Negócio local vive do cliente do bairro, e adianta pouco aparecer para quem está longe demais para ir até você. Aqui o raio, o horário e a presença no mapa são acertados antes de qualquer verba subir, e quem está perto é atendido na hora da vontade em vez de ficar esperando resposta.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
Resultado de exemplo, com textos escritos para esta página. O ponto não é quem está ali: é que só existem seis posições, e todas estão ocupadas.
E é: alcança mais gente, gera mais clique e enche o relatório. Boa parte desse alcance está longe demais para ir até você.
A plataforma cobra o mesmo por quem está a um quilômetro e por quem está a vinte e cinco. A diferença aparece só no seu caixa.
É o maior raio em que a pessoa ainda vem. Ele sai do seu tipo de negócio, do tíquete e de quantos concorrentes existem no caminho.
As proporções são de exemplo, para mostrar a lógica dos anéis. O raio real sai da sua cidade, do seu serviço e de onde estão os seus concorrentes.
E é: alcança mais gente, gera mais clique e enche o relatório. Boa parte desse alcance está longe demais para ir até você.
A plataforma cobra o mesmo por quem está a um quilômetro e por quem está a vinte e cinco. A diferença aparece só no seu caixa.
É o maior raio em que a pessoa ainda vem. Ele sai do seu tipo de negócio, do tíquete e de quantos concorrentes existem no caminho.
O Brasil abriu 4,6 milhões de novos pequenos negócios entre janeiro e novembro de 2025, alta de 19% sobre o mesmo período do ano anterior e o melhor resultado da série histórica, segundo o Sebrae com dados da Receita Federal. Serviços responderam por 64% das aberturas e comércio por 21%, ou seja: quase tudo isso está numa rua.
de pequenos negócios abertos em onze meses de 2025, pelo levantamento do Sebrae com a Receita Federal.
de quem faz uma busca do tipo perto de mim no celular visita um negócio em 24 horas, segundo o Think with Google.
Os dois números explicam a urgência sem precisar de discurso. A concorrência no seu bairro aumentou de verdade, e o cliente que procura no celular decide no mesmo dia. Quem aparece nessa busca leva; quem não aparece não fica em segundo lugar, fica fora.
Este é o dia que se repete em quase todo negócio local: alguém do bairro precisou do que você vende, procurou no celular, encontrou outra empresa e resolveu em duas horas. Você nem soube que essa venda existiu.
A diferença entre o jeito antigo e o anúncio com raio não é o preço: é quem recebe. Panfleto, carro de som e o botão de impulsionar falam com quem está passando; anúncio com raio fala com quem está procurando aquilo agora, dentro da distância que ele aceita percorrer.
| Critério | Panfleto e carro de som | Botão de impulsionar | Anúncio com raio e horário |
|---|---|---|---|
| Quem recebe | Quem está passando na rua | Quem a plataforma achar parecido | Quem procurou o seu serviço perto de você |
| Quando chega | Quando você distribui | Quando a pessoa rola o feed | No momento em que ela tem o problema |
| Alcance geográfico | A rua onde você foi | A cidade toda, sem controle fino | O raio que você escolhe, em quilômetros |
| Horário | Fixo, o horário do panfletista | Sem controle | Só quando a sua empresa está aberta |
| O que você mede | Nada | Curtida, alcance e comentário | Conversas iniciadas e quem virou visita |
| Custo por contato | Impossível saber | Baixo e inútil | Mais alto por clique e mais barato por cliente |
| O que sobra depois | Papel no chão | Seguidor que não compra | Conta com histórico e público da sua região |
Os três caminhos comparados critério por critério. A tabela não promete resultado: ela existe para você conferir qual desses três a sua verba está pagando hoje.
O mercado local não é um país, é um mapa, e o espaço nele é contado. Quando alguém procura o seu serviço perto de casa, a primeira tela do celular tem um número pequeno e fixo de lugares. Ocupar um deles não é vantagem: é a condição para existir naquela busca.
Essa é a diferença entre mercado local e mercado nacional. Numa loja virtual sempre cabe mais um vendedor; numa busca de bairro, não. E é justamente por isso que quem começou a anunciar antes de você não está à sua frente por acaso: ele está ocupando um espaço que tem número.
Campanha de negócio local se resolve com três ajustes que não custam verba nenhuma, e é neles que quase todo desperdício mora. Nenhum dos três aparece em relatório de alcance, e os três mudam a conta do mês.
O maior raio em que a pessoa ainda vem até você, não a cidade inteira. Sai do tipo de serviço, do valor médio e de quantos concorrentes existem entre a casa dela e a sua porta.
Anúncio rodando quando ninguém pode atender é verba paga por conversa que vai esfriar. A campanha respeita o horário de funcionamento e o horário em que alguém está no balcão.
O perfil da empresa com endereço, horário, telefone e fotos atualizadas. É o que decide se você aparece no bloco de mapa, e ele não é anúncio: é cadastro bem feito.
A ordem importa. Acertar o raio antes de subir verba costuma economizar mais que qualquer negociação de mensalidade, e arrumar o perfil no mapa é a única das três que continua rendendo depois que a campanha é desligada.
Dá para conferir hoje, de graça e sem ferramenta paga, porque as duas plataformas são obrigadas a manter os anúncios ativos em registro público. Nenhuma agência ensina isso numa página de vendas, e é a informação que mais muda a conversa com um dono de negócio local.
Vale fazer isso antes de pedir orçamento a qualquer agência, incluindo esta. Se o fornecedor não souber te mostrar esses dois registros na primeira conversa, ele provavelmente também não olhou o que a sua concorrência está fazendo.
Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede da sua empresa cabe numa conversa. O resto é serviço, e quem atende continua sendo você.
Você diz o que vende, quanto entra por atendimento, até onde consegue atender e em que horário tem gente para responder. É a conversa que define o raio e a verba.
Pesquisa do que a concorrência anuncia, escolha do canal, raio travado, campanha só no horário de atendimento, perfil do mapa arrumado e marcação de cada botão.
O contato chega com a origem marcada e com a distância conhecida. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório do mês continuam do nosso lado.
Negócio local recebe contato de quem quer resolver agora, e verba investida para alguém perguntar se tem vaga e não ser respondido é a mais desperdiçada de todas. O atendimento responde na hora, confirma se a pessoa está no raio e já oferece o horário.
Boa tarde, vocês atendem no Bairro São Luiz? Meu ar condicionado parou de gelar.
Atendemos, é a 2,8 km daqui. A visita com diagnóstico sai por R$ 90 e tenho horário hoje às 17h ou amanhã às 9h.
Hoje às 17h serve. O valor da visita entra no serviço se eu fechar?
Entra, é descontado do conserto. Confirmo às 17h no seu endereço, e mando o nome do técnico antes de sair.
Conversa de exemplo, escrita para esta página. As três coisas que a resposta resolve são sempre as mesmas: se você atende ali, quanto custa ir, e quando.
O intervalo entre a pergunta e a resposta é a variável mais barata de mudar nesse tipo de negócio. A Harvard Business Review mediu média de 42 horas até a primeira resposta em 2.241 empresas, e num contato que quer resolver hoje 42 horas não é atraso: é a venda inteira do lado do concorrente.
O tamanho do raio viável não é igual para todo negócio local: ninguém atravessa a cidade por um lanche, e muita gente atravessa por um procedimento caro. A tabela é a régua usada na primeira conversa para dimensionar a campanha.
| Tipo de negócio | Raio que costuma fechar a conta | Horário que importa | O que decide a escolha |
|---|---|---|---|
| Restaurante e lanchonete | 1 a 3 km, e menos ainda na chuva | Perto da hora das refeições | Distância, tempo de entrega e taxa |
| Clínica e consultório | 5 a 10 km, porque a pessoa volta várias vezes | Horário comercial e início da noite | Agenda desta semana e confiança em quem atende |
| Serviço técnico de urgência | Até onde a equipe consegue ir e voltar no dia | O dia inteiro, inclusive sábado | Quem responde primeiro e informa o valor da visita |
| Loja de rua e comércio | 1 a 5 km, seguindo o fluxo do bairro | Só quando a loja está aberta | Ter o produto e estar no caminho de casa |
| Reforma e obra | 10 a 20 km, porque o valor justifica o deslocamento | Horário comercial | Porte do projeto e prazo de início |
| Academia e estúdio | 1 a 3 km, é decisão de rotina diária | Manhã cedo e fim da tarde | Distância de casa ou do trabalho e horário livre |
Como o raio e o horário mudam por tipo de negócio local. A tabela é ponto de partida para a conversa, não promessa: o raio real sai da sua cidade e de onde estão os seus concorrentes.
A procura por tráfego pago local quase nunca nasce de planejamento. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas a sua empresa está muda o que faz sentido fazer primeiro.
Um negócio novo abriu perto e começou a aparecer em tudo. Aqui a pressa é real, mas a resposta certa não é gastar mais que ele: é ocupar as buscas específicas que ele não está cobrindo, porque quem acabou de abrir costuma anunciar largo e sem raio.
Semanas seguidas de balcão fraco sem nada ter mudado na sua operação. Antes de subir verba, vale conferir o perfil no mapa: horário errado, endereço desatualizado e foto antiga tiram uma empresa do bloco de mapa sem aviso.
Endereço novo significa raio novo e um perfil de mapa que precisa ser refeito. É a situação em que a campanha dá mais retorno por real investido, porque a vizinhança inteira ainda não sabe que você existe ali.
Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Negócio local trabalha com verba curta, e aqui não tem gordura para queimar com quem está longe demais para vir.
O painel continua mostrando só a verba líquida. Em verba pequena a diferença parece pouca no mês e vira quase um mês inteiro no ano.
O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que pesa a favor da busca em negócio local, que já é o canal em que a pessoa procura com intenção declarada. Some isso ao raio certo e é onde a verba curta rende mais.
Em negócio local só dois números decidem se a campanha se paga: quanto custou cada conversa de gente que está dentro do seu raio, e quantas dessas conversas viraram visita ou pedido. Alcance e curtida não entram no relatório como resultado.
As proporções são de exemplo, para mostrar onde a conta se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, com o dado saindo do seu atendimento.
A última faixa é a que dói mais e a mais barata de consertar, porque essas pessoas já foram pagas duas vezes: no clique e no fato de estarem no raio certo. Recuperar metade delas costuma valer mais que dobrar a verba.
Pode acontecer, e às vezes acontece. Verba maior compra coisas reais, e não adianta fingir o contrário. O que decide a briga no bairro, no entanto, são quatro coisas que dinheiro nenhum compra rápido, e três delas dependem só da sua operação.
A saída em leilão disputado nunca é gastar mais: é estreitar. Um raio menor com o serviço mais específico que você faz melhor custa menos e converte mais que a briga larga pela palavra genérica da cidade. Quando nem isso fecha a conta, a resposta honesta é que essa busca não é a sua briga.
São quase sempre as mesmas cinco, ditas com as palavras de quem já colocou cem reais no impulsionar e não viu ninguém entrar na loja. Cada uma respondida de frente.
A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.
A terceira linha da direita é a que mais derruba proposta e quase ninguém escreve: existe negócio em cidade pequena cujo serviço tem tão poucas buscas por semana que a campanha não se sustenta. Quando a conta não fecha nem no melhor cenário, isso é dito antes de assinar e não depois do terceiro mês.
Quatro estatísticas circulam em quase toda página sobre negócio local. Duas foram corrigidas com a fonte certa e duas ficaram de fora. O motivo de cada uma está escrito ao lado.
Também ficaram fora o percentual de ganho por perfil de mapa completo, que é material de marketing da própria plataforma sem metodologia pública, e as faixas de preço de gestão, porque não existe pesquisa pública de preço no Brasil. O preço desta página está na tabela abaixo, com número exato.
A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome da sua empresa. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.
Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros. Não existe cobrança de percentual sobre o seu faturamento.
Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.
Aqui o limite é a distância. Em outros ramos o que limita tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.
Conte o que a sua empresa faz, em que cidade e até onde consegue atender. A gente responde qual raio fecha a conta no seu caso, inclusive quando a resposta for que a busca da sua cidade ainda não sustenta.