Restaurante vende no impulso da fome, e a decisão de onde comer é tomada em minutos. A campanha mira o público do seu raio no horário de fome, com a oferta na hora exata, e o pedido é conduzido na hora pelo atendimento em vez de deixar quem está com fome esperando resposta.
A partir de R$ 1.500/mês + verba de anúncios
Dia de exemplo, com horários redondos. A janela do almoço não atrasa junto com a resposta: ela fecha no mesmo horário todos os dias.
Dói no caixa daquela noite e o dia seguinte começa do zero. É ruim e é recuperável.
Quando o vizinho já tem lugar de sempre, você não está competindo por uma refeição: está competindo com uma rotina que ele não quer repensar.
Reconquistar quem já escolheu custa mais que conquistar quem ainda não decidiu. A conta do adiamento não é linear.
Trajetória de exemplo, com números redondos, para mostrar como o hábito se forma. Não é medição de nenhum cliente real.
Dói no caixa daquela noite e o dia seguinte começa do zero. É ruim e é recuperável.
Quando o vizinho já tem lugar de sempre, você não está competindo por uma refeição: está competindo com uma rotina que ele não quer repensar.
Reconquistar quem já escolheu custa mais que conquistar quem ainda não decidiu. A conta do adiamento não é linear.
Não é impressão de dono cansado, é o que os números do setor mostram. Segundo a Abrasel, com base no IPCA do IBGE, a alimentação fora do lar acumulou alta de 6,97% em 2025, acima do índice geral de 4,26%, e a própria associação trata isso como recomposição de preço depois de anos de margem comprimida.
de alta na alimentação fora do lar em 2025, contra 4,26% do IPCA geral, segundo a Abrasel com dados do IBGE.
dos bares e restaurantes fecharam dezembro de 2025 no prejuízo, no levantamento da Abrasel; 47% tiveram lucro e 36% ficaram no equilíbrio.
O segundo número tem uma leitura que quase ninguém dá: 47% no lucro é o melhor patamar em dois anos, e ainda assim mais de um terço das casas apenas empataram. Numa operação que empata, movimento novo não é crescimento: é a diferença entre pagar as contas e não pagar.
Este é o dia que se repete: a casa está boa, o prato está bom, o preço está certo, e ainda assim a terça tem garçom parado. Não faltou qualidade. Faltou estar na tela de quem decidiu onde comer naquele dia.
Porque o preço que você consegue cobrar subiu menos do que os seus custos, e isso não é opinião: está no acumulado de seis anos do setor. Quando a margem é fina, o movimento novo deixa de ser crescimento e passa a ser o que sustenta a conta.
| Índice, de 2020 a 2025 | Acumulado | Quem sente | O que isso significa para a sua casa |
|---|---|---|---|
| Alimentos e bebidas | 54,20% | O seu fornecedor | O que entra pela porta dos fundos ficou 54% mais caro |
| Alimentação no domicílio | 61,15% | O supermercado do seu cliente | Cozinhar em casa também encareceu, o que joga a seu favor |
| Índice geral de preços | 39,71% | A economia inteira | A régua com que o cliente compara tudo |
| Alimentação fora do lar | 44,05% | O seu menu | Você repassou menos do que o insumo subiu |
| Item refeição | 35,63% | O prato do dia | Subiu menos até que o índice geral: é aqui que a margem foi |
Acumulado de seis anos, com dados do IPCA do IBGE compilados pela Abrasel. A leitura das duas últimas linhas é o que esta página quer mostrar: o insumo subiu 54%, a refeição subiu 35%, e a diferença saiu da sua margem. Não é promessa de resultado: é a razão pela qual movimento novo virou urgente.
Quase toda página sobre este assunto fala de mesa vazia, e mesa vazia é o prejuízo menor. O prejuízo que não volta é o cliente do bairro que, nas semanas em que você não apareceu, escolheu outro lugar e parou de escolher.
É por isso que a resposta honesta para "começo no mês que vem" não é assustar com falência: é dizer que a conta do adiamento não é linear. Um mês parado custa um mês; seis meses parado custam a clientela que se formou em outro endereço nesse período.
Restaurante não vende ao longo do dia: vende em janelas curtas, e cada uma tem público, horário e oferta diferentes. Campanha rodando fora delas é verba paga para quem não está com fome.
Público de trabalho, decisão em minutos, raio curtíssimo e sensível a preço e velocidade. É a janela mais previsível e a que mais se beneficia do anúncio no horário exato.
Decisão em casa, geralmente em grupo, com o celular na mão. Aqui a foto do prato e a taxa de entrega pesam mais que o preço do item.
A escolha vira lazer e o raio se alarga: a pessoa aceita andar mais. É a janela em que ambiente, reserva e ocasião valem mais que conveniência.
A campanha é montada por janela, não por dia. Isso muda o texto do anúncio, o raio e o horário em que a verba é liberada, e é a diferença entre pagar para aparecer às 15h e aparecer às 11h40.
O aplicativo de entrega traz demanda que você não precisa buscar, e cobra por isso. O canal próprio exige atrair a pessoa, e devolve o cliente para o seu cadastro. Nenhum dos dois é errado: o erro é depender só do primeiro sem saber a diferença.
A comparação honesta não termina com o aplicativo sendo vilão. Ele resolve um problema real de demanda, e para muita casa continua valendo. O que a campanha faz é criar um segundo caminho para você não estar preso a um só, e a decisão de quanto vai por cada um passa a ser sua.
Do primeiro contato até a campanha no ar, o que se pede da casa cabe numa conversa e em algumas fotos que você já tem no celular.
Você diz o que vende em cada horário, quanto entra por mesa e por pedido, até onde entrega e quem responde o celular no pico. É a conversa que define a verba.
Campanha separada por horário, raio travado, oferta certa para cada janela, perfil no mapa arrumado e marcação de cada botão de pedido e reserva.
O pedido e a reserva chegam com a origem marcada e já confirmados. A leitura da conta, o ajuste em lote e o relatório do mês continuam do nosso lado.
A pergunta que chega no pico é sempre objetiva: tem mesa, entrega no meu bairro, quanto é a taxa, tem o prato de hoje. Respondida em minutos, o pedido entra. Respondida depois do turno, a verba pagou para a pessoa comer em outro lugar.
Tem mesa para quatro agora? E vocês entregam na Vila Nova?
Tenho mesa para quatro agora, sem espera. Na Vila Nova entregamos com taxa de R$ 7 e cerca de 30 minutos. O executivo de hoje é filé de frango com arroz de brócolis.
Vamos aí então. Guarda a mesa por 15 minutos?
Guardo no nome de quem? Deixo a mesa 6, perto da janela.
Conversa de exemplo, escrita para esta página. As quatro coisas que a resposta resolve são sempre as mesmas: se tem lugar, se entrega ali, quanto custa chegar e o que tem hoje.
O intervalo entre a pergunta e a resposta é a variável mais barata de mudar num restaurante. A Harvard Business Review mediu média de 42 horas até a primeira resposta em 2.241 empresas, e numa janela de noventa minutos 42 horas não é atraso: é a venda inteira do lado de quem respondeu.
A campanha muda por completo entre um executivo de almoço e um bar de sexta: raio, horário, oferta e até o que a foto precisa mostrar. Tratar todas as casas com o mesmo anúncio é o erro mais comum em restaurante que já anunciou antes.
| Tipo de casa | Janela que sustenta o mês | Raio que fecha a conta | O que decide a escolha |
|---|---|---|---|
| Almoço executivo | Segunda a sexta, 11h à 13h30 | 1 a 2 km, na prática o quarteirão | Velocidade, preço fixo e o prato do dia visível |
| Pizzaria com delivery | Quinta a domingo, a partir das 19h | 3 a 6 km, limitado pelo tempo de entrega | Taxa de entrega, tempo e promoção do dia |
| Bar e petiscaria | Quinta a sábado, a partir das 18h | 3 a 8 km, porque é programa | Ambiente, música e quem mais vai estar lá |
| Restaurante de alto padrão | Sexta e sábado, jantar | 10 a 20 km, o valor justifica o deslocamento | Ocasião, reserva confirmada e a experiência |
| Cafeteria e padaria | Manhã e meio da tarde | Menos de 1 km, é decisão de trajeto | Estar no caminho e ter lugar para sentar |
| Self-service por quilo | Almoço de semana | 1 a 2 km, com pico de 30 minutos | Fila curta, variedade e preço do quilo |
Como a janela e o raio mudam por tipo de casa. A tabela é ponto de partida para a conversa, não promessa: os seus números saem do seu movimento real e da sua região.
A procura por anúncio quase nunca nasce de planejamento em restaurante. Ela nasce em três situações concretas, e reconhecer em qual delas a casa está muda o que faz sentido fazer primeiro.
O fim de semana salva o mês e o meio da semana sangra. É a situação em que a campanha tem alvo claro: encher janelas específicas em dias específicos, com oferta desenhada para aqueles dias, em vez de anunciar a casa inteira todos os dias.
Aqui a pressa é real, e a resposta não é gastar mais que o vizinho. Casa nova costuma anunciar largo e sem raio; sobra espaço para quem mira o quarteirão, o horário exato e o prato que ele não tem.
Reajuste, cardápio novo ou horário novo precisam de alguém contando para o bairro. Mudança silenciosa é a que faz o cliente antigo chegar, estranhar e não voltar, e é a mais fácil de resolver com anúncio.
Desde o primeiro dia de 2026, a Meta passou a repassar aos anunciantes brasileiros os tributos que antes absorvia, somando cerca de 12,15% sobre a verba. Num setor que vem de seis anos de margem comprimida, esse aumento não é detalhe: ele muda quantos pratos são necessários para pagar o anúncio.
O painel continua mostrando só a verba líquida. Em margem apertada, calcular pelo número do painel erra a conta em mais de doze por cento todo mês.
O Google optou por absorver o repasse por enquanto, o que pesa a favor da busca e do mapa, justamente os canais em que a pessoa procura onde comer com intenção declarada. É onde a verba curta de restaurante rende mais.
Num restaurante só dois números decidem se a campanha se paga: quanto custou cada pedido ou reserva que entrou de verdade, e quantos deles vieram de gente dentro do raio que você entrega. Alcance e seguidor não pagam fornecedor.
As proporções são de exemplo, para mostrar onde a conta se estreita. O que a Sturm Agency acompanha é a sua proporção real, com o dado saindo do seu atendimento.
A última faixa é a mais barata de melhorar num restaurante e a menos trabalhada do setor: uma confirmação no dia recupera mesa que já foi paga pelo clique, e mesa recuperada num sábado à noite vale mais que qualquer aumento de verba.
Anúncio traz gente. Ele não conserta o que acontece depois que ela senta, e prometer o contrário seria a forma mais rápida de queimar a sua casa com mais velocidade.
Quando o problema está na coluna da direita, anunciar acelera o prejuízo em vez de reduzir: mais gente conhece a casa no pior momento dela. Nesse caso a recomendação honesta é arrumar a operação primeiro, e isso é dito antes de assinar mesmo quando custa o contrato.
São quase sempre as mesmas cinco, ditas com as palavras de quem já pagou impulsionamento e viu curtida em vez de mesa. Cada uma respondida de frente.
A parte de baixo desta lista é o que dá crédito à de cima. Quem só conta a primeira metade está escondendo a segunda.
A quarta linha da direita é a mais desconfortável e é a mais importante desta página: campanha entrega gente na porta, não entrega uma boa experiência dentro. Se a operação não estiver de pé, mais movimento acelera o problema em vez de resolver.
Quatro afirmações circulam em quase toda página sobre restaurante. Nenhuma delas entrou aqui, e o motivo de cada uma está escrito ao lado.
Vale dizer por que a taxa de mortalidade ficou fora mesmo sendo o argumento mais fácil desta página: vender pelo medo de falir é o oposto do que esta agência faz. Os dados de margem da Abrasel explicam a urgência melhor, e são verificáveis.
A mensalidade é a gestão dos anúncios. A verba investida nas plataformas é sempre à parte e paga direto a elas, em conta no nome da casa. Sem fidelidade, sem multa e sem taxa de saída.
Onde a Sturm Agency também cobra percentual: o plano Avançado é R$ 4.000 por mês ou 20% da verba, o que for maior. Esta página critica proposta com valor escondido, então o valor que a Sturm cobra sobre a verba está escrito aqui, no mesmo tamanho dos outros. Não existe cobrança de percentual sobre o seu faturamento.
Marque o que a proposta que está na sua mesa responde por escrito. Vale para qualquer fornecedor, inclusive para esta agência.
Aqui o limite é a janela do dia e o hábito do bairro. Em outros ramos o que limita tem outro nome, e o desenho da campanha muda com ele.
Conte o que a casa vende em cada horário, até onde entrega e quem responde o celular no pico. A gente responde o que faz sentido anunciar no seu caso, inclusive quando a resposta for arrumar a operação antes.