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Site para restaurante

Você não tem
domingo de folga
pra virar designer.

O cliente com fome decide em segundos, e decide por quem tem foto boa do prato, cardápio fácil de ler e um jeito rápido de pedir ou reservar. A Sturm Agency monta esse canal próprio pronto, com o cardápio já organizado, sem tomar as suas horas de descanso e sem cobrar comissão por pedido.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

Cardápioaberto agora · entrega e retiradaabre na hora
Mais pedidosEntradasPratosBebidas
Burger da casa180g, queijo maturado, cebola caramelizada e pão briocheR$ 39,90
Pizza margheritaMassa de fermentação lenta, tomate italiano e manjericão frescoR$ 58,00
Prato do diaMuda toda manhã, atualizado direto do celular da cozinhaR$ 28,00
Pedir pelo WhatsApp Peça de exemplo. Preços e pratos ilustram o formato do cardápio, não uma casa real.

Foto, descrição, preço e o caminho até o pedido, na mesma tela. É isso que o cliente com fome procura.

A conta que sai antes do ingrediente

Cem reais de pedido,
e o que chega no caixa.

Pedido no marketplace, plano EntregaR$ 100,00
Comissão do plano Entrega, 23%- R$ 23,00
Taxa de pagamento pela plataforma, 3,5%- R$ 3,50
Mensalidade, acima de R$ 1.800 no mêsà parte
Chega no caixa antes de qualquer custoR$ 73,50
No canal próprio, os mesmos cem reais chegam inteiros.
Como o cliente decide onde comer

Cardápio, horário
e endereço, minutos
antes de decidir.

93% dos consumidores pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com a Opinion Box. Na hora da fome essa pesquisa dura segundos, e o que não estiver na tela manda a pessoa para o próximo da lista.

93%
pesquisam antes de decidir
Ele procura o cardápio

Quer ver o prato, a descrição e o preço antes de sair de casa ou de abrir o aplicativo. Cardápio em PDF pesado é a resposta errada.

Ele confere se está aberto

Horário de funcionamento e se faz entrega hoje. É a informação mais buscada e a que mais some quando o site fica desatualizado.

Ele quer um caminho curto

Reservar mesa ou mandar o pedido. Se precisar caçar o telefone no Instagram, ele desiste no meio.

Aluguel, energia, equipe, IPTU e manutenção saem todo mês, e o alcance continua preso a quem passa na frente. A página não tem esses dois limites.

O ângulo desta página

Fazer sozinho não
é de graça. É pago
com folga.

A conta que ninguém faz é a do seu tempo. O construtor gratuito cobra zero na assinatura e cobra caro em domingo, e o resultado costuma ser uma página que abre devagar no 4G da rua, justamente onde o cliente com fome está.

o domingo de folga de quem tenta montar o site sozinho
Escolher o modelo pronto e mexer no layout
Trocar cor, arrastar bloco, descobrir que o modelo foi feito para outra coisa e recomeçar.
Sai um domingo inteiro, e o cardápio ainda não entrou.tempo
Subir as fotos dos pratos
Foto tirada no salão, sem tratamento e sem compressão, cada uma com vários megabytes.
É a causa número um de página que trava no celular em rede móvel.lentidão
Anexar o cardápio em PDF
O jeito rápido de resolver, e o que faz o cliente dar zoom, arrastar e desistir na metade.
PDF não é lido pela busca como cardápio e não abre bem em tela pequena.venda perdida
Um cardápio em página de verdade, feito por quem faz isso todo dia
Item, descrição, preço e foto tratada, com o botão de pedido na mesma tela.
Abre rápido, é lido pela busca e o seu domingo continua sendo seu.pronto

Mais da metade dos visitantes abandona uma página que passa de três segundos no celular, segundo o estudo de velocidade móvel do Think with Google.

Por que a foto do prato é o item mais pesado e o mais decisivo ao mesmo tempo

Num site de restaurante, a foto faz o trabalho que o texto não faz: ela é o motivo pelo qual a pessoa escolhe um prato em vez de outro. Tirar a foto da página para deixá-la leve resolve a velocidade e destrói a venda. O caminho é o oposto, e é técnico: a mesma foto pode pesar vários megabytes ou algumas dezenas de kilobytes dependendo do formato, do tamanho real do arquivo e de quando ela é carregada.

É exatamente esse trabalho que o construtor gratuito não faz por você. Ele aceita a foto do jeito que saiu do celular e serve ela inteira para quem está no 4G da rua. O visitante vê um retângulo cinza por três segundos, e três segundos é o limite em que a maior parte das pessoas já saiu, segundo o estudo de velocidade móvel do Think with Google.

Numa página feita à mão, a foto entra tratada, no formato certo e carregada conforme a pessoa rola. O prato aparece bonito e a página continua abrindo na hora. Não é escolha entre uma coisa e outra: é trabalho que alguém precisa ter feito antes de o cliente chegar.

O cardápio é a página de vendas

O mesmo prato,
três jeitos de
ser apresentado.

A maioria das agências trata o cardápio como documento a ser anexado. Ele é a peça que decide o pedido, e a forma como cada item aparece muda o que a pessoa escolhe.

O que o cliente querNo cardápio em PDFNo cardápio em página
Ele querVer como é o prato No PDFNome e preço numa linha, sem foto, com zoom para conseguir ler. Na páginaFoto tratada, descrição do que vem e preço, tudo na mesma tela
Ele querAchar rápido o que já gosta No PDFRolar o arquivo inteiro procurando a seção certa. Na páginaCategorias no topo e um bloco de mais pedidos abrindo a lista
Ele querSaber se o prato está disponível hoje No PDFSó descobre quando manda mensagem e recebe a negativa. Na páginaItem marcado como esgotado em segundos, do celular da cozinha
Ele querPedir sem trocar de aplicativo No PDFPrecisa copiar o nome do prato e escrever tudo na mão. Na páginaBotão que abre a conversa com o pedido já escrito

Cardápio bem montado também é o que faz o prato de melhor margem ser visto primeiro. Isso é decisão sua, e a estrutura da página obedece.

Canal próprio e marketplace

O aplicativo entrega
volume. Ele cobra
por isso.

Não é sobre sair do aplicativo: é sobre não depender de um canal só. Segundo os planos publicados pelo próprio iFood no portal do parceiro, a comissão é de 12% no plano Básico, com entrega própria, e de 23% no plano Entrega, mais taxa de pagamento pela plataforma e mensalidade acima de um faturamento mínimo.

O que o marketplace entrega
  • Volume de gente que nunca ouviu falar da sua casa
  • Logística pronta, no plano em que a entrega é deles
  • Pagamento processado sem você montar nada
  • Aquisição de cliente novo, que é a parte mais cara do marketing
O que ele cobra por isso
  • Comissão sobre o valor bruto do pedido, antes de qualquer custo seu
  • Taxa de pagamento quando o cliente paga pela plataforma
  • Mensalidade a partir de um faturamento mínimo no mês
  • O contato do cliente, que fica com a plataforma e não com você

O canal próprio não substitui o aplicativo. Ele existe para o cliente que já é seu não voltar pela porta que cobra pedágio.

Quando o marketplace vale a pena, e quando o canal próprio não resolve

O aplicativo faz uma coisa que o site não faz: apresenta a sua casa para quem nunca ouviu falar dela. Essa é a parte mais cara e mais difícil do marketing de qualquer restaurante, e o marketplace resolve isso todo dia. Para uma casa que acabou de abrir, ou para uma cozinha sem entregador próprio, sair do aplicativo é trocar margem por faturamento zero.

O canal próprio resolve outra coisa: o cliente que já conhece você. Quem foi bem atendido e quer repetir não precisa passar por uma vitrine que cobra comissão para chegar até a sua cozinha. É esse pedido, o da recompra, que faz sentido migrar, e é o que muda a conta do mês sem derrubar a aquisição.

Por isso a resposta honesta quase nunca é escolher um dos dois. É usar o aplicativo como porta de entrada e ter um canal próprio para onde o cliente conhecido volta, com o cardápio, o horário e o botão de pedido a um toque de distância no celular dele.

Fazer sozinho ou contratar

A conta dos
doze meses.

A comparação é entre modos de resolver o problema, e não entre fornecedores com nome. Escolher o construtor gratuito é uma decisão legítima, e esta tabela existe para você tomar essa decisão com a conta inteira na frente.

O que entra na contaMontar sozinho no construtorContratar a construção
Quem gasta o tempoVocê, nas folgas e nas madrugadasA agência, no horário comercial dela
Tratamento das fotosSobe do jeito que saiu do celularComprimida e no formato certo antes de publicar
CardápioCostuma virar PDF anexadoItem por item em página, lido pela busca
Quando muda o preço de um pratoVocê reabre o editor e mexe no layoutAlteração pedida, feita na manutenção
Quando quebra numa sexta à noiteVocê descobre pelo cliente e conserta sozinhoEstá na manutenção mensal
Custo declaradoAssinatura da plataforma, que nunca acabaEntrada mais mensalidade, escritas na tabela
De quem é o endereçoCostuma ficar dentro da plataformaDomínio registrado no nome do restaurante

A coluna do meio descreve o caminho mais comum de quem monta sozinho, e não uma plataforma específica. Há casos em que ele é a escolha certa, e eles estão listados mais abaixo nesta página.

Quatro casas, quatro páginas

Hamburgueria e bistrô
não vendem
do mesmo jeito.

O que a página precisa entregar primeiro muda conforme o tipo de casa, o ticket e o momento em que a pessoa procura.

Hamburgueria e fast casual

Velocidade de escolha acima de tudo

Quem procura está com fome agora. Combo em destaque, foto grande, poucos cliques até o pedido e adicionais bem visíveis. Cardápio longo e categorizado demais atrapalha em vez de ajudar.

Os campeões primeiro, o resto depois
Alta gastronomia e bistrô

A decisão é planejada, não impulsiva

A pessoa reserva com dias de antecedência e escolhe pela atmosfera. Aqui a página vende o salão, a proposta da cozinha e o menu do momento, e o caminho principal é a reserva, não o pedido.

Reserva de mesa como ação principal
Pizzaria e delivery tradicional

O pedido tem montagem

Tamanho, sabores, metade e metade, borda, bebida. A página precisa deixar essa escolha simples de fazer no celular, porque é onde o pedido cresce ou se perde numa conversa confusa.

Montagem clara e adicionais no caminho
Buffet por quilo e prato feito

O cardápio muda todo dia

O prato do dia é o conteúdo mais buscado e o mais perecível. Precisa ser atualizado do celular em segundos, junto com o horário do almoço e o caminho até a casa.

Atualização diária sem depender de ninguém

Quatro casas, quatro estruturas. Vender o mesmo modelo para as quatro é o atalho que faz a página não funcionar em nenhuma.

Como funciona

Manda o cardápio.
O resto é nosso.

Três passos, e nenhum deles pede que você abra editor de site.

1

Manda o cardápio como ele está

Foto de papel, planilha, PDF antigo, o que existir. E conta como funciona a entrega, a reserva e o horário.

2

A gente organiza e constrói

Tratamos as fotos, escrevemos a descrição de cada item, montamos as categorias e ligamos o botão ao canal que você já usa.

3

Você aprova e a casa entra no ar

Depois disso, mudar preço, marcar prato esgotado ou trocar a carta da estação é pedido nosso, na manutenção.

O prazo real depende do tamanho do cardápio e sai na primeira conversa, com data.

Planos e preços

O preço antes
da reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, e num restaurante esse número sai do tamanho do cardápio e de quantas casas ou unidades existem.

Essencial
Para a casa única, com cardápio enxuto e pedido pelo canal que ela já usa.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Cardápio em página, item por item
  • Fotos tratadas e comprimidas antes de publicar
  • Domínio no nome do restaurante
Profissional
Recomendado. Para a casa com cardápio grande, reserva de mesa e carta que muda de estação.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Uma página por categoria e por prato de destaque
  • Troca de preço e prato esgotado na manutenção
  • Caminho separado para reserva e para pedido
Avançado
Para o grupo com mais de uma casa ou que atende várias cidades da região.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Camada de cidade para a região atendida
  • Uma estrutura por unidade, com cardápio e horário próprios
  • Domínio no nome do grupo

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as alterações do dia a dia, como preço, prato esgotado e carta da estação, sem fidelidade e sem taxa de saída. As condições de parcelamento saem na proposta.

A régua que vale contra nós

O que exigir de
quem faz o site
da sua casa.

A coluna da esquerda dá para deixar escrito antes de pagar. A da direita é o que ninguém consegue cumprir, e vale desconfiar de quem promete.

Peça por escrito
  • Que o cardápio entre item por item em página, e não como PDF anexado
  • Que as fotos sejam tratadas e comprimidas antes de publicar
  • Que trocar preço e marcar prato esgotado esteja na manutenção
  • Que o domínio seja registrado no CNPJ do restaurante
  • Que o teste público de velocidade possa ser rodado por você no dia da entrega
  • Que não exista fidelidade nem taxa para sair
Desconfie se prometerem
  • Aumento garantido de pedidos ou de faturamento
  • Fim da dependência do aplicativo em algum prazo
  • Primeiro lugar no Google para o seu tipo de comida
  • Site que nunca cai numa sexta à noite
  • Data cravada de entrega antes de olhar o tamanho do cardápio
  • Devolução do investimento se as vendas não subirem

A régua vale contra quem escreveu esta página. Se a Sturm Agency não cumprir a coluna da esquerda, não contrate.

A parte que vende menos

Quando montar
sozinho é a
escolha certa.

Esta página inteira defende contratar, então é justo dizer onde o caminho contrário é melhor. Se o seu caso for um dos três primeiros abaixo, não contrate agora.

Quando o construtor pronto resolve melhor que a contratação
1A casa ainda está testando o conceitocardápio mudando toda semana e nome que pode mudar também
2Você tem gosto, tempo e prazer em mexer nissotem gente que faz bem feito e gosta do processo
3O cardápio tem menos de dez itens e não mudauma página só, feita uma vez, resolve o problema inteiro
aqui nãoA casa já vende e o seu tempo está todo na operaçãoé o momento em que o domingo perdido custa mais que o projeto

Guarde esta página para quando a última linha for o seu caso.

As objeções, com as palavras de quem toca a casa

O que costuma
travar a decisão.

"Acho que consigo fazer de graça no construtor"

Consegue, e o custo não é zero: é o seu domingo, e depois é a manutenção toda vez que muda um preço. O ponto não é que você não dá conta, é onde a sua hora rende mais. Se você tem gosto e tempo para isso, faça sozinho, e a seção acima diz exatamente em que casos essa é a decisão certa.

"Já pago mensalidade de um sistema de cardápio digital"

Vale conferir três coisas antes de somar mais uma conta: se o endereço é seu ou fica dentro da plataforma, se existe cobrança por pedido além da mensalidade e se você consegue levar o cardápio embora ao sair. Se as três respostas te agradarem, o sistema está resolvendo. Se não, é aluguel eterno de algo que nunca vira seu.

"O aplicativo está comendo a minha margem"

A comissão sai do valor bruto do pedido, antes de qualquer custo seu, e é isso que faz a conta doer. Mas cortar o aplicativo sem ter para onde mandar o cliente troca margem por faturamento menor. O caminho é ter um canal próprio para quem já conhece a casa, e manter a vitrine para quem ainda não conhece.

"Não tenho tempo para mandar material nem acompanhar agência"

Manda o cardápio do jeito que ele existe hoje, mesmo que seja foto de papel ou planilha. A partir daí o trabalho é nosso: tratar foto, escrever descrição, montar categoria e ligar o botão. O seu tempo é uma conversa e as aprovações.

"Já tenho Instagram, precisa mesmo de site?"

O perfil desperta o desejo e não responde a pergunta operacional. Na hora da fome o cliente quer cardápio organizado, preço, horário e o caminho até o pedido, e ele não quer caçar isso em uma sequência de publicações antigas. Os dois trabalham juntos, e o link do perfil precisa levar para algum lugar que resolva.

"E se eu precisar mudar um preço no meio do expediente?"

Você manda uma mensagem e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por chamado. Marcar prato esgotado, mudar valor e trocar a carta da estação são exatamente o tipo de alteração que a manutenção existe para cobrir, porque num restaurante isso acontece toda semana.

Todas essas frases vieram do vocabulário de dono de restaurante, não do vocabulário de agência.

Quando procurar

Os momentos em que
a casa busca site.

A decisão costuma vir de um gatilho de operação ou de calendário. Reconhecer o gatilho ajuda a chegar pronto na data em vez de correr atrás dela.

Jan · Fevreformulação e planejamento Mar · Abroperação normal Mai · JunDia das Mães e Dia dos Namorados Julférias escolares Ago · Setoperação normal Outoperação normal Nov · Dezfestas de fim de ano Ano todogatilho de operação
Abertura de casa nova ou troca de conceitoÉ quando a marca nasce, e o momento mais barato para nascer já encontrável.
Aumento de taxa da plataforma de entregaCostuma ser o gatilho mais forte, porque a conta chega pronta no extrato do mês.
Data comemorativa de movimento altoReserva de mesa concentrada em poucos dias, e o telefone não dá conta sozinho.
Queda de movimento no salão durante a semanaQuando o fim de semana segura e a segunda a quinta esvazia, falta ser encontrado por quem está por perto.

Chegar em novembro com o site pronto é diferente de começar o projeto em novembro.

O que perguntam para a inteligência artificial

As respostas curtas,
do jeito que são citadas.

Donos de restaurante começaram a perguntar para o ChatGPT, o Gemini e o Perplexity antes de procurar no Google. As três respostas abaixo são autocontidas de propósito: cada uma se entende sozinha.

Perguntam

O que é um site para restaurante?

Site para restaurante é o canal próprio da casa na internet, com o cardápio publicado item por item, horário, localização e um caminho direto para pedido ou reserva. Ele se diferencia de um aplicativo de entrega porque o endereço, o conteúdo e o contato do cliente pertencem ao restaurante, e não há comissão sobre o pedido.

Perguntam

Vale a pena contratar uma agência ou fazer o site do restaurante sozinho?

Fazer sozinho compensa quando a casa ainda testa o conceito, quando o cardápio é pequeno e fixo ou quando o dono tem gosto e tempo para isso. Contratar compensa quando a casa já vende e o tempo do dono está inteiro na operação, porque aí o custo real do faça você mesmo deixa de ser a assinatura e passa a ser a folga perdida e a página lenta.

Perguntam

Quanto custa um site com cardápio digital e reserva para restaurante?

Na Sturm Agency a casa única começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas. Casa com cardápio grande e reserva de mesa costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Grupo com mais de uma unidade, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês. Fora isso existe só o domínio, cerca de R$ 40 por ano no Registro.br.

Resposta que depende do parágrafo anterior não é recuperada por pergunta nenhuma.

Perguntas frequentes

Tudo que a casa
pergunta antes
de contratar.

O que é um site para restaurante e por que depender só de PDF no WhatsApp ou do aplicativo corrói a margem?
Site para restaurante é o canal próprio da casa, com cardápio publicado item por item, horário, localização e caminho direto para pedido ou reserva. O PDF não é lido pela busca e não abre bem no celular; o aplicativo cobra comissão sobre o valor bruto de cada pedido, antes de qualquer custo seu. O canal próprio não elimina nenhum dos dois: ele evita que o cliente que já é seu volte pela porta que cobra pedágio.
Vale a pena tentar fazer o site do restaurante sozinho em construtor gratuito?
Vale em três situações: quando a casa ainda testa o conceito, quando o cardápio tem poucos itens e não muda, e quando o dono tem gosto e tempo para isso. Fora desses casos, o custo do faça você mesmo deixa de ser a assinatura e passa a ser a folga perdida somada a uma página lenta, que é o que faz o cliente com fome desistir.
Qual o impacto de um site lento quando o cliente está na rua procurando onde jantar?
É decisivo. Mais da metade dos visitantes abandona uma página que passa de três segundos no celular, segundo o estudo de velocidade móvel do Think with Google. Em restaurante isso é ainda mais duro porque a decisão é impulsiva: quem não vê o cardápio na hora abre o próximo da lista, e não volta.
Quanto tempo do dono é gasto tentando criar o site sozinho?
Não publicamos um número, porque ele depende do tamanho do cardápio e da experiência de cada um. O que dá para dizer é onde o tempo vai: escolher e ajustar o modelo, tratar e subir as fotos, digitar cada item com descrição e preço, e depois refazer tudo toda vez que o cardápio muda. As três primeiras etapas somam mais de um fim de semana na maioria das casas.
Qual a diferença entre um site em modelo pronto e uma página feita para virar pedido?
O modelo pronto foi desenhado para um negócio genérico e trata o cardápio como documento a anexar. A página feita para o restaurante trata o cardápio como a peça de venda: cada item com foto tratada, descrição e preço na mesma tela, categorias no topo e o botão de pedido a um toque. É a diferença entre publicar o cardápio e usar o cardápio para vender.
O que sai mais barato em doze meses: fazer sozinho ou contratar?
Depende de quanto vale a sua hora e de quantas vezes o cardápio muda no ano. A conta honesta soma três coisas do lado do faça você mesmo: a assinatura da plataforma, que nunca acaba, o seu tempo em cada alteração e o que se perde enquanto a página está lenta ou desatualizada. Se a casa ainda não vende bem, o construtor costuma ganhar; se já vende, quase nunca.
Por que os modelos gratuitos limitam o crescimento da marca?
Por dois motivos práticos. O endereço costuma ficar dentro da plataforma, então o histórico que a página constrói na busca não é totalmente seu e não vai junto se você sair. E o modelo impõe uma estrutura pensada para outro tipo de negócio, o que faz o cardápio virar uma lista comprida em vez de uma vitrine organizada por categoria.
Quanto custa contratar a criação do site completo do meu restaurante?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende bem a casa única com cardápio enxuto. Casa com cardápio grande, reserva de mesa e carta que muda de estação costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Grupo com mais de uma unidade, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Quanto tempo demora para a estrutura estar pronta e vendendo?
Depende do tamanho do cardápio e da velocidade das suas aprovações, e por isso não publicamos prazo fixo aqui. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, depois de olhar quantos itens e quantas categorias existem, e vem com data. Prazo cravado antes de ver o cardápio é a promessa que o mercado mais quebra.
O que está incluído e o que o restaurante precisa fornecer?
Fica com a agência: tratar as fotos, escrever a descrição de cada item, montar as categorias, construir a estrutura e publicar com o domínio no nome do restaurante. Fica com a casa: mandar o cardápio do jeito que ele existe hoje, contar como funcionam entrega, reserva e horário, e aprovar antes de ir para o ar.
Vou precisar ficar alimentando o sistema todo dia?
Não. A operação diária é uma mensagem: prato esgotado, preço novo, carta da estação. A alteração é feita por nós, dentro da mensalidade e sem cobrança por chamado. Casa de prato feito, em que o cardápio muda toda manhã, é o único caso em que faz sentido montar a atualização diária do próprio celular da cozinha, e isso a gente combina no escopo.
Como altero o preço de um prato ou aviso que um ingrediente acabou no meio do expediente?
Manda a mensagem e a alteração é feita. Preço, item esgotado e horário são exatamente o tipo de mudança que a manutenção mensal existe para cobrir, porque num restaurante isso acontece toda semana. Quando a casa precisa fazer isso várias vezes por dia, o escopo prevê a edição direto do celular, sem depender de ninguém.
Quem atualiza o cardápio quando muda a carta de vinhos ou os pratos da estação?
A Sturm Agency, dentro da mensalidade. Troca de carta e cardápio de estação são alterações do dia a dia, não projeto novo. O que é orçado à parte é ampliação do escopo, como abrir uma unidade nova ou criar uma seção que ainda não existia, e mesmo isso é construído sobre a estrutura que já está no ar.
Como garantir que o botão de pedido funcione na sexta à noite e no domingo ao meio-dia?
A honestidade aqui importa: ninguém garante que um site nunca cai. O que dá para fazer é reduzir a chance e encurtar o conserto. O botão aponta para um único destino definido em um ponto do site, o que elimina a causa mais comum de link quebrado, e a correção faz parte da manutenção mensal, sem cobrança por chamado.
Quanto custa um site para restaurante profissional?
O valor varia principalmente pelo tamanho do cardápio e pelo trabalho de tratar foto e escrever descrição, não pela tecnologia. Na Sturm Agency a faixa vai de R$ 2.500 de entrada, para até 10 páginas, a R$ 12.000 para grupo com várias casas. Fora isso existe apenas o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos ao Registro.br.
Dá para fazer site de restaurante sozinho no Canva ou no Wix?
Dá, e o resultado costuma travar em dois pontos: o peso das fotos, que sobem do jeito que saíram do celular, e o cardápio, que acaba virando PDF anexado. Os dois problemas são técnicos e têm conserto, mas o conserto é trabalho, e é justamente o trabalho que a ferramenta gratuita não faz por você.
Qual o melhor jeito de receber pedido direto no WhatsApp pelo site?
O botão da página abre a conversa já com o item escrito na primeira mensagem, o que elimina a etapa em que o cliente copia o nome do prato na mão e a recepção pergunta o que ele quer. O site não substitui o seu sistema de pedido: ele entrega o cliente já resolvido na porta do canal que a casa já usa.
Como economizar nas taxas do aplicativo criando canal próprio?
Segundo os planos publicados pelo próprio iFood no portal do parceiro, a comissão é de 12% no plano Básico, com entrega própria, e de 23% no plano Entrega, mais taxa de pagamento pela plataforma e mensalidade acima de um faturamento mínimo. O canal próprio não cobra comissão por pedido, e o ganho aparece nos clientes que já conhecem a casa e voltariam de qualquer jeito.
Vale mais a pena sair do aplicativo de entrega ou manter os dois?
Manter os dois, com papéis diferentes. O aplicativo faz a parte mais cara e mais difícil do marketing, que é apresentar a casa para quem nunca ouviu falar dela. O canal próprio serve para a recompra, que é o pedido de quem já é seu cliente. Sair do aplicativo sem ter canal próprio troca margem por faturamento menor.
Vale a pena pagar mensalidade de plataforma de cardápio digital ou ter site próprio?
Confira três pontos antes de decidir: se o endereço é seu ou fica dentro da plataforma, se existe cobrança por pedido além da mensalidade, e se você consegue levar o cardápio embora ao sair. Plataforma que responde bem às três está resolvendo o seu problema. Se falhar em alguma, você está pagando aluguel eterno por algo que nunca vira ativo da casa.
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De volta ao
assunto inteiro.

Esta página cobre um ramo e um ângulo. A página-mãe cobre o serviço todo, e as irmãs abaixo tratam de outros setores com o mesmo problema.

Página principal do serviçoDesenvolvimento de sites corporativosA escada de preço por número de páginas, o custo real de manter um site no ar, a régua para avaliar qualquer fornecedor e as dezessete páginas por setor.

Manda o cardápio.
A gente monta a casa.

Uma conversa sobre o cardápio, a entrega e a reserva já é suficiente para montarmos o escopo e o orçamento, sem tomar o seu dia de folga.