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Tráfego pago para e-commerce

Tráfego pago para e-commerce:
o frete decide a venda
antes do seu anúncio.

Loja online vive de retorno, e o que escapa quase nunca escapa no atendimento: escapa no caminho até o pagamento. A verba é concentrada no raio em que a sua loja ganha em frete e prazo, com campanha de catálogo, remarketing de quem abandonou e o interessado conduzido na hora pelo atendimento.

A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios

Resumo do pedidoCliente a 2.100 km
Tênis de corrida, tamanho 40R$ 289,00
Cupom da primeira compra− R$ 20,00
Frete para o endereço informadoR$ 96,40
Prazo de entrega12 dias úteis
Total a pagarR$ 365,40
Carrinho abandonado na tela de pagamento

Pedido de exemplo, com valores redondos. O anúncio fez todo o trabalho até aqui: quem desistiu foi o frete, não o criativo.

Cem carrinhos cheios

Setenta somem antes do pagamento.

100 carrinhos com produto dentroo que acontece com eles
30 compram70 abandonam
Custos extras altos: frete, imposto e taxas39%
Entrega demorada21%
Site exigiu criar conta19%
Checkout longo ou complicado18%
Não deu para ver o custo total antes14%

De onde vem o número

Os 70% são a média documentada pelo Baymard Institute numa meta-análise de 50 estudos. As causas vêm da pesquisa deles com 4.329 adultos, já descontando quem só estava olhando.

A maior fatia é de frete

Custo extra alto é a maior causa removível de abandono. Não é criativo, não é público, não é oferta: é o valor que aparece no fim.

E é a única que a campanha escolhe

O checkout quem conserta é a loja. Mas para onde o anúncio aparece quem escolhe é a campanha, e isso decide o frete antes do clique.

As causas são de pesquisa feita nos Estados Unidos: use como ordem de prioridade, não como número do seu checkout.

De onde vem o número

Os 70% são a média documentada pelo Baymard Institute numa meta-análise de 50 estudos, e as causas vêm da pesquisa deles com 4.329 adultos.

A maior fatia é de frete

Custo extra alto é a maior causa removível de abandono. Não é criativo, não é público, não é oferta: é o valor que aparece no fim.

E é a única que a campanha escolhe

O checkout quem conserta é a loja. Mas para onde o anúncio aparece quem escolhe é a campanha, e isso decide o frete antes do clique.

Onde o dinheiro some

O clique chegou.
O pagamento não.

O vazamento de uma loja virtual não está no atendimento humano: está no caminho entre o clique e a tela de pagamento. Cada etapa a mais nesse caminho é verba escoando, e a etapa mais cara de todas é a que mostra o frete.

70%

dos carrinhos são abandonados antes da compra, na média documentada pelo Baymard Institute em 50 estudos.

79%

das transações online no Brasil acontecem pelo celular, segundo a ABComm.

Os dois números se multiplicam. Quase toda compra é decidida numa tela pequena, e é nela que o valor do frete aparece de última hora, com o dedo já em cima do botão de pagar. Loja que trata frete como detalhe do checkout está tratando como detalhe a maior causa removível de abandono que existe.

Onde está a diferença

O que é a janela
de oportunidade local.

A janela de oportunidade local é o raio de entrega em que a sua loja tem frete mais barato e prazo mais curto que o grande marketplace. Dentro dela você ganha sem baixar preço; fora dela você paga o mesmo clique para disputar uma venda que o frete já perdeu.

Dentro do raio em que você ganha
  • Frete barato o suficiente para não assustar na tela de pagamento
  • Prazo curto, que é o segundo motivo de abandono na lista
  • Devolução e troca simples, porque a distância é pequena
  • Cliente que volta a comprar, porque a primeira entrega deu certo
Fora dele, com o mesmo dinheiro
  • Frete que às vezes passa de um terço do valor do produto
  • Prazo que o cliente compara com o do marketplace e desiste
  • Custo de devolução que come a margem da venda inteira
  • Cliente que não volta, porque a experiência foi ruim

Concentrar verba no raio viável não aumenta o faturamento bruto do mês: aumenta o que sobra dele. É por isso que a régua desta página é margem por pedido, e não valor total vendido.

A mesma venda, dois destinos

O produto é igual.
A conta não é.

O mesmo anúncio, o mesmo produto e o mesmo preço geram duas vendas completamente diferentes conforme o endereço de entrega. A linha que muda tudo não é o preço do produto: é a de baixo.

Linha do pedidoCliente na sua regiãoCliente a 2.100 kmO que isso decide
ProdutoR$ 289,00R$ 289,00Nada: é igual nos dois
FreteR$ 21,90R$ 96,40Se a pessoa chega ao pagamento
Prazo2 dias úteis12 dias úteisSe ela compara com o marketplace
Total na telaR$ 290,90R$ 365,40A sensação de estar pagando caro
Custo do cliqueIgual nos doisIgual nos doisVocê paga o mesmo pelos dois visitantes
Risco de devoluçãoBaixo, com troca simplesAlto, com frete de voltaQuanto sobra da venda se algo der errado
Chance de recompraAlta, a entrega deu certoBaixa, a espera foi longaSe o cliente vale mais que um pedido

A mesma venda em dois destinos, com valores de exemplo e contas redondas. A tabela não vale como promessa de resultado: ela existe para você refazer a conta com o frete real da sua loja.

Dois jeitos de fazer a mesma coisa

Campanha de vitrine
e campanha de margem.

A diferença entre uma campanha que enche o relatório e uma que enche o caixa está no que ela é otimizada para conseguir. Faturamento bruto sobe com desconto e frete grátis; margem por pedido só sobe quando a venda acontece onde ela é barata de entregar.

A campanha de vitrine
  • Verba espalhada pelo Brasil inteiro, sem olhar o frete
  • Catálogo todo no ar, com o mesmo peso para cada produto
  • Otimizada para clique e para adição ao carrinho
  • Relatório com faturamento bruto e retorno sobre o anúncio
  • Frete grátis usado como muleta para fechar a venda
A campanha de margem
  • Verba concentrada no raio em que o frete e o prazo ganham
  • Peso maior nos produtos que sustentam o faturamento do mês
  • Otimizada para compra, com o valor do pedido enviado de volta
  • Relatório com margem por pedido, depois de frete e comissão
  • Frete barato por geografia, e não por desconto na margem

Frete grátis não é proibido: ele é uma escolha de preço, e às vezes a certa. O que não pode é usar frete grátis para consertar uma campanha que está anunciando para onde a sua loja não consegue entregar barato.

Antes de contratar

O que a campanha
resolve e o que não.

A campanha decide quem vê o anúncio, onde essa pessoa está e qual produto ela vê primeiro. O que acontece depois do clique é da loja, e nenhuma agência honesta vai dizer que conserta isso com verba.

1Para onde o anúncio apareceA escolha do raio de entrega é da campanha, e é ela que define o frete que vai aparecer no fim. É a decisão mais barata e a mais ignorada.
2Qual produto entra primeiroDa campanha. Concentrar nos itens de maior margem e menor atrito de envio muda o resultado sem mexer em preço.
3Voltar para quem abandonou o carrinhoDa campanha, desde que a loja devolva o evento. É o que recupera parte dos 70% sem pagar clique novo pelo mesmo cliente.
Daqui para baixo é da loja, e verba não resolve
4O valor do frete que o cliente vêSai da sua tabela e da sua transportadora. A campanha escolhe a região; o preço dentro dela é contrato seu.
5Quantos passos tem o checkoutConta obrigatória e checkout longo aparecem na lista de causas de abandono. Quem tira isso é a plataforma, não o anúncio.
6Se a página abre rápido no celularSegundo o Think with Google, 53% dos acessos em celular são abandonados quando a página passa de três segundos. O clique é cobrado igual.

Quando o problema está nas três de baixo, a recomendação honesta é consertar a loja antes de aumentar a verba. Anunciar mais para um checkout que perde gente é pagar mais caro pelo mesmo vazamento.

O que entra no ar

Três campanhas, e cada
uma tem um trabalho.

Uma loja virtual não precisa de uma campanha grande: precisa de três pequenas com funções diferentes. Juntar tudo numa só é o erro que faz a verba de aquisição ser gasta com quem já ia comprar de qualquer jeito.

Quem nunca viu a loja

Catálogo

O produto certo aparece para quem procura por ele ou tem perfil de compra, dentro do raio de entrega viável. É a campanha que traz gente nova e a que consome mais verba.

Quem chegou e não pagou

Quem abandonou

Volta para quem colocou no carrinho e saiu, com o mesmo produto e o custo total já visível. Recupera parte dos 70% sem pagar clique novo pela mesma pessoa.

Quem já é cliente

Recompra

Separada das outras duas, porque cliente antigo custa muito menos e não deveria consumir a verba destinada a quem ainda não conhece a loja.

A terceira é a que quase toda loja esquece e a que mais barato entrega resultado. Misturar as três numa campanha só faz o relatório parecer bom, porque a recompra sustenta o número e esconde que a aquisição não está funcionando.

Como funciona

Três passos, e o
trabalho é nosso.

Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede da loja cabe numa conversa e no acesso à conta. O resto é serviço.

1

Conte a loja e o frete

Você diz o que vende, quanto sobra por pedido, de onde sai a mercadoria e quanto custa entregar em cada região. É a conversa que define o raio e a verba.

2

A gente monta e sobe

Catálogo, remarketing de quem abandonou, recompra, marcação dos eventos de compra e valor, e o atendimento que conduz quem chegou com dúvida.

3

Você embala e envia

Os pedidos chegam com a origem marcada. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório de margem por pedido continuam do nosso lado.

O que muda no seu dia

Quem trava no frete
não fica sem resposta.

Boa parte de quem abandona o carrinho manda mensagem antes de sair, e nessa mensagem quase sempre está a pergunta que decide a venda. O atendimento responde na hora, com o número certo, em vez de deixar a pessoa esperando enquanto ela abre a aba do concorrente.

Conversa de um carrinho travadorespondida em 3 minutos

Oi, o frete pro meu CEP ficou R$ 96. Tem outra opção mais barata?

Tem. No seu CEP a retirada em ponto sai por R$ 24 com o mesmo prazo. Quer que eu troque no seu carrinho?

Quero. E se não servir, a troca é complicada?

Troca em até 30 dias, e no seu caso o envio de volta é pelo mesmo ponto. Deixei o carrinho salvo com a opção mais barata.

Pedido finalizado · frete de R$ 24 no lugar de R$ 96

Conversa de exemplo, escrita para esta página. A resposta útil aqui não é simpatia: é ter o número do frete e o prazo na mão no momento da pergunta.

Um aviso honesto: nem toda loja tem opção mais barata para oferecer. Quando não tem, o atendimento não inventa: ele registra o CEP como fora do raio viável, e essa informação volta para a campanha em vez de virar mais um clique pago no mesmo lugar.

Por segmento de loja

O raio viável muda
com o que você vende.

O tamanho da janela local não é igual para toda loja: quem vende peça leve e caro entrega longe sem dor, quem vende volume pesado e barato perde a venda na primeira cidade vizinha. A tabela abaixo é a régua usada para dimensionar o raio de cada operação.

SegmentoPeso e valor do pedidoRaio que costuma fechar a contaOnde a campanha ganha
Moda e acessóriosLeve, valor médioNacional funciona, com atenção a troca e devoluçãoCatálogo visual e volta para quem abandonou no tamanho errado
Casa, decoração e móveisPesado, valor altoEstado ou região, quase nunca nacionalBusca por produto exato, com o raio de entrega travado
Cosméticos e belezaLeve, valor baixo por itemNacional, com foco em pedido mínimo e recompraPrimeiro pedido barato e a campanha de recompra separada
SuplementosPesado para o valorRegional, disputando com o marketplace no prazoEntrega mais rápida que o marketplace na mesma cidade
Pet shopMuito pesado, valor baixoCidade e vizinhas, com entrega própria quando existeRecorrência mensal e frete que o grande não consegue cobrir
Alimentos e bebidasPesado e com prazo curtoCidade, pela validade e pelo cuidado no transporteRaio pequeno e campanha só nos horários que convertem

Como o raio viável muda por segmento de loja. A tabela é ponto de partida para a conversa, não promessa: o raio real sai da sua tabela de frete e do seu custo por pedido.

O caminho até o pagamento

Cada etapa a mais
é verba escoando.

Numa loja virtual o vazamento é escalonado: cada tela entre o clique e o pagamento perde uma parte de quem chegou. Segundo o Think with Google, 53% dos acessos em celular são abandonados quando a página passa de três segundos para carregar, e o clique é cobrado do mesmo jeito.

Clicaram no anúnciocobrado, sem exceção
Esperaram a página abrira primeira perda, e a mais silenciosa
Chegaram ao produtoviram preço e foto
Colocaram no carrinhoaqui a intenção já existe
Viram o frete e o prazoa maior perda da lista
Pagaramo único número que fecha o mês

As proporções são de exemplo, para mostrar onde o caminho se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, tirada da sua plataforma.

As duas faixas vermelhas são as que quase nenhuma agência olha, porque nenhuma delas está no gerenciador de anúncios. Elas estão na loja, e é por isso que a conversa aqui começa pela plataforma antes de falar de verba.

Reconheça o momento

Quando essa busca
aparece na loja.

A procura por tráfego pago para e-commerce quase nunca nasce de curiosidade. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas a loja está muda o que faz sentido contratar agora.

Situação um

A temporada está chegando

Black Friday, Natal, Dia das Mães. Quem entra na campanha em novembro paga o leilão mais caro do ano pelo mesmo pedido. A preparação começa dois a três meses antes, quando a verba ainda é barata e a conta tem tempo de estabilizar.

Situação dois

O estoque parou e está custando

Existe mercadoria comprada que não gira, gerando custo de armazenagem. Aqui a campanha tem alvo estreito: aqueles itens, naquele raio, com a conta feita sobre o que sobra depois do frete e não sobre o preço de tabela.

Situação três

A loja é nova ou trocou de plataforma

Não existe histórico de conversão para a plataforma aprender, e o primeiro mês serve para descobrir o custo por pedido real. Migração de plataforma pede atenção extra: o evento de compra precisa voltar a funcionar antes de qualquer verba subir.

O que mudou em 2026

A mídia ficou mais
de 12% mais cara.

Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Numa loja que trabalha com margem curta por pedido, retorno que era razoável há dois anos hoje pode ser prejuízo.

A fatura de quem investe R$ 1.000
Verba que aparece no gerenciadorR$ 1.000,00
PIS e Cofins repassados (9,25%)R$ 92,50
ISS repassado (2,9%)R$ 29,00
O que sai da conta no fimR$ 1.121,50

O painel continua mostrando só a verba líquida. Quem calcula o retorno pelo número do painel está superestimando o resultado em mais de doze por cento todo mês.

O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que muda a comparação entre os dois canais em loja de margem apertada. Some isso à comissão da plataforma e ao frete, e o retorno que fecha a conta hoje é bem maior que o de dois anos atrás.

O relatório que se entende

Retorno bruto engana.
Margem por pedido não.

O retorno sobre o anúncio é calculado com o faturamento bruto, e por isso ele pode subir enquanto a loja perde dinheiro. A conta que decide é o que sobra de um pedido depois de tudo o que sai dele, e ela nunca aparece pronta no gerenciador.

Faturamento do pedidoo número que o painel mostra
Menos o custo do produtoo que você pagou pela mercadoria
Menos frete e embalagemonde a janela local aparece na conta
Menos taxa de pagamento e plataformafixo, e quase sempre esquecido
Menos a mídia, com o imposto somadoé aqui que muitos pedidos ficam negativos

As proporções são de exemplo. O relatório entregue mostra a sua conta real, pedido por pedido, com o valor de compra voltando da plataforma.

É por isso que a campanha precisa devolver o valor de cada compra para a plataforma, e não só o fato de que houve compra. Sem o valor, a otimização trata um pedido de R$ 80 e um de R$ 800 como a mesma coisa, e vai buscar o mais fácil de conseguir.

Antes de decidir

As preocupações que
aparecem na loja.

São quase sempre as mesmas cinco, ditas com as palavras de quem já colocou dinheiro em anúncio e não viu voltar. Cada uma respondida de frente.

“Minha loja tem acesso mas não vende.”
Acesso sem venda quase sempre é problema de caminho, não de público. A primeira coisa a olhar é onde a queda acontece: se a página não abre rápido no celular, se o produto some no meio de um catálogo grande, se o frete aparece só na última tela, ou se o checkout exige criar conta. Todas essas causas estão na lista de motivos de abandono, e nenhuma delas se resolve aumentando a verba. Por isso a conversa começa abrindo a loja e não a conta de anúncios.
“Minha loja é pequena para contratar agência.”
O critério não é o tamanho da loja: é se a verba de mídia é maior que a mensalidade da gestão. Abaixo disso, o dinheiro está pagando mais para administrar do que para aparecer, e a resposta honesta é esperar. Loja pequena tem uma vantagem específica nessa história: o raio de entrega dela é naturalmente estreito, e é exatamente ali que ela ganha do marketplace grande em frete e prazo. Começar pequeno e perto costuma render mais que começar amplo e barato.
“E se eu investir e não vender nada?”
Pode acontecer, e ninguém pode garantir o contrário. O que reduz esse risco é a ordem do trabalho: antes de subir verba, confere-se se o evento de compra está marcado com o valor do pedido, se o frete não estoura na tela de pagamento e se a página abre rápido no celular. Com esses três pontos de pé, o primeiro mês serve para descobrir o custo por pedido real da sua loja. Se a conta não fechar nem no melhor cenário, a recomendação é parar, e isso é dito.
“Já paguei agência e só vi relatório bonito.”
Relatório bonito quase sempre usa faturamento bruto e retorno sobre o anúncio, dois números que sobem sem a loja ganhar dinheiro. O que muda aqui é a régua: margem por pedido depois de produto, frete, embalagem, taxa de plataforma e mídia com o imposto somado. É um número mais feio e mais útil, e ele às vezes mostra que a campanha que parecia boa estava vendendo prejuízo com eficiência.
“Tenho medo de ficar preso em contrato longo.”
Não existe fidelidade, multa nem taxa de saída. O contrato é mensal e pode ser encerrado quando a loja quiser, e a conta de anúncios, os públicos formados e o histórico ficam com você. Vale saber de uma coisa antes de decidir parar por impulso: a documentação da Meta trata pausar um conjunto por sete dias ou mais como edição significativa, e ele volta para a fase de aprendizado quando é religado.
O acordo, por escrito

O que a gente assume
e o que ninguém garante.

A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.

A Sturm Agency assume
  • Levantar o custo de frete por região antes de escolher o raio
  • Marcar o evento de compra com o valor do pedido, não só o fato
  • Separar catálogo, quem abandonou e recompra em campanhas próprias
  • Conduzir na hora quem chegou com dúvida antes de pagar
  • Mostrar margem por pedido com frete, taxa e imposto somados
  • Avisar quando o certo for consertar a loja em vez de subir a verba
Ninguém garante
  • Retorno sobre o anúncio, custo por pedido ou faturamento em um prazo
  • Que o abandono de carrinho vá ficar abaixo de qualquer número
  • Que a transportadora vá cumprir o prazo que ela prometeu
  • Que o seu preço vá ganhar do marketplace no mesmo produto
  • Que a plataforma não vá mudar a regra dela no meio do caminho
  • Que o concorrente não vá dobrar a verba dele na semana da Black Friday

A segunda linha da direita merece ser lida duas vezes: nenhuma campanha zera abandono de carrinho, porque a média documentada gira em torno de setenta por cento há mais de uma década. O que se pode fazer é atacar a maior fatia removível, que é o frete, e recuperar parte do resto.

Direto ao ponto

Os números que esta
página corrigiu.

Quatro estatísticas circulam em quase toda página sobre e-commerce brasileiro. Duas estavam erradas e foram corrigidas; duas ficaram de fora. O motivo de cada uma está escrito ao lado.

“O e-commerce brasileiro faturou R$ 234,9 bilhões em 2025”
Esse valor era a PROJEÇÃO da ABComm para 2025, publicada no começo daquele ano, e circula como se fosse o resultado. O fechamento apurado veio da ABIACOM: R$ 235,5 bilhões, com alta de 15,3%, 438,9 milhões de pedidos e ticket médio de R$ 536,60.
“O abandono de carrinho no Brasil fica entre 60% e 80%”
A faixa larga aparece sem produtor identificável. O número com metodologia pública é o do Baymard Institute: 70,22%, de uma meta-análise de 50 estudos atualizada em setembro de 2025. Foi esse que a página usou.
“As pequenas empresas cresceram 1.200% em vendas online”
O salto é atribuído a dados de governo, mas não foi possível localizar a série que sustenta a comparação nem o critério de recorte. Número desse tamanho sem metodologia pública não entra.
“A taxa média de conversão do e-commerce brasileiro é de 1,65%”
A medida é atribuída a uma consultoria de dados do setor, mas não conseguimos confirmar a edição, o período nem a base de lojas. Sem isso, usar como referência de meta seria promessa disfarçada.

Corrigir um número herdado é mais trabalhoso que repetir, e é a única forma de a página continuar verdadeira daqui a um ano. Preferimos poucos números, todos com quem produziu escrito ao lado.

Planos e preços

O degrau muda com
o número de canais.

A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome da loja. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.

Essencial
Para um canal só, com o raio de entrega travado.
R$ 1.500/mês · 1 canal · verba de até R$ 3.000
  • Levantamento do custo de frete por região antes de subir
  • Campanha de catálogo com o raio viável definido
  • Marcação do evento de compra com o valor do pedido
  • Leitura da conta e ajuste em lote
Profissional
Recomendado. Para quem precisa das três campanhas e do atendimento que conduz.
R$ 2.500/mês · 2 canais · verba de até R$ 10.000
  • Tudo do Essencial, em dois canais
  • Catálogo, quem abandonou e recompra em campanhas separadas
  • Atendimento que conduz quem travou no frete, na hora
  • Relatório de margem por pedido, com imposto e taxa somados
Avançado
Para operação com catálogo grande ou mais de um centro de envio.
R$ 4.000/mês ou 20% da verba, o que for maior · verba acima de R$ 10.000
  • Três canais ou mais, trabalhados juntos
  • Raio de entrega separado por centro de envio
  • Campanha por linha de produto, com peso pela margem
  • Preparação de temporada com dois a três meses de antecedência

Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros.

Antes de assinar

A régua que vale
contra a gente também.

Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.

Como ler o resultado 0 de 6Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito, e a leitura muda conforme você marca.
Perguntas frequentes

Tudo que a loja
costuma perguntar.

O que é tráfego pago para e-commerce e por que a minha loja precisa disso?
Tráfego pago para e-commerce é a compra de espaço no Google e nas redes da Meta para colocar o seu produto na frente de quem tem intenção de comprar. A loja precisa disso porque o alcance sem pagar é instável, e porque o anúncio permite escolher a região de entrega, que é o que decide o frete.
O que é a janela de oportunidade local?
A janela de oportunidade local é o raio de entrega em que a sua loja tem frete mais barato e prazo mais curto que o grande marketplace. Concentrar a verba nesse raio não aumenta o faturamento bruto: aumenta o que sobra dele, porque menos gente desiste na tela do frete.
Qual a diferença entre tráfego pago e postar no Instagram todos os dias?
A publicação alcança quem já segue a loja e depende do algoritmo. O anúncio alcança quem nunca ouviu falar dela, e permite escolher a cidade, o produto e o horário. Os dois convivem, mas só o anúncio dá para dimensionar por raio de entrega, que é o que muda a conta do frete.
Tráfego pago funciona para loja virtual nova que ninguém conhece?
Funciona, com uma ressalva: loja nova não tem histórico de conversão para a plataforma aprender, então o primeiro mês serve para descobrir o custo por pedido real. Antes de subir verba é preciso conferir se o evento de compra está marcado com o valor, senão a otimização trabalha às cegas.
Dá para anunciar vendendo só para a minha região?
Dá, e em muitos segmentos é o caminho mais rentável. Loja de produto pesado e valor baixo, como pet shop e suplemento, costuma perder a venda na primeira cidade distante por causa do frete. Travar o raio no que a sua transportadora entrega barato é o ajuste que mais muda margem.
Quanto custa contratar a Sturm Agency para a minha loja?
A gestão começa em R$ 1.500 por mês para um canal com verba de até R$ 3.000. Dois canais com verba de até R$ 10.000 ficam em R$ 2.500 por mês. Operação com catálogo grande ou mais de um centro de envio, com verba acima de R$ 10.000, fica em R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior.
Qual o valor mínimo que preciso investir por dia?
O piso sai da sua margem por pedido e de quantos pedidos a operação absorve, não de tabela de internet. O Google Ads não exige valor mínimo para ligar uma conta, segundo a própria central de ajuda, mas verba muito baixa não gera conversões suficientes para a entrega estabilizar.
Como funciona a cobrança: taxa fixa, percentual sobre vendas ou percentual da verba?
Nos dois primeiros planos é valor fixo mensal. No plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Não existe cobrança de percentual sobre as vendas da loja, e a verba de anúncio nunca passa pela Sturm: ela é paga direto às plataformas.
O que está incluído no serviço?
Levantamento de frete por região, definição do raio, campanha de catálogo, remarketing de quem abandonou, campanha de recompra, marcação do evento de compra com valor, criativos, leitura da conta, ajuste em lote e o relatório de margem por pedido. Nos planos com atendimento, entra a condução de quem travou antes de pagar.
Em quanto tempo começo a ver vendas?
Os primeiros pedidos podem aparecer nos primeiros dias, porque a entrega do anúncio é imediata. O que demora é o custo por pedido estabilizar: a Meta documenta que um conjunto precisa de cerca de 50 conversões em sete dias para sair da fase de aprendizado. Aqui não se publica prazo cravado.
Como sei se o problema é o tráfego ou o meu site?
Olhando onde a queda acontece. Se o clique chega e a página demora, o problema é velocidade. Se a pessoa vê o produto e não coloca no carrinho, é preço ou foto. Se coloca no carrinho e não paga, é frete, prazo ou checkout. A campanha só responde pela primeira etapa, e essa separação é feita antes de propor verba.
Vocês garantem vendas ou retorno sobre o anúncio?
Não, e desconfie de quem garantir. Retorno depende do seu preço, do seu frete, do seu checkout, do seu estoque e do que a concorrência faz na mesma semana. O que se garante é o método: conferir a loja antes, marcar o evento de compra com valor, concentrar no raio viável e mostrar margem por pedido.
Como vocês tratam o abandono de carrinho por causa do frete?
Em duas frentes. Antes do clique, concentrando a verba no raio em que o frete não estoura o total. Depois do abandono, voltando para a pessoa com o mesmo produto e o custo total já visível, e com o atendimento respondendo na hora quem pergunta se existe opção mais barata.
Meta Ads ou Google Ads para loja virtual?
Os dois, em papéis diferentes. O Google alcança quem já procura o produto pelo nome e tende a converter mais rápido. O Meta apresenta o produto a quem ainda não procurou e é mais barato por clique. Loja começando geralmente escolhe um só, e a escolha depende de o produto ser procurado por nome ou por desejo.
Tráfego pago ou otimização para busca orgânica?
São prazos diferentes e não competem. O anúncio traz pedido esta semana e para quando você desliga. A busca orgânica leva meses e continua depois. Loja que precisa de caixa agora começa pelo anúncio; loja que já vende usa o anúncio para o que é sazonal e o orgânico para o que é constante.
Gestor freelancer ou agência?
Existe gente boa nas duas formas, e o que decide não é o formato: é o método. As perguntas que separam são as mesmas para os dois: a conta fica no seu nome, o evento de compra é marcado com valor, o frete entra na definição do raio e o relatório mostra margem por pedido. Quem responde as quatro por escrito serve.
Já contratei agência antes e só perdi dinheiro. O que muda aqui?
Na maioria das contas que chegam assim faltavam três coisas: o evento de compra não devolvia o valor do pedido, a campanha anunciava para o Brasil inteiro sem olhar frete, e o relatório usava faturamento bruto. A primeira coisa feita aqui é abrir a conta antiga e conferir esses três pontos antes de propor verba nova.
Se o meu site for simples, o tráfego pago funciona?
Funciona, desde que ele abra rápido no celular e o checkout não exija criar conta. Site simples e rápido converte melhor que site bonito e lento: segundo o Think with Google, 53% dos acessos em celular são abandonados quando a página passa de três segundos. Bonito ajuda; rápido e claro decide.
Quem cria os criativos e os textos dos anúncios?
A criação é feita aqui, a partir das fotos e das informações de produto que a loja já tem. Quando as fotos são o gargalo, isso é dito antes de subir a campanha, porque em segmento visual a foto pesa mais que o texto. Sua equipe não precisa produzir nada para começar.
Tem fidelidade?
Não existe fidelidade, multa nem taxa de saída. O contrato é mensal e pode ser encerrado quando a loja quiser, e a conta de anúncios, os públicos e o histórico ficam com você. Vale saber que pausar um conjunto por sete dias ou mais devolve ele à fase de aprendizado quando religado, segundo a documentação da Meta.
Como acompanho se o resultado é real e não métrica de vaidade?
Pelo relatório de margem por pedido: faturamento menos custo do produto, frete, embalagem, taxa de pagamento e plataforma, e a mídia com o repasse de tributo somado. Alcance, clique e curtida não entram. Se um número sobe e a margem não, ele não é resultado.
Continue por aqui

Outros ramos, outros vazamentos.

O frete é o vazamento da loja online. Em outros ramos o que escapa tem outro nome e outro lugar, e o desenho da campanha muda com ele.

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Quanto custa entregar
na sua região?

Conte o que a loja vende, de onde sai a mercadoria e quanto sobra por pedido. A gente responde qual raio fecha a conta no seu caso, inclusive quando a resposta for consertar o checkout antes de anunciar.