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Site para loja

Quem já te queimou
uma vez também
prometeu segurança.

O medo de contratar errado é justo, e ele não some porque uma agência jura que é diferente. Some quando você tem uma régua para aplicar em todo mundo, inclusive na gente. Esta página publica essa régua inteira, e depois mostra a vitrine que a Sturm Agency constrói: catálogo, caminho até a conversa e a localização da loja.

A partir de R$ 2.500 + R$ 125/mês

Catálogo da lojaaberto agora · retirada e entregaabre na hora
Mais vendidosNovidadesPromoção
Tênis casual em couroNumeração 37 ao 43 · três coresR$ 289,90
Mochila resistente à águaCompartimento para notebook de 15 polegadasR$ 219,00
Rua da loja, 000 · aberto até as 18h · como chegar
Perguntar pelo WhatsApp Peça de exemplo. Produtos e valores ilustram o formato do catálogo, não uma loja real.

Produto, preço, endereço e o caminho até a conversa na mesma tela. É a vitrine que aparece na busca.

O ângulo desta página

Cinco perguntas antes
de assinar qualquer
proposta.

Respostas que você exigiu por escrito0
De quem fica o domínio?Registrado no CNPJ da loja, desde o primeiro dia
O que custa mudar preço depois?Nada além da mensalidade, sem cobrança por chamado
Existe comissão sobre a venda?Nenhuma. A Sturm não toca no seu faturamento
Tem fidelidade ou taxa de saída?Nem uma nem outra, e o conteúdo continua seu
Quem escreve o texto do site?A agência. Você confere, não redige
O quanto do risco some quando está escrito
Aplique nas outras propostas também. É para isso que ela serve.
Como o cliente escolhe a loja

Ele pesquisa antes
de sair de casa,
mesmo para comprar
na loja física.

93% dos consumidores pesquisam na internet antes de decidir uma compra, segundo o State of Search Brasil, da Hedgehog Digital com a Opinion Box. É essa pesquisa que decide qual porta vai ser aberta, e loja que não aparece nela não entra na disputa.

93%
pesquisam antes de decidir
Ele procura o produto

Digita o que quer comprar, e não o nome da sua loja. Quem tem o produto escrito numa página entra na lista; quem só tem perfil, não.

Depois ele confere quem vende

96,54% leem avaliações antes de decidir, segundo a pesquisa da Harmo com o Reclame Aqui, e a localização é o critério que menos pesa.

Por último ele decide como falar

Ir até a loja, mandar mensagem ou desistir. Sem endereço, horário e um caminho até a conversa, a terceira opção ganha.

O ponto caro não traz mais o cliente sozinho. Ele continua cobrando aluguel, energia, equipe e seguro todo mês, com o alcance preso à calçada e ao horário.

O medo tem nome, e tem quatro formas

Você não tem medo
de site. Tem medo
de repetir.

Quem já pagou por um projeto que não entregou sabe exatamente por onde a coisa desanda. São quatro caminhos, e todos eles podem ser fechados por escrito antes de qualquer pagamento.

os quatro jeitos de sair queimado, e onde cada um se fecha
O fornecedor some no meio
Freelancer ou agência para de responder, e o pior é que o domínio estava no nome dele.
Se fecha exigindo o registro do domínio no CNPJ da loja antes de pagar.cláusula 1
O custo aparece depois
O projeto sai por um valor e cada alteração vira um orçamento novo, cobrado por chamado.
Se fecha exigindo por escrito o que a manutenção cobre e o que é à parte.cláusula 2
O prazo estoura
Prometeram trinta dias antes de olhar o tamanho do catálogo, e o site chega depois da data que importava.
Se fecha exigindo que o prazo venha depois do escopo, com data, e não antes.cláusula 3
O site entra no ar e não é achado
Bonito, rápido, e sem uma única página escrita em torno do que o cliente digita.
Se fecha perguntando quantas páginas de produto e de categoria o projeto tem.cláusula 4

Nenhuma dessas quatro se resolve com a agência jurando que é diferente. Todas se resolvem com uma linha no contrato.

Por que agência que promete eliminar o risco é a que mais assusta

A frase que mais aparece em página de agência é alguma variação de eliminamos todo o seu risco. Vale reparar no que ela realmente diz: é uma promessa sobre o futuro, feita por alguém que você ainda não conhece, e é exatamente o formato da promessa que te queimou da última vez. Quem já foi decepcionado reconhece o tom antes de reconhecer o argumento.

Risco não se elimina com adjetivo, se reduz com documento. Domínio no seu CNPJ é uma linha no contrato. O que a manutenção cobre é uma lista. Ausência de comissão sobre venda é uma cláusula. Prazo com data depois do escopo é uma data. Nenhuma dessas coisas depende de você confiar em ninguém, e é justamente por isso que elas funcionam.

É por isso que esta página começa entregando a régua em vez de entregando a promessa. Se você aplicar as cinco perguntas em três fornecedores e a Sturm Agency não for a que responde melhor, contrate a que responder. A régua não é nossa: é sua.

A régua, na ordem em que ela protege mais

Seis perguntas que
encurtam a lista
de fornecedores.

Estas são as perguntas que separam quem entrega de quem promete, em ordem de quanto cada uma protege o seu dinheiro. Não é uma lista sobre a Sturm Agency: é uma lista para você usar em qualquer proposta que estiver na mesa.

O que exigir por escrito antes de pagar qualquer coisa
1Em nome de quem o domínio será registradoé a cláusula que impede o fornecedor de sumir levando o endereço
2O que a mensalidade cobre e o que é cobrado à partea lista escrita, e não a frase "suporte incluso"
3Se existe comissão ou taxa sobre o faturamento da lojaé o custo que mais cresce sem ninguém perceber
4Se existe fidelidade e o que acontece se você saire se o conteúdo e as fotos continuam sendo da loja
5Quem escreve o texto das páginasse a resposta for "você nos manda", o projeto vai travar aí
6Se o prazo foi dito antes ou depois de olharem o catálogoprazo cravado antes do escopo é o mais quebrado do mercado

Se um fornecedor responder as seis por escrito, o risco cai muito. Se recusar qualquer uma, você já sabe onde vai doer.

As nossas respostas, e as que ligam o alerta

Agora aplique
na gente.

Publicar a régua sem responder ela seria fácil demais. Abaixo, cada pergunta com a resposta que costuma indicar problema e a resposta da Sturm Agency, do jeito que ela vai para o contrato.

A perguntaA resposta que liga o alertaA resposta da Sturm Agency
A perguntaDe quem fica o domínio? Alerta"Fica com a gente, é mais prático assim, você não precisa se preocupar." SturmRegistrado no CNPJ da loja desde o primeiro dia, com o custo pago direto ao Registro.br
A perguntaExiste comissão sobre as vendas? Alerta"Um percentual pequeno, só para manter a plataforma funcionando." SturmNenhuma. Entrada e mensalidade fixas, e a Sturm não encosta no seu faturamento
A perguntaQuanto custa mudar um preço depois? Alerta"Cada alteração é orçada, mas é bem baratinho, não se preocupe." SturmPreço, produto, foto e horário entram na manutenção mensal, sem cobrança por chamado
A perguntaEm quantos dias fica pronto? Alerta"Trinta dias", dito antes de perguntar quantos produtos a loja tem. SturmA gente olha o catálogo primeiro e aí dá a data. Prazo antes do escopo aqui não existe

Se qualquer uma dessas respostas mudar depois de assinado, você tem a página aberta no celular para mostrar.

A conta do ponto

A vitrine da rua
trabalha oito horas.
A outra não dorme.

Não é sobre trocar a loja física por internet: é sobre o que cada uma entrega pelo que cobra. A loja da rua tem uma vantagem que nada substitui e um teto que não se move.

O que o ponto entrega
  • O cliente vê, pega e prova antes de decidir
  • A venda fecha na hora, sem espera nem frete
  • O atendimento cria relação, e relação traz recompra
  • O movimento da rua traz quem não estava procurando nada
O que ele cobra por isso
  • Aluguel, energia, equipe e seguro, todo mês, vendendo ou não
  • Alcance preso a quem passa na frente, no horário em que está aberto
  • Domingo, feriado e madrugada, em que a loja simplesmente não existe
  • Zero presença na pesquisa que decide qual porta vai ser aberta

A vitrine na internet não substitui o balcão. Ela cobre as horas e a distância em que o balcão está fechado.

Perfil, plataforma alugada e vitrine própria

Três lugares onde
a sua loja pode
estar hoje.

A comparação é entre canais, e não entre fornecedores com nome. Os três podem conviver, e o erro caro é achar que um deles sozinho resolve.

CritérioSó o perfil na rede socialVitrine própria da loja
Quem encontra vocêQuem já segue ou viu um anúncioQuem digitou o produto que você vende
Onde o preço ficaNum comentário, num story antigo ou no directEscrito ao lado do produto, o tempo todo
De madrugada e no feriadoA pessoa manda mensagem e espera respostaEla vê tudo e decide sozinha
De quem é o endereçoDa plataforma, com as regras delaDomínio registrado no CNPJ da loja
Se a conta cair ou for bloqueadaSome tudo, inclusive o históricoNada muda: o site é seu
Endereço e horário da lojaEspremidos na descrição do perfilPágina própria, com o caminho até a porta
CustoGrátis, pago em tempo de responder directEntrada mais manutenção, escritas na tabela

A tabela compara canais, não fornecedores. O caminho que a gente defende é manter o perfil e acrescentar a vitrine, e não trocar um pelo outro.

Quatro lojas, quatro catálogos

Roupa e autopeça
não se procuram
do mesmo jeito.

O que a página precisa entregar primeiro muda conforme o que a loja vende e como o cliente escolhe.

Roupas e calçados

A dúvida é o tamanho

Cor e modelo entram pelos olhos, mas o que trava a decisão é numeração e caimento. Tabela de medidas clara e foto que mostra o produto de verdade resolvem mais que qualquer texto de venda.

Medidas e cores visíveis na própria ficha
Cosméticos e beleza

A decisão é por indicação e por kit

O cliente compra o que viu alguém usar e costuma levar mais de um item junto. A página funciona melhor organizada por necessidade e por conjunto do que por marca ou por categoria técnica.

Organização por necessidade, não por prateleira
Casa, decoração e utilidades

O tamanho e a entrega decidem

Medida da peça, se cabe no espaço e como chega em casa. É o segmento em que a informação faltando gera mais mensagem, e em que a ficha bem escrita economiza mais tempo de atendimento.

Dimensão e condição de entrega escritas na ficha
Autopeças e acessórios

Tudo gira em torno da compatibilidade

O cliente não procura a peça: procura se serve no carro dele. Aqui o atendimento consultivo continua sendo o coração da venda, e a página existe para levar até ele já sabendo modelo e ano.

Compatibilidade na ficha e conversa com contexto

Quatro lojas, quatro jeitos de organizar o catálogo. Vender o mesmo modelo pronto para as quatro é o atalho que faz a página não servir para nenhuma.

Como funciona

Manda o catálogo.
O resto é nosso.

Três passos, e nenhum deles pede que você abra editor de site.

1

Manda o que já existe

Lista de produtos, fotos do jeito que estão, endereço, horário e como a loja atende hoje. Sem briefing gigante e sem lição de casa.

2

A gente escreve e constrói

Tratamos as fotos, escrevemos a ficha de cada produto e das categorias, montamos a vitrine e ligamos o botão ao canal que a loja já usa.

3

Você aprova e a vitrine entra no ar

Depois disso, mudar preço, marcar produto esgotado, subir novidade ou trocar horário é pedido nosso, na manutenção.

O prazo real depende do tamanho do catálogo e sai na primeira conversa, com data, depois de a gente olhar quantos produtos existem.

Planos e preços

O preço antes
da reunião.

O que define o degrau é o número de páginas, e numa loja esse número sai do tamanho do catálogo e de quantas categorias merecem página própria.

Essencial
Para a loja de rua com catálogo enxuto e atendimento pelo canal que ela já usa.
12x de R$ 208,33ou R$ 2.500 à vista · R$ 125/mês de manutenção
  • Até 10 páginas
  • Catálogo com produto, foto tratada e preço
  • Endereço, horário e caminho até a loja
  • Domínio no nome da loja
Profissional
Recomendado. Para a loja com catálogo grande e categorias que merecem página própria.
12x de R$ 500ou R$ 6.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • De 11 a 60 páginas
  • Uma página por categoria e por produto de destaque
  • Ficha com medida, variação e o que a loja atende
  • Preço e produto esgotado na manutenção
Avançado
Para a rede com mais de uma unidade ou que atende várias cidades da região.
12x de R$ 1.000ou R$ 12.000 à vista · R$ 600/mês de manutenção
  • Mais de 60 páginas
  • Camada de cidade para a região atendida
  • Uma estrutura por unidade, com endereço e horário próprios
  • Domínio no nome da rede

Acima disso, o projeto sai por orçamento. A mensalidade cobre hospedagem, manutenção e as alterações do dia a dia, como preço, produto novo e horário, sem fidelidade, sem taxa de saída e sem nenhuma comissão sobre as suas vendas.

A parte que vende menos

Isto é uma vitrine,
não é uma loja
com carrinho.

Essa é a distinção que decide se o projeto serve para você, e é a que mais gera briga depois de assinado quando ninguém falou dela antes. Vitrine e loja virtual completa são coisas diferentes, com preços diferentes.

O que entra no projeto
  • Catálogo com produto, foto tratada, descrição e preço à vista
  • Uma página por categoria, escrita para quem procura o produto
  • Endereço, horário e o caminho até a porta da loja
  • Botão que abre a conversa já com o produto escrito na mensagem
  • Estrutura para aparecer para quem procura na sua região
  • Preço, produto novo e esgotado na manutenção mensal
O que não entra
  • Carrinho e finalização de compra dentro do site
  • Meio de pagamento, cartão, Pix automático e antifraude
  • Cálculo de frete e integração com transportadora
  • Controle de estoque e baixa automática por venda
  • Painel para a loja cadastrar produto sozinha
  • Qualquer promessa de número de vendas

Se a sua loja precisa de carrinho, frete e pagamento no site, o projeto é outro e o orçamento é outro. Diga isso na primeira conversa e a gente resolve na hora qual dos dois é o seu caso.

Quando a vitrine basta e quando você precisa da loja com carrinho

A vitrine basta quando a venda acontece na conversa. Loja de rua que atende no balcão e no WhatsApp, produto que precisa de consulta antes de fechar, item com variação que gera dúvida, ticket alto em que o cliente quer falar com alguém. Nesses casos o carrinho atrapalha mais do que ajuda, porque tira a etapa em que a loja vende de verdade.

O carrinho passa a fazer sentido quando o volume de pedidos por mensagem começa a consumir uma pessoa inteira, quando a loja vende para fora da cidade com frequência, ou quando o produto é padronizado o suficiente para o cliente comprar sozinho sem perguntar nada. Aí a conta muda, e o projeto muda junto.

O caminho honesto é começar pela vitrine e conferir o que acontece. Se a maior parte das conversas for pedido pronto de gente que já decidiu, é sinal de que o carrinho vale. Se a maior parte for dúvida, o carrinho não teria resolvido nada e o dinheiro estaria mal gasto.

As objeções, com as palavras de quem toca a loja

O que costuma
travar a decisão.

"Já me queimaram com agência no passado"

Por isso esta página começa com a régua e não com a promessa. Aplique as seis perguntas em três fornecedores, exija as respostas por escrito e compare. Se a Sturm Agency não for a que responde melhor, contrate a que responder. O que não dá é decidir de novo pelo discurso, porque foi assim da última vez.

"Tenho pavor de gastar e não vender nada"

Medo justo, e a resposta honesta é que ninguém garante venda. O que dá para garantir é o mecanismo e o que fica: a loja passa a ter páginas escritas em torno do que o cliente digita, e o domínio, o conteúdo e as fotos continuam sendo seus se você parar de pagar. Quem promete faturamento está prometendo o que não controla.

"Não quero ficar na mão de programador"

É exatamente o problema que a primeira pergunta da régua resolve. Com o domínio registrado no CNPJ da loja, você pode trocar de fornecedor quando quiser levando o endereço junto. E as alterações do dia a dia, como preço e produto novo, entram na manutenção e não viram orçamento a cada pedido.

"Preciso de algo que a minha vendedora consiga mexer"

Aqui a resposta é diferente do que o mercado costuma dar, e é melhor você saber antes: neste projeto ninguém da loja precisa mexer, porque as alterações são pedidas para nós e feitas na manutenção. Se o que você quer é um painel para cadastrar produto sozinho, isso é outro tipo de projeto e a gente fala sobre ele na conversa.

"Já vendo bem no Instagram, preciso mesmo de site?"

O perfil alcança quem já te segue; a vitrine alcança quem digitou o produto e não conhece a sua loja. E tem a parte que ninguém gosta de pensar: perfil é terreno alugado, e conta bloqueada leva junto o histórico inteiro. Os dois trabalham melhor juntos, e o link do perfil precisa levar para algum lugar que resolva.

"E se aparecerem custos escondidos depois?"

Os custos estão escritos nesta página: entrada, manutenção mensal e o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br. Não existe comissão sobre venda, taxa por alteração nem mensalidade de plataforma por fora. O que é orçado à parte está listado na seção do que não entra, e está lá justamente para você ver antes.

Todas essas frases vieram do vocabulário de dono de loja, não do vocabulário de agência.

Quando procurar

Os momentos em que
a loja busca site.

A decisão costuma vir de um gatilho de calendário ou de queda de movimento. Reconhecer o gatilho ajuda a chegar pronto na data em vez de correr atrás dela.

Jan reformulação do ano Fev · Maroperação normal Abr · MaiDia das Mães JunDia dos Namorados Jul · Agopreparo para a alta Set · Outchegar pronto para a Black Friday Nov · DezBlack Friday e Natal Ano todogatilho de movimento
Queda de movimento na ruaChuva, obra na via, mudança do fluxo do bairro. É quando fica visível que o alcance depende da calçada.
Data comemorativa chegandoQuem começa o projeto em novembro chega depois da data. O trabalho útil é feito em setembro.
Projeto anterior abandonadoFreelancer que sumiu ou site que nunca ficou pronto. Aqui a régua vale ainda mais, porque a segunda tentativa costuma ser decidida com pressa.
Concorrente que passou a aparecer na buscaQuando o cliente diz que achou o outro no Google, o problema não é preço nem vitrine da rua.

Chegar em outubro com a vitrine pronta é diferente de começar o projeto em outubro.

O que perguntam para a inteligência artificial

As respostas curtas,
do jeito que são citadas.

Donos de loja começaram a perguntar para o ChatGPT, o Gemini e o Perplexity antes de procurar no Google. As três respostas abaixo são autocontidas de propósito: cada uma se entende sozinha.

Perguntam

Como contratar uma agência de site para loja sem ter prejuízo?

Exigindo seis respostas por escrito antes de pagar: em nome de quem o domínio será registrado, o que a mensalidade cobre e o que é à parte, se existe comissão sobre o faturamento, se existe fidelidade e taxa de saída, quem escreve o texto das páginas, e se o prazo foi dado antes ou depois de olharem o catálogo. Fornecedor que recusa qualquer uma dessas mostra onde vai doer.

Perguntam

O que é um site para loja?

Site para loja é a vitrine própria do negócio na internet, com o catálogo de produtos, foto, descrição e preço, o endereço e o horário da loja e um caminho direto até a conversa. Ele se diferencia de um perfil em rede social porque o endereço e o conteúdo pertencem à loja, e porque é ele que aparece para quem digitou o produto sem conhecer a marca.

Perguntam

Vale a pena criar site para loja física?

Vale, porque a pesquisa que decide qual loja o cliente visita acontece antes de ele sair de casa. A vitrine própria cobre as horas em que o balcão está fechado e a distância que a calçada não alcança, sem substituir o atendimento presencial. Se a loja precisa de carrinho, frete e pagamento no site, aí o projeto deixa de ser vitrine e vira loja virtual completa.

Resposta que depende do parágrafo anterior não é recuperada por pergunta nenhuma.

Perguntas frequentes

Tudo que o lojista
pergunta antes
de contratar.

Como escolher uma agência para criar o site da loja sem rasgar dinheiro?
Exigindo seis respostas por escrito antes de pagar: em nome de quem fica o domínio, o que a mensalidade cobre e o que é à parte, se existe comissão sobre o faturamento, se existe fidelidade e taxa de saída, quem escreve o texto das páginas e se o prazo foi dado antes ou depois de olharem o catálogo. Fornecedor que recusa qualquer uma dessas está mostrando onde vai doer.
Por que tanta loja virtual não dá certo e o que isso tem a ver com a escolha do site?
Não publicamos número sobre isso porque os que circulam não têm produtor identificável. O que dá para dizer é o padrão que se repete: site bonito sem nenhuma página escrita em torno do que o cliente digita, custo de alteração cobrado por chamado e domínio no nome do fornecedor. Nenhum dos três é problema de tecnologia; os três são cláusula de contrato.
O que uma loja física precisa ter no site para começar a vender além do bairro?
Catálogo com produto, foto tratada, descrição e preço visíveis, uma página por categoria escrita no termo que o cliente procura, endereço e horário com o caminho até a porta, e um botão que abre a conversa já com o produto escrito. Se a intenção for vender com carrinho e frete para todo o Brasil, aí o projeto deixa de ser vitrine e vira loja virtual completa.
Como ter certeza de que a agência não vai sumir no meio do projeto?
Certeza não existe, e desconfie de quem diz que dá. O que existe é reduzir o estrago: com o domínio registrado no CNPJ da loja desde o primeiro dia, o endereço é seu mesmo que o fornecedor desapareça. É a primeira pergunta da régua justamente por isso, e é a que mais protege o seu dinheiro.
Vale mais a pena montar sozinho à noite ou contratar?
Montar sozinho compensa quando o catálogo é pequeno, não muda muito e você tem gosto e tempo para isso. Contratar compensa quando a loja já vende e o seu tempo está inteiro no balcão, porque aí o custo do faça você mesmo deixa de ser a assinatura da plataforma e passa a ser as noites perdidas mais o catálogo desatualizado.
Como garantir que o site não vai ficar lento nem depender de suporte pago a cada mudança?
Velocidade se resolve no jeito de construir: fotos tratadas e comprimidas antes de publicar e nenhuma galeria de peso desnecessário. Suporte pago por alteração se resolve no contrato: preço, produto novo, esgotado e horário entram na manutenção mensal, sem cobrança por chamado. Peça as duas coisas por escrito, aqui e em qualquer outro fornecedor.
O site é fácil de gerenciar pelo próprio dono da loja?
Neste projeto o dono não gerencia, e é melhor deixar isso claro antes: as alterações são pedidas para nós e feitas na manutenção. Se o que a loja quer é um painel para a equipe cadastrar produto sozinha, isso é outro tipo de projeto, com outro preço, e a gente resolve qual dos dois é o seu caso na primeira conversa.
Quanto custa colocar o site da minha loja no ar?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende a loja de rua com catálogo enxuto. Loja com catálogo grande e categorias que merecem página própria costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Rede com mais de uma unidade, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Existe taxa escondida, comissão sobre as vendas ou mensalidade abusiva depois?
Não existe comissão sobre venda: a Sturm Agency não encosta no faturamento da loja em momento nenhum. Os custos são a entrada, a manutenção mensal e o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br. O que é orçado à parte está listado na seção do que não entra desta página, e está lá para você ver antes de pedir orçamento.
Em quanto tempo o site da loja fica pronto?
Depende do tamanho do catálogo e da velocidade das suas aprovações, e por isso não publicamos prazo fixo. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, com data, depois de olharmos quantos produtos e quantas categorias existem. Prazo cravado antes de ver o catálogo é a promessa mais quebrada do mercado, e é a sexta pergunta da régua.
O que está incluído para eu não precisar contratar nada por fora?
Catálogo com foto tratada, descrição e preço, páginas por categoria, endereço e horário com o caminho até a loja, botão que abre a conversa com o produto escrito, estrutura para aparecer na busca da região e o domínio no nome da loja. Fora isso existe apenas o registro do domínio. Carrinho, pagamento e frete não fazem parte deste projeto.
Como cadastro produto novo, mudo preço e organizo promoção?
Você manda a mensagem e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por chamado. Produto novo, preço, esgotado, foto e horário são exatamente o tipo de mudança que a manutenção existe para cobrir. Quando a promoção tem prazo, ela entra com a data de término escrita, para não ficar no ar depois de vencida.
Como recebo o dinheiro das compras e como funciona a entrega?
Neste projeto o pagamento e a entrega continuam acontecendo como já acontecem hoje na sua loja, porque a vitrine leva o cliente até a conversa e não processa venda. Se a loja precisa de carrinho, meio de pagamento e cálculo de frete dentro do site, isso é loja virtual completa, é outro escopo e tem outro preço.
Se eu tiver dúvida no dia a dia, quem me atende e em quanto tempo?
O atendimento faz parte da manutenção mensal e não é cobrado por chamado. O que esta página não faz é prometer um tempo de resposta com hora marcada, porque plantão com prazo cravado é compromisso que a Sturm Agency não fechou, e escrever aqui o que não se cumpre é exatamente o que gerou o seu receio da última vez.
Quanto custa criar um site para loja?
O valor varia principalmente pelo tamanho do catálogo e pelo trabalho de tratar foto e escrever ficha, não pela tecnologia. Na Sturm Agency a faixa vai de R$ 2.500 de entrada, para até 10 páginas, a R$ 12.000 para rede com várias unidades. Fornecedor que não publica faixa costuma variar bem mais do que isso, para cima e para baixo.
Qual o melhor site para loja de pequeno negócio?
Não existe um melhor para todo mundo, e desconfie de quem promete. O que vale checar em qualquer proposta são as seis perguntas desta página, mais uma sétima específica: quantas páginas de produto e de categoria o projeto tem. Site de loja sem página por categoria não é achado por quem procura o produto, por mais bonito que ele seja.
Vale a pena criar site para loja física?
Vale, porque a pesquisa que decide qual loja o cliente visita acontece antes de ele sair de casa. A vitrine cobre as horas em que o balcão está fechado e a distância que a calçada não alcança. Ela não substitui o atendimento presencial, que continua sendo onde a maior parte da venda fecha na loja de rua.
Já vendo bem no Instagram. Preciso mesmo de site?
O perfil alcança quem já te segue ou viu um anúncio; a vitrine alcança quem digitou o produto e nunca ouviu falar da sua loja. Além disso, o perfil é terreno alugado: as regras mudam sem avisar e conta bloqueada leva o histórico junto. Os dois funcionam melhor juntos, e o link do perfil precisa levar a algum lugar que resolva.
Qual a diferença entre vitrine e loja virtual completa?
A vitrine mostra o catálogo e leva o cliente até a conversa ou até a loja; a loja virtual completa tem carrinho, meio de pagamento, cálculo de frete e controle de estoque. A vitrine faz sentido quando a venda fecha no atendimento; o carrinho faz sentido quando o volume de pedido por mensagem consome uma pessoa inteira ou quando a loja vende para fora da cidade com frequência.
Como não errar ao escolher a empresa que vai fazer o meu site?
Aplicando a mesma régua em todos os candidatos, inclusive na Sturm Agency, e comparando as respostas escritas em vez de comparar discurso. Peça as seis por e-mail e guarde. Se algum fornecedor responder bem as seis e outro só responder bonito, você já tem o critério que faltava da última vez que essa decisão foi tomada.
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De volta ao
assunto inteiro.

Esta página cobre um ramo e um ângulo. A página-mãe cobre o serviço todo, e as irmãs abaixo tratam de outros setores com o mesmo problema.

Página principal do serviçoDesenvolvimento de sites corporativosA escada de preço por número de páginas, o custo real de manter um site no ar, a régua para avaliar qualquer fornecedor e as dezessete páginas por setor.

Aplique a régua.
Depois peça o orçamento.

Uma conversa sobre o catálogo, o que a loja vende e como ela atende hoje já é suficiente para montarmos o escopo, o prazo e o orçamento.