Em saúde a confiança fecha a venda, e o paciente escolhe quem passa segurança e responde rápido. A campanha é montada por procedimento, dentro do que a Resolução CFO 196/2019 permite, e o contato é atendido na hora em vez de esfriar na caixa de mensagem da recepção.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
Conversas de exemplo, escritas para esta página. O anúncio não escolhe o paciente: ele escolhe o procedimento, e é o procedimento que decide se a conta fecha.
Anúncio genérico de clínica atrai a busca mais comum e mais barata, que também é a de menor valor. Não é falha da campanha: é o que foi pedido a ela.
Quem digita implante, alinhador ou prótese está descrevendo um problema caro e específico. A palavra comprada é o que separa uma coisa da outra.
Limpeza tem valor no longo prazo, como porta de entrada de quem volta. O erro é fazer dela o alvo da campanha em vez da consequência.
A escala é de exemplo, para mostrar a proporção entre tíquetes. Coloque os seus valores: a conta muda de consultório para consultório, mas a forma do gráfico não.
Anúncio genérico de clínica atrai a busca mais comum e mais barata, que também é a de menor valor. Não é falha da campanha: é o que foi pedido a ela.
Quem digita implante, alinhador ou prótese está descrevendo um problema caro e específico. A palavra comprada é o que separa uma coisa da outra.
Limpeza tem valor no longo prazo, como porta de entrada de quem volta. O erro é fazer dela o alvo da campanha em vez da consequência.
O paciente que procura dentista não está pesquisando por lazer: ele tem dor, um dente quebrado ou uma decisão adiada há meses. Quem responde primeiro conversa com ele antes de todo mundo, e esse intervalo é medido há mais de uma década.
a média de tempo até a primeira resposta, num levantamento da Harvard Business Review com 2.241 empresas.
das empresas auditadas nesse mesmo levantamento nunca responderam ao contato recebido.
O estudo de Oldroyd, McElheran e Elkington também mediu que tentar o contato na primeira hora deixa a empresa quase sete vezes mais perto de qualificar quem chegou. Num consultório isso tem um agravante: quem está com dor não espera resposta, e quem adiou o implante por dois anos volta a adiar se ninguém retornar hoje.
Este é o dia que se repete quando a campanha anuncia o consultório em vez do procedimento: chegam muitas mensagens, quase todas sobre o item mais barato da tabela, e a pessoa que ia fechar o tratamento caro fica esperando na fila.
A pergunta que decide a campanha de um consultório não é quanto custa o contato, é quanto ele vale. Faça a conta com a sua tabela: divida o que sobra de cada procedimento pelo custo de trazer um contato e você descobre quantos contatos aquele procedimento sustenta.
| Procedimento | Como a pessoa procura | Tempo até decidir | O que a campanha precisa entregar |
|---|---|---|---|
| Implante e protocolo | Pelo nome do problema, com a cidade junto | Semanas ou meses, com orçamento comparado | Avaliação presencial marcada, não preço por mensagem |
| Alinhadores e ortodontia | Por marca e por estética, muito no Instagram | Semanas, com comparação de parcela | Avaliação com escaneamento e valor da parcela explicado |
| Prótese e reabilitação | Pelo problema descrito por inteiro | Semanas, quase sempre com a família junto | Consulta de avaliação com quem vai executar |
| Clareamento e estética | Por desejo, com data em mente | Dias, decisão rápida e visual | Agenda próxima e valor fechado desde o anúncio |
| Urgência e dor | Pela dor, no celular, fora de hora | Minutos | Quem atende agora e em quanto tempo |
| Clínica geral e limpeza | Por proximidade e convênio | Dias, decisão de conveniência | Distância, horário livre e forma de pagamento |
Como a busca e a decisão mudam por procedimento. A tabela não promete resultado: ela existe para você conferir se a campanha proposta escolheu um procedimento ou está anunciando o consultório inteiro.
A Resolução CFO 196/2019 autorizou a divulgação de imagens de diagnóstico e resultado final, o chamado antes e depois, que antes era infração ética. O detalhe que muda tudo na prática: a autorização vale para o cirurgião-dentista pessoa física, e o próprio Conselho Federal de Odontologia esclarece que ela não se estende a clínicas e consultórios.
Essa distinção é a razão pela qual muita campanha de consultório é reprovada ou notificada sem que ninguém entenda o motivo: a peça estava certa para o perfil do profissional e foi publicada pela página da clínica. Decidir de qual conta o anúncio sai é a primeira decisão do projeto, e não um detalhe operacional.
A Resolução CFO 196/2019, de janeiro de 2019, autoriza a divulgação de autorretratos e de imagens relativas ao diagnóstico e ao resultado final dos tratamentos odontológicos, e mantém vedado um conjunto claro de coisas. Cinco pontos decidem se o seu anúncio passa.
Vale saber que o Conselho publicou em 2025 a Resolução CFO 271, que ajustou pontos do Código de Ética para cumprir uma decisão do CADE de 2023. Como qualquer norma de conselho, a leitura definitiva é da sua Seccional, e nenhuma peça sobe aqui sem a sua aprovação: quem responde perante o CRO é você.
Depende do procedimento, e essa é a resposta que quase nenhuma página dá. Quem tem dor ou perdeu um dente escreve o problema na busca; quem quer alinhador ou clareamento vê antes e decide depois. São dois momentos diferentes e pedem canais diferentes.
Consultório começando quase sempre deve escolher um canal e um procedimento, e não os dois canais com a tabela inteira. A escolha sai do que precisa encher a agenda primeiro: se for cadeira ociosa em horário comercial, busca; se for tratamento estético de tíquete alto, imagem.
Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede do consultório cabe numa conversa. Nenhuma peça sobe sem a sua leitura, porque quem responde perante o CRO é você.
Você diz qual tratamento precisa encher a cadeira, quanto entra por ele, quantas avaliações cabem na semana e até onde o paciente vem. É a conversa que define a verba.
Campanha por procedimento, texto e imagem dentro da 196/2019, definição de qual perfil publica o quê, página de destino com identificação e a triagem antes da recepção.
O paciente chega com a avaliação agendada e a origem marcada. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório por procedimento continuam do nosso lado.
Perguntar quanto custa é o jeito normal de começar uma conversa sobre tratamento, e responder só o número é o jeito mais rápido de perder. O atendimento devolve a faixa, explica o que muda o valor e oferece a avaliação, tudo na mesma mensagem.
Quanto custa um implante?
Depende do osso e de quantos dentes, então a faixa é ampla. O que define é a avaliação com radiografia, que é onde a gente vê se dá para fazer direto ou se precisa de enxerto.
E essa avaliação custa quanto?
A avaliação com radiografia sai por um valor fixo e é descontada do tratamento se você seguir com a gente. Tenho quinta às 14h ou sábado de manhã.
Conversa de exemplo, escrita para esta página. Nenhum diagnóstico é dado nessa etapa: o que se faz é explicar o que define o valor e marcar a avaliação com quem pode avaliar.
Um aviso honesto: com triagem, o número de mensagens costuma cair. É o objetivo. O que precisa subir é a quantidade de avaliações que aparecem no horário marcado, e é esse número que passa a ser acompanhado no relatório.
Ortodontia, implantodontia e odontopediatria não disputam a mesma pessoa nem no mesmo momento. A campanha muda de canal, de raio e de meta conforme a especialidade que precisa encher a agenda.
| Especialidade | Quem procura | Canal que costuma render | Meta da campanha |
|---|---|---|---|
| Implantodontia | Adulto que perdeu dente e adiou por anos | Pesquisa do Google, com a cidade | Avaliação com radiografia agendada |
| Ortodontia e alinhadores | Jovem adulto, decisão estética e parcelada | Instagram, com pesquisa depois | Avaliação com escaneamento marcada |
| Odontopediatria | Mãe ou pai, quase sempre à noite | Pesquisa e mapa, raio curto | Primeira consulta da criança marcada |
| Endodontia e urgência | Quem está com dor agora | Pesquisa e mapa, fora do horário comercial | Atendimento hoje, com quem atende informado |
| Prótese e reabilitação | Adulto mais velho, decisão em família | Pesquisa, com apoio de conteúdo | Consulta de avaliação com quem executa |
| Estética e facetas | Quem tem data ou evento em mente | Instagram, com o perfil do profissional | Avaliação com plano de tratamento |
Como o canal e a meta mudam por especialidade. A tabela é ponto de partida para a conversa, não promessa: o desenho real sai da sua agenda, da sua cidade e do que o consultório consegue absorver.
A procura por tráfego pago quase nunca nasce de planejamento num consultório. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas você está muda o que faz sentido montar primeiro.
A agenda enche de manhã cedo e no fim da tarde, e o miolo do dia fica vazio. É a situação em que a campanha tem alvo claro: procedimento que cabe naquele horário, com oferta desenhada para quem tem flexibilidade durante o dia.
Escâner, tomógrafo ou a cadeira de um profissional novo. Aqui a meta é volume de avaliação naquele procedimento específico, com raio curto, porque hora de equipamento parado é a conta mais cara do consultório.
Quando a operação depende de convênio e a conta aperta, a saída é construir demanda particular. É a situação em que a campanha muda de objetivo: não é encher agenda, é trocar a origem do paciente, e isso leva meses.
Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Num consultório isso muda diretamente a conta de quantas avaliações são necessárias para pagar o mês de anúncio.
O painel continua mostrando só a verba líquida. Quem calcula o custo por avaliação pelo número do painel erra por mais de doze por cento todo mês.
O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que pesa a favor da busca justamente nos procedimentos de tíquete alto, em que o paciente já procura pelo nome do problema. É onde a verba de consultório costuma render mais.
Num consultório dois números decidem se a campanha se paga: quanto custou cada avaliação que apareceu no horário, e quantas dessas avaliações viraram tratamento aprovado. Mensagem e seguidor não pagam o laboratório.
As proporções são de exemplo, para mostrar onde a conta se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, com o dado saindo da sua agenda.
A última faixa é a mais barata de melhorar num consultório: confirmação no dia anterior e lembrete no dia recuperam avaliação que já foi paga pelo clique. Numa cadeira que ficou vazia por falta de confirmação, o prejuízo é a hora do profissional, que é o insumo mais caro que existe ali.
Anúncio traz paciente até a porta. Ele não muda o que acontece depois que a pessoa senta na cadeira, e prometer o contrário seria vender uma coisa que a mídia não entrega.
Quando o problema está na coluna da direita, anunciar acelera o prejuízo: mais gente conhece o consultório no pior momento dele. Nesse caso a recomendação honesta é arrumar a apresentação do tratamento e o pós-consulta antes de subir verba, e isso é dito mesmo quando custa o contrato.
São quase sempre as mesmas cinco, ditas por quem já pagou agência e viu a agenda encher de limpeza. Cada uma respondida de frente.
A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.
A segunda linha da direita é a que ninguém escreve e é a mais importante numa profissão com conselho: interpretação de norma ética não é exata, e nenhuma agência pode prometer imunidade. O que se pode prometer é escrever dentro do texto da resolução, deixar tudo registrado e submeter à sua aprovação.
Quatro afirmações circulam em quase toda página sobre marketing odontológico. Nenhuma delas entrou aqui, e o motivo de cada uma está escrito ao lado.
Numa página que fala de norma de conselho, usar estatística sem fonte seria contradizer o próprio argumento. Preferimos poucos números, todos com quem produziu escrito ao lado, e a conta aberta para você refazer com a sua tabela.
A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome do consultório. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.
Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros. Não existe cobrança de percentual sobre o seu faturamento.
Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.
Aqui o limite é a norma do Conselho e o tíquete do procedimento. Em outros ramos o que limita tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.
Conte o que o consultório faz, quanto entra por procedimento e quantas avaliações cabem na semana. A gente responde o que faz sentido anunciar no seu caso, inclusive quando a resposta for esperar.