Como escolher uma agência para criar o site da loja sem rasgar dinheiro?
Exigindo seis respostas por escrito antes de pagar: em nome de quem fica o domínio, o que a mensalidade cobre e o que é à parte, se existe comissão sobre o faturamento, se existe fidelidade e taxa de saída, quem escreve o texto das páginas e se o prazo foi dado antes ou depois de olharem o catálogo. Fornecedor que recusa qualquer uma dessas está mostrando onde vai doer.
Por que tanta loja virtual não dá certo e o que isso tem a ver com a escolha do site?
Não publicamos número sobre isso porque os que circulam não têm produtor identificável. O que dá para dizer é o padrão que se repete: site bonito sem nenhuma página escrita em torno do que o cliente digita, custo de alteração cobrado por chamado e domínio no nome do fornecedor. Nenhum dos três é problema de tecnologia; os três são cláusula de contrato.
O que uma loja física precisa ter no site para começar a vender além do bairro?
Catálogo com produto, foto tratada, descrição e preço visíveis, uma página por categoria escrita no termo que o cliente procura, endereço e horário com o caminho até a porta, e um botão que abre a conversa já com o produto escrito. Se a intenção for vender com carrinho e frete para todo o Brasil, aí o projeto deixa de ser vitrine e vira loja virtual completa.
Como ter certeza de que a agência não vai sumir no meio do projeto?
Certeza não existe, e desconfie de quem diz que dá. O que existe é reduzir o estrago: com o domínio registrado no CNPJ da loja desde o primeiro dia, o endereço é seu mesmo que o fornecedor desapareça. É a primeira pergunta da régua justamente por isso, e é a que mais protege o seu dinheiro.
Vale mais a pena montar sozinho à noite ou contratar?
Montar sozinho compensa quando o catálogo é pequeno, não muda muito e você tem gosto e tempo para isso. Contratar compensa quando a loja já vende e o seu tempo está inteiro no balcão, porque aí o custo do faça você mesmo deixa de ser a assinatura da plataforma e passa a ser as noites perdidas mais o catálogo desatualizado.
Como garantir que o site não vai ficar lento nem depender de suporte pago a cada mudança?
Velocidade se resolve no jeito de construir: fotos tratadas e comprimidas antes de publicar e nenhuma galeria de peso desnecessário. Suporte pago por alteração se resolve no contrato: preço, produto novo, esgotado e horário entram na manutenção mensal, sem cobrança por chamado. Peça as duas coisas por escrito, aqui e em qualquer outro fornecedor.
O site é fácil de gerenciar pelo próprio dono da loja?
Neste projeto o dono não gerencia, e é melhor deixar isso claro antes: as alterações são pedidas para nós e feitas na manutenção. Se o que a loja quer é um painel para a equipe cadastrar produto sozinha, isso é outro tipo de projeto, com outro preço, e a gente resolve qual dos dois é o seu caso na primeira conversa.
Quanto custa colocar o site da minha loja no ar?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende a loja de rua com catálogo enxuto. Loja com catálogo grande e categorias que merecem página própria costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Rede com mais de uma unidade, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Existe taxa escondida, comissão sobre as vendas ou mensalidade abusiva depois?
Não existe comissão sobre venda: a Sturm Agency não encosta no faturamento da loja em momento nenhum. Os custos são a entrada, a manutenção mensal e o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br. O que é orçado à parte está listado na seção do que não entra desta página, e está lá para você ver antes de pedir orçamento.
Em quanto tempo o site da loja fica pronto?
Depende do tamanho do catálogo e da velocidade das suas aprovações, e por isso não publicamos prazo fixo. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, com data, depois de olharmos quantos produtos e quantas categorias existem. Prazo cravado antes de ver o catálogo é a promessa mais quebrada do mercado, e é a sexta pergunta da régua.
O que está incluído para eu não precisar contratar nada por fora?
Catálogo com foto tratada, descrição e preço, páginas por categoria, endereço e horário com o caminho até a loja, botão que abre a conversa com o produto escrito, estrutura para aparecer na busca da região e o domínio no nome da loja. Fora isso existe apenas o registro do domínio. Carrinho, pagamento e frete não fazem parte deste projeto.
Como cadastro produto novo, mudo preço e organizo promoção?
Você manda a mensagem e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por chamado. Produto novo, preço, esgotado, foto e horário são exatamente o tipo de mudança que a manutenção existe para cobrir. Quando a promoção tem prazo, ela entra com a data de término escrita, para não ficar no ar depois de vencida.
Como recebo o dinheiro das compras e como funciona a entrega?
Neste projeto o pagamento e a entrega continuam acontecendo como já acontecem hoje na sua loja, porque a vitrine leva o cliente até a conversa e não processa venda. Se a loja precisa de carrinho, meio de pagamento e cálculo de frete dentro do site, isso é loja virtual completa, é outro escopo e tem outro preço.
Se eu tiver dúvida no dia a dia, quem me atende e em quanto tempo?
O atendimento faz parte da manutenção mensal e não é cobrado por chamado. O que esta página não faz é prometer um tempo de resposta com hora marcada, porque plantão com prazo cravado é compromisso que a Sturm Agency não fechou, e escrever aqui o que não se cumpre é exatamente o que gerou o seu receio da última vez.
Quanto custa criar um site para loja?
O valor varia principalmente pelo tamanho do catálogo e pelo trabalho de tratar foto e escrever ficha, não pela tecnologia. Na Sturm Agency a faixa vai de R$ 2.500 de entrada, para até 10 páginas, a R$ 12.000 para rede com várias unidades. Fornecedor que não publica faixa costuma variar bem mais do que isso, para cima e para baixo.
Qual o melhor site para loja de pequeno negócio?
Não existe um melhor para todo mundo, e desconfie de quem promete. O que vale checar em qualquer proposta são as seis perguntas desta página, mais uma sétima específica: quantas páginas de produto e de categoria o projeto tem. Site de loja sem página por categoria não é achado por quem procura o produto, por mais bonito que ele seja.
Vale a pena criar site para loja física?
Vale, porque a pesquisa que decide qual loja o cliente visita acontece antes de ele sair de casa. A vitrine cobre as horas em que o balcão está fechado e a distância que a calçada não alcança. Ela não substitui o atendimento presencial, que continua sendo onde a maior parte da venda fecha na loja de rua.
Já vendo bem no Instagram. Preciso mesmo de site?
O perfil alcança quem já te segue ou viu um anúncio; a vitrine alcança quem digitou o produto e nunca ouviu falar da sua loja. Além disso, o perfil é terreno alugado: as regras mudam sem avisar e conta bloqueada leva o histórico junto. Os dois funcionam melhor juntos, e o link do perfil precisa levar a algum lugar que resolva.
Qual a diferença entre vitrine e loja virtual completa?
A vitrine mostra o catálogo e leva o cliente até a conversa ou até a loja; a loja virtual completa tem carrinho, meio de pagamento, cálculo de frete e controle de estoque. A vitrine faz sentido quando a venda fecha no atendimento; o carrinho faz sentido quando o volume de pedido por mensagem consome uma pessoa inteira ou quando a loja vende para fora da cidade com frequência.
Como não errar ao escolher a empresa que vai fazer o meu site?
Aplicando a mesma régua em todos os candidatos, inclusive na Sturm Agency, e comparando as respostas escritas em vez de comparar discurso. Peça as seis por e-mail e guarde. Se algum fornecedor responder bem as seis e outro só responder bonito, você já tem o critério que faltava da última vez que essa decisão foi tomada.