês para um canal com verba de até R$ 3.000. Dois canais com verba de até R$ 10.000 ficam em R$ 2.500 por mês. Esteira de produtos ou base contínua com pico anual, com verba acima de R$ 10.000, fica em R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior.
Quanto de verba por dia preciso para validar o meu treinamento?
A verba sai do preço do produto e do volume de conversões necessário, não de um valor fixo por dia. O Google Ads não exige valor mínimo para ligar uma conta, segundo a própria central de ajuda. Para validar tema, a verba de aquecimento pode ser pequena; para fechar turma com data, ela precisa caber na janela.
A cobrança é taxa fixa, percentual das vendas ou híbrido?
Nos dois primeiros planos é valor fixo mensal. No plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba de anúncios, o que for maior. Não existe cobrança de percentual sobre o faturamento das suas vendas, e a verba de anúncio nunca passa pela Sturm: ela é paga direto às plataformas.
Se eu não tiver tempo para gravar nem mexer em ferramenta, funciona?
Funciona com uma condição: uma tarde de gravação por mês, com roteiro curto pronto na mão. Mexer em ferramenta não é pedido em nenhum momento. Transmissão semanal e vídeo diário também não são requisito, e existe caminho de menor exposição com anúncio de pesquisa e conteúdo escrito.
Já contratei tráfego pago antes e só perdi dinheiro. O que muda?
Na maioria dos casos que chegam assim faltavam duas coisas: a frente de aquecimento e o evento de compra marcado com o valor do pedido. Sem aquecimento, a campanha tenta vender para quem nunca ouviu falar de você. Sem o valor, a otimização trata todas as vendas como iguais. A conta antiga é aberta e conferida antes de propor verba nova.
Preciso ter o produto pronto antes de anunciar?
Para vender, sim. Sem produto pronto o que dá para fazer é a frente de aquecimento, que já forma público enquanto você grava. Subir campanha de venda para produto que não existe queima verba e credibilidade ao mesmo tempo, e a sequência que funciona é aquecer, validar o tema e depois montar o fechamento.
Como funciona o início do trabalho depois de fechar?
Começa por uma conversa sobre o produto, o público e quantas horas por mês você consegue dedicar. Depois vêm a página, a marcação da compra e as três frentes montadas em campanhas próprias. Nada sobe antes de você ler e aprovar o que vai ao ar, porque a marca é a sua.
Quem cria as páginas, os anúncios e a comunicação?
A criação é feita aqui, a partir do material que você já tem: processo de cliente, aula gravada, exemplo de projeto. Quando o material é o gargalo, isso é dito antes de subir a campanha em vez de depois. Sua equipe não precisa produzir nada para começar.
Como acompanho o resultado sem relatório técnico difícil?
Pelo custo por aluno matriculado, com o repasse de tributo somado e a taxa da plataforma descontada, e pela curva desse número mês a mês. Se a presença está sendo construída, a curva desce. Alcance, visualização e seguidor não entram no relatório como resultado.
O que acontece se eu pausar a campanha por um mês?
A entrega para no mesmo dia e voltar não é neutro. A documentação da Meta trata pausar um conjunto por sete dias ou mais como edição significativa, e ele volta para a fase de aprendizado quando é religado. Até o sexto dia você retoma de onde parou, o que faz diferença em pausa curta de fim de ano.
Tem fidelidade? Posso cancelar?
Não existe fidelidade, multa nem taxa de saída. O contrato é mensal e pode ser encerrado quando você quiser. A conta de anúncios, o público aquecido, a página e a lista de compradores ficam com você, porque eles são o ativo que essa operação constrói.
As contas de anúncio ficam no meu nome?
Ficam, desde o primeiro dia. Conta de anúncios, público formado, página de vendas e lista de compradores são seus. Numa operação de produto digital isso importa mais que em qualquer outra, porque o público aquecido é o que faz o custo por aluno cair, e ele leva meses para se formar.
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Outros ramos, outros ativos.

Aqui o ativo é o público aquecido. Em outros ramos o que se constrói tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.

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O que você já explica
em toda reunião?

Conte o que a sua agência entrega e o que você repete para todo cliente. A gente responde o que faz sentido montar primeiro, inclusive quando a resposta for aquecer por dois meses antes de tentar vender nada.