Por que prestador de serviço com site profissional consegue cobrar mais caro?
Não é por causa do design. É porque a página dele responde faixa de preço, escopo, prazo e garantia, e o cliente passa a ter uma segunda dimensão para comparar além do número. Quando ninguém publica nada, a comparação entre três orçamentos vira exclusivamente preço, que é o pior terreno possível para quem cobra mais por fazer melhor.
Qual a diferença entre um site de serviços genérico e uma estrutura que gera orçamento?
O genérico lista os serviços em uma linha cada e termina num botão de contato. A estrutura que gera orçamento tem uma ficha por serviço com faixa, prazo típico, região atendida, o que está incluído e o que a empresa cobre se der problema. A diferença é quantas dúvidas sobram na cabeça do visitante quando ele decide mandar mensagem.
Como o site ajuda a não depender só de indicação?
A indicação alcança quem conhece alguém que te conhece, tem a maior taxa de fechamento e não tem botão de volume: ela não aumenta quando você precisa. O site alcança quem digitou o serviço sem conhecer ninguém e continua funcionando nos meses em que o boca a boca não vem. Um não substitui o outro.
Como o site coloca a minha empresa à frente dos concorrentes da região?
Fazendo o que eles não fazem, e isso é verificável: abra o site de três concorrentes e conte quantas das seis respostas desta página estão publicadas. Se eles respondem duas ou menos, a vantagem está aberta. Não é uma promessa nossa, é uma conta que você mesmo faz antes de contratar qualquer coisa.
O site qualifica o cliente antes de ele chamar no WhatsApp?
Em parte, e por informação. Faixa de preço publicada faz parte das pessoas desistir antes de mandar mensagem, e um formulário com campos sobre o caso faz o resto chegar com contexto. O que não existe é filtro automático que garanta cliente bom, e proposta que promete isso está vendendo o que não entrega.
Por que investir em site próprio em vez de usar só rede social e link de bio?
Porque o perfil alcança quem já segue e o site alcança quem digitou o serviço sem conhecer você. E porque o perfil é terreno alugado: as regras mudam sem aviso e conta bloqueada leva o histórico junto. Os dois funcionam melhor juntos, e o link do perfil precisa levar a algum lugar que responda as dúvidas.
Quanto custa o site para prestador de serviço?
Começa em R$ 2.500 de entrada mais R$ 125 por mês, para até 10 páginas, que atende quem trabalha sozinho ou com equipe pequena em poucos serviços. Empresa com vários serviços e mais de uma região atendida costuma cair na faixa de 11 a 60 páginas, R$ 6.000 mais R$ 600 por mês. Estrutura maior, R$ 12.000 mais R$ 600 por mês.
Qual o prazo de entrega do site?
Não publicamos prazo fixo, e essa é uma escolha: quem crava data antes de ver o escopo cumpre atrasando. O prazo do seu caso sai na primeira conversa, com data, depois de sabermos quantos serviços viram ficha e quantas regiões entram. Prazo dito antes do escopo é a promessa mais quebrada deste mercado.
O que exatamente está incluído no projeto?
Uma ficha por serviço com faixa, prazo, região, escopo e garantia; o portfólio com o serviço identificado em cada trabalho; uma página por região atendida; o formulário de orçamento com os campos de contexto; o botão que abre a conversa com o serviço escrito; e a publicação com o domínio no nome da empresa.
Existe taxa mensal obrigatória ou porcentagem sobre os contratos fechados?
Porcentagem sobre contrato não existe: a Sturm Agency não encosta no seu faturamento. A mensalidade existe e está escrita na tabela, porque manter um site no ar é operação contínua, e ela cobre hospedagem, manutenção e as alterações do dia a dia. Não há fidelidade nem taxa de saída, e o domínio e o conteúdo continuam seus.
Como atualizo serviços, fotos de trabalhos e preços no futuro?
Você manda a mensagem e a alteração é feita, dentro da mensalidade e sem cobrança por chamado. Faixa de preço, região atendida, serviço novo e trabalho no portfólio são exatamente o tipo de mudança que a manutenção existe para cobrir, e num prestador de serviço isso acontece o ano inteiro.
Como chegam as notificações de pedido de orçamento?
Pelo canal que a empresa já usa. O formulário envia o pedido para o e-mail que você acompanha, já com o serviço, a região e a descrição do caso preenchidos, e o botão de conversa abre a mensagem com o serviço escrito. Não criamos uma caixa de entrada nova que alguém tenha que aprender a olhar.
Se eu precisar expandir os serviços, como funciona?
Serviço novo é ficha nova. Quando cabe no número de páginas do degrau contratado, entra na manutenção sem custo extra. Quando estoura o degrau, é orçado à parte e construído sobre a estrutura que já está no ar, sem refazer o site. Região nova segue a mesma lógica.
Quanto custa um site profissional para prestador de serviços?
O valor varia principalmente pelo número de serviços que viram ficha e de regiões atendidas, não pela tecnologia. Na Sturm Agency a faixa vai de R$ 2.500 de entrada, para até 10 páginas, a R$ 12.000 para estrutura maior. Fora isso existe apenas o domínio, cerca de R$ 40 por ano pagos direto ao Registro.br.
O que precisa ter num site de serviços para atrair cliente que paga bem?
Faixa de preço com o que muda o valor, prazo típico com o que costuma atrasar, a região realmente atendida, o que está incluído e o que não está, o que a empresa cobre em caso de problema, e trabalho feito com o serviço identificado. São seis respostas, e quem consegue comparar escopo para de comparar só preço.
Vale a pena ter site para quem trabalha sozinho?
Vale quando a agenda oscila, quando você quer subir o preço ou quando quer atender uma região onde ninguém te conhece. Não vale correndo, no mês fraco, decidindo com pressa. E se você tem tempo e disposição para escrever as fichas por conta própria, montar sozinho resolve: o trabalho que custa é decidir e escrever, não montar a página.
Qual o melhor tipo de site para quem presta serviço local?
Um com uma ficha por serviço e uma página por região atendida, em vez de uma página única listando tudo. É o formato que aparece para quem digita o serviço mais a cidade, que é como a busca local acontece de verdade. Página única não é achada por nenhuma dessas combinações.
Fazer o site sozinho ou contratar agência?
Fazer sozinho compensa se você tiver tempo e disposição para escrever as seis respostas, porque essa é a parte que dá trabalho e é a que gera resultado. Contratar compensa quando o seu tempo está inteiro na execução do serviço. O que não muda nada é trocar de plataforma sem escrever conteúdo nenhum.
O site serve para profissão regulada, como médico, dentista ou advogado?
Serve, mas com norma própria de publicidade em cada uma delas, e por isso essas profissões têm páginas específicas nesta série, com as regras do CFM, do CFO, da OAB e do CFC tratadas uma a uma. Aplicar a estrutura genérica de prestador de serviço numa profissão regulada é o erro mais comum de agência generalista.
Publicar a faixa de preço não vai afastar cliente?
Afasta parte, e isso é o objetivo. Quem sai é quem não ia fechar, e sai antes de consumir horas de conversa. Quem fica passa a comparar escopo em vez de comparar só número, que é a única conversa em que quem cobra mais caro consegue ganhar. Sem faixa nenhuma, a decisão volta a ser exclusivamente preço.