Clínica vive de agenda cheia, e contato que esfria entre o clique e a marcação é horário vazio. A campanha é local e focada em agendamento, e o atendimento oferece o horário na hora, respeitando a sazonalidade do seu serviço.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
Agenda de exemplo, com valores redondos. Três horários vagos numa quinta não voltam na sexta: eles simplesmente não existem mais.
Os quadrados coloridos entraram porque alguém respondeu rápido e ofereceu um horário concreto na mesma conversa, em vez de mandar tabela de preço.
Retorno, sessão de pacote e indicação. A campanha não disputa esses horários: ela existe para os que ficariam abertos.
Toda semana sobra alguma folga, e é ela que define quanta verba faz sentido. Anunciar acima da agenda que a clínica consegue atender só piora o atendimento.
Semana de exemplo, com uma cadeira e sete horários por dia. Não é medição da sua clínica.
Na estética cada contato custa caro para chegar e decide rápido. A campanha entrega a pessoa interessada; o que define o retorno é quem responde e em quanto tempo, e esse intervalo é medido há mais de uma década.
a média de tempo até a primeira resposta, num levantamento da Harvard Business Review com 2.241 empresas.
das empresas auditadas nesse mesmo levantamento nunca responderam ao contato que receberam.
O estudo de Oldroyd, McElheran e Elkington também mediu que tentar o contato na primeira hora deixa a empresa quase sete vezes mais perto de qualificar quem chegou. Numa clínica isso tem um agravante que outros ramos não têm: quem pergunta na hora do almoço quer marcar para esta semana, e a semana está passando enquanto a mensagem espera.
A diferença entre a estética e quase todo outro ramo é o que acontece com o que não foi vendido hoje. Numa loja, o produto continua na prateleira. Numa clínica, o horário das 15h de quinta simplesmente deixa de existir às 16h.
Por isso a régua desta página não é quantas mensagens chegaram. É quantos horários que estariam abertos foram ocupados, e quantos ficaram vagos com alguém tendo perguntado por eles.
O atendimento não devolve tabela de preço e não pede para a pessoa avisar quando quiser marcar. Ele pergunta o que a clínica precisa saber, oferece dois horários concretos e fecha um antes de a conversa esfriar.
Ficha de exemplo. As perguntas mudam conforme o procedimento: pacote de laser precisa saber quantas sessões cabem na rotina, harmonização precisa da avaliação presencial primeiro.
Um aviso honesto: quando o filtro entra, o número de mensagens costuma cair. Isso é o objetivo. O que precisa subir é a quantidade de horários ocupados por gente que aparece no dia.
Harmonização e depilação a laser vivem na mesma clínica e pedem campanhas opostas. Uma precisa de poucas avaliações certas com quem aceita o valor; a outra precisa de volume constante para pagar a máquina que está parada.
Tratar os dois com a mesma campanha é o erro mais comum, e ele aparece dos dois lados: a agenda enche de gente buscando o preço promocional do laser enquanto a cadeira da harmonização fica vazia, ou o contrário.
A escolha do canal, do raio e da meta da campanha sai do tipo de procedimento, não de preferência de agência. A tabela abaixo é a régua usada na primeira conversa para dimensionar tudo o que vem depois.
| Procedimento | Onde a pessoa procura | Meta da campanha | O que faz o horário ser ocupado |
|---|---|---|---|
| Harmonização facial | Instagram para ver resultado, Google para confirmar valor | Avaliação presencial marcada | Falar com quem executa e sair com data definida |
| Preenchimento e toxina | Pesquisa do Google com a cidade ou o bairro | Avaliação presencial marcada | Faixa de valor dita antes, sem surpresa na cadeira |
| Depilação a laser | Pesquisa e mapa, quase sempre no celular | Primeira sessão com data | Distância curta e horário que cabe na rotina de semanas |
| Estética corporal | Instagram, forte na virada para o verão | Avaliação corporal marcada | Começar com tempo antes da data que a pessoa tem na cabeça |
| Limpeza de pele e peeling | Mapa e pesquisa local, decisão rápida | Horário nesta semana | Ter vaga próxima e responder antes de a pessoa perguntar em outra |
| Consulta dermatológica | Pesquisa do Google pelo nome do problema | Consulta agendada | Convênio, parcelamento e quem vai atender |
Como a campanha muda de procedimento para procedimento. A tabela não vale como promessa de resultado: ela existe para você conferir se a proposta que te ofereceram olhou para o seu tipo de procedimento ou tratou tudo como um bloco só.
A procura da estética tem picos previsíveis, e quem entra na campanha depois que o pico começou paga mais caro pelo mesmo horário. A leitura da agenda de anúncios começa pelo calendário do que a clínica vende.
O desenho mostra a forma do ano na estética, com as alturas de exemplo. Não é medição de volume de busca: é o mapa que orienta quando começar cada frente.
O bloqueio quase nunca vem do procedimento anunciado: vem de como ele foi mostrado. As políticas de publicidade da Meta tratam saúde e aparência pessoal como categoria restrita, e imagem de antes e depois com resultado idealizado é o gatilho mais comum de reprovação.
A revisão final do texto e da imagem é sempre do profissional responsável pela clínica, porque quem responde perante o conselho é ele. O que entra no serviço é escrever dentro da regra desde o primeiro anúncio, em vez de descobrir a regra quando a conta cai.
Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede da clínica cabe numa conversa e em uma tarde de gravação. O resto é serviço.
Você diz o que a clínica faz, quanto entra por procedimento, quantos horários sobram por semana e até onde o paciente vem. É a conversa que dimensiona a verba.
Pesquisa dos procedimentos, escolha do canal, roteiro curto do que gravar, artes, página de destino, marcação dos botões e o atendimento que oferece horário.
O contato chega com ficha e com data escolhida. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório do mês continuam do nosso lado.
Os dois, em papéis diferentes. O Instagram é onde a pessoa descobre que quer o procedimento, olhando resultado e rotina de clínica. O Google é onde ela já decidiu e está escolhendo onde fazer, com o nome do procedimento e a cidade escritos na busca.
Numa clínica que está começando a anunciar, o caminho quase sempre é escolher um dos dois e fazer bem, porque verba dividida em dois canais raramente gera volume suficiente para nenhum dos dois estabilizar. Qual dos dois depende do procedimento que precisa encher a agenda primeiro.
Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. A estética é um dos setores mais disputados dentro do Instagram, então a margem para erro encolheu dos dois lados ao mesmo tempo.
O painel continua mostrando só a verba líquida. A diferença aparece na fatura, e quem não olha a fatura calcula o custo por avaliação errado o mês inteiro.
O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que muda a comparação entre os dois canais em clínica que trabalha com pacote de margem curta. Quase nenhuma página sobre marketing para estética foi atualizada depois dessa mudança.
Numa clínica só dois números decidem se a campanha se paga: quanto custou cada avaliação que apareceu no horário, e quantas das marcadas apareceram de verdade. Mensagem recebida e curtida não entram nessa conta.
As proporções são de exemplo, para mostrar onde a conta se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, com o dado vindo da sua agenda.
O último número é o mais barato de melhorar e o menos trabalhado do mercado: confirmação no dia anterior e lembrete no dia recuperam horário que já estava pago, sem gastar mais um real de verba.
Relatório de estética costuma vir cheio de alcance e curtida porque esses números sempre sobem. A tabela abaixo separa o que enfeita o relatório do que responde se a agenda encheu.
| Frente da clínica | Número que engana | Número que decide | Pergunta que ele responde |
|---|---|---|---|
| Harmonização e alto valor | Mensagens recebidas no direct | Avaliações que apareceram no horário | A agenda da responsável encheu com quem vem mesmo? |
| Depilação a laser | Custo por clique | Primeiras sessões com data marcada | A máquina está rodando ou parada? |
| Pacotes de sessão | Orçamentos enviados | Pacotes fechados por origem do contato | Qual canal traz quem realmente compra o pacote? |
| Estética corporal | Alcance da publicação | Avaliações marcadas antes do pico do verão | Comecei com tempo ou entrei na disputa mais caro? |
| Consulta dermatológica | Seguidores ganhos | Consultas realizadas por semana | A agenda clínica está cheia ou só a rede social? |
| Toda a clínica | Investimento total do mês | Custo por horário ocupado, com o imposto somado | Cada horário que a campanha encheu se pagou? |
O que acompanhar, por frente da clínica. Nenhuma dessas medidas é entregue como promessa: elas são o que passa a ser acompanhado e mostrado, com o dado saindo da sua agenda e não só do painel da plataforma.
A procura por tráfego pago para clínica de estética quase nunca nasce de curiosidade. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas a sua clínica está muda o que faz sentido contratar agora.
Chegou o laser, o ultrassom microfocado ou o equipamento de corporal, e a parcela começa antes da agenda. Aqui a campanha tem meta clara: sessões marcadas naquele equipamento, com raio curto e volume constante, porque hora de máquina parada é a conta mais cara da clínica.
A clínica sempre viveu de quem indica e o fluxo caiu ou travou. Nesse caso o primeiro mês não serve para escalar: serve para descobrir quanto custa uma avaliação marcada naquela cidade, naquele procedimento, com aquele preço.
Existe uma data e um custo fixo novo já comprometido. A campanha precisa começar semanas antes da abertura, porque a plataforma leva tempo para estabilizar e ninguém quer descobrir o custo por avaliação com a sala já pagando aluguel.
São quase sempre as mesmas cinco, ditas com as palavras de quem já gastou dinheiro impulsionando publicação. Cada uma respondida de frente.
A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.
Também não entra aqui diagnóstico gratuito como isca de contratação, mesmo sendo o que a maior parte do mercado oferece. A conversa inicial é gratuita porque toda conversa é, mas abrir e analisar uma conta de anúncios é serviço, e chamar serviço de brinde é o começo de uma relação torta.
Circulam três estatísticas em quase toda página sobre marketing para estética. Nenhuma delas entrou aqui, e o motivo de cada uma está escrito ao lado.
A posição do Brasil no ranking mundial de procedimentos estéticos também ficou fora, apesar de a ISAPS ser uma fonte de verdade: não conseguimos confirmar a edição e a colocação exata, e citar por aproximação é o mesmo que inventar. Preferimos uma página com menos números e com todos verificáveis.
A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome da clínica. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.
Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros.
Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.
A lógica do horário que não volta é da estética. Em outros ramos o que se perde tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.
Conte quais procedimentos a clínica faz e quantas vagas ficam abertas. A gente responde o que faz sentido anunciar no seu caso, inclusive quando a resposta for esperar a virada do ano.