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Site para clínica médica

O site da sua clínica
responde antes de
o paciente ligar.

Convênio, endereço, horário, preparo de exame e valor da consulta: são as mesmas perguntas todo dia, e elas consomem a recepção. A Sturm Agency constrói o site que responde tudo isso sozinho, dentro das regras de publicidade médica, sem tomar as suas horas de atendimento.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

Clínica · recepçãorespondendo agora
Boa tarde, vocês atendem o meu convênio?08:12
Bom dia! Sim, atendemos. Posso confirmar o plano?08:41
Oi, qual o endereço de vocês mesmo?08:44
Preciso ficar em jejum pro exame?08:47
Quanto custa a consulta particular?08:52
Quatro perguntas em quarenta minutos, e nenhuma delas é agendamento

Cena de exemplo, montada com as perguntas que toda recepção de clínica reconhece.

O que muda na segunda-feira

A pergunta some antes
de chegar na recepção.

Perguntas repetidas na fila de hoje24
"Vocês atendem o convênio X?"Respondido na página de convênios
"Qual o endereço e onde estaciono?"Respondido na página da unidade
"Preciso ficar em jejum?"Respondido no preparo do exame
"Quanto custa a consulta particular?"Respondido na página da especialidade
"Como faço para marcar?"Botão de agendamento, um toque
Tempo da recepção livre para atender quem está na frente dela
O que sobra na fila é agendamento, não dúvida.
Como o paciente chega hoje

A indicação termina
numa busca pelo
seu nome.

93% dos consumidores pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com a Opinion Box. Em saúde, o efeito é o mesmo com um degrau a mais: mesmo quem chega por indicação de um amigo procura o nome do profissional antes de marcar.

93%
pesquisam antes de decidir
A indicação vira busca

O amigo dá o nome. O paciente digita o nome. O que ele acha ali decide se ele liga ou se procura outro.

A busca é por especialidade

Quem não tem indicação procura pelo procedimento e pela região, não pelo nome da clínica que ainda não conhece.

A decisão é antes do contato

Quando a mensagem chega no WhatsApp, a escolha já foi feita. A conversa é para marcar, não para convencer.

O site não substitui a indicação. Ele é o lugar onde a indicação é confirmada.

O custo escondido do jeito antigo

No modelo antigo,
quem trabalha
é o médico.

O tempo é o recurso mais escasso de quem atende. Mesmo assim, o processo tradicional de criação de site transfere o trabalho para a clínica: briefing gigante, textos das especialidades escritos pelo médico, fotos tratadas, reuniões semanais de alinhamento. O projeto trava e fica meses parado esperando material.

Semana 1

O formulário de briefing

Dezenas de perguntas abertas sobre posicionamento, público e diferencial, para serem respondidas por quem passou o dia em consulta.

Trabalho do médico
Semanas 2 a 6

"Nos manda os textos das especialidades"

É aqui que quase todo projeto para. O médico não tem tempo de escrever, a agência não escreve, e o site fica parado esperando um documento que nunca vem.

Trabalho do médico
Semanas 7 a 10

Reuniões de alinhamento e rodadas de layout

Encontros semanais para aprovar cor, fonte e posição de bloco, decisões que não mudam o número de pacientes e consomem a agenda de quem decide.

Trabalho do médico
Como fica aqui

Uma conversa, e o resto é nosso

Você conta a especialidade, os convênios e as perguntas que mais ouve. A Sturm Agency escreve as páginas, organiza o corpo clínico e monta tudo. Você aprova antes de publicar.

Trabalho da agência

O gargalo do projeto de site médico quase nunca é técnico. É a espera pelo texto.

Por que a agência não pode pedir que o médico escreva

Escrever o conteúdo de uma página de especialidade não é tarefa de redação: é tarefa de tradução. O médico sabe o procedimento em profundidade e descreve com o vocabulário técnico correto, que é justamente o vocabulário que o paciente não digita. O paciente não procura por rinosseptoplastia funcional: ele procura por não consigo respirar pelo nariz.

Quando a agência pede o texto pronto ao médico, ela está terceirizando a parte mais difícil do trabalho e ainda por cima para a pessoa com menos tempo e com o vocabulário mais distante do buscador. O resultado é previsível: ou o projeto trava, ou o texto sai técnico demais e a página não é achada por ninguém.

O caminho que funciona é o inverso. A agência levanta os termos reais que os pacientes daquela especialidade digitam, escreve a página nessa linguagem e submete ao médico para revisão do que é clínico. O médico corrige o que está errado do ponto de vista médico, que leva minutos, em vez de produzir o texto do zero, que leva semanas.

O que o paciente pesa na escolha

Ele anda mais longe
por quem passou
confiança.

96,54% dos consumidores leem avaliações antes de decidir, e a localização aparece como o fator menos importante da lista, segundo a pesquisa da Harmo com o Reclame Aqui. Em saúde isso é ainda mais visível: paciente atravessa a cidade por um profissional que explicou bem o procedimento e não atravessa a rua por um que não explicou nada.

O que pesa quando o paciente escolhe onde se consultar
1O que outras pessoas disseram96,54% leem avaliações antes de decidir
2Clareza sobre o procedimento e o preparoquem explica melhor parece dominar mais
3Convênio aceito e valor da consultainformação que o CFM permite publicar
últimoA distância até a clínicao critério que menos pesa na decisão

A sala alugada, a recepção e a vitrine limitam o alcance à geografia e ao horário. A página não.

As páginas que tiram peso da recepção

Cada dúvida repetida
vira uma página.

A pergunta que chega dez vezes por dia no WhatsApp é a mesma que dez pessoas digitaram no Google antes de mandar mensagem. Transformar cada uma em página resolve os dois lados de uma vez: alivia a recepção e traz quem ainda não conhece a clínica.

suaclinica.com.br  ·  as páginas que respondem sozinhas
Convênios atendidos, plano por plano
A lista aberta, com o que cada plano cobre e o que é particular, atualizada quando o contrato muda.
Tira da fila a pergunta mais repetida da recepção.responde
Preparo para cada exame
Jejum, suspensão de medicamento, documento necessário e tempo de permanência, um por exame.
Evita o exame remarcado por preparo errado.responde
Uma página por especialidade do corpo clínico
O que o especialista trata, como é a consulta e o que o paciente deve levar, com a identificação profissional completa.
É a página que aparece para quem procura o procedimento na região.traz paciente
Bem-vindo à nossa clínica
Estamos no mercado atendendo com dedicação, excelência e compromisso com a saúde.
Ninguém pesquisa esta frase, e ela não tira nenhuma pergunta da fila.0 termos

As três primeiras são páginas de trabalho. A última é a que quase todo site de clínica tem.

Publicidade médica

A norma não é
obstáculo. É o
roteiro da página.

A Resolução CFM nº 2.336/2023, publicada pelo Conselho Federal de Medicina e em vigor desde 11 de março de 2024, substituiu a Resolução CFM nº 1.974/2011 e define o que pode e o que não pode aparecer numa peça de publicidade médica, site incluído.

O que a norma exige em toda peça de publicidade
ObrigatórioNome do profissionalIdentificação completa, visível na página.
ObrigatórioNúmero de inscrição no CRM, com a palavra MÉDICOO registro do conselho onde ele exerce a medicina.
ObrigatórioEspecialidade e o número do RQEQuando a especialidade ou a área de atuação estiver registrada no CRM.
VedadoSensacionalismo e autopromoçãoInclui concorrência desleal e conteúdo inverídico.
VedadoTítulos promocionais como melhor médicoPremiações do tipo médico do ano ou destaque da especialidade não podem ser anunciadas.
VedadoElogio de paciente publicado de forma reiteradaRepublicação é tratada como publicação própria, e a Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos apura quando é repetida.

A Sturm Agency escreve dentro da norma, mas a revisão final é sempre do médico responsável: quem responde perante o conselho é ele, e nenhuma agência assume esse lugar.

O que a norma permite, e que quase nenhuma clínica usa

A Resolução CFM nº 2.336/2023 ampliou o que o médico pode divulgar em relação à norma anterior. Passou a ser permitido anunciar o valor das consultas e dos procedimentos, mostrar o ambiente de trabalho, a equipe e os equipamentos disponíveis, e usar imagens de antes e depois com finalidade educativa, desde que o paciente autorize e não seja identificado.

O detalhe que muda o projeto é que essa lista de permissões é quase idêntica à lista do que faz uma página ser encontrada e citada. Publicar o valor da consulta responde uma das buscas mais frequentes da especialidade. Explicar o procedimento com finalidade educativa é exatamente o formato que os buscadores recuperam e que os sistemas de resposta citam. Mostrar a estrutura e a qualificação da equipe é o que resolve a dúvida de confiança antes do contato.

Ou seja: o conteúdo que a norma incentiva é o mesmo conteúdo que traz paciente. Clínica que trata a regulação como limitação acaba publicando uma página vazia e perde nas duas pontas, na ética e na busca.

Modelo tradicional contra o jeito daqui

Onde o tempo
da clínica vai parar.

A comparação é entre modos de conduzir o projeto, e não entre fornecedores com nome.

EtapaModelo tradicionalO jeito da Sturm Agency
Quem escreve o conteúdoO médico, entre as consultasA agência, a partir dos termos que o paciente digita
Reuniões de alinhamentoSemanais, com a agenda de quem decideUma conversa inicial e as aprovações por escrito
O que trava o projetoA espera pelos textos e pelas fotosNada fica esperando material do cliente
Regras de publicidade médicaResponsabilidade jogada para o médico no fimEscrito dentro da norma desde o rascunho, com revisão dele
Trocar horário ou convênio depoisCostuma ser cobrado por chamadoFaz parte da manutenção mensal
Efeito na recepçãoNenhum: as mesmas perguntas continuam chegandoAs dúvidas repetidas passam a ser respondidas pela página
Quando abre uma especialidade novaNovo orçamento e nova rodada de briefingPágina nova sobre a estrutura que já existe

A coluna da esquerda descreve a prática mais comum do mercado, inclusive em projetos caros, e não um fornecedor específico.

Os três pontos que quase nenhuma página de agência aborda

O primeiro é a rotina da recepção. Praticamente nenhuma página de agência trata o site como ferramenta de operação da clínica, e é ali que está o ganho mais imediato e mais fácil de perceber: a fila de mensagens repetidas diminui na primeira semana em que as informações passam a estar publicadas.

O segundo é o processo. As páginas omitem que o médico vai ter de redigir o próprio conteúdo, e essa omissão é deliberada, porque contar isso na etapa de venda derruba fechamento. A surpresa aparece depois, quando o projeto já está pago e parado esperando um documento.

O terceiro é a ética. As restrições de publicidade médica são citadas de passagem, quase nunca de forma prática, e nunca com a parte que importa: o que a norma permite e ninguém usa. Publicar preço de consulta, mostrar a estrutura e explicar procedimento com finalidade educativa são permissões expressas que continuam desperdiçadas na maioria dos sites de clínica.

O caminho até a consulta marcada

Da busca ao
horário confirmado.

O paciente moderno quer resolver preparo, convênio e horário em segundos, sem depender de troca lenta de mensagem. O site organiza esse caminho em três movimentos, e cada um deles elimina uma ida e volta no WhatsApp.

1 · Encontra

Ele busca o procedimento, não o nome da clínica

A página da especialidade é escrita no termo que o paciente digita e aparece para quem procura aquilo na região atendida.

"onde fazer ultrassom com preparo simples perto de mim"
2 · Resolve

Tira a dúvida antes de falar com alguém

Convênio, valor particular, preparo, endereço e horário estão na própria página, do jeito que a norma permite publicar.

Zero mensagem trocada até aqui
3 · Marca

Chega no canal já sabendo de tudo

O botão leva ao WhatsApp da clínica ou ao sistema de agendamento que ela já usa, com o assunto da página já preenchido.

A conversa começa em "quero marcar", não em "vocês atendem?"

O site não substitui a sua agenda nem o seu sistema. Ele entrega o paciente já resolvido na porta dele.

Três tipos de clínica, três estruturas

O formato muda
com o que a clínica
atende.

Clínica com muitas especialidades, consultório de especialidade única e serviço de diagnóstico têm problemas diferentes, e a estrutura do site acompanha.

Clínicas multidisciplinares

Muitas especialidades sem poluir a navegação

O risco aqui é o menu virar uma lista de dezenas de itens e o paciente desistir. A saída é uma página por especialidade, cada uma achável direto pela busca, com o menu servindo apenas para quem já chegou.

Uma porta por especialidade, e não um índice gigante
Especialidade exclusiva

Explicar o procedimento é o trabalho de venda

Em dermatologia, ortopedia ou cirurgia plástica, o paciente particular pesquisa fundo antes de marcar. Quem explica indicação, recuperação e o que pode dar errado ganha a consulta, e é exatamente o conteúdo educativo que a norma incentiva.

Uma página por procedimento, com finalidade educativa
Diagnóstico e exames

O preparo mal explicado remarca o exame

Jejum, suspensão de medicamento e documento necessário mudam de exame para exame. Quando isso não está publicado, a recepção vira central de orientação por telefone e ainda assim o paciente aparece despreparado.

Uma página de preparo por exame, com linguagem de leigo
Todas elas

O corpo clínico muda, e o site precisa acompanhar

Médico que entra, médico que sai, convênio que descredencia, horário que muda. Num site tradicional cada alteração dessas é um chamado cobrado à parte, e por isso a página envelhece até virar informação errada.

Alteração de corpo clínico e convênio na manutenção mensal

Site de clínica desatualizado é pior que site nenhum: manda o paciente para um convênio que não é mais aceito.

Como funciona

Uma conversa sua.
O resto é nosso.

Três passos, e nenhum deles pede que você escreva texto ou trate foto.

1

Conte a clínica em uma conversa

Especialidades, convênios, exames e as perguntas que a recepção mais ouve. Sem formulário gigante e sem lição de casa.

2

A gente escreve e monta

Levantamos os termos que os seus pacientes digitam, escrevemos cada página dentro da norma de publicidade médica e construímos o site inteiro.

3

Você revisa o que é clínico e publica

A revisão final é sua, porque a responsabilidade perante o conselho é sua. Depois disso o site entra no ar e as alterações do dia a dia ficam com a gente.

O prazo real depende do número de especialidades e da velocidade das aprovações, e sai na primeira conversa.

Planos e preços

O preço antes
da reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, e numa clínica esse número sai de uma conta simples: especialidades, exames com preparo próprio e as páginas institucionais.

Essencial
Para o consultório de uma especialidade, com convênios e contato bem resolvidos.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Página de convênios e de contato
  • Identificação profissional conforme a norma do CFM
  • Domínio no nome da clínica
Profissional
Recomendado. Para a clínica com várias especialidades e exames com preparo próprio.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Uma página por especialidade e por exame
  • Preparo de exame e convênios sempre atualizados
  • Alteração de corpo clínico na manutenção
Avançado
Para rede com mais de uma unidade ou que atende várias cidades da região.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Camada de cidade para a região atendida
  • Uma estrutura por unidade, com equipe e horário próprios
  • Domínio no nome da clínica

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as alterações do dia a dia, como convênio, horário e corpo clínico, sem fidelidade e sem taxa de saída. As condições de parcelamento saem na proposta.

A régua que vale contra nós

O que exigir de
qualquer agência
que atende saúde.

A coluna da esquerda dá para deixar escrito antes de você pagar. A da direita é o que ninguém consegue cumprir, e em publicidade médica algumas dessas promessas são proibidas pela própria norma.

Peça por escrito
  • Que a agência escreva o conteúdo, sem pedir texto de especialidade ao médico
  • Que o domínio seja registrado no CNPJ da clínica, e não no da agência
  • Que a identificação exigida pela norma apareça em todas as páginas
  • Que a revisão final do que é clínico seja sempre do médico responsável
  • Que alteração de convênio, horário e corpo clínico esteja na manutenção
  • Que não exista fidelidade nem taxa para sair
Desconfie se prometerem
  • Agenda cheia, número de consultas ou faturamento garantido
  • Primeiro lugar no Google para a especialidade, em qualquer prazo
  • Segurança jurídica garantida perante o conselho de classe
  • Data cravada de entrega antes de saber quantas especialidades existem
  • Depoimento de paciente como peça central da página
  • Resultado de tratamento apresentado como promessa

A régua vale contra quem escreveu esta página. Se a Sturm Agency não cumprir a coluna da esquerda, não contrate.

As objeções, com as palavras de quem atende

O que costuma
travar a decisão.

"Não tenho tempo para escrever texto nem para reunião"

Você não escreve nada. A Sturm Agency levanta os termos que os pacientes da sua especialidade digitam, escreve as páginas dentro da norma de publicidade médica e monta a estrutura. O seu tempo é uma conversa inicial e a revisão do que é clínico, que leva minutos por página em vez de semanas.

"Já tenho um perfil movimentado no Instagram"

O perfil atrai atenção; o site organiza a decisão. É no site que o paciente confirma convênio, valor, preparo e horário sem lotar o seu WhatsApp, e é o site que aparece para quem procurou a especialidade e ainda não segue você. Os dois trabalham juntos, e nenhum substitui o outro.

"Tenho receio de o site infringir alguma regra do conselho"

O receio é legítimo e a resposta honesta é que nenhuma agência pode garantir segurança jurídica no seu lugar. O que a gente faz é escrever dentro da Resolução CFM nº 2.336/2023 desde o rascunho, incluir a identificação obrigatória em todas as páginas e submeter tudo à sua revisão, porque quem responde perante o conselho é o médico.

"Minha recepção passa o dia respondendo a mesma coisa"

É a dor mais comum da clínica e a que o site resolve mais rápido. Convênios, endereço, horário, preparo de exame e valor da consulta publicados numa página que o paciente lê antes de mandar mensagem tiram da fila justamente as perguntas que não são agendamento.

"Recebo muito curioso e pouco paciente particular"

Curioso costuma ser sintoma de página que não diz o preço nem explica o procedimento. A Resolução CFM nº 2.336/2023 permite divulgar valor de consulta e de procedimento, e publicar isso faz uma parte das pessoas desistir antes de chegar, que é exatamente o objetivo.

"Já paguei caro por um site que nasceu desatualizado"

Quase sempre a causa é contratual, não técnica: alteração depois da entrega era cobrada por chamado, então ninguém pedia, e a página envelheceu até ficar errada. Aqui trocar convênio, horário e corpo clínico faz parte da manutenção mensal e não é cobrado por vez.

Todas essas frases vieram do vocabulário de médico e de gestor de clínica, não do vocabulário de agência.

Quando procurar

Os momentos em que
a clínica busca site.

A decisão quase nunca nasce do nada. Ela vem de um gatilho de operação, e reconhecer o gatilho ajuda a escolher o escopo certo em vez de decidir com pressa.

Jan · Fevreestruturação de processos Mar · Abroperação normal Mai · Junajuste de meio de ano Jul · Agooperação normal Setoperação normal Out · Novplanejamento do ano seguinte Dezfechamento Ano todogatilho de operação
Queda na ocupação da agenda particularÉ o gatilho mais comum, e o mais urgente: a agenda de convênio segura o caixa e a particular some primeiro.
Entrada de novos médicos no corpo clínicoEspecialista novo sem página própria é especialista que ninguém encontra pelo procedimento que ele faz.
Mudança de endereço ou nova unidadeEndereço errado publicado em terceiros manda paciente para o lugar errado por meses.
Transição de convênio para particularMuda quem a clínica precisa atrair, e o texto que servia para paciente de plano deixa de funcionar.

O melhor momento é o de planejamento, porque é o único em que dá para escolher o escopo com calma.

O que perguntam para a inteligência artificial

As respostas curtas,
do jeito que são citadas.

Pacientes e gestores começaram a perguntar para o ChatGPT, o Gemini e o Perplexity antes de procurar no Google. As três respostas abaixo são autocontidas de propósito: cada uma se entende sozinha, sem depender do resto da página.

Perguntam

O que é um site para clínica médica?

Site para clínica médica é o endereço próprio da clínica na internet, com uma página por especialidade, por exame e por convênio, escrito dentro das regras de publicidade médica. Ele se diferencia de um perfil em plataforma de terceiros porque o endereço, o conteúdo e o contato do paciente pertencem à clínica, e não a uma empresa que muda as regras e cobra por posição.

Perguntam

Como um site de clínica economiza tempo da secretária no WhatsApp?

O site economiza tempo porque publica as informações que geram as mensagens repetidas: convênios aceitos, endereço, horário de atendimento, preparo de cada exame e valor da consulta particular. O paciente lê antes de escrever, e a fila da recepção passa a receber pedido de agendamento em vez de dúvida básica.

Perguntam

O que o site de um médico precisa ter para atender as regras do CFM?

Precisa trazer o nome do profissional, o número de inscrição no CRM acompanhado da palavra médico e, quando houver registro, a especialidade com o número do RQE. A Resolução CFM nº 2.336/2023 também veda sensacionalismo, autopromoção, concorrência desleal e títulos promocionais do tipo melhor médico, e trata elogio de paciente republicado como publicação própria.

Resposta que depende do parágrafo anterior não é recuperada por pergunta nenhuma.

Perguntas frequentes

Tudo que a clínica
pergunta antes
de contratar.

O que é um site para clínica médica e por que só rede social ou perfil em plataforma não basta?
Site para clínica médica é o endereço próprio da clínica, com uma página por especialidade, exame e convênio. Perfil em rede social ou em plataforma de terceiros é terreno alugado: quem define quem aparece, em que ordem e por quanto é a plataforma, e o contato do paciente fica com ela. No site, o endereço e o conteúdo são da clínica.
Como um site próprio ajuda a atrair paciente que busca consulta particular no Google?
O paciente particular pesquisa pelo procedimento e pela região, não pelo nome de uma clínica que ainda não conhece. Uma página por especialidade, escrita no termo que ele digita, é o que aparece nessa busca. E como a Resolução CFM nº 2.336/2023 permite divulgar valor de consulta, publicar o preço afasta quem não é o público antes do contato.
Quanto tempo a equipe economiza quando o site responde as dúvidas frequentes?
Não publicamos um número, porque ele depende do volume de mensagens de cada clínica e nenhuma pesquisa confiável mede isso por especialidade. O efeito é direto e fácil de conferir na sua própria fila: as perguntas que somem são convênio, endereço, horário, preparo de exame e valor, e o que continua chegando é pedido de agendamento.
Como escolher uma agência sem perder semanas aprovando layout?
Pergunte quem escreve o conteúdo antes de olhar portfólio. Se a resposta for que a clínica manda os textos das especialidades, o projeto vai travar ali, e é o que trava a maioria. Pergunte também quantas reuniões o processo prevê e o que acontece quando muda um convênio depois da entrega.
Qual a diferença entre um site genérico e um feito dentro das normas do CFM?
O site genérico costuma faltar com a identificação obrigatória e escorregar em autopromoção e em promessa de resultado. Um site feito dentro da norma traz nome, número de inscrição no CRM com a palavra médico e a especialidade com o RQE quando registrada, e trata procedimento com finalidade educativa. A Resolução CFM nº 2.336/2023 é a referência.
O site direciona o paciente para o WhatsApp ou para o sistema de agendamento?
Para os dois, conforme a clínica preferir. O botão da página pode abrir a conversa no WhatsApp da recepção já com o assunto preenchido, ou levar para o sistema de agendamento que a clínica já usa. O site não substitui a sua agenda: ele entrega o paciente já resolvido na porta dela.
Quanto custa a criação de um site profissional para clínica médica?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende bem o consultório de uma especialidade. Clínica com várias especialidades e exames com preparo próprio costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Rede com mais de uma unidade, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Quanto tempo demora até o site estar pronto e no ar?
Depende do número de especialidades e de exames e da velocidade das suas revisões, e por isso não publicamos prazo fixo nesta página. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, depois de contar quantas páginas o projeto tem, e vem com data. Prazo cravado antes de conhecer o escopo é a promessa que o mercado mais quebra.
O que está incluído na contratação e o que fica com a clínica?
Fica com a agência: o levantamento dos termos, a escrita de todas as páginas, a estrutura dentro da norma de publicidade médica, a construção e a publicação com o domínio no CNPJ da clínica. Fica com a clínica: contar a operação numa conversa e revisar o que é clínico antes de publicar, porque a responsabilidade perante o conselho é do médico.
Como ter certeza de que o site não vai exigir horas da recepção para ser atualizado?
Porque a atualização não é sua. Trocar convênio, horário, endereço, valor e corpo clínico é pedido nosso de manutenção, incluído na mensalidade e sem cobrança por chamado. O que a recepção faz é avisar o que mudou, o que leva uma mensagem.
Quem cuida das alterações de corpo clínico, horário ou convênio depois do lançamento?
A Sturm Agency, dentro da mensalidade. É justamente por isso que a mensalidade existe: numa clínica esse tipo de alteração acontece o ano inteiro, e quando ela é cobrada por chamado ninguém pede, o site envelhece e passa a informar convênio que não é mais aceito.
Como a clínica acompanha quantos pacientes chegaram pelo site?
A medição é feita nas ferramentas gratuitas do Google, configuradas em contas registradas no nome da própria clínica, e não num painel nosso que você não controla. Assim você vê quais páginas trouxeram visita e quais termos levaram até elas, e continua com esse histórico mesmo se trocar de fornecedor.
O que acontece se as regras do CFM mudarem ou se a clínica abrir uma especialidade nova?
Mudança de norma entra como ajuste de manutenção nas páginas afetadas, sem custo por chamado. Especialidade nova é página nova: quando ela cabe no escopo contratado, entra na manutenção; quando estoura o número de páginas do degrau, é orçada à parte e construída sobre a estrutura que já existe, sem refazer o site.
O que o CFM proíbe no site de um médico?
A Resolução CFM nº 2.336/2023 veda sensacionalismo, autopromoção, concorrência desleal e divulgação de conteúdo inverídico. Também proíbe anunciar títulos promocionais do tipo médico do ano, destaque da especialidade ou melhor médico. Elogio de paciente republicado é tratado como publicação própria, e a Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos apura quando é reiterado.
Como colocar agendamento de consulta no site?
Há dois caminhos, e o certo depende de como a clínica já trabalha. Se o agendamento é por WhatsApp, o botão abre a conversa com o assunto da página preenchido. Se a clínica usa um sistema de agenda, o botão leva direto para a tela de marcação dele. O site conduz o paciente até a porta que já existe, sem criar uma agenda paralela.
Quanto custa manter o site de um consultório por mês?
A manutenção começa em R$ 125 por mês no degrau de até 10 páginas e vai a R$ 600 por mês nos degraus maiores. Fora isso existe apenas o registro do domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos diretamente ao Registro.br, que é o órgão oficial, e esse valor não passa pela Sturm Agency.
Vale a pena ter site próprio ou basta o perfil no Instagram e nas plataformas de saúde?
Vale ter os dois, com papéis diferentes. Plataforma de saúde e rede social trazem volume e não pertencem a você: o contato do paciente e a posição na lista ficam com elas. O site é o ativo próprio, é onde o paciente confirma convênio, preparo e valor, e é ele que aparece quando alguém procura a especialidade na região sem conhecer nenhuma clínica.
Vale mais a pena agência especializada em saúde ou agência genérica?
O que importa não é o rótulo de especializada, e sim se a agência conhece a norma de publicidade médica e escreve o conteúdo em vez de pedir a você. Peça para ver como ela resolve identificação profissional, valor de consulta e conteúdo sobre procedimento. Agência que aplica estratégia de varejo em saúde costuma escorregar em promessa de resultado.
Qual a melhor agência para fazer o site de uma clínica médica?
Não existe uma resposta única, e qualquer agência que se declare a melhor está torcendo o critério a favor dela. O jeito útil de decidir é por checagem: a agência escreve o conteúdo sem pedir texto ao médico, conhece a Resolução CFM nº 2.336/2023, registra o domínio no CNPJ da clínica, inclui alteração de convênio e corpo clínico na manutenção e não promete agenda cheia. Aplique em três fornecedores e a lista encurta.
Quanto custa criar um site de consultório médico dentro das normas do CFM?
Estar dentro da norma não é um item que se compra à parte: é o modo de escrever a página, e não muda o preço. Na Sturm Agency o consultório de uma especialidade começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, já com a identificação profissional exigida em todas as páginas e o conteúdo escrito com finalidade educativa.
Como um site para clínica médica ajuda a economizar tempo da secretária no WhatsApp?
Publicando o que gera as mensagens repetidas: convênios aceitos plano a plano, endereço e estacionamento, horário de atendimento, preparo de cada exame e valor da consulta particular. O paciente lê antes de escrever, e a recepção passa a receber pedido de agendamento em vez de dúvida básica.
Continuar lendo

De volta ao
assunto inteiro.

Esta página cobre um ramo. A página-mãe cobre o serviço todo, e as irmãs abaixo tratam de outros setores com o mesmo problema.

Página principal do serviçoDesenvolvimento de sites corporativosA escada de preço por número de páginas, o custo real de manter um site no ar, a régua para avaliar qualquer fornecedor e as dezessete páginas por setor.

Conte a clínica.
A gente escreve o site.

Uma conversa sobre especialidades, convênios e as perguntas que a recepção mais ouve já é suficiente para montarmos o escopo e o orçamento.